Atualidade de Sérgio Buarque de Holanda

Em outubro de 2014 foi postado, aqui neste blog, um link para uma das palestras do seminário com este título, realizado em 2011.

Rever aqueles vídeos fazia parte da releitura de Sérgio Buarque de Holanda iniciada no final de 2013. Além dos clássicos já conhecidos, foram lidos também o Vale do Paraíba: velhas fazendas e Capítulos de História do Império, ainda não conhecidos. E como uma coisa puxa outra, foram relidos também alguns volumes da História Geral da Civilização Brasileira porque o objetivo era relembrar a obra deste importante autor.

Completando o programa, mas sem considerá-lo ainda finalizado, aqui vai um convite para artigo de mesmo título, de Jurandir Malerba, publicado na Revista ArtCultura de 2012.

Escreveu o Professor Malerba,

“ainda nos anos 1980, pela época de minha graduação, partia de boa porção de meus professores uma espécie de interdição velada àquele historiador. […] Compensava-se a bibliografia com fartura de […] toda estirpe de nossos melhores – e piores – historiadores marxistas de diferentes épocas”

E prosseguiu declarando que a retomada de Sérgio Buarque de Holanda resultou na:

“[…] chegada, sempre tardia, de algumas perspectivas e alguns tópicos de pesquisa ao Brasil, de procedência indisfarçavelmente francesa (mas também inglesa) – como mentalidades, privacidade, quotidiano, a perspectiva dos “debaixo”, da história das pessoas comuns–, abriu campo para o resgate da obra de Sérgio, que, de resto, nunca fora totalmente ofuscada.”

Leia todo o artigo neste endereço.

Resumo:

Aula magna proferida na inauguração da Cátedra Sérgio Buarque de Holanda de Estudos Brasileiros, Lateinamerika Institut, Berlim, trata da presença de Sérgio Buarque de Holanda na historiografia brasileira, com ênfase na observação de seu estilo de escrita.

Nascimentos em fevereiro de 1915

Leopoldinenses nascidos há 100 anos

7 fev

  • Geraldo, filho de Antonio José Gonçalves e de Castorina Cristina Nobre
  • Maria, filha de Cornelio Lopes da Rocha e de Joana de Oliveira Ramos
  • Sebastião, filho de Antonio Americo Martins e de Maria Locci

10 fev

  • Francisco Pereira Machado, filho de Teofilo José Machado e de Maria Pereira de Oliveira

11 fev

  • Angelina, filha de Satyro José de Moraes e de Maria Luiza das Dores
  • Olivio, filho de Custódio Lacerda Filho e de Etelvina Rodrigues Ferreira
  • Mário Vargas Neto, filho de Guilherme de Vargas Neto e de Maria Constância da Conceição

13 fev

  • Sebastião, filho de Guilherme Pereira de filho Castro e de Maria de Vargas Ferreira Brito

14 fev

  • Elza, filha de Quariguasi Horacio Lopes de Melo e de Olga

17 fev

  • Maria Aparecida, filha de Braz Schettino de Souza e de Maria Ramos de Melo

18 fev

  • Alzira Lammoglia, filha de Francisco Alves Lammoglia e de Luiza Guersoni

19 fev

  • Sebastiana, filha de Messias Apolinário de Viveiros e de Felisbina Rosa

20 fev

  • João, filho de Julio Alves Martins e de Marfisa Rodrigues Machado

21 fev

  • Emerenciana, filho de Pedro Pacheco de filho Carvalho e de Manoela Rodrigues de Moraes

23 fev

  • Guaraciaba Geraldini Pimentel, filho de Enrico Giuseppe Geraldini e de Vitalina Pimentel

24 fev

  • Nilo, filho de Virgilio Garcia de Matos e de Virgilina Machado

27 fev

  • Custódio, filho de Antonio Rodrigues do Vale e de Constança Ernestina Teixeira Dutra

28 fev

  • Alcides, filho de Antonio Rodrigues Machado e de Esmeraldina Ignacia de Moraes

Há 141 anos…

Fernando Pinheiro de Souza Tavares foi nomeado Juiz Municipal e de Órfãos do Termo de Leopoldina.

