Memorial diário da história de Leopoldina, com acontecimentos do mês de março.
1 de março1891Começam a funcionar em Leopoldina o Colégio Werneck e o Banco de Leopoldina. 9 de março1990Morre em Leopoldina a professora Judith Lintz Guedes Machado[1], patrona da cadeira nº 4 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes. 12 de março 1891Baldoíno Teixeira Lopes Guimarães presta exame de habilitação para atuar como advogado. 13 de março 1897Nasce em Leopoldina, Ormeo Junqueira Botelho[2], patrono da cadeira nº 22 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes. 15 de março 1891Antigos fotógrafos em Leopoldina: F. S. Teixeira, Manoel Machado de Azevedo Dias, Cesar Rolly, Hamilton Vascencelos e Jarbas Pereira da Silva. 18 de março 1941Morre em Leopoldina o médico e político Custódio Monteiro Ribeiro Junqueira[3], patrono da cadeira nº 16 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes. 23 de março 1843O Feijão Cru aparece pela primeira vez num Relatório da Presidência da Província, relativo ao ano de 1842, como freguesia composta dos distritos do Feijão Cru e do Angu, pertencendo ao município de São João Nepomuceno, contando com 562 casas e 220 eleitores[4]. 25 de março1855Leopoldina conta com 3 igrejas e 1 capela. 1894Nasce em Pedralva, MG, Irineu Lisboa[5] patrono da cadeira nº 1 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes. 1899Dilermando Cruz publica o poema Ser Noivo, dedicado ao amigo e colega de trabalho Ricardo José de Oliveira Martins. 27 de março 1841O curato de Madre de Deus do Angu é elevado à categoria de Distrito de Paz. A lei que criou o Distrito do Angu é a mais antiga referência ao Distrito do Feijão Cru em documentos oficiais, já que não foi encontrado o documento que o criou. Como se pode ver na imagem abaixo, em seu Artigo 5 determina que o Ribeirão do Rio Pardo marque a divisa entre os distritos do Feijão Cru e do Senhor Bom Jesus (atual Argirita).
1872Decreto Imperial concede ao engenheiro Antonio Paulo de Mello Barreto autorização para organizar uma companhia que se incumba de construir uma estrada de ferro econômica, entre a Estação do Porto Novo do Cunha e Santa Rita da Meia Pataca[6] 28 de março 1818Maria Umbelina de Santa Brígida e Antônio Francisco Teixeira Coelho recebem duas sesmarias no Sertão do Rio Paraíba do Sul[7]. No testamento de Antônio Francisco confirma-se que eles haviam tido a filha Maria Antônia de Jesus que se casou em Prados, os 18 de setembro de 1822[8], com Bernardo José Gonçalves Montes, que recebeu as duas sesmarias como dote. No mesmo testamento é informado que as terras foram repassadas para Antônio José Monteiro de Barros. As duas sesmarias estão na origem da Colônia Agrícola da Constança e da Fazenda Paraíso. [1] Cartório de Registro Civil de Leopoldina, MG, Livro de Óbitos 88-91 fls 206 termo 4407. [2] Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, lápide no túmulo. [3] Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, lápide no túmulo. [4] Exposição feita pelo Exmo. Conselheiro Bernardo Jacintho da Veiga, na qualidade de presidente da província de Minas Gerais, a seu sucessor, o Exmo. Tenente-general Francisco José de Souza Soares de Andréa, no ato da sua posse. Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e C.a, 1843, Mapa 9, p. 2 [5] Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, data na lápide no túmulo. [6] VEIGA, José Pedro Xavier da. Efemérides Mineiras: 1664-1897. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. v. 1, p. 338 [7] Revista do Arquivo Público Mineiro. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, vol. 37, nr. 1, 1988, SC. 377 fls 68 e 70. [8] SETTE, Bartyra e JUNQUEIRA, Regina Moraes. Projeto Compartilhar(http://www.projetocompartilhar.org/), ensaio Os Rodrigues Dantas. Acesso set.2007. |
Categoria: História de Leopoldina
Temas da história de Leopoldina, Minas Gerais.
