Emilia Falcão: centenário de nascimento
Descaso com Material Arquivístico em Leopoldina
Analisando transcrições feitas no início do século XX, pelo então vigário Aristides de Araújo Porto, verificamos que os primeiros livros foram abertos no dia 21 de janeiro de 1855, justamente o primeiro dia útil de funcionamento da administração municipal. Um único original desta época foi encontrado: o livro de assentos matrimoniais de escravos. Ainda assim, embora em outras fontes seja possível verificar que vários escravos se casaram nos anos de 1855 e 1858, o primeiro assento ainda existente é o registrado na página 10 daquele livro, datado de 28 de agosto de 1861, relativo ao casamento dos escravos Agostinho e Tereza, pertencentes Vicente Ferreira Monteiro de Barros. Curiosamente o Termo de Abertura encontra-se no verso desta folha com a data 21 de janeiro de 1857.
Vitor Lorenzetto: centenário de nascimento
Instalação do Município de Leopoldina
João Batista e Sebastião: centenário de nascimento
Interessante notar que o ano de nascimento de Sebastião pode não ter sido lançado de forma correta, uma vez que sua irmã Carmen teria nascido no dia 17 de março de 1911.
Maria José de Rezende: centenário de nascimento
Elvira: centenário de nascimento
Fazer História, Escrever a História
Registro de Terras
As declarações para o registro serão feitas pelos possuidores, que as escreverão, ou farão escrever por outrem em dois exemplares iguais, assinando-os amboa, ou fazendo-os assinar pelo individuo que os houver escrito, se os possuidores não souberem escrever.
As declarações de terras possuídas devem conter o nome do possuidor; a designação da Freguesia em que estão situadas; o nome particular da situação, se o tiver; sua extensão, se for conhecida; e seus limites.







