Descendentes de Manoel José Pinto da Costa

Em atendimento a pedido de visitante, publicamos dados genealógicos de que dispomos sobre esta família

1-Manoel José Pinto da Costa cc com Ana Francisca de Jesus com quem teve cinco filhos: Maria, Teresa, Candido, Carlota e João.

1-1- Maria nasceu cerca de 1852 em Piacatuba, Leopoldina, MG [1] e foi baptizada a 27 Dez 1852 em Piacatuba, Leopoldina, MG. Padrinhos de batismo: Custódio Dias Moreira e Francisca Maria de São José.

1-2- Teresa nasceu a 12 Fev 1855 em Piacatuba, Leopoldina, MG [2] e foi baptizada a 17 Fev 1855 em Piacatuba, Leopoldina, MG. Padrinhos de batismo: Tenente Francisco José de Almeida Ramos e Thereza, mulher de Hypolito Pereira da Silva.

1-3-Candido Costa nasceu cerca de 1862 em Piacatuba, Leopoldina, MG [3] e foi baptizado a 13 Out 1862 em Piacatuba, Leopoldina, MG. Padrinhos de batismo: Candido José Baptista e Constança Maria de Jesus

1-4- Carlota nasceu cerca de 1864 em Piacatuba, Leopoldina, MG [4] foi baptizada a 12 Dez 1864 em Piacatuba, Leopoldina, MG, e faleceu em Nov 1929 em Leopoldina, MG [5] Padrinhos de batismo: Francisco Soares Valente Vieira e Francisca Rosa do Sacramento.

Carlota casou com João Alves de Souza Machado. Eles tiveram oito filhos: Antenor, Manoel, José, Judith Alves de Souza, Isabel, Olga, Cacilda e Maria.

Em sociedade com Sinfrônio Maurício Cardoso, João Alves de Souza Machado inaugurou o Colégio Piedade, a 1 Out 1882, em Piacatuba, Leopoldina, MG [6] Foi professor de Escola Estadual, em 1911, em Abaíba, Leopoldina, MG [7]

1-4-1-Antenor Machado. Professor do Ginásio e chefe do Laboratório Químico Leopoldinense, em Nov 1929, em Leopoldina, MG [8]

1-4-2-Manoel Machado. Diretor do Grupo Escolar, em Nov 1929, em Angustura, Além Paraíba, MG [8]

1-4-3-José Machado. Diretor do Grupo Escolar de Tiradentes, “Oeste de Minas”?, em Nov 1929 [8]

1-4-4-Judith Alves de Souza Machado nasceu cerca de 1901 [9] Professora no arraial de São Lourenço, em Nov 1929, em Leopoldina, MG [8]

Judith casou com João Pedro Barbosa de Oliveira, filho de Galdino José de Oliveira e Maria Paulina Barbosa, a 27 Set 1924 em Leopoldina, MG [10] João nasceu a 5 Jul 1893 em Leopoldina, MG [11] Tiveram uma filha: Maria.

O casamento realizado em domicílio. João foi baptizado a 1 Set 1893 em Leopoldina, MG.

1-4-4-1-Maria Luiza nasceu a 4 Dez 1925 em Leopoldina, MG [12] Padrinhos de batismo: Antenor Alves de Souza Machado e Carlota Alves de Souza Machado. Foi baptizada a 20 Jan 1926 em Leopoldina, MG.

1-4-5-Isabel Machado.

1-4-6-Olga Machado.

1-4-7-Cacilda Machado.

1-4-8-Maria Machado.

1-5-João Costa nasceu a 14 Jul 1867 em Piacatuba, Leopoldina, MG [13] e foi baptizado a 29 Jul 1867 em Piacatuba, Leopoldina, MG. Padrinhos de batismo: José Henrique da Matta e Francelina Maria do Sacramento


Citações de fontes
     1.  Igreja N. S. da Piedade, Piacatuba, Leopoldina, MG, lv 1 bat fls 19.

