Apogeu, crise e fim da colonização portuguesa na América

Este é o subtítulo da primeira aula do Curso de História do Brasil Colonial, da USP, em que são abordadas

as relações internacionais no final do século 17 e começo do 18, quando teve início a extração sistemática de ouro nas colônias portuguesas da América. Nessa época, o ouro passou a ser uma espécie de padrão regulador da economia e da riqueza mundial, influenciando fortemente a competição entre os países da Europa, que se expandia para outras partes do mundo.

 

Centenário de Morte de Augusto dos Anjos – I

DESENTENDIMENTO COM O GOVERNADOR DA PARAÍBA

O Trem de História de hoje toma o rumo do nordeste e vai ao Engenho do Pau D’Arco, no município de Sapé e a João Pessoa, na Paraíba, para homenagear o poeta Augusto dos Anjos no centenário de sua morte. Desvia por ora da história da Imprensa em Leopoldina para contar um pouco sobre a vida do Poeta da Morte. Mais especificamente, para falar sobre um episódio aparentemente corriqueiro, mas que contribuiu para a vinda do poeta para o Rio de Janeiro e, dali, para Leopoldina, onde mais tarde seu corpo foi sepultado.

Como é sabido, Augusto dos Anjos nasceu no Engenho do Pau D’Arco, na zona rural do município de Sapé, na Paraíba, onde existe hoje a Comunidade Usina Santa Helena que conserva o Memorial Augusto dos Anjos, no dia 20 de abril de 1884 e foi batizado na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos em São Miguel de Taipu.

Aprendeu as primeiras letras com o pai, advogado, ainda no Engenho onde moravam. Posteriormente estudou no Lyceu Paraibano. Segundo o seu biógrafo, Órris Soares, em Elogio de Augusto dos Anjos, na página 23 do livro Eu e Outras Poesias, o menino Augusto “Descia do Pau d’Arco, sombrio engenho de açúcar plantado na aba do Rio Una, vindo prestar exame no Lyceu”. Cursou a Faculdade de Direito do Recife onde se bacharelou em 1907, mas nunca advogou. Retornou para João Pessoa onde passou a lecionar português no Lyceu e a dar aulas particulares de literatura brasileira.

Em 1910, devido a um desentendimento com o governador teria se afastado do cargo de professor do Lyceu Paraibano. Embora não se tenha, ainda, a razão exata deste desentendimento, faz sentido supor ter tido origem em algum fato decorrente das medidas de João Lopes Machado, que governou a Paraíba de 28.10.08 a 22.10.12, e que atingiram diretamente o Lyceu Paraibano.

Por este modo de pensar, a leitura da Mensagem do Presidente da Paraíba João Lopes Machado, para a Assembleia Legislativa do Estado em 01 de setembro de 1909, na qual ele aborda as medidas que julga necessárias para melhorar a qualidade do ensino no estado, talvez possa trazer alguma luz. Este documento está disponível na Hemeroteca Nacional <http://memoria.bn.br&gt;.

Destaque-se que o problema no Lyceu foi posterior à pretendida reforma sugerida por João Machado, a qual tratava tão somente da realocação do ensino primário, secundário e profissional, estabelecendo critérios que determinavam o que seria de alçada do município e o que ficaria a cargo do estado.

Dois anos depois veio a denominada “reforma federal” que pretendia reorganizar o ensino para que voltasse a ter as garantias da equiparação do Lyceu com o Ginásio Nacional. Na mensagem de 01 de setembro de 1911, na pag. 21, consta que estava em processo a “recente reforma federal” que intentava “adaptá-lo a um instituto inteiramente preparado para ministrar um ensino fundamental e prático, de maneira que se torne aproveitável aos que pretenderem se matricular nos cursos superiores e aos que aspirarem somente as noções indispensáveis para o exercício de qualquer profissão”.

Da leitura desses relatórios vê-se que pode estar por aqui o motivo do desentendimento de Augusto dos Anjos com o governador. Do relatório seguinte, de 1913, página 8, extrai-se: “O corpo docente corresponde em toda a altura às exigências do ensino moderno, sendo que as últimas nomeações dos Drs. Álvaro Pereira de Carvalho, Manoel Tavares Cavalcanti, Afonso Rodrigues de Souza Campos e Coronel João de Lyra Tavares não mentiriam à mais rigorosa expectativa, se tivessem de lecionar nos mais adiantados centros do país.” E do jornal O Paiz, de 23 de novembro de 1912, página 6, complementa-se: “Em virtude da reforma, o governo nomeou hoje lentes do Lyceu Parahybano o coronel João Lyra, para a cadeira de contabilidade comercial; o Dr. Ascendino Cunha, para inglez; o Dr. Alvaro de Carvalho, para italiano, e o Dr. Tavares Cavalcanti, para direito comercial e economia política. As demais cadeiras foram preenchidas pelos lentes antigos,”

É verdade que nas listas de pessoal efetivo do Lyceu, publicadas no Almanaque da Paraíba, Augusto dos Anjos não aparece como professor da Instituição em 1911 e 1912. Diz a autora do romance A Última Quimera que o poeta concorreu na seleção para a cadeira de história da literatura em 1912 e não foi escolhido, sendo o lugar dado a um apaniguado de Cazuza Trombone que parece ser apelido de algum político. Segundo a romancista, o escolhido jamais tomou posse e Augusto foi chamado para exercer o cargo como interino.

