Nascimentos em setembro de 1915 em Leopoldina

8 set 1915

Luiz Pimentel, filho de Aurelio Pimentel e de Carolina Marangoni

11 set 1915

Paulo Lisboa, filho de Luiz do Amaral Lisboa e de Maria da Conceição Garcia

17 set 1915

Yvete, filha de Luiz Eugênio Botelho e de Cynira Capdeville

25 set 1915

Nila, filha de José Martins de Souza e de Alice Soares Barcelos

26 set 1915

Maria José Dietz Rodrigues, filha de Antonio Germano Rodrigues e de Maria Dietz Tavares

30 set 1915

Luiz Garibaldi Maragna, filho de Higino Maragna e de Olga Coelho dos Santos

Setembro de 1855

Há 160 anos nasceram em Leopoldina

Dia 2

José, filho de Joaquim Dias Neto e Maria Catarina de Jesus

Dia 11

Francisco de Vargas Sobrinho Corrêa filho de Josué de Vargas Corrêa e Joaquina Eucheria de Jesus

Dia 15

Rita Esméria de Almeida filha de Francisco Rodrigues Gomes de Almeida e Maria Umbelina da Anunciação

Dia 30

José, filho de Manoel Henriques Porto Maia e Maria Balbina Soares

Centenário de Falecimento

No dia 29 de agosto de 1915 faleceu, em Leopoldina, a senhora Maria Nazaré Ribeiro Junqueira, filha de José Ribeiro Junqueira e de Antônia Augusto Monteiro Lobato Galvão de São Martinho. Era casada com Francisco de Andrade Botelho, com quem teve, pelo menos, os seguintes filhos: José, Adauto, Ormeu, Emerenciana, Antonio e Nanto Junqueira Botelho.

Expedicionários Leopoldinenses – De João Venâncio a José Ernesto

A viagem do Trem de História segue hoje contando a vida de mais três conterrâneos que estiveram na Itália.

19 – JOÃO VENÂNCIO FILHO, que segundo os arquivos da ANVFEB era  soldado cozinheiro identidade nº 1G 290.367, embarcou para a Itália com o 11º RI em 22.09.44 e retornou com o mesmo Regimento em 17.09.45. Palhares(1) o relaciona dentre os soldados da 3ª Cia do 11º RI. Sua ficha na Associação informa que nasceu em Leopoldina em 02.04.21. Era filho de João Venâncio de Brito e Bernardina Silvana de Brito. Casou-se com Iracema Carvalho de Brito, nascida em 11.01.27. Faleceu em 03.12.99. Nesta mesma ficha não consta que tenha deixado descendente.

20 – JOÃO ZANGIROLANI foi soldado do 6º Regimento de Infantaria adido ao Batalhão de Guardas, conforme Provisão(2) exarada nos termos do Decreto de 29.05.47 da Presidência da República. Ferido em combate onde perdeu uma das pernas, foi julgado definitivamente incapaz para o serviço do Exército e recebeu a graduação de 3º Sargento.  Foi condecorado com a Medalha Sangue do Brasil em 15.04.45. Em junho de 1947 recebeu a comenda(3) da Cruz de Combate por ter se destacado entre os homens de seu pelotão da 8ª Cia do 6º RI durante o ataque à Montese, na Itália. Ao reformar-se, galgou o posto de tenente. Os arquivos da ANVFEB, em Juiz de Fora (MG) registram que o soldado 4G 79.994 ou, 1G 294.485 embarcou para a Itália com o 6º RI em 02.07.44. Foi reformado conforme o Diário Oficial de 14.06.47. Segundo o Diário de Notícias(4), João desembarcou do navio Cantuaria, no porto do Rio de Janeiro, em 08.11.46 “após permanecer um longo período internado em hospitais norte-americanos em tratamento e cumprindo período de readaptação”.

João(5) nasceu em 05.04.21, em Leopoldina. Era filho do imigrante italiano Gildo(6) Sangirolami (1891- 1964) e de Perina Borella (1893 – 1972), casal que residiu na Fazenda Paraíso e teve treze filhos(6). Casou-se com Sebastiana Idalina Farinazzo, filha de Natal Farinazzo e Sebastiana Regina Pengo. João faleceu a 06.06.86 (7), aos 65 anos, deixando viúva e os filhos Moacir, Jaci, Darci e Jane.

