Nascidos em julho de 1855

Há 160 anos nasceram em Leopoldina

Dia 1º

  • Antônio, filho de José Antônio de Moraes e Sebastiana Apolinária do Nascimento;
  • João, filho de Domingos José Rodrigues Carneiro e Ana Lourença de Souza.

Dia 5

  • João Carlos de Almeida, filho de Joaquim Antônio de Almeida Ramos e Maria Tereza de Jesus.

Dia 13

  • Maria Carolina Almeida, filha de Antônio Romualdo de Oliveira e Francisca Carolina.

Cecília Januária de Alcântana

Há 100 anos, no dia 30 de junho de 1915, morreu Cecília Januária no distrito de Ribeiro Junqueira. Nascida em Leopoldina no primeiro dia de agosto de 1884, era filha de Domingos Inocêncio Alcântara e de Maria Balbina de Jesus.

Casou-se no dia 30 de maio de 1911, em Ribeiro Junqueira, com José Manoel de Souza, filho de Manoel José de Souza e de Ana Maria de Jesus. O casal foi pai de Maria (1912) e de Sebastiana (1914).

Expedicionários Leopoldinenses: de Aristides a Derneval

A viagem continua e o Trem recolhe a história de mais três Expedicionários Leopoldinenses: Aristides, Celso e Derneval.

06 – ARISTIDES JOSÉ DA SILVA, segundo Henrique Pinto(1) foi o soldado 1G 271.466, do 1º RI, era natural de Leopoldina e faleceu aos 29.11.45, em Bombiana, Itália. Pelos arquivos da ANVFEB, Aristides, embarcou para a Itália em 22.09.44 com o 1º RI e ficou fora de combate a partir de 24.01.45. O pesquisador Aluízio de Barros(2) registra que Aristides era filho de Antonio José e Inês Francisca e que foi agraciado com as Medalhas de Campanha, Sangue do Brasil e Cruz de Combate de 2ª Classe. Mascarenhas de Moraes(3) o relaciona como um dos 457 mortos e extraviados na campanha da Itália.

Cemitério da FEB na Italia

07 – CELSO BOTELHO CAPDEVILLE, Segundo a ANVFEB, o soldado 1G 295.026 embarcou para a Itália com o 11º RI em 22.09.44 e retornou com o mesmo Regimento em 22.08.45. Gentil Palhares(4) o relaciona como soldado da Cia de Serviços do 11º RI.

Sobre sua vida fora do quartel apurou-se que em 1967 era gerente de agência da Caixa Econômica Federal na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Pela Portaria(5) do Ministério da Fazenda, nº 663, de 13.10.67 foi transferido para agência Visconde de Itaboraí, no centro da cidade, no mesmo cargo.

Apurou-se que(6) nasceu(8) no dia 25 de abril de 1921, filho de Nestor Capdeville e Luisa Hermínia Botelho. Neto paterno do francês Batista Capdeville e de Maria Albuquerque, sendo esta filha de José Antonio Albuquerque e Patrocínia Maria Conceição, Celso era neto materno de Luiz Botelho Falcão e de Emilia Antunes.

Celso casou-se com Elza Guimarães Antunes(8) no dia 14 de novembro de 1941,no Rio de Janeiro e com ela teve duas filhas: Luísa Hermínia e Ângela. Elza era filha de Antonio Bento Antunes e Djanira Reiff Guimarães, nascida em Recreio no dia 1 de agosto de 1901.

08 – DERNEVAL VARGAS Aparece em todas as relações de expedicionários leopoldinenses, talvez por ter sido um dos que mais lutaram, na cidade, pelos interesses dos colegas de farda. Inclusive, segundo o Sr. Pedro Medeiros, foi um dos que lutaram por dar nome à Avenida dos Expedicionários por ter sido ali o caminho, pelo Trem da Leopoldina, por onde os Expedicionários partiram e retornaram para Leopoldina.

Segundo os arquivos da ANVFEB, o cabo 1G 262.664 embarcou para a Itália com o 1º RI em 22.09.44 e retornou com o mesmo Regimento em 22.08.45.

