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Estudo realizado no decorrer do projeto de pesquisa sobre a imigração em Leopoldina, este é o capítulo 4 do livro publicado em 2010, por ocasião das comemorações do Centenário da Colônia Agrícola da Constança e dos 130 anos da Imigração Italiana em Leopoldina. RODRIGUES, José Luiz Machado e CANTONI, Nilza. Imigração em Leopoldina: história da Colônia Agrícola da Constança. Leopoldina, MG: edição particular, 2010. 4. Os italianosPesquisar é buscar resposta para uma questão que surge no contato com um tema. De modo geral o processo tem início quando, ao procurar conhecimento sobre um assunto, o leitor se sente atraído por um aspecto não abordado pelas obras disponíveis. No caso de pesquisas historiográficas relativas ao resgate da memória de uma cidade, isto se torna mais claro porque o pesquisador resolve fazer a busca por não ter encontrado uma fonte suficiente para esclarecê-lo. Entretanto, nem sempre se percebe que o trabalho já começou. E a falta de um esboço pode acarretar uma desistência, já que não é possível prosseguir num trabalho de pesquisa sem haver clareza do problema, do objetivo, da justificativa e da metodologia que será utilizada. Em outros momentos já foi declarado que o interesse pela imigração em Leopoldina surgiu no decorrer de estudo sobre as famílias que ali viveram no primeiro século de sua existência. Ao realizar um levantamento nos livros paroquiais, observou-se grande número de sobrenomes não portugueses entre os pais das crianças batizadas, os noivos e os padrinhos dos eventos ocorridos na paróquia entre 1872 e 1930. Quando encerrado aquele estudo, um outro foi iniciado e resultou no texto A Imigração em Leopoldina vista através dos Assentos Paroquiais de Matrimônio[I], no qual ficou demonstrado que 10% dos noivos do período de 1890 a 1930 eram imigrantes, sendo 9% italianos e os demais, naturais de Portugal, Espanha, Síria, Açores, França, Ilhas Canárias, Egito e uma parte sem definição do país de origem. Deste estudo nasceu a questão: quem eram estes imigrantes italianos? 4.1 Pensando a PesquisaA justificativa para realizar a busca foi facilmente delineada. Embora o senso comum reconheça que o centro urbano é habitado por grande número de descendentes de italianos, são desconhecidas iniciativas de valorização desta comunidade. A exceção é a representação que ocorre anualmente na Feira da Paz, evento em que os clubes de serviço promovem atividades festivas de congraçamento. Procurou-se por um representante da comunidade, sem sucesso. Órgãos representativos também não existiam. E as pessoas consultadas demonstraram nada saber sobre a chegada dos primeiros italianos e a trajetória daquelas famílias. Ensina Michel de Certeau (2006, p. 77) que “a articulação da história com um lugar é a condição de uma análise da sociedade”. Os motivos que levam os pensadores a analisar uma sociedade são múltiplos. Mas para quem já se dedicava há tantos anos a buscar conhecimento sobre Leopoldina, uma certeza já se fixara. Sabia-se que a ordenação de informações resultaria em benefício para os moradores, na medida em que conhecer a própria origem dá ao ser humano a oportunidade de reconhecer-se no tempo e no espaço, realimentando sua própria identidade e abrindo um novo olhar para o mundo. Sendo assim, pretendeu-se analisar aquela sociedade a partir de um de seus elementos constitutivos: os imigrantes. O objetivo era oferecer aos conterrâneos uma informação cultural até então pouco discutida, qual seja o reconhecimento da presença dos descendentes de italianos em todas as atividades locais. Ao ser esboçado o projeto, foi feito um levantamento das fontes passíveis de serem analisadas. Decidiu-se que os dados obtidos no levantamento dos livros paroquiais seriam comparados com os registros de entrada de estrangeiros; processos de registro dos que viviam no município por ocasião do Decreto 3010 de 1938[II]; livros de sepultamento; pagamento de impostos e tributos municipais; escrituras de compra e venda de imóveis; e notícias em periódicos locais. Todo pesquisador sabe que é fundamental estabelecer um recorte temporal para tornar viável o empreendimento. Sabe, também, que é necessário estabelecer adequadamente o seu objeto de pesquisa. No caso em pauta, era aconselhável restringir o número de pessoas a serem estudadas. Entretanto, levantou-se a hipótese de variações em torno da lista de nomes identificados nos livros paroquiais. Desta forma, ficou estabelecido que seriam acrescentados os nomes que surgissem nos demais documentos disponíveis e que a citação em mais de uma fonte seria tomada como base para o reconhecimento do imigrante como residente em Leopoldina. Determinou-se que o período de análise corresponderia à segunda fase da história de Leopoldina, ou seja, entre 1880 e 1930. 