150 anos de nascimento

Honório de Vargas Corrêa nasceu em Leopoldina no dia 16 de maio de 1867, filho de Josué de Vargas Corrêa e Rita Guilhermina de Jesus. Era neto paterno de Francisco de Vargas Corrêa, filho de José de Vargas Corrêa e Ana Maria Silveira e de Teresa Maria de Jesus , filha de Francisco Pinheiro e Izabel Silveira.

Honório era neto materno de Antonio Rodrigues Gomes que, segundo Barroso Júnior, foi o escrivão da doação que Joaquim Ferreira Brito fez para constituir o patrimônio de São Sebastião do Feijão Cru. Sua avó materna,  Rita Esméria de Almeida, era filha de Rita Esméria de Jesus e de Manoel Antonio de Almeida, conhecido como “comendador” e genearca da numerosa família Almeida Ramos que povoou Leopoldina.

Honório casou-se em 1889, em Leopoldina, com Mariana Narciza de Lacerda, filha de João Antonio Narciso e Francisca Maria de Lacerda. O casal deixou numerosa descendência pelos seus treze filhos: Rita Guilhermina de Vargas, Josué Vargas Neto, João Narciso Corrêa, Antonia Honoria de Vargas, Alta Aparecida Corrêa, Antonio Corrêa, José Honório de Vargas e Maria Francisca Vargas

Lourenço José Leal

Atualização do relatório de descendentes deste antigo morador de Leopoldina.

Minelli: atualização do estudo sobre esta família italiana

Segundo notícia do Jornal do Commercio de 27 de agosto, edição número 237 página 6, às 20 horas do dia 26 de agosto de 1897 chegou à Ilha Grande (Rio de Janeiro) o paquete italiano Attività, procedente de Genova e escalas, com 788 italianos na 3ª classe. Com 27 dias de duração, a viagem trouxe imigrantes que se destinavam a Minas Gerais, os quais não passaram pela Hospedaria da Ilha das Flores, conforme se verifica no respectivo livro número 89. No dia 27, foram registrados na Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora e quatro dias depois começaram a sair com destino a diversas cidades da zona da mata mineira. Para o município de Leopoldina vieram 270 pessoas dos seguintes sobrenomes:

Bardino, Beccari, Borghi, Casu, Conti, Facchini, Faedela, Ferretti, Gigli, Guidotti, Laffi, Lenzi, Lipparini, Loi, Lolli, Manca, Manella, Marchi, Marongiu, Mazotti, Mazzanti, Minelli, Mocci, Orati, Pazzaglia, Pedrini, Porcu, Rosa, Rubini, Sabbi, Scala, Soldati, Tassi, Tibaldi, Tonello, Tonioni, Toro, Vecchi, Ventura, Zannini, Zappoti, Zecchini, Zoncheddu e Zucca.

A maioria era proveniente da Emilia Romagna. Os demais eram da Sardegna. Nem todos ficaram em Leopoldina. Há relatos de fuga por tratamento inadequado em fazendas. Alguns ficaram pouco tempo trabalhando para o primeiro contratante e se transferiram para outros municípios. Da mesma forma, imigrantes destinados a localidades vizinhas vieram a se estabelecer definitivamente em Leopoldina alguns anos depois.

Entre os passageiros desta viagem do Attività, estavam os Minelli. O genearca do grupo foi Giacomo Emilio Minelli, nascido por volta de 1855 em Malfolle, localidade do comune de Marzabotto, província de Bologna. Era filho de Angelo Minelli e Maria Angela Caroli. Pelo que nos foi possível apurar, Giacomo teve pelo menos quatro irmãos: Saturno, Giuseppe, Gaetano e Federico, alguns nascidos em Malfolle e outros em Montasico, também Marzabotto. Na década de 1880, todos viviam em Marzabotto e eram colonos agricultores, ou seja, trabalhavam sob contrato com proprietários de terras.

Aos 24 de novembro de 1884, Giacomo Minelli casou-se com Albina Bruni, com quem teve a filha Clelia Adalgisa Maria Minelli, nascida no dia 15 de janeiro daquele ano. Albina estava com 22 anos, era natural de Grizzana Morandi, também na Bologna, sendo filha de Carlo Bruni e Catterina Mondassi.