Derneval nasceu a 13.02.1921. Era filho de João Vargas Corrêa Filho (Janjão) e Ilarina Machado Gouvêa. Neto paterno de João de Vargas Corrêa e Altina Maria Vargas. Por esta linha descendia de um dos casais pioneiros de Leopoldina: Francisco de Vargas Corrêa e Venância Esméria de Jesus. Seu bisavô paterno era filho de Francisco de Vargas e de Teresa Maria de Jesus. Sua avó era filha de outro pioneiro, Antônio Rodrigues Gomes Filho e Rita Esméria de Jesus, ele, filho de Antônio Rodrigues Gomes e Jacinta Rosa de Jesus e ela filha do “comendador” Manoel Antônio de Almeida e Rita Esméria de Jesus. Neto materno de José Vital de Oliveira e Mariana Custódia de Moraes, ele filho de Luiz José Gonzaga de Gouvêa e Maria Carolina de Moraes e Mariana filha de João José Machado e Ana Venância da Silva. Casou-se com Maria Auxiliadora Machado Vargas, nascida em 04.09.26 e falecida em 26.01.91, com quem teve sete filhos. Derneval faleceu em 15.02.1985. Foi Avaliador Judicial, comerciante, delegado de polícia e participou da vida social de Leopoldina.

Hoje Derneval empresta seu nome ao logradouro que fica no entroncamento das ruas Nilo Colona dos Santos, Dário Lopes Faria e Clóvis Salgado Gama, no bairro São Cristóvão.

Por hoje o Trem de História fica por aqui. Mas no próximo número tem mais. Até lá.

Notas

(1) PINTO, Henrique de Moura Paula. Lista detalhada dos Mortos da F.E.B na Campanha da Itália. Publicado em 15 jul. 2012. Disponível em <http://henriquemppfeb.blogspot.com.br/2012/07/lista-detalhada-dos-mortos-da-feb-na.html&gt;. Acesso em 22 jul. 12.

(2) BARROS, Aluízio de.  Expedicionários Sacrificados na Campanha da Itália. Rio de Janeiro: Bruno Buccini,  1955. p.89.

(3) MORAES, J. B. Mascarenhas de. A FEB pelo seu Comandante. 2.ed. Rio de Janeiro: Bibliex, 1960. p. 333.

(4) PALHARES, Gentil Palhares. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p.464.

(5) MINISTÉRIO da Fazenda. Portaria nr 663 de 13 out 1967. Diário Oficial, seção I, parte II, ano X, nr. 8, 18 jun 1959, p. 49. Disponível em <http://www.jusbrasil.com.br/diarios/2794353/pg-49-secao-1-diario-oficial-da-uniao-dou-de-11-01-1968&gt;. Acesso em 01 jan. 15.

(6) ALBUQUERQUE, Pedro Wilson Carrano. Os Albuquerques de Angustura. Publicado em 02 julho 2000. Disponível em <www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=232&cat=Ensaios>. Acesso em 29 jan. 15.

(7) RODRIGUES, José Luiz Machado e CANTONI, Nilza. Nossas Ruas, Nossa Gente. Rio de Janeiro: particular, 2004. p.63.

(8) Após a publicação desta coluna, recebemos informações complementares de Pedro Wilson Carrano Albuquerque que foram acrescidas nesta edição virtual.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de julho de 2015

Maria Messias de Almeida

Há 100 anos, no dia 24 de junho de 1915, faleceu em Leopoldina mais uma das pioneiras do Feijão Cru: Maria Messias, também conhecida como Maria Moraes de Almeida.

Era filha de João Rodrigues Ferreira Brito e de Messias Esméria de Almeida, sendo neta paterna de Bento Rodrigues Gomes e Ângela Joaquina de Jesus e neta materna de Manoel Antônio de Almeida e Rita Esméria de Jesus. Casou-se com José Inácio de Oliveira, também conhecido por José Inácio de Moraes, filho de João Inácio de Moraes e Anastácia Felisbina de Jesus.

Maria Messias e José Inácio tiveram, pelo menos, os seguintes filhos:

  •  João Amâncio de Oliveira;
  •  Josefina Vindilina do Amor Divino;
  •  Virginia de Oliveira;
  •  Ubaldina de Oliveira;
  •  Geraldino Inácio de Oliveira;
  •  Lindolfo Inácio de Oliveira;
  •  Joaquim Inácio de Oliveira;
  •  Georgina de Oliveira;
  •  Altiva de Oliveira;
  •  Honorina de Oliveira; e,
  •  Martiniano Inácio de Oliveira.

