Descendentes de Gizelda e Mário Malaquias

Em atenção ao pedido de descendente, republicamos informações genealógicas do casal Mário Malaquias de Souza e Gizelda Dietz de Almeida.

Mário era filho de Joaquim Malaquias de Souza e Maria Sodré. sendo irmão de José, Maria Salomé, Elisa e Conceição. Casou-se com Gizelda no dia 27 de fevereiro de 1930 em Leopoldina.

Descendentes do casal Mário e Gizelda:

Gizelda Dietz de Almeida n. 10 Ago 1916, Leopoldina, MG, o. 27 Out 1986,
Leopoldina, MG
+Mário Malaquias de Souza n. 14 Maio 1908, Laranjal, MG, o. 1 Jan 1974,
Leopoldina, MG

|–Terezinha Rittz de Souza
| +Dahir da Silva
| |–Ricardo de Souza e Silva
| | +Maria Ângela Caldeira Brant
| | |–Renata Caldeira Brant de Souza e Silva
| | |–Gustavo Caldeira Brant de Souza e Silva
| |–Rogério de Souza e Silva

|–Maria Guilhermina de Souza n. 13 Maio 1933, Leopoldina, MG, o. 3 Dez 1965,
| Leopoldina, MG
| +José Lisboa Vargas n. 8 Jul 1920, Leopoldina, MG, o. 8 Jul 1993,
| Leopoldina, MG
| |–Míriam Vargas
| | +Thadeu Silva Furtado
| | |–Leandro Vargas Furtado
| | |–Nathalia Vargas Furtado
| |–Evandro Tadeu Souza Vargas
| +Luiza de Almeida Izabel
| |–Tomaz Almeida Vargas
| |–Lucas Almeida Vargas

|–Marta de Souza
| +Rosenvaldo Noronha Medeiros n. 20 Fev 1933, o. 8 Set 1977, Leopoldina, MG
| |–Jordane Souza Medeiros
| | +Jacyara Mendonça
| | |–Laura Mendonça Medeiros
| |–Tadeu de Souza Medeiros
| | +Ruth Gonçalves Costa
| | |–Gabriela Gonçalves Medeiros
| |–Danilo de Souza Medeiros

|–José Antonio Almeida de Souza n. 15 Mar 1939, Leopoldina, MG, o. 2014
| +Clélia Costa e Silva
| |–Luciene Silva Souza
| +João Carlos Batista da Rocha
| |–Erick Souza Rocha

|–Edwiges Maria de Souza
| +Paulo Fernandes de Almeida n. 9 Dez 1940, o. 23 Dez 1968
| +Hugo Martins
| |–Hugo Dietz Martins
| |–Douglas Dietz Martins
| | |–Mateus Alves Dietz Martins

|–Rosa Maria Dietz Almeida de Souza
| +Jessy Jaime Zampier Lacerda
| |–Fabrizzio Dietz Zampier
| |–Guilherme Dietz Zampier

|–Sérgio Rubens Tadeu de Souza
| +Maria de Lourdes Dias
| |–Vanessa Dias de Souza
| |–Mário Sérgio Dias de Souza

|–Magda Coeli Dietz
+Eduardo Célio Panza André
|–Maria Cristina Dietz André
|–Felipe Eduardo Dietz André

Há 100 anos

Em maio de 1919, nasceram em Leopoldina

Dia 3 mai:

Maria das Dores

Dia 8 mai:

Zina Zamagna

Dia 18 mai:

Dinorah Tavares Machado e Sebastião Bolzoni

Dia 24 mai:

Francisca Bartoli

Dia 25 mai:

Abigail Dutra

Dia 26 mai:

Elza

Dia 27 mai:

Dalvina

Dia 30 mai:

Augusto Fontanella

Há 100 anos

Em abril de 1919, nasceram em Leopoldina

Dia 2 abr

Avelina Bartoli

Dia 8 abr

Olivia Ermini

Dia 12 abr

Maria de Lourdes da BellaDia 13 abr

José Ricardo Bartoli

Dia 15 abr

Humberto Vossoli

Dia 16 abr

Alberto Dorigo  e Odaleia

Dia 19 abr

Olga Almeida

Dia 21 abr

José Ferreira

Dia 22 abr

Nadyr

Dia 26 abr

José

Dia 28 abr

Antonio

 

 

 

Há 100 anos

Em março de 1919, nasceram em Leopoldina

Dia 5

Geni Cabral

Dia 10

Pedro Santos

Dia 12

Joaquim

Dia 14

Osvaldo de Almeida

Dia 15

Antonio Carraro

Dia 17

Paschoal Schettino

Dia 25

Amabile Bonin

Dia 27

Sebastião

Dia 31

Maria Assunta Lupatini

31 mar 1919

115 – Os irmãos do pintor Funchal Garcia

A viagem do Trem de História segue pela família de Manoel Funchal Garcia, trazendo um pouco sobre os filhos do casal Alfredo Garcia Ribeiro e Mariana dos Prazeres Funchal.