O segundo filho do casal foi Antonio Alfonso Giuseppe Minelli, nascido no dia 22 de outubro de 1886 em San Martino. Dois anos depois, aos 19 de dezembro de 1888, nasceu o terceiro filho: Arnoldo Ponziano Alessandro Minelli.

Os leitores poderão estranhar os nomes porque em Leopoldina passaram a ser conhecidos como Adalgisa, Antonino e Ernesto. Os outros filhos do casal foram registrados com nome único:

– Giulio Minelli, nascido no dia 23 de novembro de 1891 em Montasico;

– Alfonso Minelli, nascido aos 28 de abril de 1894, também em Montasico.

Deste último não tivemos outras notícias após a saída da Hospedaria, no dia 31 de agosto de 1897. Por outro lado, encontramos o casamento de uma filha do casal nascida no Brasil, como se verá adiante.

1 – Clelia Adalgisa Maria Minelli, conhecida como Adalgisa, casou-se em Leopoldina no dia 30 de abril de 1910 com Alipio Ribeiro Macieira Filho, filho de Alipio Ribeiro Macieira e Angela da Costa. Adalgisa e Alipio tiveram, pelo menos, seis filhos nascidos no município de Leopoldina: Augusto, Angela, Carmen, Leonira, Marina e Omar Macieira. Alipio morreu em maio de 1935 e Adalgisa em janeiro de 1979.

2 – Antonio Alfonso Giuseppe Minelli, conhecido como Antonino, casou-se em Leopoldina aos 16 de janeiro de 1909 com Marina Fontanella, nascida no Piemonte, Italia, aos 22 de julho de 1889. Ela era filha de Francesco Fontanella e Verginia Gronda que passaram ao Brasil em 1899 com cinco filhos pequenos. Foram contratados para trabalhar em fazenda no mesmo distrito de Abaíba onde os Minelli viviam há um ano e meio.

Segundo informações de familiares, Antonino e Marina tiveram 8 filhos nascidos em Leopoldina. Entretanto, só encontramos nascimento de cinco e uma das filhas era desconhecida dos parentes. Até o momento temos os seguintes nomes: Maria, Acirema, Maria Francisca, Emilia, Helena, José, Ida, Nair e Geraldo Minelli.

3 – Arnoldo Ponziano Alessandro Minelli, conhecido como Ernesto, casou-se em Leopoldina no dia 10 de julho de 1916, com Djanira Ismenia de Jesus, filha de Ismeria Ignacia de Jesus. Não localizamos nascimentos de filhos do casal. Ernesto faleceu aos 12 de junho de 1963 em Leopoldina.

4 – Giulio Minelli, conhecido como Julio, casou-se em Leopoldina no dia 8 de dezembro de 1917, com Maria da Conceição Lopes de Barros. Ela era natural de Leopoldina, filha de Manoel Lopes de Barros e Alice da Costa Ribeiro que era filha de Alipio Ribeiro Macieira e Angela da Costa. Ou seja, a esposa de Julio Minelli era irmã do marido de Adalgisa Minelli. Embora tenhamos encontrado nascimento de apenas três filhos, segundo familiares o casal Julio e Maria da Conceição gerou nove filhos: Antonio, Alice, Lourenço, Moacir, Alcidio, Elia, Maria, Helida e Zelia. Julio faleceu em Leopoldina no dia 1 de junho de 1981.

5 – Alfonso Minelli pode ter falecido na infância e, conforme já dissemos, dele não encontramos referências.

6 – Angelina Minelli foi a filha brasileira de Giacomo e Albina. Segundo o registro de seu casamento, teria nascido em março de 1901 em Cachoeira Alegre que, na época, fazia parte do município de Muriaé mas logo depois se tornou distrito de Palma. Com a criação do município de Barão de Monte Alto em 1962, Cachoeira Alegre lhe foi incorporada.

Caso se confirme o nascimento de Angelina em Cachoeira Alegre, Giacomo Minelli teria ficado menos de quatro anos em Abaíba, repetindo trajetória de outros imigrantes que chegaram pelo vapor Attività em 1897 e foram contratados para trabalhar naquele distrito de Leopoldina. Informações orais dão conta de que três famílias que vieram pelo Attività e foram para Abaíba, antes de 1900 estavam em Morro Alto, hoje Barão de Monte Alto. Duas outras saíram de Abaíba na mesma época e se estabeleceram em Astolfo Dutra.

