História, Memória e Identidade

Nos últimos meses cresceu o número de pessoas que nos procuram em busca de informações sobre seus antepassados italianos. Muitos deles querem apenas os dados que lhes permitirão requerer o reconhecimento de cidadania. Outros se interessam pela história da família e se surpreendem quando percebem que a memória de seus parentes próximos não corresponde ao que se encontra em outras fontes.

Nem sempre é possível desenvolver o assunto numa troca de e-mails. Até porque, nossas convicções se baseiam em pressupostos teóricos que nem todos compreendem ou aceitam. É o caso, por exemplo, de uma pessoa que desejava saber data e local de nascimento de um antepassado e não concordou com nossa resposta porque em sua família sempre disseram que os parentes vieram para o Brasil para fugir da Segunda Guerra. Oras, como aceitar que o personagem em questão havia nascido no Brasil e que os pais dele aqui chegaram solteiros, na década de 1910?

Para nós, a divergência indica como o assunto Segunda Guerra foi assimilado pela família e descortina outros aspectos da memória familiar e da identidade construída a partir das representações do passado. Para melhor compreensão, sugerimos a leitura de “História, Memória e Identidade: aspectos metodológicos de pesquisa”, de Anne Emilie Souza de Almeida Cabral, apresentado no Encontro Internacional de Formação de Professores e Fórum Permanente de Inovação Educacional de 2015 e está disponível neste endereço.

Eis o resumo:

Este trabalho tem como escopo compreender a relação entre história, memória e identidade e busca compreender como se pode fazer estudos que envolvem a memória. Através de análises das obras de Le Goff (2003); Maurice Halbwachs (1990) e Jeanne Marie Gagnebin (2006), Ecléa Bosi (2003) e Balandier (1990) verificaremos a importância da memória para a compreensão da nossa identidade e também, a história como o meio da narração dessas memórias. E em seguida, faremos uma discussão sobre como se faz pesquisa que envolve a memória dos sujeitos que estão presentes e daqueles que não estão mais no meio de nós, para isso trabalharemos com as pesquisas feitas por Marizete Lucini (2007), a qual aborda sobre o processo de identificação e de Ibarê Dantas que faz um estudo focado na história de vida.

20 Anos do Circolo Trentini de Belo Horizonte

O COMITES BH convida:

FESTA ITALIANA
Venha participar da comemoração dos 20 anos do Circolo Trentino di Belo Horizonte, a realizar-se no dia 27/11/16 (domingo) das 7 às 17 horas à Rua Conceição do Pará, 121 – Bairro Horto, próximo ao Instituto Agronômico.

Teremos música italiana, jogos trentinos e uma homenagem ao Ezzio Savoi (in memoriam).

O valor do convite é de R$ 50,00, e inclui café da manhã colonial, almoço e sobremesas italianos (bebidas à parte).

Será um dia muito agradável e de confraternização entre os ítalo-descendentes e italianos!!!!

Circolo Trentino di Belo Horizonte

Para mais detalhes e informações entrar em contato com: Viviane Araujo – (31) 99363-6162

Ou https://www.facebook.com/events/177081079394915/

20 anos do Circolo Trentino em BH

Semana da Gastronomia Italiana

O Comitato degli Italiani all’Estero convida

Semana da Gastronomia Italiana no mundo

Semana da Gastronomia Italiana no mundo

Genealogia Hoje

O Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais convida para uma palestra com de Michele Cartusciello, fundador e diretor do Museo del Cognome, em Padula, na Província de Salerno.

Convite do IHGMG

Descendentes de Pietro Troccafondo

Neste estudo provisório sobre a descendência de Pietro Toccafondo, mantivemos as regras adotadas em nossos estudos genealógicos no que tange ao uso da grafia de nomes e sobrenomes como encontrados na mais antiga fonte documental. Não são considerados nomes adotados pelas mulheres ao se casarem.

Pietro Toccafondo nasc. cerca de 1847 em San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia c/c Mariana Marinozzi nasc. cerca de 1857 em San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia

……1 Annunziata Toccafondo nasc. 25 mar 1880 em San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia, falec. 24 jan 1957 em Leopoldina, MG c/c Antonio Zachini nasc. Italia. Pais de:

………1.1 Delijna Zachini nasc. cerca de 1906 em Matias Barbosa, MG  c/c Saul Antonio Maimeri nasc. 28 fev 1900 em Leopoldina, MG; São Lourenço, casou-se em 18 dez 1928 em Leopoldina, MG

………1.2 Francisco Zachini nasc. 20 set 1913 em Leopoldina, MG, falec. 05 fev 1992 em Leopoldina, MG c/c Maria de Lourdes Rodriguez nasc. 08 out 1916 em Leopoldina, MG, casou-se em Leopoldina, MG, falec. 15 ago 1976 em Leopoldina, MG. Pais de:

…………1.2.1 Anunciata Zachini

………….1.2.2 Cléia Zachini

…………1.2.3 Lourdes Zachini

…………1.2.4 Marlene Zachini

…………1.2.5 Marli Zachini

…………1.2.6 Marluce Zachini

…………1.2.7 Maura Zachini

…………1.2.8 Maurício Zachini

…………1.2.9 Mauro Zachini

…………1.2.10 Vera Zachini

…………1.2.11 Francisco Zachini nasc. 30 nov 1955 em Leopoldina, MG, falec. 28 abr 1990 em Leopoldina, MG

………1.3 Ernestina Zachini nasc. cerca de 1924 em Matias Barbosa, MG, falec. 27 jul 2012 em Leopoldina, MG c/c Orlando Rodrigues. Pais de:

…………1.3.1 Luiz Antonio Zachini Rodrigues nasc. cerca de 1945, falec. 10 jul 1963 em Leopoldina, MG

………1.4 Iracema Zachini

………1.5 Antonio Zachini

………1.6 João Zachini

………1.7 Pedro Zachini c/c Nizia Lacerda nasc. 30 jan 1917 em Leopoldina, MG, falec. 24 ago 1993 em Leopoldina, MG. Pais de:

…………1.7.1 Antonio Custódio Zachini c/c Maria José Sangalli. Pais de:

……………1.7.1.1 Alessandra Sangalli Zachini nasc. em Leopoldina, MG c/c Tarcisio Gereleti da Silva. Pais de:

………………6 Ana Luiza Zachini da Silva

……………1.7.1.2 Alex Sander Sangalli Zachini c/c Mariana Conti. Pais de:

………………1.7.1.2.1 João Antonio Conti Zachini

………………1.7.1.2.2 Tomás Conti Zachini

………………1.7.1.2.3 Vitoria Conti Zachini

……………1.7.1.3 Patricia Sangalli Zachini c/c Denio Castro. Pais de:

……………… 1.7.1.3.1 Helena Zachini Castro

……………… 1.7.1.3.2 Davi Zachini Castro

…………1.7.2 Carlos Roberto Zachini falec. 19 ago 1999 c/c Aparecida Coutinho. Pais de:

…………… 1.7.2.1 Lilian Coutinho Zachini

…………… 1.7.2.2 Pedro Henrique Coutinho Zachini

…………… 1.7.2.3 Liliana Coutinho Zachini

…………1.7.3 Leda Zachini c/c Paulo Rodrigues Monteiro. Pais de:

…………… 1.7.3.1 Paulea Zachini Monteiro c/c Julio Cesar Rodrigues Lima. Pais de:

………………1.7.3.1.2 João Paulo Monteiro Rodrigues Lima

……………… 1.7.3.1.3 Bernardo Monteiro Rodrigues Lima

…………… 1.7.3.2 Pedro Paulo Zachini Monteiro c/c Gisele Getino. Pais de:

……………… 1.7.3.2.1 Julia Getino Zachini

…………… 1.7.3.3 Lucio Zachini Monteiro c/c Lilian Lopes Horta. Pais de:

……………… 1.7.3.3.1 Lucas Horta Monteiro

……………… 1.7.3.3.2 Leonardo Horta Monteiro

……………… 1.7.3.3.3 Luiz Felipe Lopes Horta Monteiro

…………1.7.4 Luiza Helena Zachini c/c Paulo Rogério

…………1.7.5 Odalea Zachini falec. nov 2007

…………1.7.6 Odete Zachini. Mãe de:

……………1.7.6.1 Vilmar Zachini c/c Vilma. Pais de:

………………1.7.6.1.1 Rogerio

………………1.7.6.1.2 Alice

……………1.7.6.2 Carlos Henrique Zachini

…………1.7.7 Olizete Zachini c/c Olivier de Souza. Pais de:

…………… 1.7.7.1 Neuza Maria Zachini de Souza

…………… 1.7.7.2 Gilberto Zachini de Souza

…………… 1.7.7.3 Gilmar Zachini de Souza

…………… 1.7.7.4 Jaine Zachini de Souza c/c Magno

…………1.7.8 Orlinda Zachini c/c Roberto Heleno de Oliveira. Pais de:

…………… 1.7.8.1 Pedro Luiz Zachini de Oliveira c/c Karine. Pais de:

……………… 1.7.8.1.1 João Pedro

…………… 1.7.8.2 Roberto Heleno de Oliveira Júnior c/c Alessandra

…………1.7.9 Paulo Heleno Zachini c/c Terezinha

………1.8 Helena Zachini

………1.9 Maria Zachini

……2 Nazareno Angelo Toccafondo nasc. 03 abr 1881 em Serralta, San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia, falec. 28 dez 1953 em Belo Horizonte, MG c/c Annunziata Fava nasc. cerca de 1886 em Tarzo, Treviso, Veneto, Italia, casou-se em 22 set 1913 em Belo Horizonte, MG, falec. 10 jun 1963 em Belo Horizonte, MG. Pais de:

………2.1 Vitorio Toccafondo nasc. 12 jan 1910 em Belo Horizonte, MG, falec. 11 jan 1967 em Belo Horizonte, MG c/c Asoreia Passos nasc. 23 jun 1917 em Cataguases, MG, casou-se em 27 mai 1936 em Ponte Nova, MG. Pais de:

………… 2.1.1 Elder Toccafondo nasc. em Belo Horizonte, MG c/c Maria das Graças Pereira nasc. em Campo Belo, MG, casou-se em Campo Belo, MG. Pais de:

…………… 2.1.1.1 Graciele Pereira Toccafondo nasc. em Belo Horizonte, MG c/c André Rodrigues Padilha nasc. em Lucélia, SP. Pais de:

……………… 2.1.1.1.1 André Luiz Rodrigues Padilha Júnior nasc. em Belo Horizonte, MG

……………… 2.1.1.1.2 Thais Toccafondo Padilha nasc. em Belo Horizonte, MG

……………… 2.1.1.1.3 Lucas Toccagondo Padilha nasc. em Belo Horizonte, MG

…………… 2.1.1.2 Anderson Pereira Toccafondo nasc. em Belo Horizonte, MG c/c Danielle Pereira Vaz. Pais de:

………………6 Giovanna Vaz Toccafondo

……………2.1.1.3 Graciane Pereira Toccafondo nasc. em Belo Horizonte, MG c/c Fabio Breno Maciel de Oliveira. Pais de:

………………6 Breno Pereira Toccafondo Maciel de Oliveira nasc. em Belo Horizonte, MG

…………… 2.1.1.4 Gleyson Pereira Toccafondo nasc. 31 jan 1978 em Belo Horizonte, MG, falec. 02 jan 2006

………… 2.1.1.2 Edmar Toccafondo

………… 2.1.1.3 Vitorio Toccafondo Filho

………… 2.1.4 Eleonor Toccafondo

………… 2.1.5 Elmo Toccafondo

………… 2.1.6 Elmar Passos Toccafondo c/c Daisy Mary Cezar Pais de:

……………2.1.6.1 Daisymar Cezar Toccafondo. Mãe de:

………………2.1.6.1.1 Alessandra Livia Toccafondo Schroll. Mãe de:

………………… 2.1.6.1.1.1 Frederico Elmar Toccafondo

………………… 2.1.6.1.1.2 Amanda Alessandra Toccafondo Schroll

………… 2.1.7 Ernesto Toccafondo

………… 2.1.8 Ises Toccafondo

………2.2 Pietro Toccafondo [neto] nasc. 06 jun 1912 em Belo Horizonte, MG c/c Santa Matalloni nasc. Italia

………2.3 Etore Toccafondo

………2.4 Adalberto Toccafondo

………2.5 Ilidio Toccafondo

………2.6 Alcides Toccafondo c/c Anita Nicolai

………2.7 Celia Toccafondo

………2.8 Delia Toccafondo

………2.9 Angela Maria Toccafondo

………2.10 Esmeralda Toccafondo

……3 Enrico Toccafondo nasc. cerca de 1884 em San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia c/c Leonide Murari

……4 Enrica Toccafondo nasc. cerca de 1886 em San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia c/c Atilio Murari. Pais de:

………4.1 Elza Murari c/c Rugero Marcatto. Pais de:

…………4.1.1 Rugero Marcatto. Pai de:

……………4.1.1.1 Ana Luiza Marcatto

……5 Domenico Toccafondo nasc. cerca de 1889 em San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia c/c Angela Baffaro

……6 Ernesto Toccafondo nasc. 12 set 1891 em Italia c/c Adelaide Restelli

……7 Alessandro Toccafondo nasc. cerca de 1895 em San Severino Marche, Macerata, Marche, Italia

……8 Antonio Toccafondo nasc. Aft. 1896 em Matias Barbosa, MG

……9 Maria Toccafondo nasc. Aft. 1896 em Matias Barbosa, MG c/c Fioravante Silvestrini

——————————————————

Fontes Consultadas:

Archivio di Stato di San Severino Marche

Arquivo da Diocese de Leopoldina, livros de batismo e casamento

Cartão de Imigração do Departamento de Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras

Carteira de Identidade

Carteira de Trabalho

Cartório de Registro Civil de Belo Horizonte, MG, 1º, 2º e 3º subdistritos, pesquisa realizada por Ernesto Toccafondo.