4.2 Processo de BuscaSegundo o teórico francês Jacques Le Goff (1996), do passado é possível recuperar duas formas de memória: os monumentos e os documentos. Monumento é o que pode evocar o passado e permitir a recordação do vivido, como estátuas, construções e atos escritos. Assim como os monumentos entendidos nesta acepção, os documentos históricos são também monumentos, produzidos conscientemente para deixar registrado um momento, uma passagem ou uma forma de ordenamento social. O documento escrito é resultado da escolha de quem o produziu, baseado nas concepções vigentes ao seu tempo. Acrescente-se o ensinamento de Michel de Certeau (2006, p.81) a respeito da produção de documentos pelo pesquisador. Ao iniciar um trabalho, é necessário separar o material e reordená-lo na forma adequada ao estudo que se pretende. Este movimento é designado como produção de documentos de pesquisa. Portanto, numa pesquisa historiográfica podem ser utilizados documentos históricos (monumentos) para se produzir documentos de pesquisa. O estudioso, segundo Michel de Certeau, não aceita simplesmente os dados, mas combina-os para constituir as fontes sobre as quais atuará. Sobre este aspecto, recorde-se ainda que Ginsburg (1990) chama a atenção para o fato de que se deve dar prioridade à fonte original, procurando o que é peculiar e importante para reconstruir um acontecimento do passado de acordo com os objetivos do estudo que se realiza. Tendo por base estas orientações, foram listados os nomes constantes das fontes encontradas, inicialmente relativos a um espaço de tempo mais amplo do que o recorte temporal especificado. Os livros paroquiais consultados foram os de batismo de 1852 a 1930 e os de casamentos de 1872 a 1930. Esta coleta permitiu estabelecer o período provável de entrada dos imigrantes entre 1875 a 1910, o qual determinou as buscas nas listas de passageiros e nos livros das hospedarias. Entretanto, só foi possível localizar registros de hospedarias entre 1888 e 1901. Quanto aos livros de sepultamento, só foram encontrados os do cemitério da sede municipal a partir de 1889. Por não terem sido localizados os livros relativos aos distritos, seria necessária uma busca pessoal em cada cemitério, correndo-se o risco de inúmeras falhas por não terem sido preservadas todas as lápides. Optou-se, então, por registrar apenas os óbitos localizados nas fontes textuais disponíveis. Da mesma forma, não houve sucesso na tentativa de levantamento intensivo dos registros de compra e venda de imóveis. O Cartório de Registro de Imóveis de Leopoldina permitiu, uma única vez, que se consultasse um arquivo com fichas descritivas. Outras informações do gênero foram obtidas em certidões gentilmente fornecidas por familiares, em processos de inventário, nos Relatórios da Colônia Agrícola da Constança e em notícias de jornais. Uma outra fase do levantamento foi realizada no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. Ali foram encontrados alguns processos de registro dos estrangeiros que viviam em território nacional após 1940. Além disso, contou-se com a prestimosa colaboração do saudoso Luiz Raphael, que mantinha no Espaço dos Anjos um bom número de cópias de documentos deste gênero. 4.3 Análise dos ResultadosÉ reconhecida a impossibilidade de se retratar fielmente o passado, uma vez que, por mais que se controle a análise dos documentos, ela é sempre orientada pelo presente, ou seja, pela interpretação que o pesquisador é capaz de fazer dos vestígios que consegue recuperar. Destaque-se, a propósito, que Bloch (2001, p.73) chama a atenção para as características da observação, já que “o conhecimento de todos os fatos humanos no passado deve ser um conhecimento através de vestígios”. E indica a contribuição das testemunhas como fonte subsidiária para que o pesquisador volte no tempo se fazendo acompanhar de materiais fornecidos por gerações passadas. Entretanto, alerta, “o conhecimento do passado é uma coisa em progresso, que incessantemente se transforma e aperfeiçoa” (BLOCH, 2001, p. 75). Assim é que, através de pistas fornecidas pelos colaboradores, foi possível fazer uma comparação entre as citações encontradas nas fontes. Inclusive, e isto é de enorme importância, entrevistas indicaram caminhos para se identificar transformações sofridas por grande número de sobrenomes italianos. Nunca será excessivo mencionar dois exemplos clássicos. Num deles, um italiano aparece no registro de estrangeiros como Severino Terceira, nome que dificilmente será original. O outro caso é o de Sancio Maiello que se transformou em Francisco Ismael. Não foram poucos os casos em que um mesmo personagem apareceu com diversas formas de nomes. Somente após inúmeras comparações foi possível reuni-los sob um único sobrenome. Provavelmente muitos mais ainda o serão, quando outros estudiosos complementarem o estudo que ora