Efemérides Leopoldinenses: Abril
O mês de abril na história de Leopoldina.
1 de abril
1841
A povoação de São João Nepomuceno é elevada à categoria de Vila através da Lei Mineira nr. 202.
6 de abril
1839
Criação do distrito de Rio Pardo, atual município de Argirita, através da Lei Mineira nr. 147.
1882
Professora Idalina Feu Lobo é nomeada para a cadeira do sexo feminino da Freguesia do Rio Pardo, termo de Leopoldina.[3]
9 de abril
1899
Nesta data foi lançado o segundo livro de Dilermando Cruz: Diáfanas.
12 de abril
1910
Criação da Colônia Agrícola da Constança.
16 de abril
1900
Criado um Curso Noturno em Leopoldina, sob a direção de Dilermando Cruz.
18 de abril
1895
Primeira edição do jornal Gazeta de Leopoldina.

19 de abril
1883
Escola para o sexo feminino tem mobília comprada através de contribuição de moradores de Leopoldina.
1897
Nasce em Aiuruoca, MG, Judith Lintz Guedes Machado[1], patrona da cadeira nº 4 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes
20 de abril
1851
Primeiro Batismo em Piacatuba.
21 de abril
1893
É publicado o poema de Américo Lobo Leite Pereira denominado Partilha Mystica.
22 de abril
1934
Morre em Belo Horizonte o jurista e poeta Antônio Augusto de Lima, patrono da cadeira nº 18 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes.
24 de abril
1889
Irmandade do Santíssimo Sacramento faz campanha para arrecadar recursos e levar água potável até a Igreja Matriz de São Sebastião.
27 de abril
1854
Lei nr. 666 eleva o Distrito do Feijão Cru à categoria de Vila com o nome de Leopoldina.
30 de abril
1881
Visita do Imperador Pedro II a Leopoldina.
1899
Nasce em Leopoldina, José Ribeiro dos Reis[2], patrono da cadeira nº 24 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes.
[1] Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, data na lápide no túmulo.
[2] Academia Leopoldinense de Letras e Artes, Discurso de Posse da Acadêmica Glaucia Nascimento Costa de Oliveira, 31 mar 2013.
[3] Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembléia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, pag AD24
Efemérides Leopoldinenses: Maio
| Aconteceu em Leopodina, em antigos meses de maio.
1 de maio 1853O Relatório da Presidência da Província informa que naquele ano o distrito do Feijão Cru estava dividido em 4 quarteirões, que ali residiam 237 votantes e que pertencia ao município de Mar de Espanha. Informa ainda que o distrito da Piedade contava com 199 votantes em 7 quarteirões, que o Rio Pardo dividia-se em 9 quarteirões com 154 votantes e que Conceição da Boa Vista contava com 358 votantes. No ano seguinte o Feijão Cru seria emancipado e, além dos distritos da Piedade, Rio Pardo e Conceição da Boa Vista, seria cabeça de uma grande área territorial. 9 de maio1890Criação do distrito de Providência. 12 de maio1895Uma notícia sobre pagamento a professores permitiu costurar alguns dados sobre antigas escolas no distrito de Campo Limpo, atual Ribeiro Junqueira. 15 de maio1855No segundo ano de emancipação, Leopoldina contava com os seguintes professores públicos: Antônio Felício de Miranda e Maria Carlota da Gama. 16 de maio1867O proprietário da Fazenda Suspiro teve negado seu pedido para interromper um caminho que ele mesmo mandara fazer. 20 de maio1865Nasce Lino Montes, um dos mais antigos restratistas pintores de Leopoldina. 21 de maio1881Decreto nº 8.117 organiza os distritos eleitorais da Província e Leopoldina é o nono distrito.
24 de maio1855Assembleia Legislativa Provincial autoriza a Câmara Municipal da Vila Leopoldina a construir uma barca para dar passagem no Rio Pomba, cobrando as taxas devidas dos passantes. 25 de maio1876Inauguração da Estação de Santa Isabel (Abaíba) da Estrada de Ferro Leopoldina[1] 31 de maio1856Assembléias Legislativa Provincial aprova as Posturas da Câmara Municipal da Vila Leopoldina: 220 artigos divididos entre 7 títulos.
