Sesquicentenário de Nascimento de Sergio Dutra

Sergio Teixeira Dutra, filho de José Tomaz Dutra e Maria do Carmo Teixeira Marinho, nasceu em Leopoldina no dia 9 de setembro de 1867. Neto paterno de Antonio José Dutra e Mariana Teresa Duarte, por esta era bisneto de Antonio Pereira da Cunha e Teresa Maria Duarte.

Mariana Teresa, também citada como Mariana Luiza Pereira Duarte, sobreviveu ao marido Antonio e foi responsável pela direção da então denominada Fazenda Recreio, que muitos julgam ser a origem do atual município. Entretanto, pelo que pudemos apurar nos Registros de Terras de 1856, a fazenda formada por Mariana e Antonio localizava-se em território que hoje pertence ao distrito de Ribeiro Junqueira. Era uma das grandes propriedades da época, com mais de quatrocentos alqueires mineiros.

A avó materna de Sérgio foi Maria Teresa Duarte, provavelmente irmã de Mariana Teresa Duarte acima citada. O avô materno foi João Teixeira Marinho que residia em território que mais tarde veio a formar o distrito de Providência.

Sergio é citado em fontes orais como tendo sido administrador das terras herdadas de seus pais. Foi casado duas vezes. A primeira com Georgina Teixeira Cortes com quem teve nove filhos nascidos entre 1896 e 1920, alguns batizados em Leopoldina e outros em Angustura. Casou-se pela segunda vez com Dulce de Castro Montes, filha de Maria das Dores de Castro e Lino Rodrigues Montes, professor e “desenhista de retratos” como se identificava, na época, o artista que pintava rostos e paisagens. Lino era neto paterno de Bernardo José Gonçalves Montes, provavelmente o mais antigo ocupante de terras do Feijão Cru, já que recebeu do sogro as duas sesmarias que ele, Antonio Francisco Teixeira Coelho, tinha ganho em 1818.

Dulce, nascida em 1898, casara-se aos 17 anos com Manoel Mendes de Oliveira, filho de Francisco Mendes de Oliveira e Ana Antonia Celestina de Jesus com quem teve, pelo menos, a filha Maria José de Oliveira Vale. Do casamento de Sérgio com Dulce foram gerados seis filhos. Portanto, além de administrar grande extensão de terras, Sérgio Teixeira Dutra formou também uma grande família com 15 filhos.

73 – Martins de Almeida – Seus antepassados – III

Como ficou registrado na coluna anterior, os Martins Ferreira construíram grande patrimônio na nossa região. Mas em virtude das subdivisões efetivadas em mais de um século e meio, desde que os Martins Ferreira por aqui se estabeleceram, a exata localização de suas terras nem sempre é facilmente identificada.

Uma das pistas para facilitar a compreensão é de 1869, quando Joaquim Martins Ferreira e sua mulher Maria Esméria de Carvalho arrendaram[1] uma casa, rancho e pasto, no Sítio Retiro à margem da estrada de Leopoldina para Porto Novo do Cunha, em terras que pertenciam à Fazenda Degredo. Diz o registro desse contrato de arrendamento que a propriedade fazia divisa com Manoel Domingues, sesmaria dos Rochas, José de Rezende Monteiro, José Maria Manso da Costa Reis, José Cesário Monteiro de Miranda Ribeiro, Romualdo Batista Monteiro Nogueira da Gama, Francisco de Assis Manso da Costa Reis, Manoel Vidal Leite Ribeiro e Felicidade Perpétua do Sacramento Leite.

Pelo que se pode apurar na comparação com as propriedades destes vizinhos, a região marcava a divisa do distrito de Angustura com o território que mais tarde viria a constituir o distrito de Providência. Na época, toda esta área era território de Leopoldina.

Quase vinte anos depois, quando Angustura foi transferida para Além Paraíba (MG), as terras dos Martins Ferreira ficaram na divisa entre Leopoldina e aquele município, sendo que em 28 de agosto de 1888 a Fazenda Araribá foi confirmada[2] como pertencente a Leopoldina (MG), conforme indicam os mapas publicados em 1926 e 1927 nos quais são indicadas as fazendas da família que destacamos na imagem.