se conclui. Num destes casos, entre os batismos dos filhos encontramos as seguintes variações para o nome do pai: João, Jovão e Jovane. A mãe apareceu como Maria Amalia, Amalia, Adelia e Maria Adelia. Em nosso banco de dados tínhamos o casal Giovanni-Amabile. Considerando que os oito batismos indicaram que as crianças nasceram a um intervalo médio de 17 meses, e que a primeira criança nasceu 11 meses após o casamento dos pais, montamos o grupo familiar após verificar que os padrinhos das crianças incluíam sempre um dos avós. Ao fazer uma revisão no livro de sepultamentos do cemitério de Leopoldina, percebemos que uma das crianças aparecia como filha de “Jordão”. Decidimos refazer outras buscas e consultas a familiares, tendo descoberto que existiu um Giordano na família. Este personagem passou ao Brasil antes dos pais, foi para o estado de São Paulo e só veio para Leopoldina muitos anos depois, já casado e com filhos. Além disso, faleceu em outro estado para onde seus filhos tinham migrado na década de 1920. Mais algumas consultas e aquele grupo familiar foi acrescido de mais 6 pessoas: Giordano, a esposa que também se chamava Amabile e 3 filhos homônimos dos primos nascidos em Leopoldina. O segundo exemplo é relativo aos irmãos Antonio Sante, Antonio Agostino e Agostino Sante. Os três casaram-se com mulheres de nome Maria e tiveram filhos a intervalos que permitiria localizá-los num mesmo núcleo familiar. O terceiro caso é dos irmãos Giovanni, Giovanni Battista e Battista Fortunato, cujas esposas se chamavam Ana, Maria e Mariana. Nos assentos paroquiais estes irmãos aparecem ora como João, João Batista ou apenas Batista e as esposas aparecem como Ana Maria ou Maria. Da mesma forma, muitos nomes foram excluídos da listagem final por terem sido localizados em apenas uma das fontes consultadas. Em alguns casos foi possível descobrir que, embora o casamento tenha sido realizado na Paróquia de São Sebastião, os noivos não residiam em Leopoldina. Também muitos nomes constantes nos registros de hospedaria como tendo sido contratados por fazendeiros do município, na realidade desembarcaram em uma de suas estações ferroviárias mas foram trabalhar em municípios vizinhos, como Palma, Cataguases e Muriaé. No sentido inverso, imigrantes contratados para trabalhar em outros municípios fixaram residência em Leopoldina poucos meses depois. Entre estes, além dos acima citados há os que foram inicialmente para Ubá, Astolfo Dutra e São João Nepomuceno. Importante destacar, ainda, que Recreio e Argirita eram distritos de Leopoldina no período analisado. Portanto, é preciso esclarecer que o resultado encontrado não pode ser considerado como definitivo, mas tão somente um esboço que prescinde de maior aprofundamento. Talvez o leitor se pergunte se, a partir da afirmação de que muito ainda há por fazer, não seria mais conveniente adiar a publicação ora encetada. Neste caso, sugere-se um argumento em contrário, no sentido de considerar que, após 15 anos de pesquisas, não foi possível atingir plenamente o objetivo proposto, ou seja, responder adequadamente à questão que motivou o estudo. Se depois de todo este tempo não foi possível identificar todos os imigrantes que aqui viveram entre 1880 e 1930, abandonar o material já reunido seria desistir de comunicar aos moradores de Leopoldina o conhecimento adquirido até então. Esta é, portanto, uma conclusão provisória que se espera seja utilizada pelos próximos pesquisadores. Números são sempre perguntados por alguns leitores. Ao longo destes anos chegamos a alguns deles. O primeiro refere-se aos personagens nascidos na Itália que, segundo as fontes consultadas, somaram 1.867 (um mil, oitocentos e sessenta e sete) pessoas. Ao finalizar o estudo, obtivemos uma lista de 597 (quinhentos e noventa e sete) sobrenomes de imigrantes italianos em Leopoldina. Reiteramos que estes dois números sofreram modificações entre a data em que o levantamento foi concluído – maio de 2003, e a finalização do trabalho em junho de 2009. Conforme já foi dito, nomes foram excluídos ou acrescentados por diversas razões. As exclusões ocorreram por variações no nome de um mesmo imigrante, por descobrir posteriormente que o personagem não residiu no município ou por só ter sido mencionado em uma única fonte. Os acréscimos ao total inicial foram, basicamente, consequência de correção de falhas não observadas na primeira análise. Do universo final de sobrenomes, 406 (quatrocentos e seis) pertencem a imigrantes sobre os quais reunimos um maior número de informações. Em sua maioria são de famílias que ainda vivem em Leopoldina, muito embora nem todas o preservem na forma original. Além do que, habitualmente o italiano não transmitia ao descendente o sobrenome materno. Este texto se encerra com os sobrenomes identificados e que representam o esforço para resgatar um