Vitor Lorenzetto: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 20 de janeiro de 1911, filho de Ulisses Lorenzetto e Olinda Ferreira dos Santos.

Instalação do Município de Leopoldina

Criado pela Lei Provincial número 666, de 27 de abril de 1854, o município de Leopoldina foi solenemente instalado no dia 20 de janeiro de 1855, data religiosa que homenageia São Sebastião, padroeiro da localidade. 

Portanto hoje, 20 de janeiro de 2011, Leopoldina está em festa comemorando seu padroeiro e também os 156 anos do dia em que os órgãos públicos locais começaram a funcionar de maneira autônoma, atendendo uma expectativa que já se arrastava por três décadas. Os migrantes mineiros que se transferiram do centro da província para o Feijão Cru, organizando um arraial  e construindo uma capela em honra de São Sebastião, muito trabalharam para que em apenas nove meses os equipamentos necessários estivessem prontos para funcionar.

João Batista e Sebastião: centenário de nascimento

No dia 18 de janeiro de 1911 nasceram em Leopoldina:
João Batista, filho de Antonio Montagna e Josefina da Silva
Sebastião, filho de Silvestre João Gonçalves e Tecla Maria do Carmo

Interessante notar que o ano de nascimento de Sebastião pode não ter sido lançado de forma correta, uma vez que sua irmã Carmen teria nascido no dia 17 de março de 1911.

Maria José de Rezende: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 16 de janeiro de 1911, filha de Agostinho Silvino Teixeira de Rezende e Emilia Constança de Rezende.

Elvira: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 10 de janeiro de 1911, filha de Teófilo Otoni Machado e Albertina Rodrigues Martins.

Fazer História, Escrever a História

Com o subtítulo ‘sobre as figurações do historiador no Brasil oitocentista’ Maria da Glória de Oliveira escreveu sobre a historiografia brasileira no século XIX, com o objetivo de “analisar as figurações que definiam qualidades e deveres para o estudo e a escrita da história, tais como esses atributos foram sendo circunscritos nas biografias de alguns “homens de letras”, publicadas na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ao longo do Oitocentos”.
O artigo, publicado na Revista Brasileira de História vol.30 nº.59 em junho de 2010 pode ser lido neste endereço.E para os que se interessaram pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, eis o site.

Registro de Terras

Uma das fontes para localizar os antigos moradores de cada lugar é o Registro de Terras realizado em nossa região entre 1854 e 1856. Até então era necessário ir ao Arquivo Público Mineiro ou comprar uma cópia destes documentos. Agora encontram-se digitalizados e disponíveis no site. A forma mais rápida de acesso é a busca pelo nome da localidade. Entretanto, em alguns casos é preciso fazer a busca avançada ou tentar pelos antigos nomes, já que nem sempre estão indexados pelos atuais municípios.
Para entender como funcionava, há bastante literatura a respeito. Uma delas:
SILVA, Lígia Osorio. Terras Devolutas e Latifúndio: Efeitos da Lei de 1850. Campinas, SP: UNICAMP, 1996
O regulamento para execução da Lei nº 601 de 18 de setembro de 1850, sobre Terras Públicas foi publicado pelo Decreto nº 1318 de 30 de janeiro de 1854
No capítulo IX – Do registro das terras possuídas, o Artigo 93 determina que
As declarações para o registro serão feitas pelos possuidores, que as escreverão, ou farão escrever por outrem em dois exemplares iguais, assinando-os amboa, ou fazendo-os assinar pelo individuo que os houver escrito, se os possuidores não souberem escrever.
Já o Artigo 100 esclarece que
As declarações de terras possuídas devem conter o nome do possuidor; a designação da Freguesia em que estão situadas; o nome particular da situação, se o tiver; sua extensão, se for conhecida; e seus limites.
Para conhecer a íntegra deste documento, visite este endereço.

Orlandina: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina, dia 1 de janeiro de 1911, filha de Olympio José de Almeida Ramos e Idalina Francisca de Paula.

Revista Verde

Alguns números desta publicação da cidade de Cataguases, anos 1927 a 1929, estão disponíveis no site Brasiliana. Vale a pena conhecer ou rever. Eis o Sumário do número 1, de 1927:

– A cidade e alguns poetas (por Henrique de Resende)
– É preciso paz na Arte Moderna (por Rosário Fusco)
– Funcção (por Martins de Oliveira)
– Serão do Menino Pobre (por Ascânio Lopes)
– Inquietação (por Emílio Moura)
– Sinal de apito (por Carlos Drummond de Andrade)
– Santinha da Encarnação (Conto) (por Guilherme Cesar)
– Viagem Sentimental (por Edmundo Lys)
– O 7 de setembro e o Coronel José Vieira de Resende e Silva
– Bloco (por Theobaldo de Miranda Santos)
– Nocturno (por Guilherme Cesar)
– Paradoxo (por Martins Mendes)
– O Estranho caso de Matias (por Camillo Soares)
– Ternura (por Francisco Ignacio Peixoto)
– Samba (por Roberto Theodoro)
– Prelúdios de Henrique de Resende
– Literatura (por Emílio Moura)
– Fusco
– Janeiro (Poema)
– Sônia (Poema) (por Fonte Bôa)
– O poema do meu primeiro amor (por Oswaldo Abritta)

Patrimônio e Memória: revista do CEDAP

O volume 6, número 2, da Revista Eletrônica do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa da Universidade Estadual Paulista está disponível neste endereço. Abordando fundamentalmente dois temas – museus e mulheres, o periódico traz artigos que tratam os assuntos de forma bastante variada. No primeiro a autora Célia Helena de Salles Oliveira dá o tom já no resumo, citando ‘a noção banalizada de que nos museus de História é possível “visualizar” o passado.’
 
É uma ótima leitura para todos os que se preocupam com a preservação da memória.