Efemérides Leopoldinenses

Nascido por volta de 1843 em Valença, RJ, era filho de José Tavares Pinheiro e de Maria José de Souza Werneck, sendo neto materno de Ignacio de Souza Werneck e de Albina Joaquina de Lacerda, casal que formou a Fazenda Benevolência nas proximidades da estrada que na década de 1880 ligava Cataguases a Leopoldina.

Segundo anotação no livro de Atas da Câmara Municipal de Leopoldina, 1879-1880, fls 33, “o engenho da Fazenda Velha de D. Albina” estava localizado próximo do Ribeirão Feijão Cru, na estrada de Cataguases, onde estava sendo construída uma ponte. É possível que esta fazenda ficasse entre o trevo da estrada atual que dá acesso à estrada para Piacatuba e o ponto onde o rio Pardo deságua no rio Pomba.

É provável, também, que Ignacio de Souza Werneck tenha se instalado em terras adquiridas da família Ferrugento, que obteve sesmarias naquela região em fevereiro de 1813. Segundo Dona Albina declarou no Registro de Terras em 1856, seu marido comprara as terras de Caetana Maria Angélica em outubro de 1846.

Sedução e desafios da biografia na História

Artigo dos doutorandos Priscila Musquim Alcântara de Oliveira e Alexandre Luís de Oliveira publicado no primeiro número da nova revista científica Faces de Clio, da Universidade Federal de Juiz de Fora, traz uma abordagem interessante sobre o tema. Lembram que

“A opção por manter-se fiel a cronologia da vida do biografado na escrita de uma biografia histórica pode levar o pesquisador a uma concepção que trata o indivíduo como sendo dotado de uma personalidade coerente, responsável por ações pontuais e isentas de incertezas.”

Leiam a íntegra do trabalho neste endereço.

Resumo: Este trabalho se propõe a discutir alguns problemas que perpassam a escrita biográfica e a análise de trajetórias individuais no campo da história, buscando trazer à discussão o leque de alternativas metodológicas que são possíveis ao historiador ao investigar um problema a partir do estudo de uma vida, bem como os desafios a serem transpostos ao longo deste percurso.

17 – A Leopoldina

A Leopoldina é o nome do periódico de hoje no Trem de História. Um periódico de existência curta, mas que teve importância em razão dos seus sócios e redatores.

Sua primeira edição data de 16.02.1893, embora Xavier da Veiga, em Efemérides Mineiras, informe que este jornal teria sido lançado em 1892.

Dele, no Arquivo Público Mineiro não foram encontradas edições. Já no acervo da Biblioteca Nacional existem dois exemplares, sendo um deles o de número 1, onde se constata a data de lançamento.

Era propriedade de Galdino & Coura e seus redatores eram os sócios: Galdino Vieira de Freitas e Jorge Rodrigues Coura. Suas oficinas localizavam-se na Rua Cotegipe nº 13 e as edições eram lançadas nas quintas-feiras.

Diferentemente de outros jornais da época, este não trazia subtítulo e não indicava valor de número avulso. Só informava o preço da assinatura anual, do que se depreende ser o valor cobrado de moradores de Leopoldina. Não se sabe se havia assinantes de fora da cidade.

Sobre seus sócios e redatores, apurou-se que ocupavam cargo de Escrivão desde 1891 e os dois provinham de Rio Pomba-MG. Galdino Vieira de Freitas casou-se em Leopoldina, em 1886, com Elisa Delfim Gama, filha de Francisco Joaquim de Almeida Gama e Guilhermina Rosa Delfim. Viúvo, contraiu segundas núpcias aos 31 de março de 1894, com Luiza Fernandes que residia na casa onde o Imperador Pedro II almoçou quando esteve em Leopoldina em 1881. Era filha de Francisco de Paula P. Fernandes e Luiza Amélia Cerqueira. Luiza era irmã de Adelaide casada com Alberto Moretzshon Monteiro de Barros e de Maria Leonor casada com Paulino Delfim da Gama e Silva.

