Nascidos em Leopoldina há cem anos

1 nov 1915

Julieta, filha de Ramiro Zenobi e de Maria de Jesus Pereira Barbosa

4 nov 1915

Wanda, filha de João Samuel e de Henriqueta de Oliveira

6 nov 1915

Luiza, filha de Pedro Machado Dias e de Maria Garcia de Matos

14 nov 1915

Calíope Barroso Lintz, filha de José Martiniano Barroso Lintz e de Inácia de Souza

17 nov 1915

João Maragna, filho de Artur Maragna e de Idalina Perillo

24 nov 1915

Celia, filha de José Marinho Amarante e de Albina Monteiro

26 nov 1915

José Coutinho, filho de Ricardo dos Reis Coutinho e de Maria Cândida

28 nov 1915

Emilia, filha de Silvano Barbosa da Rocha e de Ana de Melo Gouvêa

30 nov 1915

Gasparina, filha de Francisco Marques Dideco e de Amelia Rezende Viveiros

Outubro de 1915

Nascimentos em Leopoldina

1 out 1915

João Bedin, filho de Florindo Bedin e de Maria Carraro

15 out 1915

Gabriel Reis Junqueira, filho de Tomé de Andrade Junqueira e de Iria dos Reis Junqueira

19 out 1915

Palmira Garcia, filha de Silvandino Funchal Garcia e de Esmenia Ferreira

24 out 1915

Marilia, filha de Artur Guimarães Leão e de Iramira Furtado

25 out 1915

Agostinho Rodriguez, filho de Salvador Rodrigues Y Rodriguez e de Maria Tereza de Jesus

25 out 1915

José Giuliani, filho de Luigi Giuliani e de Teresa Ermini

31 out 1915

José, filho de Julio Figueiredo Sabino Damasceno e de Francisca Antunes Barbosa

Nascimentos em setembro de 1915 em Leopoldina

8 set 1915

Luiz Pimentel, filho de Aurelio Pimentel e de Carolina Marangoni

11 set 1915

Paulo Lisboa, filho de Luiz do Amaral Lisboa e de Maria da Conceição Garcia

17 set 1915

Yvete, filha de Luiz Eugênio Botelho e de Cynira Capdeville

25 set 1915

Nila, filha de José Martins de Souza e de Alice Soares Barcelos

26 set 1915

Maria José Dietz Rodrigues, filha de Antonio Germano Rodrigues e de Maria Dietz Tavares

30 set 1915

Luiz Garibaldi Maragna, filho de Higino Maragna e de Olga Coelho dos Santos

Centenário de Nascimento de leopoldinenses

Crianças nascidas em junho de 1913 em Leopoldina:

Dia 1

Carlos Antonelli filho de Sante Antonelli e de Maria Rosa Richardelli

Dia 2

Adauto Neto Figueira da Costa filho de Tobias Figueira da Costa e de Mariana Vargas Neto

Dia 6

Lauro Gonçalves Neto filho de João Ventura Gonçalves Neto e de Alcina Paula Moraes

Dia 13

Antonio Gigli filho de Celso Gigli e de Ida Fontanella

Dia 15

Amelia filha de Miguel Arcanjo Monteiro de Rezende e de Francisca de Rezende Lara

Dia 16

José Ferreira Garcia filho de Silvandino Funchal Garcia e de Esmenia Ferreira

Dia 27

Antonio Machado Matos filho de Pedro Machado Dias e de Maria Garcia de Matos

Maria Luiza Lisboa: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 15 de outubro de 1911, filha de Luiz do Amaral Lisboa e Maria da Conceição Garcia.
Seu pai era filho do açoriano Tomaz Pereira do Amaral Lisboa e de Albina de Souza Werneck. Sua mãe era descendente dos Garcia de Matos e dos Vargas Corrêa, antigos moradores do então Feijão Cru.

Ascendência de Wander Barbosa Ladeira

Estudo Provisório de Nilza Cantoni publicado a pedido do descendente. A partir da 8ª geração as informações tem origem exclusivamente em literatura publicada.