Angelina Minelli se casou em Leopoldina, no dia 27 de abril de 1918, com José da Cruz Cabral, natural de Ubá, filho de Manoel da Cruz Cabral Júnior e Luiza de Aguiar Cabral.

Manoel da Cruz Cabral Júnior era natural de Diamantina, filho de Manoel da Cruz Silva e de Ana Inocência da Cruz. Casou-se em Leopoldina aos 6 de outubro de 1895 com Luiza de Aguiar Cabral, natural de Leopoldina, filha de Antonio Tomaz de Aquino Cabral e Rosa Vitalina. Antonio Tomaz era filho de José Tomaz de Aquino Cabral, fazendeiro de café em Ribeiro Junqueira.

Angelina e José foram pais Leonidio, Maria das Neves e Amelia que se casou com Walter Fontanella, sobrinho da Marina Fontanella esposa de Antonino Minelli.

Esta atualização tem por objetivo corrigir informações divergentes prestadas por colaboradores sobre a primeira geração descendente de Giacomo Minelli e Albina Bruni. Posteriormente poderão ser feitas novas buscas com vistas a confirmar ou corrigir dados da segunda geração, razão pela qual não a incluímos neste estudo.

Família Marinato II

O segundo grupo de sobrenome Marinato, que chegou pelo vapor Washington no dia 30 de outubro de 1888, era chefiado por Giordano Marco Marinato. A família recebeu o número 153 na lista da Hospedaria Horta Barbosa, de onde saiu no dia 4 de novembro com destino a Leopoldina.

Giordano era neto paterno de Lorenzo Marinato e de Pasqua Marchiro, cujos sobrenomes aparecem desde o período napoleônico na região que outrora fizera parte do Graticolato Romano, ou seja, uma extensa área plana dividida pelos romanos em quadrados com 710 metros de lado, destinados à agricultura. Conforme temos comentado em todos os posts sobre os passageiros do vapor Washington, muitos deles viviam na divisa entre as províncias de Venezia e Padova. Sendo assim, os comuni de Mirano, Pianiga, Dolo e Vigonza são as principais referências para pesquisar o grupo. E como ser verá no relatório genealógico a seguir, os sobrenomes daqueles passageiros se misturaram ao chegarem a Leopoldina e alguns já vinham com ancestrais aparentados.

Embora nem todos tenham vivido na Colônia Agrícola da Constança, os vínculos familiares fizeram com que a maioria a frequentasse, ainda que esporadicamente. Uma das pessoas que nos procuraram interessadas em conhecer a história dos Marinatos fez um relato característico. Disse que seus avós levavam filhos e netos para a festa de Santo Antônio de Pádua, na Capela da Colônia, onde foram iniciados alguns namoros.

 

 

Leopoldinenses nascidos em maio de 1917

3 de maio

Maria Locci, filha de Giuseppino Locci e Maria José Gonçalves Nobre

5 de maio

Angelina, filha de Braz Bispo Batista da Cruz e Rosa Pedroni

6 de maio

João, filho de Antonio Pereira da Silva e Matilde Portina do Patrocínio

9 de maio

Climário Soares Godinho, filho de Climério Duarte Godinho e Maria Soares

11 de maio

Francisco Zenobi, filho de Enrico Zenobi e Luigia Lorenzetto

13 de maio

Maria Teresa Carraro, filha de Eugenio Carraro e Sebastiana de Oliveira

17 de maio

Maria de Lourdes, filha de Avelino José de Almeida e Nelsina de Medeiros Pinto

18 de maio

Luiza de Souza Martins, filha de Alfredo Martins de Souza e Maria Faria

19 de maio

Iva Lorenzetto, filha de Antonio Lorenzetto e Maria Amélia Alencar

25 de maio

Maria Aparecida, filha de José Honorio de Vargas e Jovenila Martins Machado

27 de maio

Sebastião Pimentel, filho de Aurelio Pimentel e Carolina Marangoni

28 de maio

José Geraldi, filho de Enrico Geraldi e Rosa de Matos

 

Família Marinato I

O vapor Washington, na viagem que chegou ao Rio dia 30 de outubro de 1888, trouxe dois grupos de sobrenome Marinato. Há indicações de que ambos procediam do casal Lorenzo Marinato e Pasqua Marchiro, que viveu em Pianiga, província de Venezia. Entretanto, ainda não encontramos o vínculo de Giovanni Marinato com o casal Pasqua e Lorenzo.

