Orlandina: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina, dia 1 de janeiro de 1911, filha de Olympio José de Almeida Ramos e Idalina Francisca de Paula.

Revista Verde

Alguns números desta publicação da cidade de Cataguases, anos 1927 a 1929, estão disponíveis no site Brasiliana. Vale a pena conhecer ou rever. Eis o Sumário do número 1, de 1927:

– A cidade e alguns poetas (por Henrique de Resende)
– É preciso paz na Arte Moderna (por Rosário Fusco)
– Funcção (por Martins de Oliveira)
– Serão do Menino Pobre (por Ascânio Lopes)
– Inquietação (por Emílio Moura)
– Sinal de apito (por Carlos Drummond de Andrade)
– Santinha da Encarnação (Conto) (por Guilherme Cesar)
– Viagem Sentimental (por Edmundo Lys)
– O 7 de setembro e o Coronel José Vieira de Resende e Silva
– Bloco (por Theobaldo de Miranda Santos)
– Nocturno (por Guilherme Cesar)
– Paradoxo (por Martins Mendes)
– O Estranho caso de Matias (por Camillo Soares)
– Ternura (por Francisco Ignacio Peixoto)
– Samba (por Roberto Theodoro)
– Prelúdios de Henrique de Resende
– Literatura (por Emílio Moura)
– Fusco
– Janeiro (Poema)
– Sônia (Poema) (por Fonte Bôa)
– O poema do meu primeiro amor (por Oswaldo Abritta)

Patrimônio e Memória: revista do CEDAP

O volume 6, número 2, da Revista Eletrônica do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa da Universidade Estadual Paulista está disponível neste endereço. Abordando fundamentalmente dois temas – museus e mulheres, o periódico traz artigos que tratam os assuntos de forma bastante variada. No primeiro a autora Célia Helena de Salles Oliveira dá o tom já no resumo, citando ‘a noção banalizada de que nos museus de História é possível “visualizar” o passado.’
 
É uma ótima leitura para todos os que se preocupam com a preservação da memória.

Pesquisa sobre o uso de Redes Sociais

Muito interessante a pesquisa realizada por Pew Research Center’s Internet & American Life Project. Sugerida pelo Olhar Digital via twitter, está disponível neste endereço.
Destacamos o gráfico a seguir, por apresentar um resultado que remete a comentários que temos recebido de internautas que visitam este blog e o site.
Muitos leitores dizem que não gostam de redes sociais por que as consideram elegia ao narcisismo. Alguns declaram preferir usar os buscadores para encontrar o assunto que lhes interessa do que participar das redes ou seguir blogs.
A leitura da pesquisa acima citada desperta uma reflexão: será que os professores que indicam as redes sociais sob o argumento de que é uma forma de estimular a leitura, estão acompanhando as atividades realizadas por seus alunos?
Sem dúvida alguma a leitura é fundamental e devemos utilizar de todos os meios disponíveis para desenvolver o prazer de ler. Mas… será que todos nós, com nossos blogs, twitters, sites e etc, temos lido o que escrevem nossos pares?

Sugestão de Leitura

Muito bom o espaço de José d’Assunção Barros na Rede Histórica. Conheçam! Hoje foram divulgados dois ótimos textos para reflexão.
Objetividade e subjetividade no conhecimento histórico: a oposição entre os paradigmas positivista e historicista foi publicado na Revista Tempo, Espaço e Linguagem (TEL), v.1, n.2, maio/ago. 2010, p.73-102
Sobre a noção de Paradigma e seu uso nas ciências humanas  publicado nos Cadernos de Pesquisa Interdisciplinares em Ciências Humanas, Florianópolis, v.11, n.98, p. 426-444, jan/jun. 2010

Histórica: Revista On Line do Arquivo Público do Estado de São Paulo

Já está disponível a edição de nº 45 desta excelente publicação. Difícil destacar qual a melhor matéria.
De Mônica Karaweczyk – Uma paulista na luta pela cidadania política: Diva Nazário e sua tentativa de alistamento em 1922.
De Maria de Fátima A. di Gregorio – Mulheres, Corpos e Pecados: uma discussão sobre a questão da condição feminina no Brasil Colônia.

Vernissage de Elias Fajardo em Leopoldina

19 a 27 de dezembro de 2010 no Hotel Minas Tower

O povoamento de Dona Euzébia, Minas Gerais

Muito interessante a monografia de Janaína Célia Rodrigues: Silêncio, curiosidades e descobertas: o início do povoamento em Dona Euzébia.
Trabalho de conclusão do curso de História na FIC – Faculdades Integradas de Cataguases, diz a autora:
“Espero que realmente este trabalho desperte curiosidade em meus conterrâneos e que eles o vejam não como uma história pronta e acabada, mas sim como apenas meu ponto de vista a respeito da história de Dona Euzébia. E que também venham contribuir com essa nova visão.”

Cartografia na Biblioteca Nacional de Portugal

Os mapas e plantas são instrumentos importantes para nossos estudos. Como a imagem ao lado, que destaca a Estrada de Ferro Leopoldina em 1885, extraída da Planta Geral das Estradas de Ferro, de Alexandre Speltz, publicada no Rio por Laemmert em 1885.
Nem sempre é fácil localizar este material. Mais difícil ainda é conseguir uma cópia. Pois a Biblioteca Nacional Portuguesa oferece um bom material, disponível no site.
Além da cartografia, em Biblioteca Digital podemos encontrar diversas obras digitalizadas. Um dos materiais disponíveis é a “Relação da Aclamação que se fez na Capitania do Rio de Janeiro ao Rei Dom João VI , disponível para download neste endereço.
 

Francois Dosse: O Desafio Biográfico

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