Uma viagem imaginária a Piacatuba

Crônica de José Luiz Machado Rodrigues publicada no jornal comemorativo do sesquicentenário do antigo distrito de Nossa Senhora da Piedade.

 

Piacatuba, distrito de Leopoldina, MG

Este ano comemoram-se os 150 anos de criação do distrito de Piacatuba. Os Fajardos, que têm sua origem ali, assinalaram a data com um bloco carnavalesco formado pela família, que desfilou pelas ruas de Leopoldina espalhando alegria e animação.

De nossa parte, pacatos filhos do bairro da Onça, optamos por comemorar a data percorrendo, numa viagem imaginária, as estradas do distrito, para abraçar amigos, rever lugares e curtir saudades. Tomamos nossa fantasia dos tempos da roça, arreamos o cavalo, enchemos o bornal cáqui com as mais gostosas “bolachas da padaria Lamarca” e rumamos para Piacatuba.

Logo chegamos à fazenda da Bela Aurora, que um dia virou fazenda do Banco, quem sabe por obra de alguma hipoteca executada pelo Banco do Brasil. Lá, recordamos que a Bela Aurora pertenceu a Tobias L. Figueira de Mello, que virou nome de rua em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Fazenda esta, havida, segundo o jornal O Leopoldinense, de 28.03.1895, por via de uma ação de execução movida contra Emerenciana Garcia de Mattos e que no início dos anos de mil e novecentos, foi adquirida por Paulino Augusto Rodrigues, nome lembrado em rua da cidade.

Seguimos nossa viagem e, passando pela Estiva, fomos conhecer a história da fazenda Filadélfia, onde o proprietário atual se esforça para preservar o pouco que ainda resta da antiga sede. A Filadélfia chamava-se fazenda Córrego da Onça. Pertenceu ao grande jurista e memorialista Francisco de Paula Ferreira de Resende. Segundo palavras do próprio Resende, seu nome foi mudado porque, tendo ele, “naquele tempo perdido quase de todo a esperança de chegar a ver a república estabelecida neste nosso amplívago império, eu quis que nessa vida solitária em que teria agora de viver, o nome do meu retiro me recordasse essa república pela qual vivia sempre a suspirar sem nunca vê-la; e, então, dei à fazenda o nome da grande cidade em que se proclamou a primeira das repúblicas americanas”.

Da Filadélfia entramos no distrito de Piacatuba logo depois da fazenda da Alegria, terras do Juca Barbosa, ainda hoje pertencentes e preservadas pela família. Deixamos a Samambaia e o Valverde à esquerda, cruzamos o Rio Pardo, subimos os montes da Boa Vista e depois da fazenda Bela Vista, chegamos à fazenda Santa Rita, na divisa com o município de Argirita. Cruzamos, em seguida, os lugares chamados Capoeirão e  Braúna para conhecer a fazenda da Graminha, no sopé da serra dos Pintos, na divisa de São João Nepomuceno, bem junto ao Rio Novo.

Por esse rio descemos, pelo espelho das águas mansas da represa da Usina Maurício. Tomamos emprestado o violão e os versos da música “Poeira D’Água”, do Serginho do Rock e curtimos o lugar onde “a corredeira cai nos braços de um remanso e a cachoeira dá luz a um ribeirão”.

Paramos na Cachoeira Alegre, antes de continuarmos margeando o rio e passar pelas fazendas Boa Esperança, Limeira, Palmeira e Fortaleza, que ficam no ponto extremo do município, entre Itamarati e Cataguases.