Assentos Paroquiais de Matrimônio em Leopoldina

Republicamos postagem de 2009, com o índice entregue à Secretaria Paroquial da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário em Leopoldina.

Expedicionários Leopoldinenses: de Aloisio a Antonio Vargas

Da vez anterior falou-se apenas sobre primeiro nome da relação dos Expedicionários Leopoldinenses: Adilon Machado. Hoje, seguindo a ordem alfabética, o Trem de História continua a viagem e apresenta os dados biográficos de mais quatro conterrâneos que participaram da Guerra.

02 – ALOISIO SOARES FAJARDO cujo nome consta do monumento existente na Avenida dos Expedicionários(1). Por informes verbais sabe-se que fez parte do contingente que se ocupou do patrulhamento da costa brasileira, embora as buscas realizadas não tenham conseguido outras informações sobre sua participação na Guerra.

Aloisio nasceu (2) no dia 25 de agosto de 1921, em Leopoldina. Era filho de Joaquim Honório Fajardo e Maria da Assunção Soares. Seus avós paternos, Joaquim Fajardo de Melo Campos e Guilhermina Balbina, de tradicionais famílias de Piacatuba. Seus avós maternos foram Antenor de Souza Soares e Rosa Amália. Casou-se com Maria Assunção, com quem teve os filhos: José Antônio, Iran, Maria de Fátima, Aloisio e Arapuan.  Faleceu em Juiz de Fora no dia 05.06.90.

Após a Guerra, trabalhou como bancário e foi colaborador frequente da Gazeta de Leopoldina. Idealizou e fundou, junto com Oldemar Montenari, a Sopa da Fraternidade, no Centro Espírita Amor ao Próximo, em Leopoldina.

03 – ANTONIO DE CASTRO MEDINA, pelos arquivos da ANVFEB, portava a identidade TO-138. Embarcou para a Itália com o 11º RI, incorporado ao Depósito de Pessoal no dia 23.11.44 e retornou em 03.10.45.

Seu Certificado de Reservista de 1ª categoria nº 22502, do Ministério da Guerra – FEB, de 15.10.45, registra que ele esteve no Teatro de Operações da Itália no período de 23.11.44 a 20.09.45, tendo sido, em 15.10.45, licenciado do serviço ativo. Recebeu a Medalha de Campanha concedida conforme Diploma emitido pela FEB em 15.09.48. É membro honorário do IV Corpo do Exército Americano segundo o diploma emitido pela ANVFEB por transcrição da autorização contida no Boletim Interno nº 164, de 27.06.45, da 1ª Divisão de Infantaria Divisionária. Em 14 de abril de 2003, através da ANVFEB, recebeu cidadania honorária de Montese – Itália. Retornou da Itália em 17.09.45 no navio General Meigs.

Antonio Medina nasceu nas terras do município de São João Nepomuceno no dia 07.02.1918 e viveu em Argirita, antigo distrito de Leopoldina, quando voltou da Guerra. Casou-se em 30.12.46 com Argentina Gonçalves Medina e com ela teve os filhos: Antonio José, Alberto, Alaor, Anderson, Alda, Ana Lúcia, Alcimar e Alfredo. Faleceu no dia 11.04.2015.

04 – ANTONIO NUNES DE MORAIS consta nos arquivos da ANVFEB – Associação Nacional dos Voluntários da FEB, Juiz de Fora (MG) como o soldado 1G 294.410. Embarcou para a Itália com o 6º RI em 02.07.44 e retornou com o mesmo Regimento Ipiranga em 18.07.45. A mesma fonte registra que ele nasceu em Argirita em 25.10.1915. Casou-se com Deolinda Cândida de Morais, nascida em 17.11.27, com quem teve os filhos: Wanda Maria, Paulo Sérgio, Antonio Filho, Luiz Carlos, Eliziário, Maria Celeste e Angela Cecília.

