Maria José de Rezende: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 16 de janeiro de 1911, filha de Agostinho Silvino Teixeira de Rezende e Emilia Constança de Rezende.

Elvira: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 10 de janeiro de 1911, filha de Teófilo Otoni Machado e Albertina Rodrigues Martins.

Fazer História, Escrever a História

Com o subtítulo ‘sobre as figurações do historiador no Brasil oitocentista’ Maria da Glória de Oliveira escreveu sobre a historiografia brasileira no século XIX, com o objetivo de “analisar as figurações que definiam qualidades e deveres para o estudo e a escrita da história, tais como esses atributos foram sendo circunscritos nas biografias de alguns “homens de letras”, publicadas na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro ao longo do Oitocentos”.
O artigo, publicado na Revista Brasileira de História vol.30 nº.59 em junho de 2010 pode ser lido neste endereço.E para os que se interessaram pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, eis o site.

Registro de Terras

Uma das fontes para localizar os antigos moradores de cada lugar é o Registro de Terras realizado em nossa região entre 1854 e 1856. Até então era necessário ir ao Arquivo Público Mineiro ou comprar uma cópia destes documentos. Agora encontram-se digitalizados e disponíveis no site. A forma mais rápida de acesso é a busca pelo nome da localidade. Entretanto, em alguns casos é preciso fazer a busca avançada ou tentar pelos antigos nomes, já que nem sempre estão indexados pelos atuais municípios.
Para entender como funcionava, há bastante literatura a respeito. Uma delas:
SILVA, Lígia Osorio. Terras Devolutas e Latifúndio: Efeitos da Lei de 1850. Campinas, SP: UNICAMP, 1996
O regulamento para execução da Lei nº 601 de 18 de setembro de 1850, sobre Terras Públicas foi publicado pelo Decreto nº 1318 de 30 de janeiro de 1854
No capítulo IX – Do registro das terras possuídas, o Artigo 93 determina que
As declarações para o registro serão feitas pelos possuidores, que as escreverão, ou farão escrever por outrem em dois exemplares iguais, assinando-os amboa, ou fazendo-os assinar pelo individuo que os houver escrito, se os possuidores não souberem escrever.
Já o Artigo 100 esclarece que
As declarações de terras possuídas devem conter o nome do possuidor; a designação da Freguesia em que estão situadas; o nome particular da situação, se o tiver; sua extensão, se for conhecida; e seus limites.
Para conhecer a íntegra deste documento, visite este endereço.

Orlandina: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina, dia 1 de janeiro de 1911, filha de Olympio José de Almeida Ramos e Idalina Francisca de Paula.

Revista Verde

Alguns números desta publicação da cidade de Cataguases, anos 1927 a 1929, estão disponíveis no site Brasiliana. Vale a pena conhecer ou rever. Eis o Sumário do número 1, de 1927:

– A cidade e alguns poetas (por Henrique de Resende)
– É preciso paz na Arte Moderna (por Rosário Fusco)
– Funcção (por Martins de Oliveira)
– Serão do Menino Pobre (por Ascânio Lopes)
– Inquietação (por Emílio Moura)
– Sinal de apito (por Carlos Drummond de Andrade)
– Santinha da Encarnação (Conto) (por Guilherme Cesar)
– Viagem Sentimental (por Edmundo Lys)
– O 7 de setembro e o Coronel José Vieira de Resende e Silva
– Bloco (por Theobaldo de Miranda Santos)
– Nocturno (por Guilherme Cesar)
– Paradoxo (por Martins Mendes)
– O Estranho caso de Matias (por Camillo Soares)
– Ternura (por Francisco Ignacio Peixoto)
– Samba (por Roberto Theodoro)
– Prelúdios de Henrique de Resende
– Literatura (por Emílio Moura)
– Fusco
– Janeiro (Poema)
– Sônia (Poema) (por Fonte Bôa)
– O poema do meu primeiro amor (por Oswaldo Abritta)

Patrimônio e Memória: revista do CEDAP

O volume 6, número 2, da Revista Eletrônica do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa da Universidade Estadual Paulista está disponível neste endereço. Abordando fundamentalmente dois temas – museus e mulheres, o periódico traz artigos que tratam os assuntos de forma bastante variada. No primeiro a autora Célia Helena de Salles Oliveira dá o tom já no resumo, citando ‘a noção banalizada de que nos museus de História é possível “visualizar” o passado.’
 
É uma ótima leitura para todos os que se preocupam com a preservação da memória.

Pesquisa sobre o uso de Redes Sociais

Muito interessante a pesquisa realizada por Pew Research Center’s Internet & American Life Project. Sugerida pelo Olhar Digital via twitter, está disponível neste endereço.
Destacamos o gráfico a seguir, por apresentar um resultado que remete a comentários que temos recebido de internautas que visitam este blog e o site.
Muitos leitores dizem que não gostam de redes sociais por que as consideram elegia ao narcisismo. Alguns declaram preferir usar os buscadores para encontrar o assunto que lhes interessa do que participar das redes ou seguir blogs.
A leitura da pesquisa acima citada desperta uma reflexão: será que os professores que indicam as redes sociais sob o argumento de que é uma forma de estimular a leitura, estão acompanhando as atividades realizadas por seus alunos?
Sem dúvida alguma a leitura é fundamental e devemos utilizar de todos os meios disponíveis para desenvolver o prazer de ler. Mas… será que todos nós, com nossos blogs, twitters, sites e etc, temos lido o que escrevem nossos pares?

Sugestão de Leitura

Muito bom o espaço de José d’Assunção Barros na Rede Histórica. Conheçam! Hoje foram divulgados dois ótimos textos para reflexão.
Objetividade e subjetividade no conhecimento histórico: a oposição entre os paradigmas positivista e historicista foi publicado na Revista Tempo, Espaço e Linguagem (TEL), v.1, n.2, maio/ago. 2010, p.73-102
Sobre a noção de Paradigma e seu uso nas ciências humanas  publicado nos Cadernos de Pesquisa Interdisciplinares em Ciências Humanas, Florianópolis, v.11, n.98, p. 426-444, jan/jun. 2010

Histórica: Revista On Line do Arquivo Público do Estado de São Paulo

Já está disponível a edição de nº 45 desta excelente publicação. Difícil destacar qual a melhor matéria.
De Mônica Karaweczyk – Uma paulista na luta pela cidadania política: Diva Nazário e sua tentativa de alistamento em 1922.
De Maria de Fátima A. di Gregorio – Mulheres, Corpos e Pecados: uma discussão sobre a questão da condição feminina no Brasil Colônia.