Seguimos andança pela fazenda da Macaúbas, que pertenceu a Antônio Augusto de Souza, proprietário da usina de açúcar de Cataguases e, posteriormente, a Francisco Gama de Oliveira. Visitamos o Chalé, terras da sogra do mesmo Antônio Augusto. Deixamos de lado o Mato Dentro e a fazenda da Aurora, lá para as bandas da estrada de Cataguases e, rapidamente, chegamos à Vargem Linda, ao aeroporto, à fazenda experimental, ao pesque-e-pague, à antiga Casa Timbiras, à Casa da Escola, onde lecionou Dona Pequetita (Maria Machado Rodrigues), minha mãe e, um pouco mais para o lado, os alicerces da antiga fazenda do Engenho, onde residiu o subdelegado Theóphilo José Machado, meu avô.

Assistimos a uma partida de futebol  no campo do União, reminiscências do goleiro Bacuráo que, se a memória não falha, era do Carrapato, terras do Zeca Vital.  Depois, fomos rever a cotieira que existia ali, imediações do Arrasta Couro, e apreciar as plantações do Aterrado.  Não perdendo a viagem, esticamos até a Ressaca, antiga propriedade da família Furtado.  Alcançamos, depois, a Santa Cruz, terras do Joaquim Honório de Campos, o Barão do Rio Pardo, filho de Elias Gonçalves Campos e Maria Claudina de São José, falecido em 03.12.1881, aos 72 anos, segundo nota do jornal O Leopoldinense, de 10.12.1881.  A Santa Cruz foi uma fazenda importante na vida da cidade.  Que o digam os estudiosos da tradicionalíssima família Fajardo.

Rumamos depois para a  Santa Maria.  Esta fazenda pertenceu a Manoel Pereira Valverde, meu bisavô e irmão do Francisco Pereira Valverde, dono da fazenda Indaiá.

Dali alcançamos a velha “Piedade”, hoje Piacatuba. Subimos a ladeira cujo calçamento, com desnível para o centro, nos remete a um passado instigante. Saboreamos a paz e a beleza das edificações antigas. Conhecemos um pouco da história do ilustre clínico – hoje esquecido por aqui – Dr. Joaquim Antonio Dutra, que ali viveu a partir do final do século XIX até, pelo menos, abril de 1895 quando partiu para Ouro Preto.  Na antiga capital, ocupou uma cadeira no Senado mineiro, escolhido numa eleição onde foi o mais votado no estado. Esse mesmo Dr. Dutra, que foi vereador especial por Piacatuba, presidente da câmara municipal de Leopoldina, agente executivo, médico conceituado, cidadão respeitado, político de grande prestígio, fundador da Casa de Caridade Leopoldinense, e que hoje é nome de rua na cidade de Barbacena, onde exerceu o cargo de primeiro diretor do Hospital de Alienados.

Depois, em silêncio de fim de crônica, elevamos uma prece ao pé da cruz queimada.

Rio, 19.03.2001

José Luiz Machado Rodrigues

Antonio José Machado

Esta é mais uma das atualizações de nossos antigos Cadernos de Família, divulgados entre 1970 e 1990.  Reputamos como bastante difícil estudar os Machados por causa da homonímia. Dos livros paroquiais de Leopoldina relativos ao século XIX, recolhemos 8 personagens com o nome de Antonio Machado, 13 chamados Antonio José Machado e 6 cujo nome anotado foi José Antonio Machado. Ainda assim foi preciso listar todos os batismos e ordená-los pelo nome das mães, estudar individualmente cada uma delas para reduzir ao número aqui mencionado. Porque um mesmo personagem aparece como Antonio no batismo de um filho, como Antonio José no de outro e como José Antonio num terceiro batismo. Considerando que algumas mães são também homônimas, o estudo das famílias dos cônjuges foi indispensável. Estão entre os  personagens mais complexos destes estudos.

Feita a comparação dos assentos de batismo com os de casamentos dos Antonios e dos filhos, surgiu um complicador: alguns usuários do sobrenome aparecem com o acréscimo do “Dias” nos registros posteriores a 1880. Acreditamos que a homonímia tenha sido, mais uma vez, a causa da adoção de outro sobrenome. Não encontramos justificativa para a escolha do “Dias” como diferencial.