21 – JOSÉ ERNESTO é o terceiro nome do vagão de hoje. Segundo se pode apurar nos arquivos da ANVFEB e na obra de Palhares(1), José Ernesto embarcou para a Itália como soldado 4G 21.223, da 7ª Cia o 11º RI em 22.09.44. Reformou-se como cabo. O Diário de Notícias(8) informa que o seu desembarque do navio General Meigs, no Porto do Rio de Janeiro, ocorreu no dia 17.09.45. O arquivo da citada Associação informa ainda que José Ernesto nasceu em Leopoldina no dia 18.04.1919, filho de Belarmino Pacífico e Leodora Maria da Conceição. Residiu durante algum tempo em Além Paraíba (MG).

O vagão de hoje está completo, mas o assunto não acabou. No próximo virão outros Expedicionários. Até lá.

Notas:

(1) PALHARES, Gentil Palhares. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p. 472.

(2) Provisão do Diretor de Recrutamento do Exército Brasileiro.

(3) Diploma do Ministério da Guerra datado de 15.06.47.

(4) Chegou ontem o Cantuária e o North King. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, segunda seção, p.9, 4 dez. 1946, Disponível em <http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=093718_02&PagFis=30843&gt;.  Acesso em 18 set. 2014.

(5) Cópias de documentos e dados complementares fornecidos pelo seu filho Jaci.

(6) Grafia da Certidão de Óbito do Registro Civil das Pessoas Naturais, de Leopoldina, livro nº 16-C, fls. 27-v, termo 1093, emitida em 11.05.2001. A certidão de Registro de Estrangeiros da Policia do Estado de Minas Gerais, livro nº 02, reg. nº 103, de 23.01.42, traz o nome como EGILDO. Documento do Archivio storico del Distretto Militare di Padova, Leva Militare delle province di Padova e Rovigo 1846 – 1902 informa que o nome era Egidio Sangirolami, filho de Giovanni Battista Sangirolami e de Modesta Carmelim.

(7) Obituário. Gazeta de Leopoldina, julho de 1986, s.d.t.

(8) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 14 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07023.pdf&gt;.  Acesso em 11 jan. 15.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de setembro de 2015

A América do Sul no mapa mural de Willem Blaeu de 1608: contribuições para a construção do continente

Artigo de Andréa Doré, publicado no Revista Domínios da Imagem, volume 9, número 17, 2015

Resumo

A idade de ouro da cartográfica holandesa que se desenvolveu no final do século XVI e ao longo do século XVII foi a mais rica e criativa na produção de mapas murais, feitos para decorar as paredes de palácios, salas de famílias nobres, bibliotecas de homens de estado ou de ricos comerciantes. Este artigo apresenta alguns aspectos relativos à América do Sul contidos no mapa mural de Willem Jansz Blaeu, de 1608, intitulado America quarta pars orbis, considerado um dos mais influentes mapas da América. Interessa especialmente destacar as fontes e as escolhas feitas pelos autores – cartógrafo e gravador – concernentes às representações de homens e mulheres, habitantes naturais da terra, e as cidades já existentes ou inauguradas pelos europeus.

A autora observa que as representações da América demonstram “um desejo de ‘domesticar’ o Novo Mundo” para que se tornasse adequado à visão europeia. Como consequência, ocorreu uma espécie de apagamento da heterogeneidade aqui existente e a ideia de que o continente foi “uma invenção ou construção” dos europeus.

Expedicionários Leopoldinenses – De Itamar a João Vassali

15 – ITAMAR JOSÉ TAVARES Segundo o Diário de Notícias(1) e Gentil Palhares (2), foi soldado da 9ª Cia do 3º Batalhão do 11º Regimento de Infantaria.

Chegou de volta da Itália no dia 17.09.45. Os arquivos da ANVFEB registram que o soldado 1G 293.090 embarcou com o 11º RI em 22.09.44. O mesmo arquivo informa ainda que ele teria falecido em 08.08.75. Familiares declaram que Itamar nasceu em 05.03.1919 e faleceu em 09.08.75, em Leopoldina. Era comerciário em Tebas e servia ao Exército, em Juiz de Fora, quando foi recrutado para a Guerra. Foi casado com Ocirema Ávila Tavares. Segundo seu filho José Aparício, Itamar não tinha irmão com o nome de Orlando, conforme afirma Kléber Pinto de Almeida.

Itamar José Tavares, à direita

16 – JAIR VILELA RUBACK aparece no Diário de Notícias(1) e em Palhares(3) com a informação de que foi soldado da 6ª Cia e desembarcou no porto do Rio de Janeiro no dia 17.09.45. Nesta viagem, conforme publicado no mesmo jornal, o navio trouxe para o Brasil 5.312 homens. Palhares relaciona Jair Vilela Ruback entre os soldados da 6ª Cia do 11º RI.

