18 opiniões sobre “Assentos Paroquiais de Matrimônio em Leopoldina”

  1. Olá Nilza, me impressiono pela disposição e incrível trabalho feito por vocês. Estou tentanto montar minha árvore e travei no meu vô Américo Flores, que nasceu em 22 de dezembro de 1913 em Leopoldina e faleceu em 29 de dezembro de 1981 em Mandaguari/PR. A única outra informação que tenho são seus pais, que pelas histórias orais acredito terem casado em Leopoldina: Antonio Flores e Anna Flores de Jesus. Segue a certidão de óbito dele (nº 1443): https://i.imgur.com/ApJJO4a.jpg

    Qualquer informação já ajudaria muito, se você conhece algum Flores de Leopoldina me avise 🙂

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    1. Obrigada pelo apoio. Encontrei apenas o nome Antônio Flores de Oliveira. Pai de Geraldo, nascido 23 junho 1909; Américo, nasc. 25/09/1911; Maria, 28/06/1913 e Antônio, 01/06/1916. Provavelmente vc tem a data pelo registro civil que deve ter sido feito com atraso. Para identificar a família dele seria necessário encontrar o casamento, o qual não consta nas fontes que consultei. Parece que um Antônio Joaquim de Oliveira era conhecido por Antônio Flores por volta de 1920. Não pesquisei o assunto.

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      1. Nilza, você não tem ideia da ajuda que você deu, me parece que você acertou tudo, pois no batismo estão todos filhos de Antônio Flores e Anna (Ana) de Jesus, fora o Américo. Em contato com parentes nós últimos dias confirmaram que a única informação que sabem é que existiam os irmãos Antônio e Maria, e possivelmente Geraldo e um Vicente. Se não fosse muito incômodo, queria saber sobre os registros civis… Eles não estão disponíveis no FamilySearch, você sabe de algum lugar que estão? Apenas presencialmente, se sim, em que lugar?

        Novamente agradeço de coração pela ajuda, deixou toda a família interessada 🙂

        Infelizmente só com o casamento acho que encontraria mais mesmo, pois os filhos Américo e Maria parecem ter saído de Leopoldina cedo, já que Antônio e Anna morreram em ~1928 e ~1919, respectivamente (informa o registro de casamento de 1937 de Américo e Floriza em Ribeirão Claro/PR). Em nome de toda família “Flôres/Flôr”, muito obrigado!!

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      2. Obrigado novamente Nilza!

        Requisitei a certidão de nascimento de meu avô Americo, filho de Antonio e Anna, ao cartório de Leopoldina, e descobri algumas coisas interessantes.

        Primeiro, informa que ele nasceu, em 25 de setembro de 1911, na residência de Antonio Flores de Oliveira “na fazenda do Paraiso deste Districto”. Creio que talvez seja a histórica Fazenda Paraíso de Leopoldina, sobre a qual você escreveu alguns artigos aqui.

        Segundo, os padrinhos estão listados como “José Cachavara e Dona Anna Scantambulo (sic)”, o que pode ser corruptela de Giuseppe Angelo Calzavara e Anna Maria Scantamburlo, sobre os quais você publicou a descendência aqui também (teriam mais de 50 anos quando padrinhos, isso é normal?). Testemunhas são Seraphim (ou Seraphino) Guarda e Abílio Tavares do Amaral.

        Infelizmente, quanto à ascendência, a certidão não informa tanto:
        – Antonio Flores de Oliveira, filho de Francisco Antonio de Oliveira e Rita Flores de Jesus
        – Anna Flores de Jesus, filha de Americo (mais um) Jose Flores e Carmelina Flores de Jesus.
        Chama a atenção os sobrenomes em comum de Rita e Carmelina, talvez irmãs? Enfim…

        Seria interessante se fossem de Leopoldina também, mas a certidão apenas diz “todos naturaes deste Estado”. De qualquer forma, queria apenas relatar meus achados e agradecer imensamente pelo seu auxílio. Se algo te chamar atenção, por favor, ilumine o caminho novamente!

        Abraços,
        Americo Mendes Flores
        Poços de Caldas/MG

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      3. Obrigada pelo retorno, Américo. Concordo com sua leitura dos nomes dos padrinhos. Eles trabalharam na Fazenda Paraíso.
        Observei que nos assentos de batismo de filhos de Antônio Flores de Oliveira o nome da mãe aparece como Ana Flores de Jesus (Geraldo e Maria), Carmela Maria Flores (no de Américo) e Ana Maria Flor (no batismo de Antônio). Os padrinhos de Antônio foram Antônio José Flor e Angelina Maria de Oliveira.
        Talvez os casais Francisco-Rita e Américo-Carmelina fossem portugueses e o formato do nome de Rita tenha sido escolha do escrivão, já que não era usual a adoção de sobrenome do marido.