Mesmo após tantas adições com acréscimos obtidos em novas buscas, sabemos que ainda não é a versão definitiva. Novos documentos poderão surgir para esclarecer uma série de dúvidas que ainda restam.

Adotamos a composição de nome mais incidente para cada personagem. No caso em questão, a primeira vez que encontramos o sobrenome Dias foi em janeiro de 1887, no batismo do filho Pedro. Em registros posteriores tal sobrenome volta a desaparecer.

Antonio José Machado é como o nome aparece nos batismos de Maria, João, Umbelina, Horácio, Antonia e Laura, filhos de seu casamento com Luiza Maria de Jesus, bem como em seu casamento com Júlia Rosa de Jesus. É também como o nome foi anotado no batismo de Maria, filha de seu primeiro casamento com Custódia Maria de Jesus.

É possível que a adoção do novo sobrenome tenha influência de autoridades civis. Nos alistamentos eleitorais pesquisados, relativos ao final do século XIX, o sobrenome aparece em quase todos os registros, apenas com variação dos dois nomes. Ou seja, algumas vezes temos Antonio José Machado Dias e em outras encontramos José Antonio Machado Dias. Em pesquisas realizadas na 1ª Secretaria do Fórum de Leopoldina encontramos a mesma variação.

 Lembramos, ainda, que alguns descendentes acrescentaram Neto ao sobrenome e, uma ou duas gerações depois, a supressão do Machado vem confundi-los com outra família tradicional de Leopoldina: os Neto.

ANTEPASSADOS DE ANTONIO JOSÉ MACHADO

Filho de José Bernardino Machado e Maria Antonia do Nascimento nasceu em terras do Rio Pardo, hoje município de Argirita. Seu pai faleceu a 27 de Setembro de 1886 em Leopoldina e sua mãe faleceu entre 1886 e novembro de 1893.

José Bernardino não declarou, em 1856, de quem comprou as terras que divisavam com Albina Joaquina de Lacerda, Antonio José Monteiro de Barros, Joaquim Ferreira Brito, Manoel Antonio de Almeida, João Antonio Ribeiro e José Rodrigues Carneiro e Souza. Sabemos apenas que totalizavam 70 alqueires por ocasião do Registro.

Outro filho de José Bernardino ligado à história de Leopoldina foi José Bernardino Machado Filho, falecido a 25 de Maio de 1884 em Leopoldina, deixando viúva Ana Rosa de Jesus.

Na geração seguinte vamos encontrar os avós paternos de Antonio José como moradores de Santa Rita de Ibitipoca. Foram eles:  Bernardino José Machado, batizado em 1786 em  Santa Rita do Ibitipoca, casado com Maria [Rolsa ou] Ribeiro de Almeida, também batizada em Santa Rita de Ibitipoca em 1787.

A avó paterna ainda está a merecer maiores estudos, uma vez que no livro Genealogia dos Machados e Fonsecas, de Raimundo da Fonseca, encontramos informações bastante divergentes de nossas pesquisas em relação aos nascimentos de filhos e netos.

Bernardino José era filho de Antonio José Machado e Izabel Correia de Moraes, casal mencionado em diversos de nossos estudos em virtude de se ligarem aos Almeida Ramos, povoadores de Leopoldina.

DESCENDENTES DE ANTONIO JOSÉ MACHADO [Dias]

Casou-se provavelmente em Bom Jesus do Rio Pardo com CUSTÓDIA MARIA DE JESUS, com quem teve um filho homônimo por volta de 1858. Em terras do antigo distrito da Piedade nasceu sua segunda filha, batizada a 25 de Março de 1860 com o nome Maria.