Félix Martins [neto] foi eleito vereador em Leopoldina em 1876 e em 1881. Foi casado com Heliodora Pinheiro Corrêa de Lacerda, citada em alguns locais como filha de Francisco Pinheiro Corrêa de Lacerda, embora o nome do irmão deste, Romão Pinheiro Corrêa de Lacerda, seja o que aparece no assento paroquial como pai da menina Heliodora, nascida[3] 07.01.1858 e batizada no dia 20 de março do mesmo ano.

Heliodora e Félix tiveram, pelo menos, 6 filhos: Rafael, nascido por volta de 1870 e falecido[4] em Leopoldina no dia 06 de março de 1904; Jorge, nascido[5] 18.02.1880; Maria Magdalena, falecida[6] no Rio de Janeiro em dezembro de 1980; Georgina, a mãe de Francisco Martins de Almeida, Joaquim Martins Ferreira, homônimo do avô paterno e, Lafayette Martins Ferreira.

Félix expandiu seus negócios para fora do município de Leopoldina e em 1889[7] foi incorporador de um banco de auxílios na Capital mineira com uma caixa filial em Leopoldina. Em 1891 foi um dos acionistas[8] do Banco de Leopoldina. Suas atividades agrícolas levaram-no a participar das discussões sobre contratação de imigrantes como, por exemplo, quando ocorreu uma reunião[9] para decidir sobre imigração chinesa e japonesa para Minas Gerais em 1893. No ano seguinte[10] requisitou imigrantes italianos para sua fazenda em Leopoldina e em 1895 propôs vender terras ao Estado[11] para a fundação do Instituto Agronômico criado em Leopoldina.

Félix Martins Ferreira [neto] faleceu em fevereiro de 1901, em Conselheiro Lafaiete, MG, conforme nota do jornal O Paiz[12].

O Trem de História encerra aqui a série de artigos sobre Martins de Almeida, embora reconheça que ele merece trabalho mais acurado. Mas as viagens continuarão. No próximo Jornal lembrando os italianos da Colônia Agrícola da Constança. Aguardem.


Fontes Consultadas:

[1] 4º Livro do Cartório de Notas de Madre de Deus do Angu 1866-1870, fls 136.

[2] Leis Mineiras, Arquivo Público Mineiro, Lei 3587.

[3] Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv1  bat fls 31 reg. 162.

[4] Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, lv 2 1904-1920 fls 1 reg 41 sep 1073.

[5] Arquivo da Diocese de Leopoldina,  lv 2 bat fls 22verso termo 198.

[6] Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 18 dez 1980, ed. 254, 1º caderno, p.24.

[7] Diário de Minas, Outro Preto, MG, 1 out 1889,  ed 453 p.2.

[8] O Estado de Minas Geraes, Ouro Preto, MG, 11 abr 1891 ed 145 p.4.

[9] O Pharol, Juiz de Fora, MG), 11 jan 1893 ed 9 p. 2.

[10] Minas Geraes, Ouro Preto, MG), 1 nov 1894 ed 295 p. 2.

[11] Minas Geraes, Ouro Preto, MG), 30 abr 1895 ed 114 p. 1.

[12] O Paiz, Rio de Janeiro, RJ), 9 fev 1901, p. 5.

 

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 328 no jornal Leopoldinense de 1 de abril  de 2017

Personagens Leopoldinenses

Na coluna Trem de História que escrevemos para o jornal Leopoldinense, atualmente estamos abordando famílias que viveram em Leopoldina e contribuíram para o desenvolvimento do município. São os Personagens Leopoldinenses. A partir de um deles, selecionamos algumas informações que o situem na história local e descrevemos a genealogia conhecida.