O primeiro grupo, número 152, era composto por Pasqua Bernardi viúva, e seus filhos Otaviano e Lugia. Pasqua fora casada com Giovanni Marinato, com quem teve uma outra filha: Catterina Felicità, que se casou em Pianiga, em 1878, com Giacinto Giuseppe Marcatto. Este casal também veio para Leopoldina mas chegou ao Brasil apenas em 1896. Antes da viagem, receberam um crédito transferido por Otaviano Marinato, que então trabalhava na Fazenda Paraíso.

Pasqua, Otaviano e Luigia saíram da hospedaria no dia 4 de novembro com destino a Leopoldina, onde Otaviano e Luigia se casaram no dia 4 de maio de 1890. Ele se casou com Giudetta Scantamburlo que também chegou pelo vapor Washington. Conforme mencionado no texto ‘Família Calzavara’, publicado em 10 de abril, Giudetta foi listada na hospedaria com o nome de Regina e com saída em 4 de janeiro para Juiz de Fora.

Luigia Marinato se casou com Giuseppe Modesto Meneghetti, filho de Giulio Meneghetti e Giudetta Costa. Não sabemos quando a família do noivo chegou ao Brasil. No vapor Washington viajou uma família Meneghetti mas não conseguimos estabelecer vínculos entre eles.

Através da colaboração de descendentes, soubemos que Giuseppe e Luigia viveram numa colônia em Leopoldina, migraram para o interior de São Paulo e depois se radicaram no Paraná. Mas como a migração teria ocorrido antes de 1910, eles não podem ter vivido na Colônia Agrícola da Constança que ainda não tinha sido criada.

Embora não tenhamos encontrado os vínculos diretos, sabemos que as pessoas aqui mencionadas viviam na mesma região de outros passageiros do Washington já citados nesta revisão: entre Dolo e Pianiga, província de Venezia, e Vigonza, província de Padova. Esta conclusão foi possível pela análise de registros de casamentos, nascimentos e óbitos disponíveis no site Family Search, bem como no Portal Antenati, que reúne documentação de diversos arquivos públicos italianos.

Família Gottardo

No prosseguimento da atualização de informações sobre os passageiros do vapor Washington, que aportou no Rio no dia 30 de outubro de 1888, hoje abordaremos o grupo chefiado por Antonio Gottardo que passou pouco tempo no Brasil, voltou para a Italia e depois veio de forma definitiva. O que chama a atenção, neste caso, é que desembarcaram apenas o pai e as filhas Maria e Regina, e uma filha desta de nome Angelina, no retorno em 1896,

Segundo o casamento de Angelina, ela teria nascido em Leopoldina em março de 1894, o que remete a viagem de parte da família Gottardo para a Italia a partir desta data. Regina tinha outra filha, de nome Petrina Antonieta, nascida e batizada em Leopoldina em 1891, que não desembarcou com a mãe em 1896. E pelo casamento de Angelina, soubemos que o pai dela, Achille Meneghetti, teria falecido em São Paulo.

Considerando que Antonio, as filhas Maria e Regina, a neta Angelina e talvez o genro Achille tenham ficado na Italia entre meados de 1894 e fevereiro de 1896, realizamos buscas na localidade onde o grupo teria vivido no período: Dolo, província de Venezia, bem próximo de Vigonza, onde Antonio Gottardo vivia antes da primeira viagem ao Brasil. Esclareça-se, a propósito, que o pai de Antonio chamava-se Domenico Gottardo e é provavelmente aquele que faleceu em 1877 em Dolo, sendo natural de Arino di Dolo e residente em Cazzago di Pianiga, localidades entre Dolo e Vigonza. Por conta desta informação, estendemos as buscas por estes lugares. Infelizmente, nada encontramos.

