Comarca de Leopoldina

Há 141 anos era criada a Comarca de Leopoldina.

14 de julho de 1832: São José do Paraíba

Há 181 anos o Curato de São José do Parahyba (Além Paraíba) era elevado à condição de Paróquia por Decreto Imperial, tendo por filiais os Curatos de Nossa Senhora das Mercês do Kagado (Mar de Espanha) e Santa Rita do Meia Pataca (Cataguases).

Em 1851 a situação se inverteu em relação a Mercês do Kagado e pela emancipação de Mar de Espanha ficou-lhe subordinada. Pouco tempo depois, aos 27 de abril de 1854, foi incorporado à Vila Leopoldina pela Lei número 666, aí ficando por dez anos até que a Lei número 1235, de 27 de agosto de 1864, determinou nova transferência para Mar de Espanha.

Sua emancipação ocorreu em 30 de novembro de 1880, através da Lei número 2678.

Escolas particulares de Leopoldina

Apesar de algumas controvérsias quanto à origem do epíteto de Atenas da Zona da Mata[1], não se pode negar que a população leopoldinense esteve frequentemente envolvida em assuntos escolares e não somente em relação ao ensino público. Especialmente na última década do século XIX, não foram raras as notícias sobre instalação de escolas em Leopoldina. Um exemplo encontra-se na edição número 269 do órgão oficial Minas Geraes, de 5 de outubro de 1893, em cujas páginas 5 a 7 foram publicados os Estatutos da Sociedade Anônima Arcádia Leopoldinense, destinada à instrução da mocidade.

 

 

 

Pelo que foi possível apurar, este colégio particular destinava-se ao ensino intermediário – entre a escolarização básica e o ensino superior. Segundo a notícia abaixo, dois anos depois foi organizado, no mesmo edifício, um internato e externato.

Outras notas sobre o Colégio Nossa Senhora do Rosário:

 


[1] Citado em CAPRI, Roberto. Minas Gerais e seus Municípios. São Paulo: Pocai Weiss & Cia, 1916. p. 248


Estrada Real e Ferrovia

Estudo comparativo entre as Estradas Reais e Ferroviárias que resultou na publicação da obra Caminhos da História: Estradas Reais e Ferrovias, por Helena Guimarães Campos

O Caminho Novo e suas articulações com a rede viária.

Márcia Duarte abordou o Caminho Novo em mapas: a Capitania de Minas Gerais no IV Encontro de Pesquisadores.

O Caminho Novo sob a perspectiva dos viajantes do século XIX

O Caminho Novo sob a perspectiva dos viajantes do século XIX foi o tema da comunicação de Edna Resende no IV Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo.

Professor Olímpio Clementino de Paula Corrêa

Este foi o único antigo professor de Leopoldina que pudemos acompanhar por mais tempo através das notícias publicadas em jornais. Além das referências em matérias relativas ao Colégio Nossa Senhora do Amparo, em 2 de julho de 1882 O Leopoldinense trouxe a lista de ausências de alunos do sexo masculino do Professor Olímpio.

No final do mesmo ano foi publicada uma nota sobre os exames dos alunos de Instrução Secundária:

Em dezembro de 1882 o anúncio se referiu à instrução primária do sexo masculino, como se vê a seguir:

Em novembro de 1894 o resultado dos exames escolares dos alunos do professor Olímpio foi publicado junto aos das alunas da professora Emília Magalhães:

Treze anos depois o mesmo jornal O Leopoldinense estampou os elogios do inspetor escolar ao professor Olímpio, “uma justa homenagem ao mérito do honrado educador a quem este município tanto deve”.

Leopoldinenses nascidos em julho de 1913

Este mês comemoram-se os seguintes  centenários de nascimento:

Dia 12

João filho de Zeferino Izidro Dias e de Olimpia Rodrigues Pinto

Dia 15

James filho de Pedro Rodrigues de Oliveira e de America Lima

Dia 18

Custodio filho de Honorio Augusto Almeida Ramos e de Ana Galvão

Dia 20

Cléa filha de Lindolfo Augusto Tavares Pinheiro e de Guiomar de Lacerda

Dia 23

Custodio Alberto filho de Custódio de Almeida Lustosa e de Maria das Dores de Freitas

Dia 30

Consuelo filha de Avelino José de Almeida e de Nelsina de Medeiros Pinto

Mário Celso Rios: termos peculiares e vocabulário comum ao Caminho Novo

Fala do Professor Mário Celso Rios no IV Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo.

Philarmonica Leopoldinense

Há 132 anos esta sociedade musical instalava uma escola noturna na rua da Boa Vista, número 15, conforme anúncio mandado publicar n’O Leopoldinense pelo seu diretor, João Afonso Viana.

Em Leopoldina existiram dois logradouros com o nome Boa Vista, conforme publicamos no livro Nossas Ruas, Nossa Gente. Uma delas estava localizada no Bairro do Cemitério. A outra ligava a atual Sebastião Pereira Bela à praça Professor Ângelo, formando com a rua Manoel Lobato um caminho para os tropeiros procedentes dos lados do bairro da Onça ou, que para lá se destinavam. Atualmente um trecho desta rua chama-se João Neto e outro recebeu o nome de Joaquim Garcia de Oliveira.