pouco da memória de tantos imigrantes italianos que habitaram o município de Leopoldina. Abolis, Agus, Albertoni, Amadio, Ambri, Ambrosi, Andreata, Andreoni, Andreschi, Anselmo, Antinarelli, Antonelli, Antonin, Anzolin, Apolinari, Apova, Apprata, Arleo, Aroche, Artuzo, Bagetti, Balbi, Balbini, Baldan, Baldasi, Baldini, Baldiseroto, Baldo, Baqueca, Barbaglio, Barboni, Barra, Bartoli, Basto, Battisaco, Beatrici, Beccari, Bedin, Bellan, Benetti, Bergamasso, Berlandi, Bernardi, Bertini, Bertoldi, Bertulli, Bertuzi, Bestton, Betti, Bighelli, Bigleiro, Bisciaio, Bogonhe, Boller, Bolzoni, Bonini, Bordin, Borella, Bovolin, Brandi, Brando, Breschiliaro, Bresolino, Bronzato, Bruni, Bugghaletti, Bullado, Buschetti, Cadeddu, Cagliari, Caiana, Calloni, Caloi, Calza, Calzavara, Campagna, Campana, Cancelliero, Canova, Capetto, Cappai, Cappi, Capusce, Carboni, Carmelim, Carminasi, Carminatti, Carrara, Carraro, Casadio, Casalboni, Casella, Cassagni, Castagna, Castillago, Cataldi, Catrini, Cavallieri, Cazzarini, Cearia, Ceoldo, Cereja, Cesarini, Chiafromi, Chiappetta, Chiata, Chinelatta, Chintina, Ciovonelli, Cobucci, Codo, Colle, Columbarini, Contena, Conti, Corali, Corradi, Corradin, Cosenza, Cosini, Costa, Costantini, Crema, Cucco, Dal Canton, Dalassim, Dalecci, Dalla Benelta, Danuchi, Darglia, De Angelis, De Vitto, Deios, Donato, Dorigo, Duana, Eboli, Ermini, Estopazzale, Fabiani, Faccin, Faccina, Fachini, Falabella, Falavigna, Fannci, Fanni, Farinazzo, Fazolato, Fazzolo, Federici, Fermadi, Ferrari, Ferreti, Ferri, Fichetta, Filipoli, Filoti, Finamori, Finense, Finotti, Fioghetti, Fiorato, Fofano, Fois, Fontanella, Formacciari, Formenton, Fovorini, Franchi, Franzone, Fucci, Fuim, Galasso, Gallito, Gallo, Gambarini, Gambato, Gasparini, Gattis, Gazoni, Gazziero, Gentilini, Geraldi, Geraldini, Gessa, Gesualdi, Ghidini, Giacomelle, Giamacci, Gigli, Gismondi, Giudici, Giuliani, Gobbi, Gorbi, Gottardo, Grace, Graci, Grandi, Griffoni, Grilloni, Gripp, Gronda, Gruppi, Guarda, Guardi, Guelfi, Guerra, Guersoni, Guidotti, Iborazzati, Iennaco, La Rosa, Lai, Lamarca, Lami, Lammoglia, Lazzarin, Lazzaroni, Leoli, Lingordo, Locatelli, Locci, Loffi, Longo, Lorenzetto, Lorenzi, Lucchi, Lupatini, Macchina, Maciello, Magnanini, Maiello, Maimeri, Malacchini, Mamedi, Mancastroppa, Mantuani, Manza, Maragna, Marangoni, Marassi, Marcatto, Marchesini, Marchetti, Marda, Marinato, Mariotti, Marsola, Martinelli, Marzilio, Marzocchi, Matola, Matuzzi, Mauro, Mazzini, Meccariello, Melido, Meloni, Melugno, Menegazzi, Meneghelli, Meneghetti, Mercadante, Mescoli, Meurra, Miani, Minelli, Minicucci, Misalulli, Mona, Monducci, Montagna, Montovani, Montracci, Morciri, Morelli, Moroni, Morotti, Nacav, Naia, Nani, Netorella, Nicolini, Nocori, Pacara, Pachiega, Padovan, Paganini, Pagano, Paggi, Panza, Pasianot, Passi, Pavanelli, Pazzaglia, Pedrini, Pedroni, Pegassa, Pelludi, Perdonelli, Perigolo, Pesarini, Petrolla, Pezza, Piatonzi, Picci, Piccoli, Pierotti, Pighi, Pinzoni, Piovesan, Pittano, Pivoto, Piza, Porcenti, Porcu, Pradal, Prete, Previata, Principole, Properdi, Rafaelli, Raimondi, Ramalli, Ramanzi, Ramiro, Rancan, Ranieri, Rapponi, Ravellini, Reggiane, Richardelli, Righetto, Righi, Rinaldi, Rizochi, Rizzo, Roqueta, Rossi, Sabino, Saggioro, Sallai, Saloto, Samori, Sampieri, Sangalli, Sangiorgio, Santi, Sardi, Scantabulo, Scarelli, Schettini, Sedas, Sellani, Simionato, Sparanno, Spigapollo, Spoladore, Steapucio, Stefani, Stefanini, Stora, Taidei, Tambasco, Tartaglia, Tazzari, Tedes, Testa, Tichili, Toccafondo, Todaro, Togni, Tonelli, Tosa, Traidona, Trimichetta, Tripoli, Trombini, Valente, Vargiolo, Varoti, Vavassovi, Vechi, Venturi, Verona, Veronese, Vigarò, Vigeti, Viola, Vitoi, Zaccaroni, Zachini, Zaffani, Zamagna, Zamboni, Zamime, Zanetti, Zaninello, Zannon, Zecchini, Zenobi, Ziller, Zini, Zotti. [I] Este estudo foi publicado pela primeira vez alguns anos depois de concluído, em 1999. Em 2009 foi revisto e republicado. [II] Este Decreto, promulgado por Getúlio Vargas, determinava que todo imigrante residente em território nacional deveria preencher um requerimento a ser encaminhando para controle pelo Departamento de Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras. Os que foram preservados encontram-se no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. Referências BibliográficasBLOCH, Marc. Apologia da História ou O Ofício de Historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. CERTEAU, Michel de. A Escrita da História. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense: 2006. GINSBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: Morfologia e História. São Paulo: Cia das Letras, 1990. LE GOFF, Jacques. História e Memória. 4. ed. Campinas: Unicamp, 1996
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Categoria: Imigração
Movimento de entrada de estrangeiros num país.
