Espaço, paisagem e população: dinâmicas espaciais e movimentos da população na leitura das vilas do ouro em Minas Gerais ao começo do século XIX

Alexandre Mendes CunhaCedeplar/UFMG

RESUMO

O objetivo principal deste artigo é interpretar as transformações no espaço urbano das vilas do ouro mineiras na passagem do século XVIII para o XIX, pensando particularmente as transformações na paisagem e na demografia, de forma articulada à dinâmica econômica da capitania. Destacam-se dois núcleos — Vila Rica (Ouro Preto) e São João del Rey —, mas transcendendo a análise para o conjuntos dos câmbios entre o urbano e o rural em Minas Gerais no período. Três são os principais grupos de fontes utilizados: relatos de viajantes, iconografia, e listagens ou mapas populacionais.

 

Revista Brasileira de História – Espaço, paisagem e população: dinâmicas espaciais e movimentos da população na leitura das vilas do ouro em Minas Gerais ao começo do século XIX

A população no passado colonial brasileiro

Com o subtítuto Mobilidade versus estabilidade, o artigo de Sérgio Odilon Nadalin “apresenta diretrizes teóricas da história da população da América lusa colonial tendo como eixo narrativo – sem resvalar numa história regional – os habitantes dos campos paranaenses, no quadro cronológico do século XVIII”.

Leia o texto na íntegra.

Demografia Histórica de Minas Gerais no Período Colonial

Artigo de Francisco Vidal Luna e Iraci del Nero da Costa publicado na Revista Brasileira de Assuntos Políticos, Belo Horizonte, 1984.
“Nesta comunicação arrolamos alguns dos resultados de nossos estudos concernentes a certos núcleos populacionais existentes em Minas Gerais no período colonial brasileiro. Não se trata, pois, de um sumário exaustivo de nossos trabalhos; selecionamos, tão somente, uma série de observações que, embora superficialmente, ilustram o esforço que temos votado ao entendimento dos processos demográficos e econômicos verificados na área de Minas Gerais na qual predominou a exploração do ouro e das pedras preciosas. Deve-se frisar, ademais, que nossas pesquisas, conquanto se refiram a parcela significativa dos centros mineratórios e a amplo lapso temporal, não abarcam a totalidade da população mineira nem abrangem todo o período colonial.”
Texto completo disponível em:

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