1893Território mineiro é dividido em 5 distritos de imigração, sendo que o 2º tem sede em Leopoldina [2] ______________________________________ Notas [1] VEIGA, José Pedro Xavier da. Efemérides Mineiras: 1664-1897. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. 2 volumes, p. 516 [2] idem, p. 525 |
Antigos Professores de Leopoldina
Continuando com o assunto de hoje – a Educação em Leopoldina – queremos pedir a colaboração dos leitores que possam nos ajudar com informações sobre os professores que trabalharam em Leopoldina no século XIX.
Segundo Roberto Capri, no livro Minas Gerais e seus Municípios, publicado em 1916,
“Leopoldina se pode considerar a Athenas da Zona da Matta. A instrucção publica, principal propulsor da civilisação d’um povo é aqui largamente administrada, como attestam os seus estabelecimentos de ensino e a grande frequencia dos seus alumnos.”
Pois bem: a seguir apresentamos a relação dos antigos professores mencionados na documentação disponível, como livros de matrículas, relatórios provinciais, livros da Câmara Municipal e notícias em periódicos. Ao lado de cada nome indicamos o ano mais remoto em que é citado.
Adolfo Gustavo Guilherme Hufnagel – 1881
Alberto Jackson – 1895
Alda Ramos da Fonseca [ou de Bustamante] – 1895
Américo Lobo Leite Preira – 1881
Ângelo de Souza Nogueira – 1885
Ângelo Lopes dos Reis – 1869
Antônia Carolina Pereira Pinto – 1880
Antônio Alves Cordeiro – 1882
Antônio Carlos da Costa Carvalho – 1881
Antônio de Moura Freitas – 1896
Antônio Diogo Vieira – 1883
Antônio Felício de Miranda – 1855
Antônio Maximiano de Oliveira Leite – 1864
Bento Bernardes Castanheira – 1892
Carlos Ribeiro Franco – 1895
Castorina de Rezende Montes – 1898
Clara Sofia Adolphina Gaëde de Carvalho – 1882
Dilermando Martins da Costa Cruz – 1899
Eduardo Magalhães – 1881
Estevam José Cardoso de Oliveira – 1877
Fortunato Serafim Pereira Gomes – 1881
Francisco Raimundo – 1899
Francisco Xavier Vieira – 1900
Gustavo Augusto Pereira Pinto – 1895
Idalina Feu de Carvalho – 1883
Ismael Otaviano Cardoso – 1895
Izabel Augusta Guedes – 1895
João Afonso Viana – 1881
João Alves de Souza Machado – 1882
João Ferreira de Carvalho – 1895
João Xavier Lopes – 1895
José de Souza Duarte – 1880
José de Souza Soares Filho – 1881
José Maria Tesson – 1895
Lino Montes – 1899
Luiz Teixeira de Carvalho – 1896
Maria Augusta de Freitas Malta – 1869
Maria Brígida de Medeiros [ou Castanheira] – 1896
Maria Carlota da Gama – 1864
Maria da Trindade Freitas – 1896
Mathilde Marguerite de Barros – 1881
Miguel Teixeira Júnior [ou Taveira] – 1899
Olímpio Clementino de Paula Corrêa – 1880
Pedro Frutuoso da Silva Pires – 1895
Sebastião Fernandes de Andrade Silva – 1896
Sinfrônio Mauricio Cardoso – 1882
Teófilo Ribeiro – 1881
Zeneida Keb Kab – 1898
Zulmira Jackson – 1895
Colégio Castanheira e Grupo Escolar Ribeiro Junqueira
Ao longo do tempo temos recolhido informes variados sobre a Educação em Leopoldina. De modo geral, vimos formando um arquivo com notícias sobre inauguração ou funcionamento de escolas, bem como sobre professores. E sempre que publicamos uma postagem a respeito, recebemos mensagens de visitantes do blog pedindo informações adicionais ou relatando algum fato sobre pessoa citada.