Efemérides Leopoldinenses: Maio
| Aconteceu em Leopodina, em antigos meses de maio.
1 de maio 1853O Relatório da Presidência da Província informa que naquele ano o distrito do Feijão Cru estava dividido em 4 quarteirões, que ali residiam 237 votantes e que pertencia ao município de Mar de Espanha. Informa ainda que o distrito da Piedade contava com 199 votantes em 7 quarteirões, que o Rio Pardo dividia-se em 9 quarteirões com 154 votantes e que Conceição da Boa Vista contava com 358 votantes. No ano seguinte o Feijão Cru seria emancipado e, além dos distritos da Piedade, Rio Pardo e Conceição da Boa Vista, seria cabeça de uma grande área territorial. 9 de maio1890Criação do distrito de Providência. 12 de maio1895Uma notícia sobre pagamento a professores permitiu costurar alguns dados sobre antigas escolas no distrito de Campo Limpo, atual Ribeiro Junqueira. 15 de maio1855No segundo ano de emancipação, Leopoldina contava com os seguintes professores públicos: Antônio Felício de Miranda e Maria Carlota da Gama. 16 de maio1867O proprietário da Fazenda Suspiro teve negado seu pedido para interromper um caminho que ele mesmo mandara fazer. 20 de maio1865Nasce Lino Montes, um dos mais antigos restratistas pintores de Leopoldina. 21 de maio1881Decreto nº 8.117 organiza os distritos eleitorais da Província e Leopoldina é o nono distrito.
24 de maio1855Assembleia Legislativa Provincial autoriza a Câmara Municipal da Vila Leopoldina a construir uma barca para dar passagem no Rio Pomba, cobrando as taxas devidas dos passantes. 25 de maio1876Inauguração da Estação de Santa Isabel (Abaíba) da Estrada de Ferro Leopoldina[1] 31 de maio1856Assembléias Legislativa Provincial aprova as Posturas da Câmara Municipal da Vila Leopoldina: 220 artigos divididos entre 7 títulos.
1893Território mineiro é dividido em 5 distritos de imigração, sendo que o 2º tem sede em Leopoldina [2] ______________________________________ Notas [1] VEIGA, José Pedro Xavier da. Efemérides Mineiras: 1664-1897. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. 2 volumes, p. 516 [2] idem, p. 525 |
Efemérides Leopoldinenses: Agosto
Memorial Diário da História de Leopoldina, com acontecimentos do mês de agosto.
1 de agosto1882O Relatório da Presidência da Província informa que, no ano de 1881, foram contratados 9 (nove) imigrantes europeus para trabalhar na fazenda do Socorro, município de Leopoldina. [1] 2 de agosto 1866Joaquim Martins Ferreira Júnior, irmão de Félix Martins Ferreira que dá nome à praça principal de Leopoldina, é nomeado Inspetor Paroquial da Freguesia de Madre de Deus do Angu, então subordinada à Vila Leopoldina. [2] 1882 No alistamento eleitoral de 1881, Leopoldina aparecia com 734 eleitores. O Decreto nr 3122, de 7 de outubro de 1882, alterou alguns dispositivos da Lei nr 3029 de 9 de janeiro de 1881, principalmente no que diz respeito a renda e idade dos candidatos a eleitores. A idade mínima passou de 25 para 21 anos. Foi uma revisão e o número de eleitores em Leopoldina passou a ser de 754. Libertação de Escravos No ano de 1882 foram libertados 24 escravos em Leopoldina, por conta da 3ª cota do Fundo de Emancipação distribuída por 70 municípios mineiros. O município foi também contemplado na 4ª cota, distribuída em 1882. [3] 8 de agosto 1882Professor Firmino Machado de Moraes é nomeado para a Escola de Conceição da Boa Vista. [4] 9 de agosto 1883Entre as decisões da Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa Provincial consta a alteração das divisas entre os distritos de Tebas e Rio Pardo (hoje Argirita), com transferência de diversas fazendas para Tebas. [5] 12 de agosto 1882Moradores de Angustura encaminham Petição à Assembleia Legislativa Provincial para que a Freguesia seja desmembrada de Leopoldina e anexada a São José do Paraíba. [6] 14 de agosto 1895Mais uma Escola Pública Feminina é inaugurada em Leopoldina. 16 de agosto 1889– Elevação do Curato da Piedade a Freguesia, no município de Leopoldina. Lei Mineira nº 3798, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro – Aprovação de artigos aditivos às Posturas da Câmara Municipal de Leopoldina e a Tabela de Impostos estabelecida pela mesma Câmara. Resolução 3809, 3813 e 3828 19 de agosto1866José Batista Duarte Castro é ferido em batalha da Guerra do Paraguai.