Jair era filho de Frederico Ruback e Cândida Vilela Ruback. Casou-se com sua prima Nair Vilela Ruback com quem teve pelo menos os filhos: Ivan, Ivo, Rui, Terezinha, Maria Isabel e Fernando. Residiu durante muito tempo na Rua Dr. Oswaldo Vieira, em Leopoldina.

17 – JOÃO ESTEVES FURTADO, segundo o Diário de Notícias(1), foi soldado da 2ª Cia do 1º Batalhão do Depósito de Pessoal do 11º RI, tendo desembarcado de volta da Itália no dia 17.09.45. Os arquivos da ANVFEB informam que o 3º Sargento 4G 925.542 embarcou com o Centro de Recompletamento de Pessoal/FEB em 08.02.45.

Certidão de nascimento emitida pelo Serviço de Registro Civil e Notas de Argirita informa que era natural daquela cidade e nasceu no dia 08.08.1923. Filho de Misael Furtado de Souza e Maria Roza Esteves Furtado, pelo lado do pai era neto de José Maria Furtado de Souza e Maria Misael Furtado e, por parte da mãe, descendia de Francisco Esteves e Maria Grazia Liotti. Casou-se com Maria Lopes Furtado e deixou descendente. Faleceu em Juiz de Fora no dia 23.06.97.

18 – JOÃO VASSALI foi incluído no monumento existente na Avenida dos Expedicionários e na relação dos alunos da Escola Estadual Luiz Salgado Lima(4). Segundo dados do arquivo da família e da ANVFEB, foi o soldado 4G 110362 do 11º RI. Embarcou para a Itália no dia 23.11.44 e retornou em 22.08.45 com o Batalhão do Depósito do Pessoal. Recebeu o Certificado e Medalha de Campanha. Como inativo, galgou o posto de 2º tenente.

João nasceu em 26.08.1921. Filho de Vicente Vassali e Maria Vassali. Casou-se em 28.02.46 com Maria Augusta Favero com quem teve os filhos: Gilson, José Luiz, Juarez, Maria do Carmo e Rosa Maria Vassali. Faleceu em 17.09.79.

Da sua vida após a Guerra sabe-se que, no final dos anos de 1950, residia na esquina da Rua Santa Filomena com a Praça Professor Ângelo e possuía um comércio de bebidas na Avenida Getúlio Vargas, no prolongamento da Rua Francisco Andrade Bastos, ao lado do antigo campinho do Cocota.

O sobrenome Vassalli, segundo Ciro Mioranza(5) é a forma plural de Vassallo, homem livre que, na sociedade feudal, se submetia ao senhor feudal em troca de proteção.

O vagão de hoje está cheio. Ainda temos mais João. Mas fica para o próximo. Aguardem.

Notas:

(1) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 14 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07023.pdf&gt;.  Acesso em 11 jan. 15.

(2) PALHARES, Gentil. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p.492.

(3) PALHARES, obra citada, p.484.

(4) PEREIRA, Rodolfo. Leopoldinenses na FEB (1943-1945). Publicado em 20 nov. 2013. Disponível em <http://www.acropolemg.blogspot.com.br/search/label/FEB&gt;. Acesso em 08 mar. 15.

(5) MIORANZA, Ciro. Dicionário dos Sobrenomes Italianos. São Paulo: Escala, 1997. p. 315.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de agosto de 2015

Agosto de 1915 em Leopoldina

Nascimentos

2 ago 1915

João, filho de Antonio Venâncio de Almeida Júnior e de Georgina Silveria de Almeida

3 ago 1915

Marcos, filho de Flavio dos Santos Lisboa e de Antonia Laudelina de Paula

9 ago 1915

Wilton, filho de Abdon Saraiva Carvalho e de Filomena Gonçalves

10 ago 1915

Maria Madalena Lorenzetto, filha de Emilio Lorenzetto e de Angela Saggioro

16 ago 1915

Francisco, filho de Moisés dos Reis Coutinho e de Adelaide Ferreira Brito

17 ago 1915

Rosa dos Santos Carraro, filha de Sante Carraro e de Erondina Angélica da Conceição

24 ago 1915

Maria Zenobi, filha de Enrico Zenobi e de Luigia Lorenzetto

Nascimentos em agosto de 1855

Dia 1

  • Zacarias, filho de Zacarias Francisco dos Reis e de Gertrudes Maria da Conceição

Dia 2

  • Manoel, filho de Manoel José Ferraz e de Francisca Maria de Jesus

Dia 6

  • Maria, filha de José Antonio Jacinto de Oliveira e Maria Tereza do Carmo
  • Tereza, filha de José Vital de Moraes e Umbelina Cassiano do Carmo