Há alguns meses escreveu-nos um colateral do casal de professores Bento Castanheira e Maria Brígida de Medeiros. Durante a troca de mensagens, surgiram várias hipóteses que cuidamos de verificar no material que se encontra disponível para consulta. Uma delas ainda depende de encontrar fontes de pesquisa. Trata-se da informação oral dando conta de que, entre as salas de aulas públicas existentes em Leopoldina nos primeiros anos do século XX, e que se transformaram no Grupo Escolar Ribeiro Junqueira, estava o Colégio Castanheira.
Segundo nosso interlocutor, o colégio do casal Castanheira funcionou na Rua Sete de Setembro e não nas “taboquinhas”, onde residiam, nas proximidades da rua que recebeu o nome da professora Maria Brígida em 1976. Parece-nos que a dedução de que a escola funcionava no atual bairro Maria Guimarães França decorre de informações de Luiz Rosseau Botelho. No livro Alto Sereno, o autor informa que seu irmão Genico (Luiz Eugenio) estudou neste Colégio que era “uma espécie de Caraça, onde eram muito rigorosos”. O mesmo autor, no livro Dos 8 aos 80, informa que o acesso à Chácara do Castanheira era através do “caminho da rua das Tabocas […] lugar de uma vista panorâmica maravilhosa”.
Nosso correspondente ouviu de seus familiares que o primeiro endereço do Grupo Escolar Ribeiro Junqueira foi uma casa na esquina na rua Sete de Setembro com Tiradentes, informação coerente com a imagem publicada por Roberto Capri no livro Minas Gerais e seus Municípios, de 1916.

Restam algumas dúvidas. Se a família Botelho Falcão morava nas proximidades onde viria a ser instalado o Grupo, pode-se supor que Luiz Eugênio tenha sido matriculado em escola próxima de sua casa e que a Chácara dos Castanheira fosse apenas a residência do casal? Se o menino Genico estudou em escola particular, pode-se afirmar que o Colégio Castanheira era pago, apesar do casal ser professor público?
Outras questões permanecem em aberto. Será muito importante receber novas contribuições de leitores que nos ajudem a esclarecê-las e a conhecer um pouco mais da trajetória destes professores. Sabe-se que após a morte do professor Bento, dona Maria Brígida continuou trabalhando no GERJ, sendo diretora naquele ano de 1914, em substituição a Augusto dos Anjos. Também com origem na família é a informação de que ela se transferiu para Cataguases em 1916 e faleceu no Rio de Janeiro em 1946.
Se você, leitor, puder colaborar, por favor, envie seu comentário.
Efemérides Leopoldinenses: Julho
O mês de julho na história antiga de Leopoldina.
1 de julho1882Olímpio Clementino de Paula Corrêa é professor de Português, Francês e Latim em Leopoldina. 2 de julho1877Inauguração da Estação de Leopoldina da Estrada de Ferro Leopoldina. [1]
4 de julho1857Laranjal A Capela de Nossa Senhora da Conceição do Laranjal, município de Leopoldina, fica elevada a Distrito de Paz. [2] 10 de julho1876Presidente da Província é autorizado pela Assembleia Legislativa a auxiliar na construção de uma estrada (caminho) que da estação de ferro de Providência se dirija à cidade de Leopoldina. [3] 14 de julho1832São José do Paraíba: trajetória administrativa. 1895Lançamento do jornal O Mediador, tendo como redator Alberto Moretz-Sohn Monteiro de Barros e como gerente, Alexandre Chaves. O novo jornal foi saudado nas edições dos concorrentes A Voz de Thebas – edição de 14 julho e Gazeta de Leopoldina – edição de 18 de julho. 15 de julho1872Criação da Comarca de Leopoldina e seus primeiros juízes. 1896Em 1895 estava em funcionamento uma Hospedaria de Imigrantes em Leopoldina, nas proximidades da Estação de Vista Alegre da Estrada de Ferro Leopoldina. [4] 16 de julho1897Leopoldina deixa de pertencer à diocese do Rio de Janeiro e é transferida para Mariana. [5] 17 de julho1883Antonio Diogo Vieira, professor público de Leopoldina. 19 de julho1872O Curato de Conceição da Boa Vista, pertencente do município de Leopoldina, é elevado à categoria de Paróquia. [6] Referências: [1] VEIGA, José Pedro Xavier da, Efemérides Mineiras: 1664-1897. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. 2 volumes, pag. 639 [2] Lei Mineira nr 818, de 04 de julho de 1857 [3] Lei Mineira nr 2287, de 10 de julho de 1876 [4] Mensagem do Presidente da Província Crispim Jaques Bias Fortes, 15 de julho de 1896, pag. 31 [5] Ata de Instalação da nova Comarca Eclesiástica, no livro de batismos 1897-1898, páginas 49 verso e 50 [6] Lei Mineira nº 1902, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro |
Resultados escolares publicados em jornal
No final do século XIX os resultados dos exames escolares eram publicados em jornais.