22 de agosto1882Professor Angelo de Souza Nogueira é nomeado para a 2ª cadeira de Leopoldina. [7] 28 de agosto 1881Escolas no distrito leopoldinense de Bom Jesus do Rio Pardo, hoje município de Argirita. 29 de agosto 1864O Curato de Santana do Pirapetinga, pertencente à Vila Leopoldina é desmembrado de Conceição da Boa Vista e elevado a Distrito. Lei Mineira nº 1240, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro Referências:[1] Fala de Theophilo Ottoni, 1 de agosto de 1882, pag. 66 [2] Portaria da vice-presidência da Província de Minas Gerais, 16 de agosto de 1866, publicada no Diário de Minas, 28 de agosto de 1866, edição 65, pag.1 [3] Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, páginas 64 e 66. [4] Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, pag. AD15. [5] Jornal Liberal Mineiro de 23 de agosto de 1883, edição 88, página 1 [6] Jornal Liberal Mineiro, 4 de setembro de 1882, edição 100, pag. 4 [7] Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, pag. AD15 |
Efemérides Leopoldinenses: Dezembro
Alguns acontecimentos de meses de Dezembro em Leopoldina.
1 de dezembro1873
1889Num marco de granito exposto na entrada principal da Casa de Caridade encontra-se a inscrição “SPB – 01.12.1889”. Trata-se de data da fundação da Sociedade Portuguesa de Beneficência, em Leopoldina, instituição da qual a Casa de Caridade Leopoldinense passou a ser sucessora, a partir de 25.03.1917, quando a S. P. B. foi liquidada. Veja. 1894 Funciona uma hospedaria de imigrantes, no sítio Jacareacanga. Fonte: VEIGA, José Pedro Xavier da. Efemérides Mineiras: 1664-1897. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. 2 volumes, pag 525 5 de dezembro1882Professor Olímpio Clementino de Paula Corrêa é designado para a 3ª cadeira de instrução primária de 2º grau na cidade de Leopoldina, como professor de Português, Francês e Geografia. Fonte: Relatório de Antonio Gonçalves Chaves para a Assembleia Provincial de Minas em 2 de agosto de 1883, AD 46 e 47 7 de dezembro1888Autorizada a criação de uma Hospedaria de Imigrantes em Leopoldina. Fonte: Relatório do 1º vice-presidência da Província, o Sr. Barão de Camargos, em 7 de dezembro de 1888. 10 de dezembro1874Inauguração da Estação de Providência da Estrada de Ferro Leopoldina Fonte: VEIGA, José Pedro Xavier da. Efemérides Mineiras: 1664-1897. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998. 2 volumes, pag 1042 1882Anunciada a próxima abertura das atividades de filial do Colégio Venerando. 11 de dezembro1898Circula a primeira edição do jornal O Arame, propriedade de Ovídio Rocha. 15 de dezembro1843É encaminhada ao Governo Provincial a segunda Lista Nominal dos Habitantes do Distrito de São Sebastião do Feijão Cru em 1843. 17 de dezembro1882Numa prática da época, o resultado dos exames do Colégio Nossa Senhora do Amparo e no Externato Santo Antônio foi publicado em jornal. 18 de dezembro1880Autoriza a professora de instrução primária do sexo feminino Joana Carolina Pinto Coelho, a afastar-se em licença de saúde. Lei Mineira nº 2740, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro. 19 de dezembro1865O distrito de Santo Antônio do Muriaé (atual Miraí) é transferido de Leopoldina para Muriaé.
20 de dezembro1882Morre Joaquim Antônio Almeida Gama, proprietário da Fazenda Floresta. 22 de dezembro1863O Arraial de Conceição do Paraíba, no município de Leopoldina, é elevando a Distrito. Atualmente é distrito do município de Pirapetinga. Lei Mineira nº 1172, Coleção de Leis Mineiras do Arquivo Público Mineiro.
23 de dezembro1892Surge a ideia de construir um fórum. Não se sabe como o assunto progrediu. O que se apurou, através de notícia do jornal Novo Movimento, de 9 de outubro de 1910, é que naqueles dias havia sido lançada a pedra fundamental para a construção dos prédios da Cadeia e do Fórum, na Praça Félix Martins. Já a edição da Gazeta de Leopoldina de 1 de janeiro de 1911 informa que estavam sendo feitas as fundações dos dois edifícios. 27 de dezembro1898Suspenso o funcionamento de escola em Campo Limpo. 31 de dezembro1849Curato do Feijão Cru pertence ao Bispado do Rio de Janeiro. No civil, pertence à província de Minas Gerais, ao Termo de São João Nepomuceno.