Importante lembrar que Alberto Moretzshon era advogado, cujos anúncios em jornal indicam como endereço a Rua Octavio Otoni mas provavelmente o endereço era rua Teófilo Otoni, atual Lucas Augusto. Este advogado foi redator e proprietário do jornal O Mediador e teria lançado o Correio de Leopoldina em 1895, segundo Luiz Eugênio Botelho em “Leopoldina de Outrora”, Entretanto, esta última informação não parece adequada porque o redator e proprietário do Correio de Leopoldina, lançado em 1894 e não 1895, foi Henrique Cancio.

O segundo redator de “A Leopoldina” era Jorge Rodrigues Coura, que foi editor e proprietário do jornal O Bocayú lançado em Rio Pomba no ano de 1882. Curiosamente, este jornal contava com um colaborador que escrevia para diversos jornais mineiros, entre eles o Liberal Mineiro, A Província de Minas e Correio de Leopoldina, chamado Jacobino Freire. Jacobino era poeta, jornalista e professor do Atheneu Leopoldinense. Um literato cuja trajetória confirma as palavras de Nélson Sodré a respeito da carreira jornalística de nomes da literatura nacional. Teria sido, também, um dos redatores de um jornal leopoldinense de nome A República, órgão do partido republicano, ao lado de Theophilo Domingos Alves Ribeiro, Américo Lobo Leite Pereira e Werneck de Lacerda.

No editorial da primeira edição de A Leopoldina, em 16 de fevereiro de 1893, está a informação de que “o marasmo que a epidemia produziu” teve como reação “as múltiplas iniciativas que por todos os lados despontam” e que entre estas iniciativas estava o desejo dos editores de lançar um jornal “moderno, variado, tanto quanto possível noticioso, estranho à politicagem, acima de grupos e de personalidades”.

Na verdade, quase o mesmo tom utilizado por Coura no lançamento do jornal de Rio Pomba, apenas com a referência à epidemia de febre amarela que causou muitas perdas humanas em Leopoldina no ano anterior, sendo determinante para a mudança temporária da administração municipal para Tebas.

A outra edição de A Leopoldina a que se teve acesso foi a de número 10, datada de 21 de abril do mesmo ano de 1893, toda ela em homenagem ao “mártir da Independência”, com textos de diversos autores, incluindo poema. Mas esta não teria sido a derradeira porque O Leopoldinense, edição 28 de 25.11.1894, página 2, publicou uma reclamação de Manoel Joaquim Taveira Júnior contra o jornal A Leopoldina que, na edição de 16 daquele mês, teria atribuído ao Pastor Becker intenções e atos indignos.

Conforme se verifica, a história de um periódico de Leopoldina sempre traz à tona outros órgãos da imprensa local, deixando claro que além das interligações havia um constante movimento em prol da disseminação das informações, fossem elas de qualquer corrente.

O Trem de História de hoje dedicou espaço a um jornal com nome da sede do município, Leopoldina. Como naquela época, provisoriamente, esta sede se transferiu para o distrito de Tebas, no próximo número se dará vez ao periódico chamado A Voz de Thebas. Até lá.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 01 de fevereiro de 2015

Parte XIII de A Imprensa em Leopoldina (MG) entre 1879 e 1899

Instalação da Villa Leopoldina

Há 160 anos a então Vila Leopoldina foi solenemente instalada no dia 20 de janeiro de 1855, data religiosa que homenageia São Sebastião, padroeiro do município.