Neste anúncio do dia 17 de dezembro de 1882 fica-se sabendo que o Colégio de Nossa Senhora do Amparo realizou os exames anuais dois dias antes e publica-se o resultado obtido no dia 9 do mesmo mês pelos alunos do Externato Santo Antônio. Era realizada uma verdadeira festa, com medalhas e a presença das autoridades locais.
Efemérides Leopoldinenses: Setembro
Memorial diário da história de Leopoldina, com acontecimentos do mês de setembro.
4 de setembro1898Fundada a Lyra Leopoldinense. Seu primeiro presidente foi José Marciliano Vieira Nepomuceno, natural de Conceição da Boa Vista e Fiscal da Câmara Municipal de Leopoldina desde 1881.
6 de setembro1882O normalista Angelo de Souza Nogueira, professor provisório em Leopoldina, é nomeado professor efetivo de instrução primária, conforme noticia o jornal Liberal Mineiro, desta data, página 2. 7 de setembro1838A Contagem Populacional do Feijão Cru, realizada em 1835, é encaminhada para a Presidência da Província, conforme documento do Arquivo Público Mineiro, caixa 03 doc 06.
8 de setembro1895Aquisição de terreno para estabelecer a Hospedaria de Jacareacanga. 10 de setembro1851Transfere a sede da Vila de São João Nepomuceno para então criada Villa do Mar de Hespanha. Desta forma, todos os distritos que estavam subordinados a São João Nepomuceno, incluindo o Feijão Cru, passam para a dependência administrativa de Mar de Espanha. Carta de Lei nr 514 , Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro 12 de setembro1882Professora pública Clara Sophia Adolphina Gaëde de Carvalho é transferida de Cataguases para Leopoldina. Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, pag.24 13 de setembro1881O então distrito da Piedade, hoje Piacatuba, cede mais uma parte de seu território para Cataguases Lei 2764, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro 15 de setembro1879Nasce em Leopoldina, Dilermando Martins da Costa Cruz, patrono da cadeira nº 15 da ALLA Fonte: Gazeta de Leopoldina, 16 de setembro de 1899, edição 23, pag 2 16 de setembro1894É lançado o jornal A Voz de Tebas, cujo editor era F. S. Teixeira. Fonte: A Voz de Tebas, 16 de setembro de 1896, pag 2. 17 de setembro1876Bento Xavier doa terrenos de sua Fazenda Campo Limpo para a formação do povoado, hoje distrito de Ribeiro Junqueira. Fonte: Escritura de Doação, Arquivo Particular. |
Efemérides Leopoldinenses: Agosto
Memorial Diário da História de Leopoldina, com acontecimentos do mês de agosto.
