46 – 106 anos da Colônia Constança

Em abril de 2010, quando se comemorou o Centenário de Fundação da Colônia Agrícola da Constança e os 130 anos de Imigração Italiana em Leopoldina, a professora Natania Nogueira sugeriu que seus alunos pesquisassem em suas famílias a presença de imigrantes. Como resultado foram realizados vários trabalhos individuais ou em duplas com entrevistas, fotografias e informações obtidas com os familiares ou vizinhos daqueles estudantes.

Abria-se ali a questão colocada por Verena Alberti[1] sobre “até que ponto uma história de vida permite compreender a história da sociedade?” Um questionamento que a própria autora responde dizendo-se convencida de que “experiências individuais podem ampliar nosso conhecimento sobre o mundo”.

Contar a história de indivíduos para se chegar à história da cidade vem sendo o carro de primeira classe deste imaginário Trem.

Isto começou com o estudo sobre a Colônia Constança, que resultou em um conjunto de informações até então desconhecidas pelos próprios descendentes daqueles estrangeiros que viveram em Leopoldina entre o final do século XIX e o início do seguinte.

A partir dos textos publicados em jornais da cidade desde 1999, que culminaram com o caderno especial do Jornal Leopoldinense, de abril de 2010 e com a divulgação dos estudos na rede mundial de computadores ao longo de todo o tempo, levou-se aos leitores um pouco da trajetória dos usuários de 409 sobrenomes de imigrantes, o que certamente funcionou como estímulo para muitas famílias se interessarem pelas próprias origens.

Semelhante trilho percorre o Trem de História ao relembrar, nos 106 anos da Colônia, sobrenomes de pessoas que fazem parte da história do município de Leopoldina.