No primeiro Livro de Atas da Câmara Municipal temos o

~ Auto da installação da Villa Leopoldina ~

Aos vinte dias do mez de Janeiro do Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e cincoenta e cinco, trigesimo quarto da Independencia e do Imperio, na sala destinada para as Sessões da Camara Municipal da Villa Leopoldina, creada pela Lei Provincial numero seiscentos e sessenta e seis, de vinte e sete de Abril do anno proximo passado, achando-se o Doutor Domiciano Matheus Monteiro de Castro, vereador, servindo de Presidente da Camara Municipal da Villa do Mar d’Hespanha, comigo Secretario da mesma Camara, e reunidos os vereadores eleitos, o Capitão Manoel José Monteiro de Castro, Doutor José Joaquim Ferreira Monteiro de Barros, Francisco José de Freitas Lima, Major João Vidal Leite Ribeiro, Capitão João Gualberto Ferreira Britto, e José Vieira de Resende e Silva, o mesmo Presidente, em cumprimento do Decreto de treze de Novembro de mil oitocentos e trinta e dous, e da Portaria do Excellentissimo Presidente da Provincia de vinte e cinco de Novembro de mil oitocentos e cincoenta e quatro, deferio-lhes juramento, e deo posse, não tendo comparecido o Vereador eleito Custodio Teixeira Leite, ficando assim installada a referida Villa Leopoldina. Para constar mandou o mesmo Presidente lavrar este Auto, em que se assigna com os mencionados Vereadores empossados. Eu José de Souza Lima, Secretario, o escrevi.

Italianos no noroeste fluminense

Indicação de Maria da Conceição Vargas, a tese de Rosane Aparecida Bartholazzi de Carvalho será de grande ajuda para os que estudam a imigração italiana.

Tese (Doutorado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2009.

RESUMO

“A tese privilegia o estudo da imigração italiana no quadro da expansão cafeicultora, no noroeste fluminense, particularmente, no município de Itaperuna, onde inúmeras famílias italianas, originárias de diferentes regiões, fixaram-se como colonas em grandes propriedades rurais, sobretudo na fazenda Bela Vista, nos anos de 1897 e 1898. Através dos registros privados e cartorários, verificou-se que muitas destas famílias, eram oriundas da região do Lazio, Província de Roma, o que imprime ao presente trabalho expressiva particularidade no que diz respeito à origem dos imigrantes italianos que afluíram para a região sudeste do Brasil, no último quartel do século XIX. Neste sentido, optou-se por acompanhar a trajetória dos imigrantes, que deixaram aquela região da Itália, sobretudo os municípios de Proceno e Graffignano, buscando compreender, através da análise da documentação dos arquivos italianos, o contexto econômico, social e político vivido no país de origem e colocando em discussão a questão da miserabilidade do imigrante frente às remessas originadas dos municípios. Na região de acolhida, este estudo buscou analisar a mobilidade social dos imigrantes, que utilizaram diversas estratégias para conquistarem a posse da terra, transformando-se de colonos e parceiros em proprietários rurais e ou comerciantes. Para o estudo da inserção e ocupação do espaço pelas famílias imigradas, o universo de pesquisa ampliou-se. Além dos grupos oriundos do Lazio, foram incluídos, também, as famílias emigradas de outras partes da Itália, considerando que chegaram no mesmo período, trabalharam juntas na mesma fazenda e participaram da rede de solidariedade estabelecida entre eles para demarcarem seu espaço e ascenderem socialmente. Por último, estudou-se a herança da terra, bem como as formas adotadas na transmissão dos negócios, fundamentais para que a maior parte das propriedades continuasse, ainda hoje, nas mãos dos descendentes.”

Leia a íntegra neste endereço.

Marinato procura parentes

Recebemos a seguinte mensagem de descedente dos Marinato:

Sou filho de Antonio José Gonçalves

– Neto de: Angelina Ginebra Marinatte e Joaquim José Gonçalves

– Tendo como tios em segundo grau: Manoel Alexandre Marinato e Umbelina Marinato.