Fato é que, com o ocorrido, perdeu a Paraíba e ganhou a terra do Trem de História que recebeu o poeta de braços abertos na estação de verdade da Estrada de Ferro da Leopoldina, e entregou a ele a direção do Grupo Escolar que posteriormente recebeu o nome Ribeiro Junqueira.

Mas a continuação do assunto virá em outra viagem a ser contada no próximo Jornal.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de outubro de 2014

História do Brasil Colonial: Economia e sociedade do açúcar

A ementa informa que nesta segunda parte da aula, “o professor João Paulo Garrido Pimenta fala sobre a economia do açúcar no Recôncavo baiano. Destaque para o impacto da mineração na tendência de aumento do preço do açúcar branco nos engenhos da Bahia, responsável também pela diminuição nos intervalos entre as altas e baixas no valor de mercado do produto”.
Texto indicado:
SCHWARTZ, Stuart. Capítulo I: A grande lavoura açucareira: do Velho ao Novo Mundo. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

Na primeira parte desta aula o professor dissera:

“A concepção cíclica da economia colonial enseja uma concepção equivocada de sucessão de gêneros coloniais, como se a ascensão de um correspondesse ao declínio de outro. […] A ideia de sucessão de ciclos não faz sentido. É uma simplificação excessiva da realidade”

Agora, declarou:

“Não há economia agroexportadora sem uma economia de abastecimento. Uma simplificação excessiva de alguns modelos historiográficos […] uma leitura excessivamente esquemática de obras [clássicas da economia colonial] nos leva à errônea conclusão de que a colônia vendia tudo o que produzia e comprava tudo o que ela precisava”.

Os holandeses na América e a competição mundial do século XVII

Segunda parte de aula de História do Brasil Colonial do professor João Paulo Garrido Pimenta, da USP, na qual são projetadas “imagens das obras de pintores holandeses do século XVII como Rembrandt, Vermeer, Albert Eckhout, Frans Post” que ensejam análise das “paisagens e a representação pictórica de personagens, nativos e europeus, durante o período marcado pela presença dos colonizadores holandeses no Brasil, tais como eram imaginados”.

Texto básico para esta aula, conforme indicado na ementa do vídeo:

MELLO, Evaldo Cabral de. Capítulo I: A empresa da terra e a vitória do mar; Capítulo II: Produção, comércio e navegação (1630-1636). Olinda Restaurada. Guerra e Açúcar no Nordeste, 1630-1654. Rio de Janeiro. Forense Universitária/Edusp, 1975.

Richard Graham: a eleição como um drama

Esta semana estou revendo uma série de vídeos do seminário Atualidade de Sérgio Buarque de Holanda, realizado em 2011. Estão disponíveis na internet há pouco mais de dois anos mas foram vistos relativamente poucas vezes. Por isto agora, ao revê-los, resolvi postar aqui um dos mais interessantes da série. Trata-se de palestra do historiador Richard Graham, professor emérito da Universidade do Texas em Austin, EUA, a respeito das eleições no tempo do Império como foram descritas por Sérgio Buarque de Holanda em do Império à República, da coleção História Geral da Civilização Brasileira. Um drama com plateia, figurino, atores e tudo o que é necessário a um evento teatral.

Há 100 anos

Leopoldinenses nascidos em outubro de 1914

Risoleto José Dorigo 4-out filho de Arturo Ilario Dorigo e de Virginita Anacleto de Alcântara
Aristotelina 5-out filha de Jerônimo Botelho Falcão e de Clotilde Eucheria de Jesus
Maria da Conceição 7-out filha de Antonio Lorenzetto e de Maria Amélia Alencar
Orlando Marinato 10-out filho de Paschoal Celeste Marinato e de Eugenia Nogueira dos Anjos
Maria 12-out filha de Josué de Vargas Ferreira e de Luciana Rodrigues Lacerda
Maria de Lourdes Gadas 14-out filha de Pedro Gadas e de Engracia Marsola
Edson 14-out filho de José Antonio dos Santos e de Maria Pereira de Alencar
Sebastião Marinato 16-out filho de Riccardo Antonio Marinato e de Oliva Palmira Carraro
Dinorah 20-out filha de Olimpio Machado de Almeida e de Maria da Conceição Almeida
Urcemilino 21-out filho de Aristides de Freitas Vale e de Maria Madalena
Francisco 22-out filho de Leonel Ignacio de Oliveira e de Castorina Ignacia de Bem
Geraldo 22-out filho de Benedito Heitor Jendiroba e de Otilia Costa
Maria de Lourdes 24-out filha de Salvador Rodrigues Y Rodriguez e de Maria Tereza de Jesus
Maria Izabel dos Reis 29-out filha de José Custódio e de Maria José das Dores
Maria de Lourdes 31-out filha de Pedro de Oliveira Barbosa e de Maria Monteiro de Castro