Abolis, Agus, Albertoni, Amadio, Ambri, Ambrosi, Andreata, Andreoni, Andreschi, Anselmo, Antinarelli, Antonelli, Antonin, Anzolin, Apolinari, Apova, Apprata, Arleo, Aroche, Artuzo, Bagetti, Balbi, Balbini, Baldan, Baldasi, Baldini, Baldiseroto, Baldo, Baqueca, Barbaglio, Barboni, Barra, Bartoli, Basto, Battisaco, Beatrici, Beccari, Bedin, Bellan, Benetti, Bergamasso, Berlandi, Bernardi, Bertini, Bertoldi, Bertulli, Bertuzi, Bestton, Betti, Bighelli, Bigleiro, Bisciaio, Bogonhe, Boller, Bolzoni, Bonini, Bordin, Borella, Bovolin, Brandi, Brando, Breschiliaro, Bresolino, Bronzato, Bruni, Bugghaletti, Bullado, Buschetti, Cadeddu, Cagliari, Caiana, Calloni, Caloi, Calza, Calzavara, Campagna, Campana, Cancelliero, Canova, Capetto, Cappai, Cappi, Capusce, Carboni, Carmelim, Carminasi, Carminatti, Carrara, Carraro, Casadio, Casalboni, Casella, Cassagni, Castagna, Castillago, Cataldi, Catrini, Cavallieri, Cazzarini, Cearia, Ceoldo, Cereja, Cesarini, Chiafromi, Chiappetta, Chiata, Chinelatta, Chintina, Ciovonelli, Cobucci, Codo, Colle, Columbarini, Contena, Conti, Corali, Corradi, Corradin, Cosenza, Cosini, Costa, Costantini, Crema, Cucco, Dal Canton, Dalassim, Dalecci, Dalla Benelta, Danuchi, Darglia, De Angelis, De Vitto, Deios, Donato, Dorigo, Duana, Eboli, Ermini, Estopazzale, Fabiani, Faccin, Faccina, Fachini, Falabella, Falavigna, Fannci, Fanni, Farinazzo, Fazolato, Fazzolo, Federici, Fermadi, Ferrari, Ferreti, Ferri, Fichetta, Filipoli, Filoti, Finamori, Finense, Finotti, Fioghetti, Fiorato, Fofano, Fois, Fontanella, Formacciari, Formenton, Fovorini, Franchi, Franzone, Fucci, Fuim, Galasso, Gallito, Gallo, Gambarini, Gambato, Gasparini, Gattis, Gazoni, Gazziero, Gentilini, Geraldi, Geraldini, Gessa, Gesualdi, Ghidini, Giacomelle, Giamacci, Gigli, Gismondi, Giudici, Giuliani, Gobbi, Gorbi, Gottardo, Grace, Graci, Grandi, Griffoni, Grilloni, Gripp, Gronda, Gruppi, Guarda, Guardi, Guelfi, Guerra, Guersoni, Guidotti, Iborazzati, Iennaco, La Rosa, Lai, Lamarca, Lami, Lammoglia, Lazzarin, Lazzaroni, Leoli, Lingordo, Locatelli, Locci, Loffi, Longo, Lorenzetto, Lorenzi, Lucchi, Lupatini, Macchina, Maciello, Magnanini, Maiello, Maimeri, Malacchini, Mamedi, Mancastroppa, Mantuani, Manza, Maragna, Marangoni, Marassi, Marcatto, Marchesini, Marchetti, Marda, Marinato, Mariotti, Marsola, Martinelli, Marzilio, Marzocchi, Matola, Matuzzi, Mauro, Mazzini, Meccariello, Melido, Meloni, Melugno, Menegazzi, Meneghelli, Meneghetti, Mercadante, Mescoli, Meurra, Miani, Minelli, Minicucci, Misalulli, Mona, Monducci, Montagna, Montovani, Montracci, Morciri, Morelli, Moroni, Morotti, Nacav, Naia, Nani, Netorella, Nicolini, Nocori, Pacara, Pachiega, Padovan, Paganini, Pagano, Paggi, Panza, Pasianot, Passi, Pavanelli, Pazzaglia, Pedrini, Pedroni, Pegassa, Pelludi, Pengo, Perdonelli, Perigolo, Pesarini, Petrolla, Pezza, Piatonzi, Picci, Piccoli, Pierotti, Pighi, Pinzoni, Piovesan, Pittano, Pivoto, Piza, Porcenti, Porcu, Pradal, Prete, Precisvale, Previata, Properdi, Rafaelli, Raimondi, Ramalli, Ramanzi, Ramiro, Rancan, Ranieri, Rapponi, Ravellini, Reggiane, Richardelli, Righetto, Righi, Rinaldi, Rizochi, Rizzo, Roqueta, Rossi, Sabino, Saggioro, Sallai, Saloto, Samori, Sampieri, Sangalli, Sangiorgio, Sangirolami Santi, Sardi, Scantabulo, Scarelli, Schettini, Sedas, Sellani, Simionato, Sparanno, Spigapollo, Spoladore, Steapucio, Stefani, Stefanini, Stora, Taidei, Tambasco, Tartaglia, Tazzari, Tedes, Testa, Tichili, Toccafondo, Todaro, Togni, Tonelli, Tosa, Traidona, Trimichetta, Tripoli, Trombini, Valente, Vargiolo, Varoti, Vavassovi, Vechi, Venturi, Verona, Veronese, Vigarò, Vigeti, Viola, Vitoi, Zaccaroni, Zachini, Zaffani, Zamagna, Zamboni, Zamime, Zanetti, Zangirolani, Zaninello, Zannon, Zecchini, Zenobi, Ziller, Zini e Zotti.

A todos eles Leopoldina deve respeito e gratidão.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA – Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de abril de 2016


[1] ALBERTI, Verena. Biografia dos avós: uma experiência de pesquisa no ensino médio. Rio de Janeiro: CPDOC, 2006. p.1

Abril de 1916

Há 100 anos, nasceram em Leopoldina:

4 abr 1916

Geralda Gadas

filha de Pedro Gadas e de Engracia Marsola

8 abr 1916

José

filho de Adolfo Ferreira de Amorim e de Filomena Carlota de Matos

16 abr 1916

Ilka Machado Gouvêa

filha de José Vital de Oliveira e de Mariana Custódia de Moraes

18 abr 1916

Celina

filha de Custódio de Freitas Lima e de Tereza Martins Vargas

22 abr 1916

Alvaro

filho de Marcelino Pacheco de Lima e de Alzira Poyares

25 abr 1916

Geraldo

filho de Benedito Heitor Jendiroba e de Zulmira de Oliveira Rodrigues

29 abr 1916

Maria

filha de Antonio Zeferino da Silva e de Antonia Maria da Conceição

Sesquicentenário de nascimento: abril

Há 150 anos nasceram em Leopoldina:

3 abr 1866

Baldoino filho de Vicente Rodrigues Ferreira e de Luciana Francelina da Anunciação

4 abr 1866

Silvano José da Cruz Nogueira filho de Antonio José da Cruz Nogueira e de Ana Maria da Conceição

6 abr 1866

Antonio Marcelino de Brito filho de Joaquim Antonio de Brito e de Mariana Cândida de Jesus

Em Piacatuba, Leopoldina, MG, no dia 7 abr 1866

Lindolfo filho de Manoel Antonio da Rocha e de Mariana Esméria de São José

11 abr 1866

Virgolino filho de Justino Corrêa de Lacerda e de Mariana Balbina de Lacerda

12 abr 1866

Antonio filho de José Tomaz Dutra e de Maria do Carmo Teixeira Marinho

17 abr 1866

Virgilina filha de Francisco José Pires e de Ana Margarida de Jesus

25 abr 1866

Ambrosina filha de Leopoldo de Vargas Corrêa e de Carolina Leopoldina do Sacramento

Em Piacatuba, Leopoldina, MG, no dia 27 abr 1866

Antonio Batista Ladeira filha de Antonio Carlos Ladeira e de Flavia Honória da Assunção

45 – A Título de Conclusão

Como foi dito no início, a pesquisa que deu origem a esta série de artigos teve por objetivo reunir e sintetizar informações obtidas na leitura dos jornais publicados em Leopoldina nas duas últimas décadas do século XIX.

Neste processo foram confirmadas as palavras de José Honório Rodrigues, em “Teoria da História do Brasil”, para quem “o jornal pode dar-nos a cor e a vivacidade de uma época [e] pode guiar-nos nas manobras externas da vida política”.

No período examinado teriam sido publicados vinte e um periódicos no município de Leopoldina:

01) – O Leopoldinense, o mais antigo deles, circulou de 1879 a 1900; 02) – O Correio da Leopoldina, de 1881; 03) – O Povo, que circulou de 1885 a 1890 no distrito de Campo Limpo; 04) – Princípio da Vida, de 1885; 05) – O Pássaro, lançado em 1886; 06) – Estrela de Minas lançado em 29.07.1887; 07) – Ideia Nova de 17.11.1887; 08) – Irradiação que circulou entre 1888 a 1890; 09) – A Voz Mineira, de 1890; 10) – Gazeta de Leste que circulou entre 1890 e 1891; 11) – A Leopoldina cuja primeira edição data de 16.02.1893; 12) – A Phalena de 1894; 13) – A Voz de Thebas que circulou entre 1894 a 1897 no distrito de mesmo nome; 14) – O Correio de Leopoldina, de 1894; 15) – A Gazeta de Leopoldina, lançada em 1895; 16) – O Mediador que circulou entre 1895 a 1896; 17) – O Tiradentes, publicado em 1897; 18) – O Arame que circulou entre 1898 a 1899; 19) – A Lyra que circulou em 1898 no distrito de Campo Limpo; 20) – O Pelicano, consagrado à maçonaria, lançado em 1898; e, 21) – O Recreio, lançado em 1899 no então distrito de mesmo nome.

Entretanto, da maioria destes só foi encontrada referência em outras publicações por não terem sido preservados os próprios jornais. Ao final puderam ser analisadas quinhentas e quarenta e oito edições de apenas doze periódicos entre os anos de 1879 e 1899.

Percebeu-se que alguns deles tiveram distribuição fora dos limites do município e até mesmo em cidades de outras regiões. Além disso, o público atingido não se limitou a pessoas alfabetizadas, já que notas dos próprios periódicos indicam a prática de leitura pública em locais de concentração da cidade.

Não foi identificada uma diferença significativa entre o teor das matérias abordadas nas diferentes fases estudadas. A destacar, sob este aspecto, apenas a extinção de textos sobre a escravidão na década de 1890 e o acirramento das denúncias de cunho político a partir de 1894, quando se deu a criação de um jornal pela família que acabara de alcançar o poder municipal.

Conforme destacou Agnes Heller, em “O Cotidiano e a História”, a “vida cotidiana não está fora da história, mas no centro do acontecer histórico”. Por esta razão, acredita-se que as pautas escolhidas, assim como o enfoque dado a cada um dos assuntos tratados ao longo daqueles vinte anos refletem “a essência da substância social”.