[…]

Gostaria de fazer contato!

Acrescentamos que Angelina Genebra Marinato nasceu em Leopoldina no dia 25 de julho de 1906, filha dos italianos de Pianiga Ricardo Antonio Marinato e Oliva Palmira Carraro. Este casal era também pai do citado Manoel Alexandre Marinato, nascido em Leopoldina no dia 28 de março de 1905 e Umbelina Marinato nascida em 21 de agosto de 1916 também em Leopoldina.

Angelina casou-se em Leopoldina, no dia 16 de setembro de 1922, com Joaquim José Gonçalves, filho de Antônio José Gonçalves e Castorina Cristina Nobre, casados em Piacatuba em 2 de fevereiro de 1889. A família do marido de Angelina procedia de Argirita e viveu nas imediações da Colônia Agrícola da Constança.

Além de Angelina, Manoel e Umbelina, o casal de italianos teve outros seis filhos que chegaram à idade adulta: José, Maria Luiza, Marcolina, Felisbina, Eugênio e Sebastião. A maioria deles teria migrado para o sul do Espírito Santo e norte do estado do Rio de Janeiro, perdendo contato com os parentes que ficaram em Leopoldina.

Se você puder colaborar, por favor, escreva-nos e transmitiremos as informações ao neto de Angelina.

 

Iphan abre inscrições para curso à distância sobre Patrimônio Imaterial

Matéria publicada no blog de Mary del Priore:

Até o próximo dia 30 de janeiro estão abertas as inscrições para o curso EAD Formação para a Gestão do Patrimônio Cultural Imaterial no âmbito da COOP SUL, uma realização do Centro Lucio Costa (CLC), em parceria com o Centro Regional para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Crespial), com apoio da UNESCO e coordenação técnica da Inspire | Gestão Cultural. São 50 vagas para o curso que acontecerá entre os dias 19 de fevereiro e 04 de maio, com aulas ministradas pela internet. O curso tem a coordenação de conteúdo de Lucas dos Santos Roque e o corpo docente é formado por especialistas do Brasil e da América Latina. As inscrições…

Continue lendo:

Iphan abre inscrições para curso à distância sobre Patrimônio Imaterial | História Hoje.

Descendentes de José de Rezende Montes

Atualização da pesquisa genealógica deste tronco, encabeçado pelo décimo segundo filho do povoador Bernardo José Gonçalves Montes.

1 José de Rezende Montes b: 1843

… + Tereza Joaquina de Jesus

……2 José Carlos de Rezende Montes b: Abt. 30 out 1865 in Piacatuba, Leopoldina, MG

……  + Petronilha de Oliveira Pires m: 09 fev 1891 in Providência, Leopoldina, MG

………3 José b: 22 ago 1892 in Providência, Leopoldina, MG

………3 Ricardina b: 01 out 1894 in Providência, Leopoldina, MG

………3 Regina b: 22 fev 1895 in Leopoldina, MG

………3 Alberto b: jan 1897 in Providência, Leopoldina, MG

………3 Maria b: 15 out 1898 in Leopoldina, MG

………3 Eugenio b: 15 abr 1907 in Leopoldina, MG

………3 Sebastião b: 08 fev 1910 in Leopoldina, MG

……2 Moysés de Rezende Montes b: 12 dez 1867 in Piacatuba, Leopoldina, MG, d: 14 jan 1935 in Leopoldina, MG

……  + Baldoina Brasilina de Oliveira d: Aft. 1935

………3 Maria b: 25 dez 1893 in Providência, Leopoldina, MG

………3 Ercilia de Rezende Montes b: 29 ago 1895 in Providência, Leopoldina, MG

……… + Biaggio Conti b: Abt. 1893 in Maratea, Potenza, Basilicata, Italia, m: 22 jun 1925 in Leopoldina, MG