Cartório de Registro Civil de Leopoldina, MG

Cartório de Registro Civil de Ponte Nova, MG, pesquisa realizada por Ernesco Toccafondo.

Cemitério Nossa Senhora do Carmo, Leopoldina, MG, livros de sepultamentos e lápides em túmulos.

Jornal O Leopoldinense – Leopoldina, MG

Livros da Hospedaria Horta Barbosa (Arquivo Público Mineiro)

Registro de Estrangeiros de 1942 (Arquivo Nacional)

Recebemos informações dos seguintes colaboradores: Alessandra Zangale Zaquini, Ana Luiza Marcatto, Daisymar Cesar Tocafundo, Graciele Tocafundo, Lucimary Vargas de Oliveira, Marcus Maggi e Rugero Marcatto.

Diálogos sobre migrações e deslocamento

O Comites, Comitato degli Italiani all’Estero, em parceria com o Istituto Biaggi – Istituto, Psicoterapia, Psicanalisi, Cultura e Arte Brasil – Itália, convidam para o bate-papo que acontece nesta quinta

– 27 de Outubro – 19:30

– Cultura, identidade e integração:

Viver o contemporâneo e resgatar as próprias origens genealógicas;

Local: Cafeteria “Intelligenza”, na Rua Paraíba 966 – Savassi – BH – Tel: (31) 2225-1311.

Convidados:

– Mario Geraldo Fonseca (Pós-Doutor em Literatura Comparada, Coordenador do Projeto Criatividade e Saberes, Membro do coletivo Partilha de Artistas, que trabalham na promoção de saraus e performances) .

 – Stanley Savoretti (Bacharel em Direito pela Universidade FUMEC. Sócio efetivo do Colégio Brasileiro de Genealogia; da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia – ASBRAP e do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais).

Quem migra deve enfrentar paradoxos: é preciso ser contemporâneo para manter sua identidade em trânsito. Segundo o filósofo italiano, Giorgio Agamben, para ser contemporâneo devemos manter fixo o olhar no nosso tempo, para nele perceber não as luzes, mas o escuro. Não é o tempo presente, é uma categoria vazia de tempo e espaço. É uma atitude de coragem, um partilhar sem objeto; e o “COM” é a base do relacionamento. Entrar no espaço do con-senso, do con-sentir, do con-partilhar.

Mas para manter a integridade da própria identidade é fundamental conhecer seu passado e sua origens; entender seu papel e o devido espaço ocupado, dando assim o devido sentido ao existir, como peça fundamental para a reconstrução da própria história familiar, o levantamento sistemático dos antepassados ou descendentes, suas histórias e seus relacionamentos interfamiliares. 

PROJETO

Na busca de um contato cada vez maior com o público interessado sobre o tema das migrações, o COMITES – Comitê dos Italianos no Exterior de Minas Gerais, em parceria com o Istituto Biaggi – Psicoterapia, Psicanalisi, Cultura e Arte Brasil-Itália,propõe a realização de um evento mensal em um espaço aberto ao público. Trata-se da ampliação de um projeto chamado Socrates Migrante, que já é realizado há anos, primeiro apenas em Belo Horizonte e atualmente também em São Paulo, para debater temáticas sobre as Migrações, com o intuito de deixar sempre os presentes interagirem e participarem com colocações, curiosidades, dúvidas e perguntas.

A ideia remete aos diálogos de Sócrates, que costumava iniciar uma discussão sobre algo com uma pergunta. Ele aguardava e aceitava as opiniões de seu interlocutor. Em seguida, por meio de perguntas e respostas, mostrava o contraditório ou o absurdo das opiniões originais, levando o interlocutor a reconhecer seu desconhecimento sobre o assunto. Com ironia levava o indivíduo à convicção do erro. Depois, continuando o diálogo, e partindo da opinião primitiva do interlocutor, construía em conjunto com o interlocutor o conhecimento daquilo que estava sendo discutido. Eis o que ele chamou de maiêutica – a arte de fazer nascer as ideias. O conhecimento do tema, a “verdade” como ele dizia, nasce da discussão, e não de uma “verdade” anterior afirmada.

Em cada encontro será discutido um Tema ligado às migrações. Após uma primeira breve apresentação do tema, o objetivo será envolver o público em busca de opiniões e sensações pessoais, despertando a consciência da prevenção e do cuidado com a saúde mental, que geralmente envolve o processo de migração. A proposta utiliza temas ligados à arte e à cultura, como ferramentas históricas para a compreensão do pensar reflexivo. Assim, os temas da psicologia e da psicanálise aplicados ao fenômeno contemporâneo das migrações e dos deslocamentos, ficam mais acessíveis, tratados na expressão do seu cotidiano, através de uma forma mais leve e prazerosa de interação com o público.