     2.  Igreja N. S. da Piedade, Piacatuba, Leopoldina, MG, lv 1 bat fls 29.

     3.  Igreja N. S. da Piedade, Piacatuba, Leopoldina, MG, lv 1 bat fls 47.

     4.  Igreja N. S. da Piedade, Piacatuba, Leopoldina, MG, lv 1 bat fls 60v.

     5.  Correio da Manhã (Rio de Janeiro, RJ), 13 nov 1929 ed 10698 pag 11 coluna 4.

     6.  O Leopoldinense (Leopoldina, MG; 1879 - ?), 12 nov 1882 pag 1.

     7.  LAEMMERT, Eduardo e Henrique, Almanak Laemmert (Rio de Janeiro: 18--;), 1911 pag 3127.

     8.  Conclusão por análise de outras fontes, obituário da mãe.

     9.  Conclusão por análise de outras fontes, casamento.

     10.  Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 6 cas termo 27 fls 6v.

     11.  Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 04 bat fls 140 termo ordem 1366.

     12.  Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 21 bat fls 99v termo 15.

     13.  Igreja N. S. da Piedade, Piacatuba, Leopoldina, MG, lv 1 bat fls 86.

A Missão Francesa

“A Missão Francesa permitiu a profissionalização em grande escala de artistas brasileiros. E contribuiu para estreitar os laços entre França e Brasil”.

Há 203 anos, 32 artistas franceses desembarcaram na Baía de Guanabara com um objetivo: trazer a arte europeia para o Brasil. A parceria entre a Coroa Portuguesa e os franceses promoveu uma intervenção cultural na nova sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e permitiu a criação da Escola Imperial de Belas Artes.

131 – Imigrantes de outras origens

 Hoje o Trem de História recorda um pouco do que se escreveu sobre outros imigrantes que viviam em Leopoldina antes do período denominado Grande Imigração.

Nas pesquisas até aqui realizadas nas poucas fontes a que se teve acesso, foram encontrados os sobrenomes Brandt, Delvaux, Dietz, Jacob, Kaiser, Schneider e Siess de origem germânica, cuja referência mais antiga no Brasil remonta à primeira metade do século XIX.

Entre os anos de 1881 e 1886 surgem sobrenomes como Abelha, Amarante, Botelho Falcão, Cimbron, Funchal, Gandara, Garcia, Gomez, Gonzalez, Marreiro e Rodriguez, além de muitas referências a pessoas com apenas dois nomes próprios, sem sobrenome, com indicação de que vieram de Portugal continental ou das ilhas atlânticas. Alguns, objeto de estudos aqui publicados nos últimos anos. Da maioria, pouco foi possível apurar. Apenas os listados a seguir tiveram a imigração documentada até o momento.

Os portugueses:

1) Santiago de Souza Garcia, nascido 25 julho 1875 nas Ilhas Canárias, cujo desembarque ocorreu em 1881;

2) Joaquim Alves Ferreira, sua esposa Jesufina e a filha Maria Alves Ferreira nascida 20 set 1869 no Porto, Portugal, que chegaram ao Brasil em 1883;

3) José de Medeiros Cimbron, a esposa Teresa de Jesus Ferrão e os filhos Antonio, Maria da Encarnação, Jacinta, Maria de Jesus, Antonia e José, todos nascidos na Ilha de São Miguel, Açores, desembarcados em terras brasileiras em 1885;

4) Manoel Caetano de Oliveira, a esposa Maria Umbelina e a filha Rosa Joaquina, todos naturais de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores;

5) José Bernardino Barbosa, nascido 04 julho 1868 no Minho, Portugal, e a esposa Delfina Ana de Matos, nascida 21 setembro 1879, também no Minho, aqui chegados em 1886;

E o espanhol,

6) Julião Gonzalez Marreiro, sua esposa Luiza Garcia Demessa e a filha Silveria Gonzalez, nascida no dia 09 junho 1875, em Santa Cruz, Espanha, aqui desembarcados no ano de 1882.