A 24 de Dezembro de 1862 nasceu a primeira filha do segundo casamento com LUIZA MARIA DE JESUS. Deste casamento foram filhos também: João Machado Dias (1865), Umbelina (1867), Firmino Machado Dias (1873), Horácio Machado Dias (1879), Antonia Maria de Jesus (1872), Cristiano Machado Dias (1883, Laura Maria de Jesus (1884) e Pedro Machado Dias (1886)

Casou-se pela terceira vez a 18 de Novembro de 1893, em Piacatuba, com JÚLIA ROSA DE JESUS, filha de JOAQUIM ALVES PEREIRA e RITA MARIA DE JESUS E SOUZA. Oficialmente consta que Júlia Rosa era natural de Cataguases. No entanto a análise de documentos de suas irmãs nos levou a concluir que seus pais residiam em terras no distrito de Piacatuba desde a época do seu nascimento. Na Igreja de Nossa Senhora da Piedade foi batizada sua irmã Belmira a 27 de Abril de 1872. Amélia, a outra irmã, casou-se também em Piacatuba a 26 de Julho de 1894, tendo declarado nascimento naquele distrito.

Do terceiro casamento encontramos apenas um filho, Júlio, nascido em 1896.

Dos 12 filhos de Antonio José Machado Dias encontramos descendência apenas para os abaixo discriminados.

1 – JOSÉ ANTONIO MACHADO nasceu em Piacatuba por volta de 1858 e casou-se com VIRGINIA PEREIRA DE ALMEIDA a 23 de Junho de 1880. Ela nasceu a 7 de Março de 1866 em Leopoldina, filha de ANTONIO AMANCIO PEREIRA e  MARIA JOSÉ DE ALMEIDA.

Foram pais de:

– ANTONIO, nascido a 8 de Abril de 1882, batizado a 4 de Junho do mesmo ano;

– CUSTÓDIA, nascida a 4 de Setembro de 1883, batizada a 22 Janeiro de 1884;

– MARIA, nascida a 29 de Dezembro de 1885, batizada a 25 de Janeiro de 1886;

– ERNESTINA, nascida a 15 de Agosto de 1887, batizada a 27 de Dezembro do mesmo ano;

– ERNESTO, nascido a 19 de Novembro de 1893, batizado a 2 Junho de 1894.

4 – JOÃO MACHADO DIAS, nascido a 17 de Maio de 1865, batizado a 11 de Junho do mesmo ano, casou-se com AMÉLIA VALENTINA. Uma de suas filhas, de nome Maria da Conceição, casou-se com descendente dos Gomes da Fonseca de Conceição da Ibitipoca.

6 – FIRMINO MACHADO DIAS, nascido por volta de 1873, teve o filho Otavio, em 1905, com Francisca Brito.

7 – HORÁCIO MACHADO DIAS nasceu a 21 de Novembro de 1879, foi batizado a 8 de Fevereiro de 1880, casou-se com EDWIGES CRISTINA DE CASTRO a  26 de Maio de 1900 em Piacatuba. Ela era filha de ANTONIO PINTO DE CARVALHO e MARIA CRISTINA DE CASTRO, família com origem em Formiga, onde em 1886 corria o inventário de Maria Guilhermina de Carvalho, mãe de Antonio.

Foram pais de:

– Antonio Machado de Carvalho nascido 1901 e falecido em 1954 em Cataguases. Casou-se em 1923 com Camelia Gomes Machado, nascida em Leopoldina em 1906 e falecida em Cataguases em 1982, com 8 filhos;

– Rebeldino Machado de Carvalho nascido em Piacatuba em 1903 e falecido em Leopoldina em 1976. Casou-se a primeira vez com Gasparina Barbosa de Oliveira, nascida no povoado de São Lourenço, em Leopoldina, no ano de 1905, filha de Adriano Furtado de Oliveira e Floripes Barbosa, com quem teve a filha Maria Aparecida em 1928. Casou-se a segunda vez em Leopoldina, em 1929, com sua cunhada Maria Eulalia Barbosa, nascida em Piacatuba em 1908, com quem teve o filho Otavio Machado de Carvalho Sobrinho, nascido em Leopoldina em 1937;

– Otavio Machado de Carvalho, nascido em 1905 e falecido em Leopoldina em 1981, casou-se em 1930 com Petrina Gomes, com descendência estudada pela filha Consuelo Machado de Carvalho;

– Homero Machado de Carvalho, nascido em Leopoldina em 1906, casou-se em 1962 com Carmen Mürer de Castro, segundo Consuelo Machado de Carvalho.