Em especial a etno-psicanálise é um dispositivo de cuidados que integra a dimensão psíquica e cultural, propondo levar em conta as experiências ligadas aos processos e / imigratórios num cenário híbrido. Bernardette Biaggi como etno-psicanalista e membro cooptado do COMITES, propõe disponibilizar instrumentos de leitura a integração dessas dimensões, favorecendo a narratividade dos percursos migratórios, através de encontros temáticos.

PROGRAMA:

Em cada encontro (Toda a última quinta-feira do mês) estarão presentes alguns convidados especiais (do mundo cultural ou das artes, formadores de opinião ou que tem vivência no tema) que irão dar seu testemunho para estimular o público a interagir de maneira ainda mais pessoal.

As datas são as noites da última quinta-feira do mês, ou sábado a tarde.

– 29 de Setembro;

– 27 de Outubro;

– 24 de Novembro;

Duração: 2:00 horas – (de 19:30 as 21:30 hrs)

LOCAL:

Cafeteria Intelligenza: Rua Paraíba 966 – Savassi – BH – Tel: (31) 2225-1311

Com Cafés especiais, conforto e experiências diversas, o espaço conta com um ambiente moderno e aconchegante, sendo ótimo para um bate papo ou para ler um livro. Ideal para um Happy Hour com os amigos, o Intelligenza também oferece cervejas e drinks variados. – Cartela individual – Cardápio com Sugestão do Dia

Próximo evento:

Dia 24 de Novembro

Convidados:

– Nella Cerino (Gastrônoma formada na UNISG – Universidade dos Estudos de Ciências Gastronômicas, fundada pelo movimento Slow Food. Consultora da Allegro Vivace Vinhos e professora de Vinhos Italianos pela ABS – Associacão Brasileira de Sommelier Minas Gerais. Idealizadora do Projeto Vinhas Gerais e responsável pela sua divulgação internacional, ministra palestras e workshop relacionados com o Movimento Slow food e o desenvolvimento da produção enológica e gastronomica  locais. É guardiã do 16º Objetivo de Sustentabilidade Paz e Justiça da Agenda 2030 ONU pela Frente da Gastronomia Mineira,).

 – Memo Biadi (Propritário e Chef do Restaurante Dona Derna, o mais antigo restaurante Italiano de Belo Horizonte fundado em 1960).

Quando a interação entre saber, sabores e práticas alimentares se concretiza por efeito do processo migratório, surgem novas dinâmicas culturais e transformações de modelos alimentares.

É preciso adequar as receitas e o paladar aos novos ingredientes, fazer adaptações, para encontrar uma nova harmonia, enquanto vão se realizando as necessárias transformações identitárias em consequência das vivencias psíquicas induzidas pela imigração.

O comer, ato rotineiro, permite abrir espaços para novas experiências e provar algo diferente. Ao mesmo tempo a reprodução de alguns pratos representa a tentativa de dar continuidade ao imaginário da terra natal.

Surgem assim fios que se comunicam entre o “eu” e o novo mundo, com vários significados e interpretações, despertando também novos sentidos para o comer e a relação com o local. A comida de imigrantes é relacional, e a identidade demarca pertencimentos; é um instrumento de adaptação, uma forma de lidar com a experiência do deslocamento.

Muitas vezes este processo de aculturação ocorre de maneira tão intensa que pode gerar uma identificação coletiva com os novos sabores e a assimilação de modelos e hábitos dos imigrantes na gastronomia local.

 DESCRIÇÃO DOS PROPONENTES:

 COMITES MG – Comitê dos Italianos no Exterior

O COMITES um órgão de representação dos italianos no exterior, nas relações com as representações diplomático-consulares e junto as autoridades e instituições locais. No interesse da coletividade italiana, contribui para a identificação das exigências de desenvolvimento social, cultural e civil da sua comunidade e promove todas aquelas iniciativas consideradas oportunas em matéria de vida social e cultural, formação profissional, setor recreativo e tempo livre. Tem como objetivo favorecer a integração dos cidadãos italianos na sociedade local e manter as ligações com a realidade política e cultural italiana, assim como promover a difusão da historia, da tradição e da língua italiana.

Em especial na circunscrição de MG o COMITES atua de maneira ampla, através de seus 12 membros e 4 cooptados, espalhados em várias localidades do território mineiro. Realiza eventos para valorização da cultura e das próprias raízes e apoia iniciativas da comunidade neste sentido.