Na edição de 27 de abril deste ano nós começamos a tratar do mais antigo historiador de Leopoldina: Joaquim Antonio de Almeida Gama. Após falarmos de suas atividades, seus antepassados e seu casamento, passamos a trazer informações sobre seus filhos. Na edição do dia 1 de julho, traçamos a genealogia da segunda filha, que se casou com filho de um dos povoadores de Leopoldina: Romão Pinheiro Corrêa de Lacerda.

Esta série de textos confirma a intensa ligação entre as famílias povoadoras que, quando não existia na época em que se estabeleceram no então Feijão Cru, veio a se firmar pouco tempo depois. Os Almeida Gama são um exemplo, ao apresentar vínculos com os Moretzshon, Oliveira, Cortes, Cerqueira, Carneiro, Fontoura, Monteiro de Barros, Domingues, Tavares, Bastos, Macedo Freire, Sales, Nogueira e Salgado Lima.

51 – Filomena Josefina Cândida: a segunda filha de Joaquim Antônio de Almeida Gama

logomarca da coluna Trem de História

Em razão do volume de informações coletadas, o Trem de História optou por apartar em artigo próprio os dados da segunda filha de Joaquim Antonio e Josefina Cândida.

Assim, a partir de agora se vai falar de Filomena Josefina Cândida da Gama, nascida aos 28.12.1847 e falecida no dia 04.01.1916. Como já informado, ela se casou com Américo Antonio de Castro Lacerda(1), único filho do casamento de Romão Pinheiro Corrêa de Lacerda com a primeira esposa, Ana Severina de Oliveira Castro.

Os dados para este texto foram coletados nos livros 1 a 18 de batismos e 1 a 6 de casamentos de Leopoldina, bem como no livro 2 do Cemitério Nossa Senhora do Carmo e nas lápides dos túmulos e no livro 1 de Registro Civil de Recreio.

Filomena teve, pelo menos, dez filhos nascidos em Leopoldina:

1) Adelaide da Gama de Castro Lacerda, nascida a 30.06.1867, casou-sedia 29.07.1888 com Américo Moretzshon Monteiro Castro, filho de Américo de Oliveira Barros e Joaquina Cândida Moretzshon, sendo neto paterno de Lucas Antonio de Oliveira, irmão de sua avó materna. O casal teve, pelo menos, seis filhos: Maria (1890), Américo (1893), Dinah (1894), Hugo (1895), Jurema (1899) e Alberto, de quem se tem apenas referência ao nome;

2) Alberto Gama de Castro Lacerda, nascido a 09.01.1869, casou-se com Natalia T. Cortes com quem teve cinco filhos: Romão(1901), Virginia (1903), Maria da Conceição (nascida e falecida em 1904), Haydée (1906) e Mirtes (1910);

3) Américo de Castro Lacerda, nascido a 06.11.1870 e falecido a 15.01.1936, casou-se dia 30.07.1909 com Nair da Gama, filha de João Evangelista de Castro Gama e de Rosa da Cândida da Gama, neta paterna de Caetano José de Almeida Gama e Carolina Teodora de Castro e neta materna de Joaquim Antonio de Almeida Gama e Maria Josefina Cândida de Jesus. Deste casal são os cinco filhos: Maria da Conceição (1910) que se casou em 1929 com Mário da Gama Cerqueira, filho de Álvaro da Gama Cerqueira e Carolina da Gama, sendo neto materno de João Evangelista de Castro Gama e Rosa Cândida da Gama, por esta, bisneto de Joaquim Antonio de Almeida Gama e Maria Josefina Cândida de Jesus; Nair (1911); Americo (1912); Filomena(1915) e Dulce (1919);

4) Alzira, nascida dia 30.09.1879;

5) América de Castro Lacerda, nascida dia 03.05.1881 aos 28.12.1912 casou-se com José Alfredo de Carneiro Fontoura Júnior, natural de Natividade do Carangola, RJ, filho de outro do mesmo nome e de Amelia Celestina Bastos;