Dia 8

  • Antonio, filho de Manoel José de Almeida e Mariana Carolina de Oliveira

Dia 11

  • Filisbina, filha de Reginaldo de Souza Werneck e Maria do Carmo Pereira
  • Rosa, filha de Joaquim Antonio de Almeida e Gama e Maria Josefina Cândida de Jesus
  • João, filho de Manoel José da Silva e Joana Maria
  • Joaquim, filho de Cassiano José do Carmo e Rita Tereza de Jesus

Expedicionários Leopoldinenses – De Felício a Geraldo Rodrigues

12 – FELÍCIO MENEGHITE. A certidão passada pela Secretaria Geral do Exército em 26.08.67 informa que este soldado foi incluído como voluntário em 01.03.42 e permaneceu no 12º Batalhão de Caçadores até 23.01.45.

Participou de comboio marítimo a bordo do navio Itapura entre os portos de Vitória (ES) e Caravelas (BA). Pela mesma certidão, de acordo com o aviso nº 972, de 16.11.43, esteve a serviço no Arquipélago de Fernando de Noronha. Informações verbais de familiares dão conta de que Felício esteve na Itália, no final da Guerra, embora não se tenha logrado êxito nas buscas de documentos que comprovassem essa viagem.

Registre-se que o sobrenome de Felício no Certificado de Reservista de 1ª categoria nº 173764, do Ministério da Guerra, 4ª Região Militar, 12º Batalhão de Caçadores, emitido em Vila Velha (ES) em 31 de janeiro de 1945 consta como sendo Meneguite.

Felício era um dos filhos do casal Ermenegildo Meneghetti, nascido em Campolongo Maggiore (Itália) em 28.07.1881 e Genoveffa Calzavara, filha de Giuseppe Calzavara e Ana Scantabulo. Por parte de pai era neto dos imigrantes italianos Sante Meneghetti e Regina Formenton, casal cujo filho mais velho, de nome Felice Augusto, foi proprietário do lote nº 09 da Colônia Agrícola da Constança.

13 – GERALDO GOMES DE ARAÚJO PORTO. O nome deste Expedicionário aparece no Diário de Notícias(1) com a informação de que foi soldado da 6ª Cia do 2º Batalhão do 11º Regimento de Infantaria e desembarcou no porto do Rio de Janeiro (RJ) no dia 17.09.45 do navio General Meigs. Ainda no mesmo jornal consta a informação de que nesta viagem, procedente de Francoline, na Itália, o navio trouxe 5.312 homens. Gentil Palhares também o relaciona dentre os soldados da 6ª Cia do 11º RI. E nos arquivos da ANVFEB, o soldado 1G 292.445 está entre os que embarcaram para a Itália com o 11º RI em 22.09.44. Infelizmente não foi possível coletar até agora outros dados pessoais, uma vez que não foram localizados os seus familiares.

14 – GERALDO RODRIGUES DE OLIVEIRA. Sabe-se por documentos do arquivo da família que Geraldo Rodrigues de Oliveira foi convocado para a Guerra em 09.04.43. No Exército chegou ao posto de 3º sargento e participou do grupo de Artilharia de Dorso que patrulhou a costa brasileira. A bordo do navio Itaquera partiu do Rio de Janeiro (RJ) para Caravelas (BA) onde permaneceu até 30.08.45, conforme certidão reg. nº 53739/99-DIP, do Ministério da Defesa – Exército Brasileiro, datada de 20.09.99.

Geraldo nasceu a 16.06.1921 no Sítio Puris, no Bairro da Onça, propriedade da família desde os tempos do seu avô. Foi contabilista, bancário, securitário, pecuarista e participou ativamente da vida social da cidade. Era casado com Dalva Rodrigues de Oliveira com quem teve os filhos: Elisabete, Roberto, Pedro Paulo, Maria Leonor, Fernando e Carlos. Faleceu em 15.06.1995, no Rio de Janeiro (RJ) e foi sepultado em Leopoldina.

Como curiosidade, vale registrar que os arquivos da ANVFEB registram a existência de um soldado, também de Minas Gerais, homônimo do sargento Geraldo Rodrigues de Oliveira, que participou da Segunda Guerra.

O Trem de História de hoje fica por aqui. No próximo vagão ele trará Itamar José, João Esteves e João Vassali. Até lá.

Itamar José Tavares, o penúltimo à direita, na última fila.

Notas:

(1) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 13 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07022.pdf&gt;.  Acesso em 08 jan 15.

(2) PALHARES, Gentil. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p.484.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de agosto de 2015

Hora de Poetar

No próximo dia 1 de agosto serão abertas as inscrições para o XXIV Concurso Nacional de Poesias Augusto dos Anjos. Veja o edital neste endereço.