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  2. Oi Nilsa.
    Estou a procura de um documento para fins de cidadania de Francisco Riene ou de sua filha Celestina Maria Riene mas não consigo encontrar, talvez você tenha em seus registros. Poderia por favor me ajudar?
    Grata
    Helena Ornelas P. dos S. Pena

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  3. Boa tarde Nilza, gostaria muito da sua ajuda. Estou reunindo documentos para tirar a cidadania italiana da minha filha e neto, não consigo encontrar a certidão de casamento e óbito de Cristina Pradal , casada com Manoel Joaquim da Cruz (português), ela chegou ao Brasil em 1891 com 16 anos e , soube essa semana que eles foram pra Leopoldina, será que pode me ajudar a encontrar esses dois documentos? Não sei a data do casamento nem do óbito.

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    1. Olá, Miriam. Os nomes citados não constam do nosso banco de dados. Ao que se saiba, somente a italiana Augusta Pradal foi para Leopoldina alguns anos depois de ter passado ao Brasil, acompanhando o marido também italiano. Além de ter chegado depois da data mencionada por você, não descobrimos parentesco de Augusta com os Pradal que entraram no país pelo Espírito Santo.

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  4. Nilza, sempre bom ver sua pesquisa! Por acaso você teria mais informações sobre o casamento de José Gama de Moraes Lima e Maria José de Freitas? Obrigado!

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  5. Olá, Nilza! Gostaria primeiramente de parabenizá-la e agradecê-la por seu trabalho! Meu bisavô casou-se em Leopoldina em 1892 e acredito que possa ter encontrado o assento matrimonial em seu índice. Existem, porém, algumas divergências. Acredito eu que possam ser erros aceitáveis para a época ou até mesmo uma caligrafia confusa nos livros que ocasionou um erro no momento da transcrição. O sobrenome de meu bisavô (Cândido dos Santos Fernandes) encontra-se invertido, mas, como o mesmo veio de Portugal, não fico muito surpresa com estas confusões ao chegar no Brasil. Já o sobrenome de minha bisavó, nascida Ventura de Macedo (segundo a parte mais próxima dela da família), consta como Ventura de Mendonça no índice. A data é a mesma informada por familiares, 10 de setembro de 1982. Peço desculpas por incomodá-la com este assunto, porém já tentei contato com e-mails de MG e ainda não obtive resposta de onde ou quem devo procurar para ter acesso ao inteiro teor deste documento. Moro no RJ e infelizmente não tenho fácil acesso à cidade. Meu objetivo é descobrir a cidade exata de Portugal de onde veio Cândido e confirmar o nome de seus pais (Francisco e Joaquina). Acha que consigo essas informações com esse registro? Li em uma análise sua que foram negligenciados os locais de origem dos portugueses nesses assentos em alguns dos casos. Agradeço desde já por sua ajuda, Bruna Fernandes.

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    1. Olá, Bruna. O problema pode ter origem nos documentos que os noivos apresentaram. Num caso semelhante, descobri que as diferenças vieram nos atestados de batismos emitidos em Portugal. Mas neste caso eu não tenho pistas para procurar o nascimento do noivo. Vou transcrever o assento com ortografia e pontuação originais.
      “Aos dez dias do mez de Setembro do Anno de mil oito centos e noventa e dous nesta Freguezia de S. Sebastiao da Cidade Leopoldina em minha presença e das testemunhas Jose Fernandes dos Santos e Casemiro da Silva Rosa receberam-se em Matrimonio com palavras do presente os Contrahentes Candido Fernandes dos Santos, filho legitimo de Francisco dos Santos Fernandes e D Joaquina de Jesus, natural de Portugal e residente n’esta Freguezia com D Maria Ventura de Mendonça, filha legitima de Jose Rodrigues Macedo e D Helena Ventura de Mendonça, natural desta Freguezia, não receberam as Bençãos foi porem observado o que determina o Sagr. Conc. Trid. e Const do Bispado: para constar lavro este termo em que me assigno = OVigrº Jose Franº dos Santos Durães”
      Uma observação: na época, as mulheres não costumavam usar sobrenome de família, mas nomes de devoção. Quando usavam sobrenome, era comum que repetissem o da mãe. Infelizmente eu não tenho o batismo de Maria para conferir como os nomes dos pais foram lançados.

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  6. Estou cada vez mais contente em saber sobre a História dos Imigrantes Italianos. Recebo por e-mail as matérias muito bem escritas e causando em mim conhecimentos maravilhosos. Vi na lista dos casamentos o nome de meu avô português Luis Rodrigues Leal, por parte de mãe que se casou com Maria Ursolina Togni minha avó italiana por parte também de minha mãe Lionor Rodrigues Leal nome de solteira. Casou com meu pai, Alcides Ignácio Theodoro, tendo 09 filhos juntos. Muito obrigada cada vez mais pelas matérias escritas divulgando momentos tão importantes. Atenciosamente, Angela Cristina Theodoro de Santana (filha número 08 dos 09 filhos). Grande abraço!

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