………3 Aristóbolo b: 01 mai 1898 in Leopoldina, MG; São Lourenço

………3 Julieta b: 16 jun 1900 in Leopoldina, MG

………3 Francisca b: 23 abr 1902 in Leopoldina, MG

………3 Luiza Montes b: 19 ago 1911 in Leopoldina, MG, d: 10 set 2002 in Leopoldina, MG

……… + Murilo Rodrigues Pinto b: 28 set 1907 in Leopoldina, MG, m: 07 fev 1929 in Leopoldina, MG, d: 13 abr 1987 in Leopoldina, MG

…………4 Maria Luiza Pinto b: 26 jan 1955 in Leopoldina, MG

………… + José Antonio da Silva Oliveira b: in Recreio, MG, m: in Leopoldina, MG

……………5 Leonardo Pinto Oliveira b: 26 jun 1975 in Leopoldina, MG

  • Marcilene da Silva Almeida b: in Leopoldina, MG, m: in Leopoldina, MG
  • Fernanda Pinto Oliveira b: in Leopoldina, MG
    • Leonardo Rodrigues b: in Leopoldina, MG, m: in Leopoldina, MG

………………6 Thaíssa Oliveira Rodrigues b: in Leopoldina, MG

……………5 Leandro Pinto Oliveira b: in Leopoldina, MG

………3 Mogarino Rezende Montes b: Abt. 1916, d: 04 jul 1919 in Leopoldina, MG

………3 Dinalda b: 03 jun 1919 in Leopoldina, MG

………3 Geraldina b: 06 jan 1914 in Leopoldina, MG

……2 Querina Matilde de Oliveira Montes b: 04 jun 1869 in Leopoldina, MG

……  + Emilio Carlos de Oliveira b: 15 jan 1864 in Leopoldina, MG, m: 12 out 1888 in Leopoldina, MG

………3 Horacio b: 05 fev 1890 in Leopoldina, MG

………3 Clotildes b: 25 jul 1891 in Providência, Leopoldina, MG

………3 Maria Tereza Montes b: 26 mai 1893 in Providência, Leopoldina, MG

………  + Virgilio José Ferraz b: Abt. 1884, m: 26 dez 1912 in Leopoldina, MG

…………4 Gasparina b: 22 set 1913 in Leopoldina, MG

…………4 Querina b: 22 set 1918 in Leopoldina, MG

…………4 Geralda b: 13 nov 1920 in Leopoldina, MG

………3 Perciliano Carlos de Oliveira b: 11 mai 1895 in Providência, Leopoldina, MG

………  + Eliza Rodrigues dos Santos m: 03 nov 1917 in Leopoldina, MG

………3 Graziela b: 23 fev 1897 in Providência, Leopoldina, MG

………3 Olivia Eulália de Oliveira b: 09 dez 1898 in Providência, Leopoldina, MG

……… + Alfredo Fontanella b: Abt. 1895 in Strona, Biella, Torino, Piemonte, Italia, m: 09 dez 1916 in Leopoldina, MG

…………4 Antonio Fontanella b: 04 ago 1917 in Leopoldina, MG

…………4 Augusto Fontanella b: 30 mai 1919 in Leopoldina, MG

………3 João b: 1900 in Leopoldina, MG

………3 Sebastião Carlos de Oliveira b: Abt. 1900, d: 09 ago 1917 in Leopoldina, MG

………3 Honorina b: 08 out 1904 in Leopoldina, MG

………3 Enelice b: 24 nov 1905 in Leopoldina, MG; São Lourenço

………3 Francisco b: 05 fev 1907 in Leopoldina, MG

………3 Maria Ana b: Abt. 1908 in Leopoldina, MG

………3 Antonio b: 10 jan 1909 in Leopoldina, MG

………3 Virgilio b: 05 mar 1911 in Leopoldina, MG

………3 Lourença b: 16 mai 1912 in Leopoldina, MG

………3 Adeodato b: 16 set 1917 in Leopoldina, MG

……2 Belarmino G. de Rezende b: Abt. jun 1871 in Piacatuba, Leopoldina, MG, d: 12 ago 1912 in Leopoldina, MG