6) Lucas de Castro Lacerda, nascido dia 18.10.1882, casou-se com Rita de Cassia da Gama, filha de João Evangelista da Gama e Rosa Cândida da Gama, neta materna de Joaquim Antonio de Almeida Gama e Maria Josefina Candida de Jesus;

7) Eduardo da Gama de Castro Lacerda, nascido dia 22.11.1884, casou-se dia 30.03.1910 com Aurelia Monteiro de Barros, filha de Aurélio de Souza Barros e Francisca Carolina Domingues, família que residia no distrito de Providência na última década do século XIX. Em Leopoldina tiveram, pelo menos, o filho Izar, nascido dia 24.11.1911;

8) Joaquim Gama de Castro Lacerda, nascido dia 26.11.1886 e falecido dia 17.11.1920. Em 18.10.1911 ele se casou com Maria da Conceição Monteiro de Barros, irmã de sua cunhada Aurelia Monteiro de Barros acima citada. Deste casal são os dois filhos: Maria da Conceição em 1912 e Joaquim em 1914. A viúva de Joaquim contraiu segundas núpcias no dia 01.07.1922 com Osmar Tavares de Lacerda, filho de José Romão Corrêa de Lacerda e Luiza Augusta Tavares, sendo neto paterno do segundo casamento de Romão Pinheiro Corrêa de Lacerda com Maria de Nazareth Pereira;

9) Maria Josefina da Gama Lacerda casou-se aos 14.08.1891 com Julio César Baldoino da Silva, nascido dia 11.06.1859, filho de Pedro Baldoino da Silva e Francisca de Paula Reis. Na época do casamento o noivo declarou residir em Palma, mas três filhos estão nos livros paroquiais de Leopoldina: Valfrido (1895), Marfisa (1905) e Afonso batizado dia 03.07.1906; e,

10) Sofia Gama de Castro Lacerda casou-se no dia 20.07.1895 com Everaldo de Bastos Freire, nascido em Sergipe, filho de Secundino de Matos ou Macedo Freire e Ana Bastos. De Sofia e Everaldo se encontrou o nascimento dos seguintes filhos: Americo em 1897, Maria em 1898, Everaldo em 1899, Edgard em 1910 e Osvaldo José em 1912. Sofia faleceu e Everaldo casou-se novamente com Alice de Sales Nogueira no dia 14.04.1915, com quem teve, pelo menos, o filho Durval nascido em 1919. Alice nascera em Leopoldina no dia 01.07.1884, filha de Antonio José Nogueira Filho e Altina Josefina.

Na próxima edição a história de Joaquim Antonio de Almeida Gama será concluída com um pouco da genealogia de duas de suas filhas: Rosa Cândida da Gama, que se casou com seu primo João Evangelista de Castro Gama e, Virginia Angélica da Gama, que se casou com Luiz Salgado Lima, o qual empresta seu nome a uma escola da cidade.

Aguardem. É só mais um vagão.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado no jornal Leopoldinense de 01 de julho de 2016

Estrada de Ferro Leopoldina chega a Leopoldina

O dia 10 de dezembro de 1874 representa a data oficial de inauguração da primeira estação em território que ainda hoje pertence ao município de Leopoldina. Esta é a data informada por Xavier da Veiga, nas Efemérides Mineiras: 1664-1897 [Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. 2 volumes. pag 1042]. Entretanto, uma nota no Jornal do Commercio de 18 de dezembro de 1874, edição 350, página 4, informa que a estação de Providência foi aberta ao tráfego no dia 9 de dezembro de 1874.

Como se sabe, a lei nº 1.826 da antiga província de Minas Gerais, datada de 10 de outubro de 1871, concedeu privilégio para a construção de uma primeira estrada de ferro entre Porto Novo do Cunha, na fronteira entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, e Leopoldina. Posteriormente o decreto do governo imperial nº 4.914, de 27 de março de 1872, modificou a concessão, estendendo o percurso até Cataguases, com uma estação em Vista Alegre – então um povoado às margens do Pomba em território de Leopoldina, e o centro de Leopoldina.