1 de agosto1882O Relatório da Presidência da Província informa que, no ano de 1881, foram contratados 9 (nove) imigrantes europeus para trabalhar na fazenda do Socorro, município de Leopoldina. [1] 2 de agosto 1866Joaquim Martins Ferreira Júnior, irmão de Félix Martins Ferreira que dá nome à praça principal de Leopoldina, é nomeado Inspetor Paroquial da Freguesia de Madre de Deus do Angu, então subordinada à Vila Leopoldina. [2] 1882 No alistamento eleitoral de 1881, Leopoldina aparecia com 734 eleitores. O Decreto nr 3122, de 7 de outubro de 1882, alterou alguns dispositivos da Lei nr 3029 de 9 de janeiro de 1881, principalmente no que diz respeito a renda e idade dos candidatos a eleitores. A idade mínima passou de 25 para 21 anos. Foi uma revisão e o número de eleitores em Leopoldina passou a ser de 754. Libertação de Escravos No ano de 1882 foram libertados 24 escravos em Leopoldina, por conta da 3ª cota do Fundo de Emancipação distribuída por 70 municípios mineiros. O município foi também contemplado na 4ª cota, distribuída em 1882. [3] 8 de agosto 1882Professor Firmino Machado de Moraes é nomeado para a Escola de Conceição da Boa Vista. [4] 9 de agosto 1883Entre as decisões da Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa Provincial consta a alteração das divisas entre os distritos de Tebas e Rio Pardo (hoje Argirita), com transferência de diversas fazendas para Tebas. [5] 12 de agosto 1882Moradores de Angustura encaminham Petição à Assembleia Legislativa Provincial para que a Freguesia seja desmembrada de Leopoldina e anexada a São José do Paraíba. [6] 14 de agosto 1895Mais uma Escola Pública Feminina é inaugurada em Leopoldina. 16 de agosto 1889– Elevação do Curato da Piedade a Freguesia, no município de Leopoldina. Lei Mineira nº 3798, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro – Aprovação de artigos aditivos às Posturas da Câmara Municipal de Leopoldina e a Tabela de Impostos estabelecida pela mesma Câmara. Resolução 3809, 3813 e 3828 19 de agosto1866José Batista Duarte Castro é ferido em batalha da Guerra do Paraguai.
22 de agosto1882Professor Angelo de Souza Nogueira é nomeado para a 2ª cadeira de Leopoldina. [7] 28 de agosto 1881Escolas no distrito leopoldinense de Bom Jesus do Rio Pardo, hoje município de Argirita. 29 de agosto 1864O Curato de Santana do Pirapetinga, pertencente à Vila Leopoldina é desmembrado de Conceição da Boa Vista e elevado a Distrito. Lei Mineira nº 1240, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro Referências:[1] Fala de Theophilo Ottoni, 1 de agosto de 1882, pag. 66 [2] Portaria da vice-presidência da Província de Minas Gerais, 16 de agosto de 1866, publicada no Diário de Minas, 28 de agosto de 1866, edição 65, pag.1 [3] Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, páginas 64 e 66. [4] Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, pag. AD15. [5] Jornal Liberal Mineiro de 23 de agosto de 1883, edição 88, página 1 [6] Jornal Liberal Mineiro, 4 de setembro de 1882, edição 100, pag. 4 [7] Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, pag. AD15 |
Thebas: igreja em construção
No dia 14 de dezembro de 1882 o procurador da Matriz de Santo Antônio de Thebas distribuiu o comunicado abaixo, publicado no jornal O Leopoldinense do dia 22 seguinte.
Segundo familiares de Joaquim Dias de Medeiros, presidente da comissão de obras da Matriz, na década de 1880 estava sendo construída a igreja que substituiu uma antiga capela do povoado. A época da construção é confirmada pelo jornal Liberal Mineiro de 6 de setembro de 1882, quando foi publicada autorização da Assembleia Legislativa Provincial para concessão de verba para as obras.
Não foi possível descobrir a localização ou a data da capela original onde teriam sido batizados todos os filhos de Joaquim Dias de Medeiros e Sophia Marques, bem como os filhos de Juscelino José Tavares e Guilhermina Dietz. Os livros de assentamentos desta antiga capela também não foram encontrados nos arquivos paroquiais de Leopoldina e de Argirita.