ISTITUTO BIAGGI – Psicoterapia – Psicoanalisi – Cultura e Arte Brasil – Italia

O ISTITUTO BIAGGI é uma instituição especializada no desenvolvimento humano, desde a CLÍNICA PSICOLÓGICA e a CLÍNICA INTERCULTURAL BILINGUE, até o compromisso da educação em saúde mental dentro dos princípios psicoprofiláticos. Surge com a experiência de mais de duas décadas de prestações de serviços no âmbito clínico psicológico e de estudos nas áreas de Psicologia e Psicanálise. Em especial vem trabalhando a etno-psicanalisi, em parceria com a universidade de Pavia com o objetivo de aliviar o desconforto e as patologias psicológicas enfrentadas durante o processo migratório.  O imigrante leva na bagagem símbolos que o remetem a sua origem, embora ocorra uma perda deste universo conhecido, desde as respostas mais automáticas, até os valores sutilmente aprendidos. O contato com as particularidades culturais, o sentimento de não pertencimento, a falta de referência da rua, a perda do contato com os sabores, os aromas, as cores habituais, que se modificam com o clima, a geografia etc., somados à obrigatoriedade de corresponder a status e papéis identificados, constituem um desafio merecedor de especial atenção, na medida em que esta constituição se dará sem os gestos, códigos e expressões familiares. Põe-se em jogo a capacidade do imigrante de desenvolver o sentimento de pertencimento, encontrando outras realidades, além daquela acessível à que tem estruturada. Este desenraizamento da cultura de origem não pode significar o reencontro do prazer somente em comunidades fechadas ou no sonho com o retorno onde se possa desfrutar do investimento realizado. Isto acarretaria um dano no senso de viver, levando o imigrante a afastar-se do presente, algemando-se ao passado ou postergando o prazer do projeto futuro. Para contemplar esses aspectos, é que o Istituto Biaggi disponibiliza, além da prestação de serviços psicológicos e de orientação, cursos, palestras e eventos facilitadores do convívio sociocultural entre o Brasil e a Itália.

Em busca da família Dalto / Dalton

Nicolao Dalto nasc. Italia, falec. Leopoldina, MG c/c Edwiges de Souza Reis. Pais de: Isabel, Adalberto, Felício I, Maria Francisca, Felício II, Rosa, Antonio e Brasilina.

1 Isabel Dalto c/c Biagio Fiorenzano nasc. 21 ago 1883 em Maratea, Potenza, Basilicata, Italia, cas. 20 out 1917 em Leopoldina, MG. Pais de:

………a) Tereza Fiorenzano nasc. 14 ago 1918 em Leopoldina, MG

………b) Pasqual Fiorenzano nasc. 13 jul 1920 em Leopoldina, MG

2 Adalberto nasc. 09 out 1903 em Piacatuba, Leopoldina, MG

3 Felicio nasc. 16 ago 1905 em Piacatuba, Leopoldina, MG

4 Maria Francisca Dalto nasc. Abt. 1908 em Leopoldina, MG c/c Argemiro Carneiro nasc em Visconde do Rio Branco, MG, cas. 18 jun 1925 em Leopoldina, MG

5 Felicio Dalto nasc. 28 ago 1911 em Leopoldina, MG, falec. 1976 em Anchieta, Rio de Janeiro, RJ. Pai de:

………a) Isaura Rosa de Oliveira Dalto falec. Ilha do Governador, Rio de Janeiro, RJ

………b) José Dalto falec. Araruama, RJ c/c Neuzete Costa m: em Belo Horizonte, MG

………c) Marisa Dalto

6 Rosa Dalto nasc. 12 jul 1916 em Leopoldina, MG

7 Antonio Dalto nasc. 21 jul 1918 em Leopoldina, MG, falec. Senador Camará, Rio de Janeiro, RJ

8 Brasilina Dalto c/c Antonio Samorè. Pais de:

………a) Maria de Lourdes nasc. 15 nov 1918 em Leopoldina, MG

………b) Antonio nasc. 22 dez 1919 em Leopoldina, MG

Se você tem informações sobre esta família, por favor, entre em contato.

Veja, aqui, atualização sobre a família de Nicolao Dalto.

1ª Festa Italiana de Ouro Preto

1ª  FESTA ITALIANA DE OURO PRETO

“Este evento tem por objetivo resgatar a história das famílias italianas que chegaram a Ouro Preto no fim do Século XIX e início do Século XX, e de sua trajetória até o presente. Os seus vínculos com a cidade são férteis e profundos, tendo o reconhecimento em várias áreas de atividades destacando o comércio, as artes e a universidade.

Comemorar com a cidade e seus moradores, visitantes e turistas, de modo festivo é uma maneira de prestar uma justa homenagem as gerações passadas e seus descendentes, inserindo um novo capítulo na vida cultural de Ouro Preto. A Festa que acontecerá na Rua São José, que desde o primeiro momento recebeu a adesão e participação do comércio situado nesta via. De forma inusitada os restaurantes decidiram colocar suas mesas na calçada da rua que será fechada, dando um tom mais italiano, somado ao belo cenário colonial.”