05 – ANTONIO VARGAS FERREIRA FILHO tem seu nome no monumento da Avenida dos Expedicionários e na relação dos alunos da Escola Estadual Luiz Salgado Lima acima citada. Informações de familiares dão conta de que era carinhosamente tratado por “Antonio Dezoito” e que participou do patrulhamento da costa brasileira. Na década de 1980, trabalhou como mecânico em unidade do Exército Brasileiro, em Juiz de Fora (MG).

Antonio era descendente de Joaquim Ferreira Brito (3), do grupo dos principais formadores do Arraial do Feijão Cru. Casou-se com Balbina Borella Zangali (Sangalli). Faleceu em 14.08.14. Antonio e Balbina foram pais de: José Heleno, Osvaldo, Maria do Carmo, Antonio Carlos e João Batista Zangali (Sangalli) Vargas.

Por hoje o Trem de História fica por aqui. No próximo Jornal a viagem continua.

Notas

(1) PEREIRA, Rodolfo. Leopoldinenses na FEB (1943-1945). Publicado em 20 nov. 2013. Disponível em <http://www.acropolemg.blogspot.com.br/search/label/FEB&gt;. Acesso em 08 mar. 15.

(2) RODRIGUES, José Luiz Machado e CANTONI, Nilza. Nossas Ruas, Nossa Gente. Rio de Janeiro: particular, 2004. p.21.

(3) CANTONI, Nilza. Família Ferreira Brito: personagens da História de Leopoldina. 3. ed. Publicado em  19 nov. 2011. Disponível em <http://www.cantoni.pro.br/f_brito/pafg81.htm&gt;. Acesso em 09.01.15.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de junho de 2015

XXIV Concurso Nacional de Poesias Augusto dos Anjos

Edital do Concurso

 

II Concurso Literário da ALLA

A Academia Leopoldinense de Letras e Artes abrirá inscrições para seu concurso 2015 no próximo dia 15 de junho.

Nascidos em junho de 1915

8 jun 1915

  • José filho de Francisco José Botelho Falcão e de Ana Maria de Oliveira Ramos
  • Ubirajara filho de Frederico Cintra Rodrigues da Costa e de Maria Eliza Gomes
  • América Machado de Andrade filha de Américo José Machado e de Altina de Andrade Neto

10 jun 1915

  • José filho de Antonio Pereira da Silva e de Matilde Porcina do Patrocínio

13 jun 1915

  • Filomena filha de Américo de Castro Lacerda e de Nair da Gama

15 jun 1915

  • Anibal filho de Olímpio Augusto de Lacerda e de Rita Ferreira Brito

16 jun 1915

  • Preciliana filha de José Augusto Tavares Pinheiro e de Rita Batista Monteiro

24 jun 1915

  • Antonio Bartoli filho de Alfredo Bartoli e de Virginia Rosa Carraro

25 jun 1915

  • Francisco filho de Izolino de Macedo Freire e de Maria Cipriana de Carvalho
  • Amelia Maria Saggioro filha de Antonio Saggioro e de Octavia Lorenzetto

 

Tereza Flauzina Ferreira Brito

Há 160 anos, no dia 1 de junho de 1855, nascia esta filha de Inácio Ferreira Brito e Mariana Ozória de Almeida, neta paterna de Manoel Ferreira Brito e Maria Josefa da Silva, neta materna de Joaquim Cesário de Almeida e Luciana Esméria de Almeida.

Tereza Flauzina Ferreira Brito casou-se no dia 30 de junho de 1877, na matriz de Nossa Senhora da Conceição da Boa Vista, com Antônio Eleotério Ferreira Neto, filho de Domingos Ferreira Neto e de Rita Firmina de Sena. Ele era neto paterno de Joaquim Ferreira  Brito e Joana Maria de Macedo, sendo neto materno de João Gualberto Ferreira Brito e de Maria Venância de Almeida.

Observe-se que João Gualberto, avô materno do marido de Tereza, era filho de Joaquim Ferreira Brito, avô paterno do mesmo Antônio Eleotério. Tereza e seu marido eram bisnetos de Manoel Antônio de Almeida que foi o pai da avó materna de Antônio Eleotério.

O casal Tereza e Antônio teve, pelo menos, oito filhos: Antônio, Enéas, Amélia, Alzira, Ana, Mariana, Altiva e Álvaro.