……2 Auriel de Rezende Montes b: 02 nov 1874 in Piacatuba, Leopoldina, MG

……  + Ambrosina Francisca Coelho dos Santos b: Oliveira, MG, m: 24 abr 1895 in Leopoldina, MG

………3 Tereza b: 18 jul 1901 in Leopoldina, MG; São Lourenço

………3 Sebastião b: 01 mai 1903 in Leopoldina, MG

………3 Arina b: 08 dez 1906 in Leopoldina, MG

………3 Graziela b: 25 abr 1908 in Leopoldina, MG

……2 Honorina de Rezende Montes b: 08 jun 1876 in Piacatuba, Leopoldina, MG

……2 Leonidia de Rezende Montes b: Abt. 1879

…… + Albino Batista Fernandes b: Abt. 1878 in Coimbra, Portugal, m: 05 fev 1902 in Tebas, Leopoldina, MG

………3 Helena Montes Batista b: 05 ago 1907 in Leopoldina, MG, d: 28 jan 1949 in Rio de Janeiro, RJ

……… + José Augusto Cotta de Menezes Corte Real b: 20 abr 1867 in Ilha Terceira, Açores, Portugal, d: 12 jul 1946 in Cataguases, MG

…………4 Helena Corte Real b: in Cataguases, MG

…………  + José Raimundo Reis da Silva b: 22 jul 1938 in Parnaíba, PI, d: 28 mai 2011 in Brasília, DF

……2 Dulcimira Tereza de Rezende Montes b: 31 jul 1880 in Leopoldina, MG, d: 09 ago 1898 in Providência, Leopoldina, MG

…… + Abílio José Barbosa b: 25 mar 1874 in Piacatuba, Leopoldina, MG, m: 14 ago 1897 in Providência, Leopoldina, MG, d: 28 nov 1915 in Leopoldina, MG

………3 Abílio José Barbosa filho b: 19 jul 1898 in Leopoldina, MG; São Lourenço, d: 07 ago 1899 in Leopoldina, MG

……2 Otávio de Rezende Montes b: 30 mar 1882 in Leopoldina, MG

……  + Albina Clara Fernandes

………3 José Rezende Montes b: 04 set 1919 in Leopoldina, MG

………3 Albino Montes b: in Vista Alegre, Cataguases, MG

………  + Maria Denis Leite

…………4 Herminia Montes

………  + Jovercino Felix de Oliveira

…………4 Nice Helena

…………4 Carlos Augusto

…………4 Antonio Otavio

…………4 Helenice

…………4 Maria Lucia

…………4 Denise

…………4 Deise

…………4 Delizete

………3 Helena Montes

………3 Francisco Wilson Montes

………  + Maria Rodrigues

…………4 Wilmara Montes

…………4 Wilmar Montes

…………4 Wilma Montes

………3 Palimércio Montes

………  + Mariana Barcelos

…………4 Luiz Otavio Montes

…………4 Maria Luiza Montes

…………4 Fernando Montes

…………4 Marcio Montes

………3 Maria Tereza Montes

………3 Leonides Montes

………3 Sebastião Rezende Montes

………3 Belarmino Montes

………  + Maria do Carmo Melo

…………4 Carlos Henrique Montes

…………4 Maria Aparecida Montes

…………4 Manoel Messias Montes

…………4 Luiza Helena Montes

…………4 Agostinho Tadeu Montes

………3 Dolcemira Montes

……2 Erminio b: 01 mar 1885 in Leopoldina, MG

……2 Grasiella b: 14 fev 1887 in Leopoldina, MG

Agradecemos a colaboração de Albino Montes, Elizabeth Dorigo de Oliveira, Helena Corte Real, José Gabriel Couto Viveiros Barbosa e Rosa Oliveira,  que contribuíram com informações sobre as gerações mais recentes.