“Dando prosseguimento em nossa programação mensal, neste feriado estaremos apresentado o grupo 3 a Zero, que dispensa comentários. Estamos esperando por vocês. Reserva de mesas pelo telefone 32-3447-2295.
Local para hospedagem:
Pousada e Restaurante Bom Gosto – 32-3447-2277 (Tassari e Carmem)
Pousada do Sação – 32-3447-2114 (Sação e Leocádia)
Abraços,
Cazé Fajardo “
Autor: Nilza Cantoni
Antique: Série Peças Didáticas
Antique: Série Peças Didáticas
Neste vídeo temos O Pequeno Livro de Anna Magdalena Bach “20 Pequenas Peças Fáceis” Minueto nº 2 em Sol Maior
Conceição da Boa Vista perde mais território para formar Providência
Nesta imagem pode ser observada a localização de algumas das primeiras propriedades. Segundo o Registro de Terras de 1856, o número 1 equivale à fazenda Sossego, formada por Bernardo José Gonçalves Montes e sua esposa Maria Antonia, constando do equivalente a uma sesmaria. O ribeirão São Lourenço, referência para a fazenda Sossego, parece ter sido o berço da plantação de café na região de Leopoldina, já que Bernardo José aparece como o único fazendeiro a declarar o plantio da rubiácea em 1856. A linha pontilhada, à esquerda do número 1, indica a divisa entre o distrito de Abaíba e Leopoldina, tendo sido marcada em 1890 pelas propriedades de descendentes do casal pioneiro.
Recebe o número 2 a região onde se formou o arraial de Santa Isabel. Este povoado surgiu no entorno da estação ferroviária com este nome, inaugurada em 1875. Ali foram formadas algumas das fazendas dos Monteiro de Barros, beneficiários de diversas sesmarias concedidas em 1818 mas só efetivamente ocupadas depois de 1831. O número 4 também se refere a propriedades da mesma família, mais especificamente à fazenda Santa Úrsula, formada por volta de 1838.
Com o número 3 indicamos a provável localização da fazenda Dois Irmãos, sede da sesmaria de José Ferreira Brito e um seu irmão. Devido ao grande número de homônimos na família, ainda não pudemos apurar qual dos irmãos ficou com a outra metade da sesmaria. Até aqui sabemos apenas que os 4 filhos do segundo casamento de José Ferreira Brito viveram naquela região, sendo que duas foram casadas com pioneiros do Feijão Cru. Do primeiro casamento foi filho o Manoel Ferreira Brito, pai de Francisco e Ignacio Ferreira Brito. Este personagem, já tantas vezes citado neste blog, estabeleceu-se com a família nas proximidades do rio Pomba.
Parte da fazenda Dois Irmãos foi vendida a Jacinto Manoel Monteiro de Barros e seus descendentes estão entre os primeiros moradores do que veio a constituir o distrito de Santa Isabel.
No desenho deste estudo, o número 5 marca a atual localidade de São Martinho que, segundo o constante no Registro de Terras de 1856, bem como na Arrecadação Tributária de 1858, pertencia a Conceição da Boa Vista e era propriedade da família Galvão de São Martinho. Lembremos que o patriarca da família, Pedro Afonso Galvão de São Martinho, foi o encarregado das diligências de 1784 e 1786 que abriram os Sertões do Leste ao povoamento do homem livre. Entretanto, Pedro Afonso faleceu 20 anos antes da ocupação do local por seus descendentes, beneficiados com diversas sesmarias no caminho utilizado pelas duas diligências.
A linha pontilhada, logo acima do número 5, é o limite sul do território que foi desmembrado de Providência, em novembro de 1890, para constituir o atual distrito de Abaíba. Pelo que pudemos apurar, além das propriedades já citadas, em Abaíba estavam as fazendas Ponte Nova, Santa Isabel, Santa Rosa, Varginha e Água Limpa, esta última fundada por Francisco José de Freitas Lima, provavelmente na meia sesmaria adquirida do irmão de José Ferreira Brito.
Já em Providência, além das propriedades da família Monteiro de Barros temos também referências à fazenda Passa Tempo, formada pelo pioneiro Joaquim Cesário de Almeida, cujas terras marcavam a divisa do Feijão Cru com Conceição da Boa Vista.
Queremos deixar claro que existiram outras propriedades formadas no início da expansão povoadora de Conceição da Boa Vista. Posteriormente pretendemos listá-las. Mas hoje quisemos apenas abordar as mais referidas no processo de divisão territorial.
Mostra Livre de Fotografia
Textos e Livros Gratuitos
No sertão, o lugar das minas.
O texto oferece uma reflexão acerca da formação espacial de Minas Gerais no começo do século XVIII. A perspectiva fundamental defendida é a da centralidade da mineração na configuração e organização do espaço urbano. Ressalta-se a necessidade de se pensar essa especificidade urbana como intimamente relacionada à natureza da atividade mineradora e às particularidades da ocupação desse território. A interpretação desse processo de construção coletiva do espaço se dá no diálogo com fontes coevas, como o Triunfo eucarístico e o Códice Costa Matoso, assim como com os principais marcos da historiografia pertinente.