A transferência para Mariana ocorreu em julho de 1897, conforme Ata de Instalação da nova Comarca Eclesiástica, no livro de batismos 1897-1898, páginas 49 verso e 50. |
Antinarelli e Franzone: esboço genealógico
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Estudo de duas famílias italianas que viveram em Leopoldina. ANTINARELLI1. Egidio Cesare Antinarelli-1 was born on 16 jun 1863 in Italia. Teresa Costantini was born on 16 jul 1863 in Italia. Egidio Cesare Antinarelli and Teresa Costantini married. They had the following children: i. Loreta Antinarelli was born between 1885-1886 in Italia. She married Alcides José Ferreira on 18 ago 1905 in Providência, Leopoldina, MG. ii. Giovanni Antinarelli was born about 1889 in Italia. iii. Alfredo Antinarelli was born about 1893 in Italia. He married Carmen Franzone in 1914 in Providência, Leopoldina, MG. iv. Palmira Antinarelli was born about 1896 in Providência, Leopoldina, MG. She married Manoel Moreira de Carvalho filho between 29 abr 1910-1914 in Providência, Leopoldina, MG. v. Rosa Antinarelli was born after 1896 in Banco Verde, Palma, MG. She married Genaro Castillago on 29 jun 1908 in Providência, Leopoldina, MG. vi. Balbina Antinarelli was born on 15 mai 1898 in Providência, Leopoldina, MG. vii. Roque Antinarelli was born on 22 mai 1904 in Leopoldina, MG. viii. Helena Antinarelli was born on 25 jun 1908 in Providência, Leopoldina, MG; São Martinho. Segunda Geração2. Alfredo Antinarelli-2 (Egidio Cesare-1) was born about 1893 in Italia. Carmen Franzone daughter of Luigi Franzone and Emilia Filoti was born after 1895. Alfredo Antinarelli and Carmen Franzone were married in 1914 in Providência, Leopoldina, MG. They had the following children: i. Raimundo Antinarelli was born on 11 jun 1916 in Providência, Leopoldina, MG. ii. Helena Antinarelli was born on 25 abr 1917 in Providência, Leopoldina, MG. iii. José Antinarelli. iv. João Antinarelli Sobrinho. v. Antonio Antinarelli. vi. Maria Antinarelli. vii. Euclides Antinarelli. viii. Aparecida Antinarelli. ix. Geraldo Antinarelli. x. Irani Antinarelli. xi. Gloria Antinarelli. Terceira Geração3. João Antinarelli Sobrinho-3 (Alfredo-2, Egidio Cesare-1). He had the following children: i. Alexandre Touzo Antinarelli. FRANZONE1. Giuseppe Franzone-1 was born in Italia. He had the following children: 2. i. Luigi Franzone was born on 05 out 1864 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. Segunda Geração2. Luigi Franzone-2 (Giuseppe-1) was born on 05 out 1864 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. Emilia Filoti was born on 22 set 1869 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. Luigi Franzone and Emilia Filoti had the following children: i. Cecilia Franzone was born about 1887 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. ii. Fiorenzo Franzone was born about 1890 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. 4. iii. Maria Franzone was born about 1894 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. She married Antonio Carlos Bittencourt on 13 jul 1911 in Providência, Leopoldina, MG; São Martinho. 5. iv. Carmen Franzone was born after 1895. She married Alfredo Antinarelli in 1914 in Providência, Leopoldina, MG. 6. v. Hercilia Franzone was born on 20 jan 1901 in Abaíba, Leopoldina, MG. She married César Augusto Borella on 02 fev 1918 in Leopoldina, MG. vi. José Franzone was born on 17 fev 1903 in Leopoldina, MG. He married Anatilde Spinola on 06 mai 1926 in Leopoldina, MG. Terceira Geração3. Maria Franzone-3 (Luigi-2, Giuseppe-1) was born about 1894 in Candia, Torino, Piemonte, Italia. Antonio Carlos Bittencourt son of Deolindo Carlos Bittencourt and Regina Batista da Silva was born about 1889. Antonio Carlos Bittencourt and Maria Franzone were married on 13 jul 1911 in Providência, Leopoldina, MG; São Martinho. They had the following children: i. Deolindo was born on 09 set 1912 in Leopoldina, MG. 4. Carmen Franzone-3 (Luigi-2, Giuseppe-1) was born after 1895. Alfredo Antinarelli son of Egidio Cesare Antinarelli and Teresa Costantini was born about 1893 in Italia. Alfredo Antinarelli and Carmen Franzone were married in 1914 in Providência, Leopoldina, MG. They had the following children: i. Raimundo Antinarelli was born on 11 jun 1916 in Providência, Leopoldina, MG. ii. Helena Antinarelli was born on 25 abr 1917 in Providência, Leopoldina, MG. iii. José Antinarelli. iv. João Antinarelli Sobrinho. v. Antonio Antinarelli. vi. Maria Antinarelli. vii. Euclides Antinarelli. viii. Aparecida Antinarelli. ix. Geraldo Antinarelli. x. Irani Antinarelli. xi. Gloria Antinarelli. 