Centenário de Nascimento de leopoldinenses

Há 100 anos nasceram em Leopoldina:

5 ago 1913 Débora Guersoni  filha de Augusto Guersoni e de Altiva G. de Oliveira

9 ago 1913 José Lorenzetto filho de Emilio Lorenzetto e de Angela Saggioro

24 ago 1913 Odilon Domingues filho de Rafael Domingues e de Idalina Narcisa Gomes

31 ago 1913 Ema Sangirolami filha de Giovanni Sangirolami e de Giustina Borella

Uma cidade no meio do Caminho Novo

Apresentação da Professora Leila Maria Fonseca Barbosa, no IV Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo.

Por que os monumentos clássicos do barroco mineiro são tão diferentes do resto do Brasil e de Portugal?

Alex Bohrer, professor de História, História da Arte e Iconografia, abordou os monumentos desconhecidos durante o IV Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo

Peregrinos e a Estrada Real

Apresentação do Professor Herinaldo Alves, especialista em Cultura e Arte Barroca, no IV Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo.

Duas vias de comunicação e povoamento da zona da mata mineira.

Joana Capella e Nilza Cantoni apresentaram um estudo sobre duas vias de comunicação que abriram uma parte dos Sertões do Leste ao povoamento.

Escolas Subsidiadas pelo Município

Há 130 anos o professor Antonio Diogo Vieira fez a seguinte petição à Câmara Municipal de Leopoldina:

A nota publicada n’O Leopoldinense parece confirmar a hipótese de que a Câmara Municipal subsidiava o funcionamento das salas de “aulas públicas” com base na quantidade de alunos que as frequentassem.

Comarca de Leopoldina

Há 141 anos era criada a Comarca de Leopoldina.

14 de julho de 1832: São José do Paraíba

Há 181 anos o Curato de São José do Parahyba (Além Paraíba) era elevado à condição de Paróquia por Decreto Imperial, tendo por filiais os Curatos de Nossa Senhora das Mercês do Kagado (Mar de Espanha) e Santa Rita do Meia Pataca (Cataguases).

Em 1851 a situação se inverteu em relação a Mercês do Kagado e pela emancipação de Mar de Espanha ficou-lhe subordinada. Pouco tempo depois, aos 27 de abril de 1854, foi incorporado à Vila Leopoldina pela Lei número 666, aí ficando por dez anos até que a Lei número 1235, de 27 de agosto de 1864, determinou nova transferência para Mar de Espanha.

Sua emancipação ocorreu em 30 de novembro de 1880, através da Lei número 2678.

Escolas particulares de Leopoldina

Apesar de algumas controvérsias quanto à origem do epíteto de Atenas da Zona da Mata[1], não se pode negar que a população leopoldinense esteve frequentemente envolvida em assuntos escolares e não somente em relação ao ensino público. Especialmente na última década do século XIX, não foram raras as notícias sobre instalação de escolas em Leopoldina. Um exemplo encontra-se na edição número 269 do órgão oficial Minas Geraes, de 5 de outubro de 1893, em cujas páginas 5 a 7 foram publicados os Estatutos da Sociedade Anônima Arcádia Leopoldinense, destinada à instrução da mocidade.

 

 

 

Pelo que foi possível apurar, este colégio particular destinava-se ao ensino intermediário – entre a escolarização básica e o ensino superior. Segundo a notícia abaixo, dois anos depois foi organizado, no mesmo edifício, um internato e externato.

Outras notas sobre o Colégio Nossa Senhora do Rosário:

 


[1] Citado em CAPRI, Roberto. Minas Gerais e seus Municípios. São Paulo: Pocai Weiss & Cia, 1916. p. 248


Estrada Real e Ferrovia

Estudo comparativo entre as Estradas Reais e Ferroviárias que resultou na publicação da obra Caminhos da História: Estradas Reais e Ferrovias, por Helena Guimarães Campos