Texto completo: Cunha
Café, Ferrovia e Recreio pós-municipalização
Nasce o distrito de Campo Limpo
Na esteira das modificações ocorridas na região, em função da construção da Estrada de Ferro da Leopoldina, em 12 de novembro de 1878 foi criado o distrito de Campo Limpo, constando da Lei que seu território foi desmembrado de Leopoldina. Entretanto, parte dele estava profundamente vinculada a Conceição da Boa Vista desde 1831.
O ribeirão São Manoel e o morro da Bocaina emprestaram seus nomes para a Fazenda São Manoel da Bocaina, formada pelo casal Manoel Ferreira Brito e Maria Josefa da Silva, pais de Francisco e Ignacio Ferreira Brito. A propriedade compreendia grande extensão de terras localizadas entre as “águas vertentes da Boa Vista e o distrito do Feijão Cru”, tendo sido desmembrada em diversas fazendas vendidas ao longo do século XIX.
Segundo os registros de compra e venda de bens de raiz relativos ao final dos anos de 1860 até 1878, quer nos parecer que a fazenda original de Manoel Ferreira Brito estendia-se desde o ponto marcado no desenho como Morro da Bocaina até o local onde foi construída a linha férrea ligando as estações Recreio e Campo Limpo. Deste ponto até a divisa sul de Campo Limpo, já dentro do município de Leopoldina, surge como referência a original fazenda Recreio, formada pelo casal Antônio José Dutra e Mariana Teresa Duarte na década de 1830. Esclareça-se, por oportuno, que as viúvas de Manoel Ferreira Brito e Antônio José Dutra aparecem como proprietárias em Conceição da Boa Vista em 1858. Ou seja: as duas propriedades não estavam dentro dos limites do Feijão Cru.
Com as sucessivas divisões, muitas delas por conta de transmissão de bens aos herdeiros, parte das duas fazendas originais ficaram pertencendo ao Campo Limpo a partir de 1878. Considerando-se que em 1856 a fazenda Recreio foi registrada como tendo 417 alqueires de terras, e que a São Manoel da Bocaina poderia ter tamanho equivalente, acredita-se que representassem grande parte do território destacado no desenho acima e que foi desmembrado de Conceição da Boa Vista para constituir o distrito de Campo Limpo, hoje Ribeiro Junqueira.
Leopoldinenses nascidos em junho de 1912
|
NASCIMENTO
|
PAI
|
MÃE
|
|
|
Maria José Corrêa
|
1 Junho
|
Sebastião de Vargas Corrêa
|
Maria José Ferreira de Almeida
|
|
Miguel Iennaco
|
4 Junho
|
Lorenzo Iennaco
|
Emma Sparanno
|
|
Amelia
|
8 Junho
|
João Ventura Gonçalves Neto
|
Alcina Paula Moraes
|
|
Regina Maria
|
8 Junho
|
Ramiro Zenobi
|
Maria de Jesus Pereira Barbosa
|
|
Mario
|
9 Junho
|
Manoel Gonçalves Ferreira
|
Eliza de Andrade Neto
|
|
Maria José
|
11 Junho
|
Custódio de Almeida Lustosa
|
Maria das Dores de Freitas
|
|
Antonieta
|
12 Junho
|
Francisco Freire de Carvalho
|
Rita Tereza de Oliveira
|
|
Antonio
|
13 Junho
|
Pedro José de Moraes
|
Joana Maria de Jesus
|
|
Eponina Ferreira Brito
|
15 Junho
|
Gastão Ferreira Brito
|
Ana Leodina Gonçalves Neto
|
|
João
|
22 Junho
|
Belizário José Barbosa
|
Zeneida Keb Kab
|
|
Carmelina Sangalli
|
24 Junho
|
Angelo Giulio Sangalli
|
Carolina Sangirolami
|
|
Laura
|
27 Junho
|
Francisco Elizio Bento da Rocha
|
Laura Ferreira de Andrade
|
|
Alzira Maragna
|
28 Junho
|
Higino Maragna
|
Olga Coelho dos Santos
|
|
José Pedro
|
28 Junho
|
Romão Cardoso
|
Maria Ferreti
|
Lugar e imagem: desvelando significados
Resumo
Como uma representação social contemporânea de um espaço público urbano pode revelar as suas transformações? Com o objetivo de refletir sobre significados visíveis e encobertos da imagem, detivemo-nos na análise de um espaço enquanto lugar. Selecionamos o desenho pictórico, o mapa pictórico e a fotografia como imagens capazes de evocar lugares. Essas imagens, associadas a textos de diferentes origens, permitem oferecer alguma recognoscibilidade às transformações sociais.
Disponível em: Mesquita