5. Hercilia Franzone-3 (Luigi-2, Giuseppe-1) was born on 20 jan 1901 in Abaíba, Leopoldina, MG. César Augusto Borella son of Luciano Borella and Lucia Lorenzetto was born on 28 fev 1896 in Leopoldina, MG. César Augusto Borella and Hercilia Franzone were married on 02 fev 1918 in Leopoldina, MG. They had the following children: i. Luzia Borella was born on 13 dez 1918 in Leopoldina, MG. ii. Umberto Borella was born on 21 mar 1936 in Manhuaçu, MG. 6. João Antinarelli Sobrinho-4 (Carmen-3, Luigi-2, Giuseppe-1). João Antinarelli Sobrinho had the following children: i. Alexandre Touzo Antinarelli. |
Convite para comemorações do Centenário na Capela da Colônia
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Proprietários dos Lotes da Colônia Major Vieira
PRIMEIROS PROPRIETÁRIOS DOS LOTES DA COLÔNIA MAJOR VIEIRA
| LOTE | 1º PROPRIETÁRIO | VARIAÇÃO DO NOME | 2º PROPRIETÁRIO |
| 1 | Flausino Simões da Silva | Nicolas Caler Perez | |
| 2 | Nicolas Caler Perez | Nicolau Caleperes | Antenor Furtado Vieira |
| 3 | Ernesto Sanguin | Ernesto Sanguini | Antenor Furtado Vieira |
| 4 | Nicolas Caler Perez | Nicolau Caleperes | Antenor Furtado Vieira |
| 5 | Américo Alves de Azevedo | Antenor Furtado Vieira | |
| 6 | Joaquim Alves de Mesquita | Geminiano Felipe de Mendonça | |
| 7 | Santo Eugenio Piccolo | Eugenio Picoli | Pedro Comello |
| 8 | Giuseppe Zardi | José Jardi/Jardy | Olegário Rocha |
| 9 | Alberto Nicolau Wenzel | José de Mello Franco | |
| 10 | Bento Zeferino de Mello | José de Mello Franco | |
| 11 | Agenor Batista de Andrade | Bento Ferreira de Souza | |
| 12 | João José Amaro | Antenor Furtado Vieira | |
| 13 | Francesco Meschitta | Francisco Mesquita/Mosquita/Muschitta | Manoel dos Santos Loures |
| 14 | Adolfo Romagnoli | Adolfo Romanhol | Geminiano Felipe de Mendonça |
| 15 | Adolfo Romagnoli | Adolfo Romanhol | Geminiano Felipe de Mendonça |
| 16 | Agenor Batista de Andrade | Bento Ferreira de Souza | |
| 17 | Angelo Zulato | Angelo Zulati/ Juliate/Juliato | – |
| 18 | Alfredo Guazzi | Alfredo Guazi/ Guaize | José Francisco Nunes |
| 19 | José, Francisco, João e Maria Ravaglia | – | |
| 20 | Ricardo Zanella | Bento Zeferino de Mello | |
| 21 | Andrea Ravaglia | André Ravaglia/Ravalha/Ravale | – |
| 22 | Giuseppe Mendi | José Mendes | – |
| 23 | Gaetano Bedendo | Caetano Bedendo | Ernesto Sanguin |
| 24 | José Ferreira da Cunha | José Francisco Nunes | |
| 25 | Francisco Antonio de Oliveira Jacintho | Severino Nunes de Moraes | |
| 26 | Pasquale Possenti | Pasqual Pussenti/Pussente/Pucente | Ernesto Sanguin |
| 27 | Carlo Venturini | Carlos Victorini e Vitorino Carlos | Alexandre Possenti |
| 28 | Antonio Fiorio | Ernesto Sanguin | |
| 29 | Vitorino Paes de Mattos | – | |
| 30 | Celeste Donati e outros (herdeiros de Eugenio Bertulli) | – | |
| 31 | Eduardo Dutra de Moraes | Geminiano Felipe de Mendonça | |
| 32 | Giuseppe Venturelli | – | |
| 33 | Giacinto Carli | Jacinto Carli/ Carlos | – |
| 34 | Marco Leasi | Marco Leazi/ Lleaze/Lease/Aliazi | José Ignacio de Mello |
| 35 | Francisco Ignácio de Mello | – | |
| 36 | Vitorio Bianchi | – | |
| 37 | Ambrogio Meschitta | Ambrosio Mesquita/Mosquita/Muschitta | – |
| 38 | Adolfo Romagnoli | Adolfo Romanhol | Geminiano Felipe de Mendonça |
| 39 | Adolfo Romagnoli | Adolfo Romanhol | Geminiano Felipe de Mendonça |
| 40 | Alexandre Possenti | ||
| 41 | Pasquale Zanella | Ernesto Sanguin | |
| 42 | Apolônio Ribeiro dos Santos | ||
| 43 | Apolônio Ribeiro dos Santos | ||
| 44 | Giuseppe Venturelli | Oriel Fajardo Campos | |
| 45 | Alexandre Possenti | Alexandre Pussenti/Pussente/Pucente | |
| 46 | Giuseppe Venturelli | José Venturelli | Oriel Fajardo Campos |
| 47 | Pietro Causin | Pedro Causin | – |
| 48 | Pietro Causin | Pedro Causin | – |
| 49 | Administração – Sede da Fazenda Boa Vista | Oriel Fajardo Campos | |
| 50 | Joaquim Thomás dos Passos | Francisco Xavier Alves de Mattos |
Pesquisa de Joana Capella
Memória da Imigração em Cataguases
Centenário da Colônia Agrícola Major Vieira
Joana Capella e Nilza Cantoni
Se tiver dificuldade, leia aqui: Memória da Imigração em Cataguases
Resumo Histórico: Colônia Agrícola da Constança
Edição Especial do jornal Leopoldinense, contendo um resumo histórico do projeto de pesquisa sobre o Centenário da Colônia Constança, fundada no município de Leopoldina aos 12 de abril de 1910.