8 – ANTONIA MARIA DE JESUS nasceu a 23 de Junho de 1882 em Piacatuba, onde foi batizada a 19 de Agosto do mesmo ano. Casou-se também em Piacatuba com FIRMINO CARLOS DE OLIVEIRA, a 12 de Março de 1898. Ele era filho de JOSÉ VITAL DE MORAES e UMBELINA CASSIANO DO CARMO, nascido a 14 de Agosto de 1864 em Piacatuba. Firmino faz parte de outro de nossos estudos, além de ter tido a família estudada por José Luiz Machado Rodrigues.

9 – CRISTINO MACHADO DIAS casou-se a primeira vez com DALVINA PIRES DE OLIVEIRA a 17 de Maio de 1903 em Piacatuba. Ela era filha de JOÃO CAMILO PIRES DE OLIVEIRA e HONORATA HIGINA. Casou-se a segunda vez com MARIA DA CONCEIÇÃO CABRAL, nascida em Leopoldina em 1887, filha de Antonio Augusto d’Aquino Cabral e Maria Antunes Pereira.

Do primeiro casamento localizamos os filhos Ester, nascida por volta de 1904 em Piacatuba; João, nascido a 16 de Dezembro de 1908, e batizado em Piacatuba a 8 de Agosto de 1909; e MARIA, nascida a 10 de Abril de 1911 e batizada a 17 de Julho do mesmo ano em Piacatuba.

Do segundo casamento foram os filhos: Luiza (1915), José (1916), Maria (1917), Ruy (1919), Lourdes (1920) e Joaquim Machado Cabral que se casou com Magnolia do Prado e foram avós maternos de Priscila que em 2018 colaborou com informações sobre seu grupo familiar.

10 – LAURA MARIA DE JESUS nasceu a 24 de Junho de 1884 em Leopoldina. Casou-se com FRANKLIN FURTADO DE OLIVEIRA com quem teve, pelo menos, os seguintes filhos: Cornelia; Arthurina (1900); Ozieta (1919) c/c Francisco Pereira Machado; Franklin Filho c/c Aurora Pereira Barbosa; Maria Luiza c/c Manoel Caetano Filho; Jayme Machado de Oliveira c/c Nair Alves; e Margarida c/c Sebastião de Oliveira.

11 – PEDRO MACHADO DIAS nasceu a 14 de Novembro de 1886 em Leopoldina e casou-se com MARIA MATOS, filha de SIMPLICIANO GARCIA DE MATOS e TEREZA CAROLINA DE ALMEIDA.  Faz parte dos estudos sobre as famílias Almeida Ramos e Garcia de Matos.

Fontes utilizadas neste trabalho:
- Mapa da População do Feijão Cru, 1838 e 1843
- Igreja de Bom Jesus do Rio Pardo, Argirita - livros de batismos e casamentos de 1839 a 1901
- Igreja Matriz de Nossas Senhora da Piedade, Piacatuba, Leopoldina, livros de batismos, casamentos e óbitos de 1851 a 1920.
- Paróquia de São Sebastião de Leopoldina, livros de batismos e casamentos de 1852 a 1920
- Igreja de Santo Antonio de Tebas - livro 1 de batismos
- Registro de Terras de Leopoldina, 1856
- 1ª Secretaria do Forum de Leopoldina, processos relativos ao século XIX
- Cartório de Registro Civil de Piacatuba, livros 1 e 2 de nascimentos, 1 e 2 de casamentos
- Cartório de Registro Civil de Leopoldina, MG, livros 1 e 2 de nascimento e 1 de casamentos
- Arquivo da Prefeitura Municipal de Leopoldina - Livros 1 e 2 do Cemitério e livros da Câmara Municipal do Império
- Alistamento Eleitoral de Leopoldina, 1892 a 1895