9 – O Leopoldinense Pioneiro

No vagão anterior falou-se dos diversos jornais que utilizaram o nome “Leopoldinense”. Neste, o trem de história reitera alguns pontos apurados sobre o jornal O Leopoldlinense lançado pelo Alferes Francisco da Costa Sobrinho em 01 de janeiro de 1879, o primeiro periódico que circulou na cidade e, por via de consequência, o primeiro a usar este nome.

De início, para colocar o trem na linha e desfazer o equívoco registrado por Luiz Eugênio Botelho no seu livro “Leopoldina de Outrora”, é necessário que se esclareça que Luiz Botelho Falcão não lançou O Leopoldinense em 1879 conforme afirma o autor. As edições do próprio jornal, consultadas para este trabalho, dão conta de que Botelho Falcão só assumiu o periódico alguns anos depois da sua fundação. E esteve à frente dele por cerca de dois anos, ao final dos quais, em 1894, o vendeu a Randolpho Chagas e Valério de Rezende.

Feito este esclarecimento, que se coloque lenha na caldeira para que o trem prossiga com a história. E diga-se que O Leopoldinense aqui estudado trazia nas suas primeiras edições o subtítulo: “Consagrado aos Interesses dos municípios de Leopoldina e Cataguases”. A partir do seu segundo ano de existência este subtítulo foi alterado para informar que o periódico passou a ser “Dedicado à Causa Pública”, embora continuasse com os mesmos posicionamentos e com a mesma equipe editorial.

Mais adiante, em maio de 1882, de fato ele sofreu uma significativa mudança estrutural quando foi desfeita a sociedade “Costa Sobrinho & C” e todo o ativo e passivo da tipografia, bem como a casa de negócio situada à Rua do Rosário nº 37 (atual Rua Tiradentes), passou a ficar a cargo do sócio Francisco da Costa Sobrinho, conforme nota publicada na primeira página da edição de 21.05.1882. Mas esta mudança aparentemente não alterou em nada a linha editorial, a estrutura e o público alvo do jornal, conforme se deduz das edições subsequentes.

Ressalte-se que O Leopoldinense nasceu e circulou numa época em que a política marcava presença no cenário municipal. Num período conturbado, com manifestações sobre a libertação dos escravos, a monarquia e a república. Anos de acirradas disputas no campo político e com forte apelo literário bastante influenciado pelas publicações francesas. Sem contar que sofria a influência de jornais publicados na Corte, como o “Diário do Brasil”, conforme fica patenteado na sua edição de 25.05.1882 quando o editor deixa claro que seu periódico acompanha o referido diário. E é bom que se diga que o “Diário do Brasil” é citado por Nelson Werneck Sodré, em “A História da Imprensa no Brasil” como sendo um dos órgãos da pequena imprensa que se isolou no apoio ao manifesto de Carl von Koseritz, em 1883, de incentivo à imigração germânica. Fato que leva a crer, com boa margem de certeza, que não teria sido por mero acaso que O Leopoldinense tenha se colocado em diversas oportunidades a favor da substituição da mão de obra escrava por colonos estrangeiros.

Alguns fatos podem dar uma ideia de quão árdua deve ter sido a sua luta. Um jornal do interior a defender a libertação dos escravos numa cidade que presta homenagem ao Barão de Cotegipe, dando o nome dele à rua principal. Um barão que, ao cumprimentar a princesa Isabel pela assinatura da Lei Áurea, teria afirmado: “Vossa Alteza libertou uma raça, mas perdeu o trono”. E no ano seguinte implantou-se a república. Uma cidade que homenageia Cotegipe, mas esquece a princesa Isabel e lembra Pedro II numa pequena Travessa que mais parece um apêndice da rua principal.

Mas vale lembrar que O Leopoldinense, além dos assuntos locais, publicava também matérias relativas a diversos municípios que não faziam parte da área de influência de Leopoldina. O que indica sua boa receptividade numa região mais vasta, embora não tenha sido possível identificar com precisão todo o universo dos seus assinantes. Sabe-se, apenas, que além dos moradores de localidades próximas ele possuía leitores em diferentes pontos das províncias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, além dos residentes na Corte.