 

Colônia Agrícola da Constança e Igrejinha da Onça

No artigo anterior o Trem de História falou de opinião e política e terminou prometendo mudar o rumo da viagem no vagão de hoje. A razão para a mudança foi o cansaço. Para quem não é do ramo, política é um tema pesado e cansativo.

Cumprindo o prometido, o Trem de hoje segue por outros trilhos e recolhe cargas da Colônia Agrícola da Constança que completa neste mês de abril seus 105 anos de criação. Já a Capela da Onça comemora o Centenário de inauguração em 2015.

De início é bom lembrar que a Colônia surgiu da combinação de diversos fatores como os econômicos e políticos. Não nos parece possível eleger um deles como proeminente, embora a proibição do tráfico de escravos, que estimulou a busca de alternativas para o aumento da produção agrícola, possa ser tida como importante para o surgimento do núcleo. Principalmente se considerado que a economia da região dependia de um número cada vez maior de trabalhadores e estes não existiam no território nacional.

Começaram a chegar os imigrantes, antes mesmo do fim do regime escravocrata. Algumas fazendas, segundo consta, passaram a contar com escravos e trabalhadores livres em suas terras, até que os primeiros migraram para a periferia da cidade.

Aos poucos surgiram e se propagaram os sistemas de parceria e colonato como reguladores da nova relação de trabalho. E a experiência do Senador Vergueiro, em São Paulo, deve ser considerada como elemento difusor do sistema.

Agregando experiências diversas surgiram, então, as primeiras colônias destinadas a imigrantes estrangeiros, que foram sendo aperfeiçoadas. É evidente que uma instituição, como uma Colônia, não provém de causa isolada. Ela surge, na maioria das vezes, como resultado de diversos fatores que perpassam a vida do grupo social na qual é criada. E as razões que levaram à criação da Colônia Agrícola da Constança não são muito diferentes das demais coirmãs. O estudo sobre ela ainda carece de mais pesquisas, uma vez que os trabalhos realizados até aqui sempre estiveram focados na vida dos colonos que nela se instalaram, motivados pela vontade de conhecer homens e mulheres comuns que viveram na Colônia e nos seus arredores. Gente que tinha muita história para contar e, como sugeriu o filósofo alemão Walter Benjamin, relatadas na medida certa possibilitou “escovar o passado” recoberto com a poeira do tempo e trazer para a luz do sol, a importância da Colônia Agrícola da Constança e dos italianos que constituíram o seu núcleo mais ativo e permanente. De importância tal que fez a cidade contar, em 1911, com um Agente Consular Italiano, o Sr. Angelo Maciello, representante de Sua Majestade Vittorio Emanuelle III, Rei da Itália na época.

Uma Colônia que não era pequena. Pois contava, segundo os relatórios anuais encaminhados pelo Administrador à Secretaria Estadual de Agricultura, inicialmente com 60 lotes demarcados. No ano seguinte, eram 65 e, em 1911, este número aumentou para 68. Lotes devidamente cercados e com uma casa de morada coberta de telhas, vendidos principalmente aos imigrantes que ali passaram a cultivar toda sorte de produtos, a maioria deles para serem comercializados na cidade ou na “venda de secos e molhados”, Casa Timbiras, que ficava na entrada do Bairro Boa Sorte e que se transformou num verdadeiro entreposto comercial para uma vasta região.

E quando se recorda a Colônia e a Venda do Timbiras é forçoso tomar o “Caminho do Imigrante” e chegar à Igrejinha da Onça. “Caminho do Imigrante”, um sonho que ainda persiste de dar este nome à via secundária que liga a Igrejinha à entrada do Bairro Boa Sorte.

 

Capela de Santo Antònio de Pádua na Colônia Constança

Igreja de Santo Antonio de Pádua que comemora 100 anos e foi escolhida como símbolo dos estudos sobre o Centenário da Colônia por ser a imagem a que sempre se referiam os entrevistados no curso daquelas pesquisas, quando abordados sobre a vida dos mais antigos. Símbolo a que todos se referiam com um misto de saudade e orgulho.

A capela foi construída com a participação e o trabalho dos habitantes da Colônia e das propriedades das imediações. A escritura pública de compra e venda de uma quarta de terra (12.100 m2), lavrada pelo 2º Ofício de Notas de Leopoldina em 21.08.1912, é testemunha inconteste da influência italiana, pelos sobrenomes dos vendedores e compradores: Jesus Salvador Lomba e sua mulher Maria Magdalena Lomba (Proprietários do lote nº 04 da Colônia). Luciano Borella, Otavio de Angelis, Luigi Giuseppe Farinazzo, Ferdinando Zaninello, Agostino Meneghetti e Fausto Lorenzetto. A compra teve a destinação registrada no livro do Cartório: – “imóvel para nele ser edificada uma Capela consagrada a Santo Antonio de Pádua”.