Em março de 1896, Antonio Gottardo desembarcou novamente no porto do Rio e foi encaminhado para a Hospedaria Horta Barbosa, de onde saiu no dia 17, com destino a Ubá. Pouco tempo depois já estava novamente em Leopoldina, onde a filha Regina se casou pela segunda vez, com Aquilino Castagna, em fevereiro de 1898. Em Leopoldina também se casaram outros filhos: Maria em 1901, Michele e Giovanni Battista em 1904, e Domenico se casou duas vezes, a primeira em 1914.

Em 1910, Giovanni Battista Gottardo adquiriu o lote 26 da Colônia Agrícola da Constança. Em 1912, faleceu Antonio Gottardo. Pouco depois a filha Regina mudou-se para Belo Horizonte com o segundo marido e os filhos deste casamento. Em meados da década de 1930 foi a vez do filho Michele transferir-se para o estado do Rio. Domenico, Giobatta e Maria permaneceram em Leopoldina. Não temos notícias dos filhos mais novos: Giuseppe e Antonia. A descendência conhecida de Antonio Gottardo já está na sétima geração.

Família Fasolato

Os Fasolato que chegaram pelo vapor Washington, em outubro de 1888, saíram da Hospedaria Horta Barbosa no dia 5 de novembro com destino a Leopoldina. Poucas referências encontramos sobre eles no município. A última é de 1909, quando nasceu a neta Olívia.

Fontes orais indicam que algum membro da família teria vivido como agregado em lote da Colônia Agrícola da Constança. Considerando que Maria Fasolato se casou com um Meneghetti, investimos em buscas neste sentido mas nada foi encontrado. Parece que a família do marido de Maria migrou para o interior de São Paulo por volta de 1920.

No casamento de Sante Fasolato, consta que era natural de Campolongo Maggiore. Entretanto, não encontramos referências à família naquele comune.

150 anos de um leopoldinense ‘açoriano’

No mês em que se comemora o sesquicentenário de nascimento de Manoel Botelho Falcão V, seu terceiro neto Caio Botelho Falcão localizou mais uma informação para ampliar o conhecimento da família. Trata-se do registro de nascimento de Francisco Botelho Falcão Sobrinho, o açoriano que chegou a Leopoldina na segunda metade no século XIX, deixando enorme descendência no município. Francisco, o pai de Manoel V, nasceu em 1825.

Família Cosini

No dia 30 de outubro de 1888, o vapor Washington atracou no Porto do Rio, trazendo imigrantes italianos que foram encaminhados para a Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora. No registro daquela instituição, a família de número 34 era composta por Agostino Battista Cosini, sua esposa Amalia Luigia Gobbi e os filhos Maria Augusta, Carlo e Francesco. No dia 3 de novembro eles saíram da hospedaria com destino a São José do Paraíba. Alguns anos depois, parte da família vivia em Leopoldina, nas proximidades da Colônia Agrícola da Constança.

Atualização da família de Agostino Battista Cosini originalmente publicada em abril de 2017

Primeira geração

  1. Agostino Battista Cosini, filho de Francesco Cosini e Anna Scolari, nasceu cerca de 1847 em Mosio, Acquanegra sul Chiese, Mantova, Lombardia, Italia.

Agostino casou com Amalia Luigia Gobbi, filha de Giovanni Gobbi e Barbara Ferraboschi, a 12 Nov 1874 em Acquanegra Sul Chiese Mantova, Lombardia, Italia. Amalia nasceu cerca de 1848 em Mosio, Acquanegra sul Chiese, Mantova, Lombardia, Italia.

Os filhos [deste casamento/desta relação] eram:

  +      2   F      i.       Maria Augusta Cosini nasceu a 15 Mar 1878 em Acquanegra Sul Chiese Mantova, Lombardia, Italia.

  +      3   M   ii.       Carlo Cosini nasceu a 16 Jul 1881 em Acquanegra Sul Chiese Mantova, Lombardia, Italia.

          4   M  iii.       Francesco Cosini nasceu a 19 Jul 1883 em Acquanegra Sul Chiese Mantova, Lombardia, Italia.

          5   M  iv.       Francesco Cosini nasceu a 4 Mar 1886 em Acquanegra Sul Chiese Mantova, Lombardia, Italia.

          6   M   v.       João Cosini nasceu cerca de 1890 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

João casou com Esmeralda de Aguiar, filha de Antonio Teixeira de Aguiar e Adelaide Serafina dos Anjos, a 19 Nov 1925 em Leopoldina, MG. Esmeralda nasceu cerca de 1906 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

Segunda geração (Filhos)

  1. Maria Augusta Cosini (Agostino Battista 1) nasceu a 15 Mar 1878 em Acquanegra Sul Chiese Mantova, Lombardia, Italia.

Maria casou com José Matola de Miranda, filho de Antonio Matola de Miranda e Umbelina Gomes de Rezende.

