Memória da Imigração em Cataguases

Centenário da Colônia Agrícola Major Vieira

 Joana Capella e Nilza Cantoni

 

Se tiver dificuldade, leia aqui: Memória da Imigração em Cataguases

Jacira Botelho Falcão e José Zamagna: centenário de nascimento

Nasceram em Leopoldina no dia 13 de março de 1911:

  • Jacira, filha de Luiz Botelho Falcão e Ernestina Antunes Barbosa

  • José, filho de Claudio Zamagna e Sofia Gigli

Como a mulher definiu o Ser Feminino

Instada a definir o que seria a mulher, uma “jornalista” de meados do século começou por dizer que seria uma tentativa de definir o que é indefinível.  Ao final do que deve ter sido a primeira coluna sobre o tema, ela deixa perceber sua intenção de ser reconhecida por seus direitos de ser humano.
 Jornal das Senhoras, 1852, página 6.
A Brasiliana acaba de tornar disponível a primeira edição do Jornal das Senhoras. Uma boa fonte para analisar o que pensavam mulheres que tiveram acesso a um meio de comunicação restrito aos homens, como de resto o eram muitas outras atividades.
Leia a íntegra aqui.

Loja Raphael Domingues

Anúncio publicado em jornais do início do século XX informavam:

RAPHAEL DOMINGUES

Armazem de mantimentos, seccos e molhados, sal, cal e kerozene

Vendas por Atacado e a Varejo

Completo sortimento de fazendas, armarinho, modas, calçados, chapéos de sol e de cabeça, louça, ferragens, etc., etc.

Largo da Estação

Telephone-12

LEOPOLDINA – E. de Minas
Loja Raphael Domingues em anúncio de jornal.
Praça General Osório com a Loja Raphael Domingues à esquerda. Acervo Espaço dos Anjos, de Luiz Raphael.

Na última foto ainda se vê parte da fachada do prédio histórico. Nos anos 2000 ela desapareceu atrás de uma construção que deveria ser provisória, instalada em espaço público.

Imigração e família em Minas Gerais no final do século XIX

Este artigo de Tarcísio Rodrigues Botelho, Mariângela Porto Braga e Cristiana Viegas de Andrade já foi aqui mencionado. Mas atendendo o pedido de um leitor, indicamos a leitura integral do texto.

RESUMO

Em fins do século XIX e princípios do século XX os fluxos migratórios atingiram proporções significativas em Minas Gerais, especialmente graças à construção de Belo Horizonte e à expansão da lavoura cafeeira na região sul e na Zona da Mata. A partir dos registros da Hospedaria Horta Barbosa, em Juiz de Fora, no ano de 1896, apresentam-se algumas características desses contingentes: sua composição etária e sua origem, bem como a composição dos grupos familiares que migravam. A julgar pelo perfil encontrado nesse ano, os imigrantes que estavam se dirigindo para Minas Gerais ajustavam-se ao padrão da imigração subsidiada, com predomínio dos grupos familiares. O perfil etário e o de sexo diferenciam-se do perfil clássico dos migrantes, no qual predominam os homens jovens.

Palavras-chave: demografia histórica; imigração; família.


Revista Brasileira de História – Imigração e família em Minas Gerais no final do século XIX

Joaquim Sangirolami : centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 6 de março de 1911, filho de Pietro Sangirolami e Paschoa Bonini.

Temas de pesquisa na História do Brasil

“A história de um militante anarquista como Avelino Fóscolo implicava a reflexão sobre a lógica específica da história, instigava a abordagem do papel do sujeito na história e me colocou frente a frente com o tema da criação. “
Continuando a leitura da Revista História da Historiografia, de setembro de 2010, encontrei este outro texto muito interessante. A autora, Regina Horta Duarte, declara que “a lógica histórica, o sujeito e a criação são como três fios” que sustentaram suas pesquisas. E sua escrita é envolvente. Seja quando informa que a trajetória do personagem Fóscolo mostrou-lhe ser possível “privilegiar simultaneamente a necessidade e a contingência, a continuidade e a mudança, a repetição e a diferença, o instituído e o instituinte” ou quando conclui declarando:

“Disciplina que se situa entre os vivos e os mortos, entre o passado e o presente, a história nos possibilita nos diferenciar daqueles que nada mais podem fazer. Enfim, estamos vivos. Essa constatação é fonte de alegria e, nela, o devir se apresenta como tempo de ação, de usufruto das possibilidades disponíveis e de instituição social-histórica.”

O artigo Lógica histórica, sujeito e criação: temas de pesquisa na história do Brasil, século XIX e XX está disponível neste endereço.

Virgilio: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 5 de março de 1911, filho de Emilio Carlos de Oliveira e Querina Matilde de Oliveira Montes. Seu pai era neto materno dos povoadores Bernardo José Gonçalves Montes e Maria Antonia de Jesus.

Os Historiadores e a Declaração Universal dos Direitos Humanos

Um artigo de Antoon de Baets, publicado na revista História da Historiografia nr. 5, setembro de 2010,  sob o título O impacto da Declaração Universal dos Direitos Humanos no estudo da História, suscita boas reflexões sobre o papel de quem escreve e/ou ensina História.
Abordando diretamente os artigos da Declaração ou combinando-os, o autor procura demonstrar que ali está uma fonte de “cinco importantes direitos para os historiadores: o direito à livre expressão e informação, o de se reunir e fundar associações, à propriedade intelectual, à liberdade acadêmica e ao silêncio” e de “três deveres dos historiadores: o dever de produzir conhecimento especializado sobre o passado, o de disseminá-lo e o de ensiná-lo”.
Para leitura na íntegra, acessem este endereço.

Amélia Vargas: centenário de nascimento

4 de março de 1911 – Nasce em Leopoldina, filha de Josué de Vargas Filho e Felicíssima Rodrigues de Carvalho.