Na segunda metade do século XIX Leopoldina atraía diversos tipos de atividades, incluindo-se instituições de ensino que se ocupassem da educação dos filhos dos negociantes, fazendeiros, comerciantes e demais interessados. Exemplo foi o Colégio Leopoldina, filial do Colégio Venerando, com sede na capital do Império, cujo anúncio de instalação foi publicado no jornal O Leopoldinense de 10 de dezembro de 1882.
Os Cappai e seus vínculos com famílias leopoldinenses
Terceira edição do estudo sobre os ascendentes de José Capaz Dutra Cappai, publicado inicialmente em 2013 apenas com a família paterna. Esta edição foi desmembrada da postagem original por incluir diferentes grupos familiares.
Aguiar, Agus, Almada, Araújo, Arruda, Baeta, Bastos, Bem, Braga, Brito, Bueno, Caetano, Campos, Cappai, Cardoso, Carneiro, Carvalho, Chagas, Chaves, Coelho, Colaça, Colaço, Congiu, Correa, Costa, Cunha, Dantas, Dias, Domingues, Duarte, Dutra, Fernam, Fernandes, Ferreira, Figueiredo, Fonseca, Fraga, Franca, Franco, Freitas, Gago, Garcia, Gaspar, Gessa, Gonçalves, Gouvêa, Graça, Guarda, Gusmão, Henriques, Lacerda, Leal, Luz, Macedo, Maia, Marques, Martins, Medina, Melo, Mendonça, Monte, Montes, Moraes, Nascimento, Natividade, Neto, Neves, Nicácio, Nunes, Oliveira, Paixão, Paz, Pereira, Pimentel, Pinheiro, Pinho, Pinto, Pires, Poça, Queiroz, Rabelo, Rezende, Ribeiro, Rodrigues, Sacramento, Sene, Setúbal, Silva, Silveira, Simões, Soares, Souto, Souza, Tovar, Vale, Valente, Velosa, Vieira, e Xavier.
Há 100 anos
Leopoldinenses nascidos em dezembro de 1913
Dia 1
Arminda filha de Manoel Ferreira do Couto e de Maria Carolina de Jesus
Ana Maria filha de Antonio Carlos de Almeida Ramos e de Etelvina de Freitas
Dia 6
Mario filho de Honorio Luiz da Silva e de Leonor Ferreira
Dia 9
Maria Aparecida filha de João Pacheco de Carvalho e de Emilia Vasconcelos Pereira
Dia 17
Francisca Antonia Panza filha de Francesco Panza e de Maria Lammoglia
Dia 20
Luiz filho de João do Carmo Ribeiro e de Sofia Capdeville
Paulina filha de Francisco Marques Dideco e de Amelia Rezende Viveiros
Dia 25
Tereza Barbosa filha de Abílio José Barbosa e de Maria Augusta Matos
Dia 28
Maria Luzia Moroni filha de Raffaele Moroni e de Santina Lupatini
Dia 30
Geraldo filho de Manoel Rodrigues de Oliveira e de Rosa Rodrigues Vale
30 de novembro de 1880: Criação de Thebas
Estudo Cartográfico: Vila Leopoldina
Atualização de estudo publicado em 2013
O nome da Estrada de Ferro Leopoldina
Embora muitos autores tenham explicado a origem do nome desta ferrovia, ainda há os que desconhecem o fato. Para estes, hoje publicamos um pequeno trecho de Impressões do Brazil no Seculo Vinte, obra editada em 1913 e impressa na Inglaterra por Lloyd’s Greater Britain Publishing Company, Ltd. Diretor Reginald Lloyd; editores W. Feldwick (Londres) e L. T. Delaney (Rio de Janeiro). Editor brasileiro Joaquim Eulalio. Contribuição do historiador londrino Arnold Wright. Página 224.
Não podendo dar o histórico de cada uma dessas antigas linhas férreas, vamos entretanto satisfazer a curiosidade do leitor, quanto à origem do poético nome da companhia. Leopoldina é uma pequena cidade que fica 200 milhas ao Norte do Rio de Janeiro. Por lei nº 1.826 da antiga província de Minas Gerais, datada de 10 de outubro de 1871, e por decreto do governo imperial nº 4.914, de 27 de março de 1872, foi autorizada a construção de uma primeira estrada de ferro entre Porto Novo do Cunha, na fronteira entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, e Leopoldina. A inauguração dos primeiros 26 quilômetros de Porto Novo do Cunha a Volta Grande teve lugar em 8 de outubro, na presença do imperador do Brasil. E não porque tenha sido a primeira das muitas outras linhas e sim devido ao fato de ter a sua administração continuado a comprar e incorporar as outras estradas, o nome Leopoldina tem sido conservado pela moderna companhia anglicanizada.
1880: Novo Cemitério em Leopoldina
O atual Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Leopoldina, começou a ser utilizado em agosto de 1880, conforme o Livro de Sepultamentos considerado como número 1 por não terem sido preservados os anteriores, que ficavam a cargo da Igreja. Segundo a notícia do jornal O Leopoldinense, três meses depois a obra ainda não estava totalmente concluída.
Para este campo santo foi trasladado o corpo do povoador Romão Pinheiro Corrêa de Lacerda, falecido em 1872.
Este foi o único caso encontrado de pioneiro de Leopoldina com restos mortais adequadamente preservados. Dos demais, provavelmente sepultados no cemitério que existiu no entorno da Matriz de São Sebastião, não existem registros nem seus ossos foram trasladados.
Lino Montes: professor e artista plástico
No dia 5 de novembro de 1899 a Gazeta de Leopoldina publicou a seguinte nota:
Assim tomamos conhecimento de mais um descendente do povoador Bernardo José Gonçalves Montes que se dedicou às artes em Leopoldina. Neste caso trata-se de um neto, filho de João Rodrigues de Rezende Montes.
Além da música, o desenho e a pintura fazem parte das habilidades de vários membros desta numerosa família.







