Autor: Nilza Cantoni
Leopoldinenses nascidos em fevereiro de 1912
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NASCIMENTO
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PAI
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MÃE
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Celio
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5 Fevereiro
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José Carlos de Melo Varejão
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Francisca Jardim Junqueira
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Maria da Conceição
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6 Fevereiro
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José Venâncio de Almeida
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Maria do Nascimento Cimbron de Medeiros
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Corinto
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8 Fevereiro
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Silvestre João Gonçalves
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Tecla Maria do Carmo
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Cristina Vargas Neto
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11 Fevereiro
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Joaquim Izidoro Vargas Neto
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Helcida Werneck
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Geraldo
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17 Fevereiro
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Francisco Ribeiro de Almeida
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Odete Ermelinda Montes
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Margarida
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18 Fevereiro
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Antonio Carlos de Oliveira
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Ana Cecília da Conceição
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Maria
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24 Fevereiro
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José Manoel de Souza
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Cecilia Januária de Alcântara
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Paulo
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25 Fevereiro
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João Pacheco de Carvalho
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Emilia Vasconcelos Pereira
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Maria da G Rodrigues
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28 Fevereiro
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Paulino Augusto Rodrigues
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Umbelina Cândida Gouvêa
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Francisco e Ignacio Ferreira Brito

Quadrinhos: evento nacional será no CEFET Leopoldina
Estudos sobre os irmãos Ferreira Brito
A despeito de críticas que o método recebe de alguns estudiosos, as biografias são um poderoso instrumento para a compreensão dos fatos do passado. Analisar a trajetória dos cidadãos comuns, e não só dos grandes heróis que povoam o material didático tradicional, permite reconstruir os hábitos e atitudes de determinada sociedade em um certo período histórico. E este é um trabalho que pode despertar prazer até mesmo nos jovens estudantes, conforme relata Verena Alberti, em Biografia dos avós: uma experiência de pesquisa no ensino médio. (Rio de Janeiro: CPDOC, 2006. 10p.)Em nossos estudos sobre o povoamento dos Sertões do Leste, cedo concluímos que seria impossível compreender a história local sem nos determos nas trajetórias individuais. Ao nos convencermos da necessidade de pesquisar a vida concreta dos homens e mulheres que viveram na região, conseguimos compreender algumas interpretações publicadas e encontramos explicações para ações e estratégias adotadas por aqueles grupos.Sendo assim, passaremos a publicar as informações que pudemos recolher sobre os mais antigos moradores do território que veio a constituir o município de Recreio. E iniciaremos pelos irmãos Ferreira Brito.
Dona Guilhermina

Josepha Dias

“A igreja de costume fica na frente da praça, a casa grande de costume fica no fundo da praça e o chafariz de costume no meio da praça; daí o ditado: ‘O chafariz, João Antônio e a matriz’, que descreve a constituição dessas localidades. Em torno da grande praça, vêem-se chácaras, utilizadas pelos fazendeiros ricos nos domingos e dias-santos; durante o resto do ano, ficam fechadas. Há meia dúzia de vendas, que não vendem nada. Como é costume no Brasil, o cemitério ocupa uma elevação bem visível, e as moradas dos mortos estão muito mais bem situadas que as dos vivos”.
Os nossos povoados tomaram esta feição por terem sido formados, na maioria dos casos, em torno da Igreja Matriz. Mas este não é o caso de Recreio que, conforme sabemos, surgiu a partir da Estação da Estrada de Ferro da Leopoldina. E foi em torno dela que os primeiro moradores se localizaram.
Na medida em que vamos registrando a ocupação daqueles pioneiros, podemos perceber que o Arraial Novo atraiu prestadores de serviços variados. Como é o caso de Josepha Dias, cuja casa avizinhava-se pela esquerda com Candido Neves, pela frente com a pequena rua fronteira à estação, pelos fundos com terrenos da Fazenda Laranjeiras e pela direita com a linha férrea da estrada Alto-Muriaé. Segundo se depreende dos registros, Dona Josepha foi autorizada a ocupar o terreno de 7 metros e 70 centímetros por 10 metros de fundos com o fim de prestar seus serviços de lavadeira numa pequena casa coberta de telhas, construída por ordem do proprietário da Fazenda. E quando o Banco do Brasil autorizou Ignacio Ferreira Brito a celebrar os contratos de aforamento, Josepha Dias assinou o seu a 9 de abril de 1885, aceitando pagar anualmente 26.180 réis.
Obras de preservação? em Fazenda do Registro Velho
Se as obras emergenciais foram realizadas para proteger a Fazenda do Registro Velho das intempéries do tempo; se as chuvas torrenciais são esperadas nesta época; seria um argumento válido dizer que a estrutura não resistiu por conta das chuvas?

Esta é a pergunta do autor do blog Fazenda do Registro Velho, de Barbacena, ilustradas pela imagem ao lado e diversas outras.
Leiam a matéria completa:
Cultura Popular: revisitando um conceito historiográfico
Roger Chartier
As diferentes definições sobre cultura popular podem ser divididas em dois grandes modelos: o que a concebe como um sistema simbólico autônomo, e o que a percebe como dependente de referência a uma cultura dominante. O contraste entre essas duas perspectivas fundamentou todos os modelos cronológicos que contrastam uma suposta “idade do ouro” da cultura popular e um tempo de censura e de constrangimentos que a desqualificam. O artigo se propõe a articular esses dois modelos ao invés de utilizá-los separadamente. É uma tarefa difícil, mas a única possível nos dias de hoje.
Presença Feminina