Maria Amélia nasceu em 28 de outubro de 1880 e foi batizada no dia 07 de novembro do mesmo ano, tendo por padrinhos Antonio Francisco Alves Neto e Rosa Martins Funchal, esposa de José Joaquim, tio materno da batizanda. Maria Amélia se casou com o português Antonio Alves de Freitas com quem teve, pelo menos, quatro filhos: Adelia, Altilia, Irene e José, este ultimo advogado[1] em Carangola em 1939. Maria Amélia faleceu no Rio de Janeiro aos 24 de setembro de 1924.

O segundo filho de Alfredo e Mariana foi Silvandino Funchal Garcia. Nascido[2] em novembro de 1882. Por volta de 1910 Silvandino assumiu a padaria da família. Dele, vale ressaltar que numa demonstração de boa percepção dos avanços da época, em fevereiro de 1913 adquiriu[3] amassadeira mecânica e outros aparelhos acionados por energia elétrica para modernizar as instalações ainda bem precárias da padaria e aproveitar a eletricidade que havia chegado a Leopoldina pouco mais de 4 anos antes.

Silvandino casou-se com Esmenia Ferreira, nascida em Leopoldina aos 29 de novembro de 1884, filha de João Batista Ferreira e Leopoldina Esméria de Almeida, com quem teve sete filhos, dentre eles Paulo Ferreira Garcia que ocupou a cadeira nº 16 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes e, José Ferreira Garcia, nascido em Leopoldina aos 16 de junho de 1913, pai de Maria José Ladeira Garcia que ocupa a cadeira nº 13 da mesma Academia.

Alfredo Funchal Garcia foi o terceiro filho do casal e será abordado em artigo especial.

O quarto filho de Alfredo e Mariana foi Antônio Funchal Garcia Nascido por volta de 1887, faleceu[4] em Leopoldina aos 04 de setembro de 1963. Segundo Mário de Freitas[5], só veio a falar de maneira inteligível após a morte da mãe. Figura popular nas ruas de Leopoldina, eventualmente era vítima de brincadeiras desagradáveis da garotada.

O pintor Manoel Funchal Garcia, foi o quinto filho e é o personagem leopoldinense que se homenageia com esta série de artigos que pretendem marcar os 130 anos do seu nascimento.

O sexto filho do casal foi Aurora, nascida[6] aos 23 de janeiro de 1891, de quem nada se conseguiu apurar.

José Funchal Garcia, o sétimo filho, nasceu[7] a 28 de fevereiro de 1893 e faleceu[8] a 27 de setembro de 1966 em Leopoldina. Vivia no Rio de Janeiro na década de 1930. Morou[9] na Rua da Candelária nº 93. Em 1933 era funcionário[10] da Companhia de Armazéns Geraes Mineiros, sediada na então Capital da República.

João, o oitavo filho de Alfredo Garcia Ribeiro e Mariana dos Prazeres Funchal, terá sua trajetória comentada em artigo à parte.

Completada a família, encerra-se aqui a viagem de hoje. No próximo encontro, o Trem de História trará a história do filho Alfredo Funchal Garcia que se destacou como engenheiro eletricista e foi figura importante na implantação da telefonia em diversas cidades dos estados de Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. Aguardem!


Fontes consultadas:

1 – O Radical. Rio de Janeiro, RJ, 1 dez. 1939 ed 2343 p. 2 coluna 7

2 – Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 02 bat fls 83 termo 755.

3 – O Paiz. Rio de Janeiro, RJ, 12 de fevereiro de 1913 ed 10355 p. 4 coluna 2

4 – Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, lv sepultamentos 1963-1975 fls 6 nº 251 plano 2 sep 125.

5 – FREITAS, Mário de. Leopoldina do Meu Tempo. Belo Horizonte: 1985. p.39

6 – Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 03 bat fls 186v termo 95.

7 – Arquivo da Diocese de Leopoldina, lv 04 bat fls 117v termo ordem 1140.

8 – Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, lv sepultamentos 1963-1975 fls 30 nr 256 plano 2 sep 703.

9 – Crítica. Rio de Janeiro, RJ, 24 jun 1930 ed 507 p. 8 coluna 2.

10 – A Noite. Rio de Janeiro, RJ, 10 jan 1933 ed 7590 p. 8 coluna 3.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado na edição 367 no jornal Leopoldinense de 16 de novembro de 2018