E se, conforme Nelson Werneck Sodré, em “A História da Imprensa no Brasil”, a ampliação da cultura impressa se deu através dos almanaques, que funcionavam como livros para consulta generalizada, aos primeiros jornais de Leopoldina pode ser creditado o valor de prestar informações muitas vezes semelhantes aos almanaques da mesma época, bem como a formação de um público leitor que viria a se tornar consumidor de outros jornais e dos livros divulgados nas páginas daqueles pioneiros. E podem servir, também, ao resgate de parte da história da cidade e da sociedade como fizemos nesta série de textos.

Quanto a nós, que nos servimos deste trabalho para formatar esta série de artigos sobre a Imprensa em Leopoldina entre 1879 e 1899, resta-nos agradecer a paciência de todos, dizer que o Trem de História vai continuar viajando pela história de Leopoldina e, lembrar que a história não é importante pelo que se lê nela, mas pelo que se pode deduzir dela.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de abril de 2016

44 – Conceitos Norteadores

Como o leitor pode observar nos artigos desta série, o estudo sobre a Imprensa em Leopoldina entre 1879 e 1899 pretendeu abordar diversos aspectos e situações.

Isto porque um dos conceitos norteadores do trabalho nasceu da declaração de Monica Pimenta Velloso, em “História e Imprensa: Representações Culturais e Práticas de Poder”, de que em sua pesquisa as revistas tiveram dupla dimensão: eram fonte e objeto de análise.

Sabe-se que os jornais se tornaram objeto de averiguação histórica no Brasil a partir da década de 1970, quando começaram a surgir trabalhos que tomavam a imprensa como “objeto de investigação” conforme ensinam Capelato e Prado citados por Tânia de Luca em “História dos, nos e por meio dos Periódicos”. Quando se trata de um período mais distante, como foi o caso do estudo aqui abordado, a imprensa se torna a voz da sociedade daquela época, manifestada através das escolhas dos editores e redatores.

Com a finalidade utilizar os primeiros jornais de Leopoldina como fonte e objeto de análise, buscou-se firmar as melhores condições para o estudo. E para tentar entender a relação existente entre o mundo do texto e o do leitor daqueles jornais, concluiu-se que era preciso ler um grande número deles até que fosse possível formar uma opinião a respeito de cada aspecto a ser estudado.

Nos ensinamentos de Maria Beatriz Nizza da Silva, em “A Gazeta do Rio de Janeiro (1808-1822): Cultura e Sociedade”, encontrou-se um direcionamento para classificar as matérias, bem como para analisar as características da população e o cotidiano que ressaltasse das folhas consultadas. Para, através deste caminho, atingir o objetivo proposto.

E a ele se chegou, ainda que parcialmente. Em primeiro lugar porque os anúncios, meio bastante utilizado para este mister, no caso dos periódicos estudados eram de acanhada amplitude. E, por outro lado, porque a classificação das matérias por assunto deixou claro que apenas uma pequena parcela da sociedade merecia a atenção dos redatores. Por exemplo, em quase todas as edições há notícias sobre chegadas e partidas, seja de moradores da cidade ou de visitantes. Este era um tema que interessava muito mais à elite, ansiosa por notícias sobre o que faziam ou como se movimentavam os seus pares.

Durante a etapa de leitura dos jornais, chamou a atenção aquilo que Tânia Regina de Luca denominou “materialidade de jornais e revistas em diferentes momentos”. As modificações na aparência d’O Leopoldinense, entre 1879 e 1895, mereceram um cuidado maior na avaliação da importância dada às matérias publicadas. A simples observação permitiu suspeitar da ocorrência de avanços tecnológicos nos equipamentos de impressão disponíveis, os quais determinaram mudanças de formato do periódico.

Por outro lado, tomando como exemplo a coluna literária, observou-se que, em determinado período, ela fazia parte da primeira página e em outra época ocupou, indistintamente, a segunda ou terceira páginas. Sendo assim, seria inadequado utilizar uma classificação de importância dos temas a partir de uma hierarquização pelas páginas do jornal. Esta variação foi observada, também, nas mudanças de localização ocorridas nos cinco anos da Gazeta de Leopoldina que foram analisados.