Interessante observar que ao se lembrar desses colonos recorda-se, também, o fato pouco conhecido de que em 1909 ainda existia um assentamento da Leopoldina Railway Company Limited[1], localizado na cidade, onde residiam 08 famílias alemãs com 38 pessoas; 01 família austríaca com 07 pessoas; 01 família portuguesa com duas pessoas e 01 família brasileira com 9 pessoas. Provavelmente seria o mesmo assentamento no qual, na década de 1870[2], viviam 8 germânicos, 6 espanhóis e 26 italianos.

Importante registrar, também, que em 1881 já existia[3], em Leopoldina, um Club Agrícola que cuidava dos interesses dos lavradores e que em 1884 foi criado em Angustura, na época ainda pertencente ao município de Leopoldina, uma associação denominada Club da Lavoura[4], que reunia cerca de 70 proprietários de terras e tinha como um de seus principais objetivos a organização da contratação de mão de obra livre para substituir o trabalho escravo. Em 1884 existiam, também associações de lavradores nos distritos de Conceição da Boa Vista, Piacatuba e Tebas[5]. Alguns imigrantes contratados pelos membros dessas instituições já estavam no município e outros foram sendo contratados ao chegarem ao Porto do Rio de Janeiro.

Fato curioso é registrado por Norma de Góes Monteiro[6]. Diz a autora que os imigrantes de origem espanhola não eram muito bem aceitos por se acreditar que eram agressivos e muito exigentes.

Ainda a propósito do assunto imigração, recorde-se declaração de Francisco de Paula Ferreira de Rezende[7] quando se referiu à contratação de imigrantes para a sua Fazenda Filadélfia. Diz ele:

“Em abril de 1889 fui a Juiz de Fora buscar alguns colonos italianos; creio que não fui infeliz na escolha. Foi isto uma simples experiência; e por ora ainda absolutamente não sei o que terei de fazer. Sejam, porém, quais forem as vantagens do serviço livre; um fato para mim está desde já verificado; e vem a ser — que, bem ou mal, o escravo trabalha muito mais do que o homem livre; uma vez que o seu trabalho seja feitorizado”.

Aos olhos de hoje, a declaração é surpreendente. Em qualquer biblioteca podem ser encontradas inúmeras obras que declaram justamente o contrário, ou seja, que o trabalhador livre era mais produtivo. Aliás, não foi por acaso que o Senador Vergueiro iniciou a substituição da mão de obra escravizada partir de 1840. A experiência desenvolvida em Ibiacaba, estado de São Paulo, foi iniciada sem nenhum tipo de subvenção do erário público e serviu de modelo para diversas iniciativas do gênero em outras partes do país. Inclusive aqui em Leopoldina, onde os fazendeiros criaram o Club da Lavoura bem antes da decisão oficial de libertar os escravizados. Com os erros e acertos naturais a qualquer empreendimento pioneiro, Ibiacaba disseminou a cultura da melhoria de produtividade pela contratação do trabalhador livre.

A viagem de hoje se completa com uma reverência a Luiz Raphael, artista que manteve às próprias custas a casa onde o poeta Augusto dos Anjos passou os últimos dias de vida. Com sua dedicação a Leopoldina, Raphael foi guardião de muito material que pessoas insensíveis descartavam. Inclusive um grande número de cópias dos Requerimentos para o Registro de Estrangeiros determinado pelo Decreto 3010 de 20 de agosto de 1938, preenchidos pelos imigrantes que viviam em Leopoldina. Foi a única referência para alguns estrangeiros não identificados nas demais fontes disponíveis.


Fontes de referência:

1 – Relatório da companhia, disponível no Centro de Documentação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, rua General Canabarro nr. 706, Rio de Janeiro, RJ.

2 – Recenseamento do Brasil em 1872. Segunda Parte: Província de Minas Geraes. Publicação do Serviço Nacional de Estatística.

3 – Gazeta da Tarde (Rio de Janeiro) 11 maio 1881, ed 111, p.1, col.3.