Os filhos [deste casamento/desta relação] eram:

          7   F      i.       Olinda nasceu cerca de 1895.

  +      8   M   ii.       Ranulfo Matola de Miranda nasceu a 12 Out 1896 em Santo Antonio do Aventureiro, MG, e faleceu a 10 Mai 1972 em Leopoldina, MG.

  +      9   M  iii.       Corinto Matola de Miranda nasceu cerca de 1901 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

        10   M  iv.       Rubens nasceu cerca de 1903.

        11   F     v.       Cacilda nasceu cerca de 1905.

        12   M  vi.       Otacilio nasceu cerca de 1907.

        13   F   vii.       Eunice nasceu cerca de 1909.

        14   F  viii.       Hilda nasceu cerca de 1911.

        15   M  ix.       Diogenes nasceu cerca de 1913.

        16   F     x.       Amalia nasceu cerca de 1915.

        17   M  xi.       Gabriel nasceu cerca de 1917.

        18   M xii.       Geraldo nasceu a 30 Dez 1920 em Leopoldina, MG.

  1. Carlo Cosini (Agostino Battista 1) nasceu a 16 Jul 1881 em Acquanegra Sul Chiese Mantova, Lombardia, Italia.

Carlo casou com Joaquina Teixeira Aguiar, filha de Francisca Ferreira de Magalhães, em Santo Antonio do Aventureiro, MG. Joaquina nasceu cerca de 1886 em Santo Antonio do Aventureiro, MG, e faleceu a 7 Abr 1967 em Leopoldina, MG.

Os filhos [deste casamento/desta relação] eram:

  +    19   M    i.       José Cosini nasceu cerca de 1905 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

  +    20   M   ii.       Agostinho Cosini nasceu a 24 Out 1906 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

        21   M  iii.       Sebastião Cosini nasceu cerca de Jan 1912, e faleceu a 7 Jan 1914 em Leopoldina, MG.

        22   F    iv.       Francisca Cosini nasceu cerca de Abr 1913, e faleceu a 5 Jan 1914 em Leopoldina, MG.

        23   M   v.       Guiomar nasceu a 26 Mar 1916 em Leopoldina, MG.

        24   M  vi.       João Cosini nasceu a 27 Out 1917 em Leopoldina, MG.

        25   M vii.       Gabriel Cosini nasceu a 11 Abr 1925 em Leopoldina, MG.

        26   F  viii.       Maria Cosini nasceu em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

Maria casou com José Cardoso, filho de José Cardoso da Silva e Mariana Laura, a 9 Jan 1926 em Leopoldina, MG. José nasceu cerca de 1905 em Tebas, Leopoldina, MG.

        27   M  ix.       Geraldo Cosini.

Geraldo casou com Elvira Lupatini, filha de Giuseppe Pietro Lupatini e Maria Laecticia Campana. Elvira nasceu cerca de 1926.

        28   M   x.       Oreste Cosini nasceu em Leopoldina, MG.

Terceira geração (Netos)

  1. Ranulfo Matola de Miranda (Maria Augusta Cosini 2, Agostino Battista 1) nasceu a 12 Out 1896 em Santo Antonio do Aventureiro, MG, e faleceu a 10 Mai 1972 em Leopoldina, MG.

Ranulfo casou com Honorina Pacheco de Moraes, filha de Pedro Pacheco de Carvalho filho e Manoela Rodrigues de Moraes, a 29 Nov 1917 em Leopoldina, MG. Honorina nasceu a 30 Nov 1902 em Providência, Leopoldina, MG, e faleceu a 20 Abr 1992.

Os filhos [deste casamento/desta relação] eram:

  +    29   F      i.       Olga Pacheco Matola nasceu cerca de 1920, e faleceu a 16 Jan 2013 em Leopoldina, MG.