E para fechar o vagão de hoje resta dizer que O Lepoldinense circulou até os primeiros anos do século XX, embora no estudo atual não se tenha chegado às últimas edições. Dizer, também, que a viagem continuará e na próxima estação recolherá o vagão com a história de outro periódico da cidade. Até lá.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de outubro de 2014

Parte IX de A Imprensa em Leopoldina (MG) entre 1879 e 1899

8 – ‘Leopoldinense’: nome de vários jornais

Antes que agarre na memória de algum leitor distraído uma informação indevida, feito o pó de carvão que sujava a roupa dos passageiros da Maria Fumaça, o Trem de História vira a chave do desvio, evita possível descarrilamento e presta um esclarecimento importante.

Diferentemente do Leopoldinense atual, que acolhe mais uma vez um resgate histórico destes autores, o Leopoldinense do passado teve uma outra história.

O atual nasceu em agosto de 2003, bem depois de arrancados os trilhos e derrubada a estação ferroviária, com o nome de “Gazeta Leopoldinense de Notícias”. Assim circulou por alguns meses até que, em 2004, por alteração contratual a sua razão social passou para “Grupo Leopoldinense de Notícias Ltda”. E é esta empresa, comandada por Luiz Otávio Meneghite, a responsável pela edição do atual “Jornal Leopoldinense”, que empunha a bandeira da “Consciência crítica da Cidade”. Um jornal que tem uma tiragem média de 2.000 exemplares e circula rigorosamente a cada início de quinzena.

“O Leopoldinense”, ao qual se refere este estudo sobre a história da imprensa em Leopoldina entre 1879 e 1899, teve sua primeira edição em 01.01.1879. Seu primeiro editor e gerente foi o Alferes Francisco da Costa Sobrinho e o próprio jornal informava ser “propriedade de uma sociedade anônima”. Na sua fase inicial apresentava-se como “Folha Comercial Agrícola Noticiosa”, trazendo o subtítulo “Consagrado aos Interesses dos Municípios de Leopoldina e Cataguases”. Segundo consta de todas as edições d’O Leopoldinense a que se teve acesso, até julho de 1883 a sua tiragem era de 2000 exemplares.

Importante esclarecer que, após esta data, foram encontradas seis edições no Arquivo Público Mineiro entre 1890 e 1892, nas quais não constam informações sobre assinaturas ou tiragem, nem tampouco os nomes dos redatores e proprietários.

Quanto à data de lançamento e o nome do proprietário do Leopoldinense antigo, registre-se um esclarecimento importante.

Segundo Luiz Eugênio Botelho, em Leopoldina de Outrora, seu pai Luiz Botelho Falcão teria lançado o jornal em 1879, o que se comprovou não ser coerente com a realidade. Pelas edições do próprio jornal, Luiz Botelho teria assumido a empresa em 1892, naquela que se poderia chamar terceira das quatro fases conhecidas d’O Leopoldinense. Por outro lado, entre setembro e novembro de 1886, quando Carlos Wehrs esteve em Leopoldina, informaram-lhe que Luiz Eugênio seria o proprietário do jornal. Uma das hipóteses prováveis é a de que, com a morte do fundador Francisco da Costa Sobrinho, Botelho Falcão tenha adquirido a empresa e só alguns anos depois o periódico tenha voltado a circular.

De todo modo, apesar dos descendentes terem incensado o patriarca como grande e pioneiro jornalista leopoldinense, só há indicação de que Luiz Botelho Falcão tenha estado à frente do periódico por cerca de dois anos, vendendo-o a Randolpho Chagas e Valerio de Rezende em 1894.

Circulou ainda pela cidade, no final dos anos de 1950, outro informativo com o nome de Leopoldinense. Segundo consta, era uma publicação de responsabilidade da Diocese de Leopoldina, impresso numa tipografia que funcionava junto à casa episcopal. Mas como este informativo é de período posterior ao estudado, dele não se apurou maiores detalhes e influências. Faz-se apenas o registro da sua existência pela coincidência do nome e para que ele não perca o Trem de História.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 26 de setembro de 2014

Continuação do trabalho A Imprensa em Leopoldina (MG) entre 1879 e 1899

8ª Primavera dos Museus em Leopoldina

Primavera dos Museus 2014

Programação da Primavera dos Museus em Leopoldina acontecerá no Museu Espaço dos Anjos e na Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho.

Hospedaria de Jacareacanga, Leopoldina

Conforme se verifica no recorte acima, em setembro de 1895 teria sido adquirido o Sítio Jacareacanga, com o nome incorretamente grafado na nota. O objetivo era nele instalar a Hospedaria de Imigrantes de Leopoldina que, segundo outras fontes, funcionou por um curto período de tempo.