Terminado este breve passeio pelas lembranças desta parte da zona rural do município, o Trem de História volta ao perímetro urbano para, no próximo número do Jornal, falar de outra data importante para a nossa história, a da emancipação do Feijão Cru como Vila Leopoldina.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de abril de 2015

Dia do Imigrante Italiano

logomarca da coluna Trem de História

Desta vez o Trem de História deixará os trilhos para lembrar o Dia Nacional do Imigrante Italiano, criado pela Lei Federal nº 11.687, de 02.05.2008 e comemorado no próximo dia 21 de fevereiro.

E o faz para prestar uma justa homenagem aos imigrantes italianos que se instalaram no município de Leopoldina a partir de 1880, aos que viveram na Colônia Agrícola da Constança e a todo oriundi que ajudou a transformar a economia da cidade, abalada pelo fim da escravidão e do ciclo do café.

Uma necessária interrupção da história que se conta para avivar um pouco mais a desses imigrantes. Dessa gente simples e constantemente esquecida pelos livros de história tradicional/oficial da cidade.

Alguns aqui chegaram depois de um breve tempo residindo em diferentes núcleos de colonização do país. Outros, em número bem maior, vindos diretamente de uma hospedaria, do Rio de Janeiro ou, de Juiz de Fora, onde foram contratados por fazendeiros daqui. Houve, ainda, aqueles que escolheram Leopoldina por alguma razão especial, como cartas de parentes ou amigos que já se encontravam no município. Todos, com vontade e disposição férrea de vencer. De realizar, com o suor do rosto, o sonho de adquirir liberdade trabalhando em terra própria. Porque para o italiano, ser dono da terra onde trabalhava era sinônimo de liberdade, de ser dono do próprio nariz. E para isto não poupava esforços. Ainda mais quando o possuir terra lhe possibilitava trazer para perto de si o parente ou agregado menos afortunado.

E é bom que se diga que o interesse inicial pela pesquisa sobre a imigração em Leopoldina, especialmente a italiana, não teve outro objetivo senão o de tirar o pó que recobre a história desta gente trabalhadora e importante para a cidade. Um interesse que surgiu com o estudo sobre as antigas famílias que viveram por aqui, quando se observou nos livros das paróquias, entre os anos de 1872 e 1930, uma frequência assídua de sobrenomes não portugueses entre os noivos, os pais e os padrinhos das crianças.

Nesta pesquisa e no texto que dela resultou – A Imigração em Leopoldina vista através dos Assentos Paroquiais de Matrimônio – constatou-se que 10% dos noivos do período de 1890 a 1930 eram imigrantes. E destes, 9% eram italianos e o 1% restante era formado por portugueses, espanhóis, sírios, açorianos, franceses, egípcios e nativos das Ilhas Canárias. Um contingente significativo, carente de um estudo melhor sobre suas vidas e importância para o município, estatisticamente com forte presença de descendentes daqueles imigrantes que, chegados no último quartel do século XIX, aqui se estabeleceram e muito contribuíram para o desenvolvimento econômico e social. Entretanto, não se tem notícia de qualquer movimento permanente no sentido de manter viva a memória destes conterrâneos por adoção.

Foi, inclusive, neste sentido que há alguns anos foi encaminhada à Câmara Municipal de Leopoldina uma sugestão para nomear como “Caminho do Imigrante” parte do trajeto que eles faziam quando, de seus lotes na Colônia Agrícola da Constança, demandavam a cidade. Uma forma simples e barata de perpetuar a nossa gratidão a estes bravos. Mas nossos vereadores da época talvez não tenham entendido o significado da proposta. Da mesma forma, por ocasião das comemorações do Centenário da Colônia Agrícola da Constança e dos 130 anos de Imigração Italiana em Leopoldina, falou-se na inclusão do dia 21 de fevereiro como data comemorativa no calendário da cidade, mas ao que parece a ideia morreu recém-nascida.

Perderam-se, assim, duas oportunidades de homenagear este pessoal que, com muito trabalho e dedicação, conseguiu galgar os degraus mais elevados da escala social e colocar seus descendentes em posições de destaque como médicos, advogados, professores, empresários, comerciantes, etc.

Registre-se mais uma vez, para encerrar, que o Trem de História não é conduzido por historiadores, mas apenas por dois apaixonados por Leopoldina e sua história, dotados de ousadia para vez por outra escrever sobre estes “silêncios”, estes fatos que ficaram “abandonados” ou, esquecidos pelos historiadores.

Em verdade o assunto merece outros vagões. Mas o Trem de História precisa voltar aos trilhos e seguir a viagem sobre A Imprensa em Leopoldina (MG) entre 1979 e 1899 no próximo Jornal. Até lá.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de fevereiro de 2015