Autor: Nilza Cantoni
Antigomobilistas: encontro de junho
Maria da Conceição Lacerda e Ziná Bustamante: centenário de nascimento
Memória da Imigração em Cataguases
Centenário da Colônia Agrícola Major Vieira
Joana Capella e Nilza Cantoni
Se tiver dificuldade, leia aqui: Memória da Imigração em Cataguases
Jacira Botelho Falcão e José Zamagna: centenário de nascimento
Como a mulher definiu o Ser Feminino
Loja Raphael Domingues
Anúncio publicado em jornais do início do século XX informavam:
RAPHAEL DOMINGUES Armazem de mantimentos, seccos e molhados, sal, cal e kerozene Vendas por Atacado e a Varejo Completo sortimento de fazendas, armarinho, modas, calçados, chapéos de sol e de cabeça, louça, ferragens, etc., etc. Largo da Estação Telephone-12 LEOPOLDINA – E. de Minas



Na última foto ainda se vê parte da fachada do prédio histórico. Nos anos 2000 ela desapareceu atrás de uma construção que deveria ser provisória, instalada em espaço público.
Imigração e família em Minas Gerais no final do século XIX
RESUMO
Em fins do século XIX e princípios do século XX os fluxos migratórios atingiram proporções significativas em Minas Gerais, especialmente graças à construção de Belo Horizonte e à expansão da lavoura cafeeira na região sul e na Zona da Mata. A partir dos registros da Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora, no ano de 1896, apresentam-se algumas características desses contingentes: sua composição etária e sua origem, bem como a composição dos grupos familiares que migravam. A julgar pelo perfil encontrado nesse ano, os imigrantes que estavam se dirigindo para Minas Gerais ajustavam-se ao padrão da imigração subsidiada, com predomínio dos grupos familiares. O perfil etário e o de sexo diferenciam-se do perfil clássico dos migrantes, no qual predominam os homens jovens.
Palavras-chave: demografia histórica; imigração; família.
Revista Brasileira de História – Imigração e família em Minas Gerais no final do século XIX
Joaquim Sangirolami : centenário de nascimento
Temas de pesquisa na História do Brasil
“A história de um militante anarquista como Avelino Fóscolo implicava a reflexão sobre a lógica específica da história, instigava a abordagem do papel do sujeito na história e me colocou frente a frente com o tema da criação. “
“Disciplina que se situa entre os vivos e os mortos, entre o passado e o presente, a história nos possibilita nos diferenciar daqueles que nada mais podem fazer. Enfim, estamos vivos. Essa constatação é fonte de alegria e, nela, o devir se apresenta como tempo de ação, de usufruto das possibilidades disponíveis e de instituição social-histórica.”
O artigo Lógica histórica, sujeito e criação: temas de pesquisa na história do Brasil, século XIX e XX está disponível neste endereço.