        30   M   ii.       Mario nasceu cerca de Jul 1923.

        31   M  iii.       Maria José Matola de Miranda nasceu a 19 Mar 1925 em Leopoldina, MG.

  +    32   M  iv.       Pedro Matola de Miranda nasceu a 28 Nov 1926 em Leopoldina, MG, e faleceu a 27 Mai 1990 em Leopoldina, MG.

  1. Corinto Matola de Miranda (Maria Augusta Cosini 2, Agostino Battista 1) nasceu cerca de 1901 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

Corinto casou com Enedina Pacheco de Moraes, filha de Pedro Pacheco de Carvalho filho e Manoela Rodrigues de Moraes, a 26 Abr 1924 em Leopoldina, MG. Enedina nasceu a 19 Nov 1909 em Providência, Leopoldina, MG.

O filho/a [deste casamento/desta relação] era:

        33   M    i.       Austrechinio nasceu a 14 Abr 1925 em Leopoldina, MG.

  1. José Cosini (Carlo 2, Agostino Battista 1) nasceu cerca de 1905 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

José casou com Celuta Carlota dos Anjos, filha de Pacífico Evangelista dos Anjos e Pacífica Maria de Oliveira da Silva, a 21 Jul 1928 em Leopoldina, MG. Celuta nasceu em Tebas, Leopoldina, MG.

O filho/a [deste casamento/desta relação] era:

        34   F      i.       Maria de Lourdes Cosini nasceu a 10 Jun 1929 em Leopoldina, MG.

  1. Agostinho Cosini (Carlo 2, Agostino Battista 1) nasceu a 24 Out 1906 em Santo Antonio do Aventureiro, MG.

Agostinho casou com Luiza Fofano, filha de Paschoal Domenico Fofano e Oliva Meneghetti, a 6 Jun 1931 em Leopoldina, MG. Luiza nasceu a 10 Nov 1911 em Leopoldina, MG.

Os filhos [deste casamento/desta relação] eram:

        35   M    i.       Alarico Cosini.

        36   M   ii.       Antonio Carlos Cosini.

        37   F    iii.       Margarida Cosini.

        38   F    iv.       Marilia Cosini.

        39   M   v.       Murilo Cosini.

        40   F    vi.       Teresa Cosini.

Quarta geração (Bisnetos)

  1. Olga Pacheco Matola (Ranulfo Matola de Miranda 3, Maria Augusta Cosini 2, Agostino Battista 1) nasceu cerca de 1920, e faleceu a 16 Jan 2013 em Leopoldina, MG.

Olga casou com José Longordo, filho de Pietro Antonio Longordo e Francesca Lammoglia. José nasceu a 2 Jun 1917 em Leopoldina, MG.

Os filhos [deste casamento/desta relação] eram:

  +    41   M    i.       Antonio Ranulfo Longordo Faleceu a 23 Mai 2010 em Leopoldina, MG.

        42   F     ii.       Clelia Longordo.

        43   F    iii.       Sonia Longordo.

  1. Pedro Matola de Miranda (Ranulfo Matola de Miranda 3, Maria Augusta Cosini 2, Agostino Battista 1) nasceu a 28 Nov 1926 em Leopoldina, MG, e faleceu a 27 Mai 1990 em Leopoldina, MG.

Pedro casou com Lea Barbosa.

Os filhos [deste casamento/desta relação] eram:

        44   F      i.       Silma Jorgete Miranda.

        45   F     ii.       Siula Cristina Miranda.

        46   M  iii.       Pedro Matola de Miranda Júnior.

        47   M  iv.       Rogério Barbosa Matola.

        48   F     v.       Silmara Barbosa Matola.

Quinta geração (Trinetos)

  1. Antonio Ranulfo Longordo (Olga Pacheco Matola 4, Ranulfo Matola de Miranda 3, Maria Augusta Cosini 2, Agostino Battista 1) Faleceu a 23 Mai 2010 em Leopoldina, MG.

Antonio casou com Ana Lucia Talarico Silva.

O filho/a [deste casamento/desta relação] era:

        49   F      i.       Rayana Talarico da Silva Longordo nasceu em Leopoldina, MG.

Como se pode observar, esta família provinha de lugar diferente de outros passageiros que foram para a região de Leopoldina. No caso, eram da Lombardia, mais especificamente de Acquanegra sul Chiese, em Mantova.