Dois meses antes da inauguração da estação em Providência começaram a funcionar as estações Porto Novo (Além Paraíba), Pântano (depois Antônio Carlos, atual Fernando Lobo) e Volta Grande. A estação de São José, localizada entre a Porto Novo e a Pântano, só foi construída mais tarde, com o objetivo de desafogar a estação Porto Novo que era o ponto de ligação da Estrada de Ferro Pedro II com a Leopoldina.

No mesmo dia em que Providência foi inaugurada, começou também a funcionar a estação São Luiz (Trimonte). No ano seguinte foi a vez de iniciarem as operações em São Martinho e ser concluído o assentamento dos trilhos até Santa Isabel (Abaíba), cuja estação foi inaugurada somente em 25 de maio de 1876. Entre junho e agosto de 1876 foi a vez das estações Recreio e Campo Limpo (Ribeiro Junqueira) e no dia 02 de julho de 1877 foram inauguradas as estações Vista Alegre e Leopoldina.

 

Providência

A criação do distrito de Providência foi regulamentada pelo Decreto número 61, de 9 de maio de 1890. O território que constituiu o distrito foi desmembrado de Conceição da Boa Vista e da sede do município. Naquele momento, incluía o que viria a ser, meses depois, o distrito de Santa Izabel, atual Abaíba.

Distrito de Providência, criado em 1890O nome do distrito é o de uma das fazendas ali formadas na década de 1830, em terras doadas à família Monteiro de Barros.

Efemérides Leopoldinenses: Maio

Aconteceu em Leopodina, em antigos meses de maio.

1 de maio

1853

O Relatório da Presidência da Província informa que naquele ano o distrito do Feijão Cru estava dividido em 4 quarteirões, que ali residiam 237 votantes e que pertencia ao município de Mar de Espanha. Informa ainda que o distrito da Piedade contava com 199 votantes em 7 quarteirões, que o Rio Pardo dividia-se em 9 quarteirões com 154 votantes e que Conceição da Boa Vista contava com 358 votantes. No ano seguinte o Feijão Cru seria emancipado e, além dos distritos da Piedade, Rio Pardo e Conceição da Boa Vista, seria cabeça de uma grande área territorial.


9 de maio

1890

Criação do distrito de Providência.


12 de maio

1895

Uma notícia sobre pagamento a professores permitiu costurar alguns dados sobre antigas escolas no distrito de Campo Limpo, atual Ribeiro Junqueira.


15 de maio

1855

No segundo ano de emancipação, Leopoldina contava com os seguintes professores públicos: Antônio Felício de Miranda e Maria Carlota da Gama.


16 de maio

1867

O proprietário da Fazenda Suspiro teve negado seu pedido para interromper um caminho que ele mesmo mandara fazer.


20 de maio

1865

Nasce Lino Montes, um dos mais antigos restratistas pintores de Leopoldina.


21 de maio

1881

Decreto nº 8.117 organiza os distritos eleitorais da Província e Leopoldina é o nono distrito.

Artigo do Decreto 8117 de 21 de maio de 1881


24 de maio

1855

Assembleia Legislativa Provincial autoriza a Câmara Municipal da Vila Leopoldina a construir uma barca para dar passagem no Rio Pomba, cobrando as taxas devidas dos passantes.


25 de maio

1876

Inauguração da Estação de Santa Isabel (Abaíba) da Estrada de Ferro Leopoldina[1]


31 de maio

1856

Assembléias Legislativa Provincial aprova as Posturas da Câmara Municipal da Vila Leopoldina: 220 artigos divididos entre 7 títulos.

Caput da Resolução nr 788 de 31 de maio de 1856

1893

Território mineiro é dividido em 5 distritos de imigração, sendo que o 2º tem sede em Leopoldina [2]

______________________________________

Notas

[1] VEIGA, José Pedro Xavier da. Efemérides Mineiras: 1664-1897. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. 2 volumes, p. 516

[2] idem, p. 525