4 – Ata de fundação do Club da Lavoura, 1884, Arquivo da Câmara Municipal de Leopoldina.

5 – Jornal do Commercio (Rio de Janeiro) 10 julho 1884, ed 145, p.3, col.7.

6 – MONTEIRO, Norma de Góes. Imigração e Colonização em Minas 1889-1930. Belo Horizonte: Itatiaia, 1994. p. 63 e 110.

7 – REZENDE, Francisco de Paula Ferreira de. Minhas Recordações. Belo Horizonte: Itatiaia, 1988. p. 420

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 384 no jornal Leopoldinense de 16 de julho de 2019

 

Brasil no Olhar dos Viajantes – Episódio 4

Republicação, a pedido, do último episódio divulgado pela TV Senado, completando a série.

O quarto e último episódio da série Brasil no Olhar dos Viajantes apresenta as viagens e expedições científicas do século XIX e mostra como os relatos e imagens produzidas por estrangeiros tornaram-se referências para a elite intelectual brasileira no processo de construção de uma identidade nacional.

Próximo passo: a visão de especialistas sobre a Missão Francesa que chegou ao Brasil em 1816.

130 – Primeiros impactos: a chegada do Trem e o desenvolvimento

O Trem de História hoje vai falar do Trem real e dos impactos provocados com a sua chegada.

É evidente que o braço escravo contribuiu muito para o desenvolvimento das fazendas da região. Mas é certo, também, que na década de 1870 começaram a ocorrer modificações estruturais importantes no processo de urbanização da região, desencadeadas com a abertura da Estrada de Ferro Leopoldina.

Segundo o Recenseamento de 1872[1], no município de Leopoldina, que na época incluía Angustura e os atuais municípios de Argirita, Cataguases, Laranjal, Miraí, Pirapetinga e Recreio, existiam 4.853 propriedades rurais com uma população total de 46.900 pessoas. Entre as freguesias que compunham o município, São Sebastião da Leopoldina tinha a maior área territorial, a maior população e fontes[2] de 1856 mostram que era também onde se encontrava o maior número de grandes propriedades.

É bom lembrar que os trilhos da Estrada de Ferro começaram a chegar pelas estações ferroviárias de Porto Novo (Além Paraíba), Pântano (depois Antônio Carlos e atual Fernando Lobo), Volta Grande, São Luiz (Trimonte) e Providência, em 1874; São Martinho, em 1875; Santa Isabel (Abaíba), Recreio e Campo Limpo (Ribeiro Junqueira), em 1876; Vista Alegre, Leopoldina e Cataguases, em 1877; São Joaquim (Angaturama), Aliança (Cisneiros) e Palma, em 1883; Banco Verde, em 1884; e, Morro Alto (Barão de Monte Alto), em 1885. E foi a partir daí que chegaram a essas comunidades urbanas os serviços de água encanada, esgoto e energia elétrica, o que provocou grandes mudanças.

Com o trem começou, também, a chegar a nova força de trabalho, representada pelos imigrantes, o que modificou profundamente a economia local. No início, através do sistema de colonato implantado nas fazendas, com a circulação de mercadorias ainda sob o poder dos mesmos comerciantes do período escravista que logo tiveram que mudar de postura, forçados pela demanda do imigrante que chegara com outros valores e outra socialização.

A partir de então, não era mais somente o feitor que se dirigia ao ponto de venda em busca dos suprimentos que mantivessem em funcionamento a fazenda. Com trabalhadores remunerados, os fazendeiros não podiam mais determinar a aquisição de certos produtos de fornecedores previamente acordados, porque o imigrante passou a decidir onde e quando comprar. E em sua ânsia de fare l’America, impunha todo tipo de sacrifício para sua família, tendo por catecismo a necessidade de poupar sempre. E se o preço cobrado ou as condições do negócio lhe pareciam inadequadas, era o imigrante que decretava o fim do consumo daquele produto, o que obrigava o comerciante e rever seus conceitos.