A coluna literária surgiu nos jornais de Leopoldina como mais um fruto da época de forte expressão cultural da cidade – as últimas décadas do século XIX. Mais tarde foi desaparecendo das folhas, possivelmente em razão dos problemas apontados por Wagner Ribeiro em “Noções de Cultura Mineira”, que afirma: “Quem conhece as dificuldades, o desdém esterilizante, a falta de meios e de estímulos com que ainda hoje a imprensa do interior luta para afirmar-se e subsistir, pode calcular o que não representa de idealismo e tenacidade, a obra desses anônimos trabalhadores, numa época remota e em localidades então desprovidas dos menores recursos materiais para a consecução dos seus planos”.

Por hoje o assunto fica por aqui. Na próxima parada o Trem de História chegará ao final deste ramal sobre a Imprensa em Leopoldina. Até lá.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA

Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de março de 2016

Sesquicentenário de nascimento: março

Há 150 anos nasceram em Leopoldina:

5 mar 1866

Teófilo Rodrigues de Almeida filho de Francisco Martins de Almeida e de Rita Garcia da Natividade

6 mar 1866

Rita filha de Manoel Antonio de Oliveira e de Rita Garcia de Jesus

7 mar 1866

Virginia Pereira de Almeida filha de Antonio Amâncio Pereira e de Maria José de Almeida

11 mar 1866

Ambrosina filha de Cláudio José Barbosa de Miranda e de Francelina Francisca de Jesus

12 mar 1866

Maria filha de Carlos Machado Neto de Aguiar e de Maria Inácia do Nascimento

20 mar 1866

Joana Teodora filha de Francisco de Oliveira Ramos e de Francisca das Chagas de Nazareth

Março de 1916

Há 100 anos nasceram em Leopoldina:

2 mar 1916

Cecilia Lammoglia

filha de Francisco Alves Lammoglia e de Luiza Guersoni

3 mar 1916

José

filho de Cristino Machado Dias e de Maria da Conceição Cabral

4 mar 1916

Stella Ramos Cerqueira

filha de Garibaldi Cerqueira e de Laura Ramos

5 mar 1916

Luiz Marcatto

filho de Alessio Fortunato Marcatto e de Rosa Elisa

8 mar 1916

Angelina Ana Sangirolami

filha de Egidio Sangirolami e de Pierina Mariana Borella

8 mar 1916

Maria Helena

filha de Plautino Dias Soares e de Carmelita Tavares Pinheiro

9 mar 1916

José de Oliveira Vargas

filho de Josué Vargas Neto e de Maria Antonia de Oliveira

10 mar 1916

Maria de Lourdes

filha de Francisco Elizio Bento da Rocha e de Laura Ferreira de Andrade

14 mar 1916

Euclides

filho de Honorio Luiz da Silva e de Leonor Ferreira

17 mar 1916

Astrogilda

filha de Eduardo Pires Barbosa e de Francisca Barbosa de Moraes

24 mar 1916

Braz Schettino

filho de Biaggio Schettino e de Maria Rosa Lammoglia

26 mar 1916

Guiomar

filha de Carlo Cosini e de Joaquina Teixeira Aguiar

27 mar 1916

Alfredo Fofano

filho de Carlo Batista Fofano e de Amabile Stefani

29 mar 1916

Luiza Capdeville

filha de Nestor Capdeville e de Luiza Erminia Botelho

31 mar 1916

Esmeraldina

filha de Antonio Alves de Oliveira e de Maria José do Nascimento

31 mar 1916

Arcanjo Miguel Gottardo

filho de Giovanni Battista Gottardo e de Costantina Meneghetti

29 de fevereiro de 1916

Há 100 anos, nascia em Leopoldina:

Maria Rodrigues Vargas

filha de

Antonio Vargas Ferreira

e de

Olivia Rodrigues da Silva

e

Maria de Lourdes

filha de

João Evangelista Ferreira Neto

e de

Francisca Ramos de Melo

28 de fevereiro de 1916

Há 100 anos nasceu em Leopoldina

Eponina Garcia Reiff

filha de

Antonio Reiff

e de

Vitalina Garcia Matos

25 de fevereiro de 1916

Há 100 anos nasceu em Leopoldina

Antonio

filho de

José Augusto Vargas

e de

Cecília Ferreira de Almeida