Outra novidade que trouxe grande contribuição para a rápida mudança do panorama foi o sistema de contratação. Os trabalhadores realizavam um sem número de tarefas extras, sempre remuneradas à parte. Por vezes o chefe da família imigrante alugava sua própria força de trabalho para atividades extraordinárias como a derrubada da mata, o fabrico de móveis ou a construção de casas, enquanto a esposa e os filhos cuidavam da manutenção das “ruas de café” pelas quais assumira compromisso com o proprietário da fazenda.

Além disto, ao ser contratado o colono passava a ter direito a um pedaço de terra onde podia plantar os víveres de que necessitasse, o que possibilitava vender o excedente.

A forma de encarar o trabalho e a ferrenha vontade de vencer do imigrante modificaram substancialmente a economia do município. Mudanças com reflexos evidentes, principalmente no modo de produção e nas relações de trabalho e consumo que resultaram, nos anos seguintes, em profunda alteração na vida sócio-econômica de Leopoldina e, acredita-se, de todas as cidades que receberam grande número de trabalhadores livres naqueles últimos anos do século XIX.

No final dos oitocentos, em Leopoldina alguns imigrantes já não trabalhavam em propriedades particulares, mas numa colônia organizada pela Câmara Municipal[3]. Se no início eram colonos lavradores, logo passaram a atuar como pequenos artesãos e comerciantes de verduras, legumes e frutas. A consequência desta modificação no sistema de produção parece ter se refletido na cidade, abrindo novos mercados de trabalho e oportunidades para o estabelecimento de uma relação de emprego e renda que influenciou diretamente a economia local.

Não são poucas as obras que abordam o crescimento das periferias, promovido pela migração interna conhecida como êxodo rural. A família que deixa a área rural vai residir em áreas no entorno do núcleo do povoado e passa a atender às necessidades dos moradores locais, exercendo atividades tão variadas quanto a construção de pequenos artefatos em madeira, o plantio e venda de frutas e verduras, atividades da construção civil etc.

Tais práticas indicam a junção de vários fatores que promoveram, no caso de Leopoldina, o crescimento de áreas como o bairro Ventania ou, Quinta Residência, que surgiu às margens do antigo leito da Rio-Bahia, desenvolveu-se com a instalação da Residência do DER-MG e transformou-se num bairro bastante populoso, embora antes mesmo da abertura da antiga rodovia ali já estivessem residindo diversas famílias de imigrantes.

A história não para, mas o Trem precisa fazer uma pausa. Ele volta com nova carga no próximo número do Jornal. Aguardem!


Fontes de referência:

1 – Recenseamento do Brasil em 1872. Segunda Parte: Província de Minas Gerais. Publicação do Serviço Nacional de Estatística.

2 – Arquivo Público Mineiro, Seção Colonial, Registros de Terras TP 97, 114, 120, 121, 151 e  155 ; Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro,  Registro de Terras da Paróquia de Santo Antônio de Pádua.

3 – Os livros contábeis da Câmara Municipal de Leopoldina, relativos ao último decênio do século XIX, registram pagamentos de víveres e objetos adquiridos de imigrantes da Colônia Santo Antônio.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 383 no jornal Leopoldinense de 28 de junho de 2019

 

Funchal Garcia: Leopoldinense de Letras e Artes

Pela Academia Leopoldinense de Letras e Artes, acaba de ser lançado o mais recente trabalho dos acadêmicos Luja Machado e Nilza Cantoni.

Ensaio biográfico sobre o pintor Funchal Garcia, natural de Leopoldina-MG, escrito para a série Personagens Leopoldinenses. O artista foi também professor, ator, escritor e jornalista e é patrono de uma cadeira da ALLA.

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O produto da venda desta obra será integralmente revertido para o patrocínio das atividades culturais promovidas pela ALLA.
Imagem da capa: paisagem espanhola pintada por Funchal Garcia. Acervo Teófilo José Machado Rodrigues.