O atual município de Pirapetinga foi distrito de Leopoldina com o nome de Santana do Pirapetinga.

Temas da história de Leopoldina, Minas Gerais.
O atual município de Pirapetinga foi distrito de Leopoldina com o nome de Santana do Pirapetinga.


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Criado em 1858 com o nome de Dores do Monte Alegre, o atual distrito de Taruaçu fazia parte do município de Leopoldina, conforme Lei nº 947 de 8 de junho de 1858. A Capela de Dores do Monte Alegre foi desmembrada do então distrito de Bom Jesus do Rio Pardo, atual município de Argirita. A imagem acima foi montada a partir de cartografia da Comissão Geográfica e Geológica de Minas Gerais, publicada em 1927, disponível no Arquivo Público Mineiro. |

O antigo distrito de Campo Limpo em destaque na cartografia.

O Senhor Bom Jesus do Rio Pardo, distrito de Leopoldina, é hoje o município de Argirita.

Entre junho de 1850 e fevereiro de 1851 foi feita uma convocação de eleitores de São João Nepomuceno, sede de um vasto território que incluía o então Distrito do Feijão Cru. Analisando os nomes dos eleitores convocados, observamos que o então Curato de Nossa Senhora da Piedade era o 4º quarteirão do Feijão Cru e contava, naquele momento, com os seguintes eleitores:
O município de Leopoldina estendia-se por um território muito vasto e até hoje, apesar de muitos desmembramentos, sua área ainda é uma das maiores na região sul da zona da mata, num total de 942,31 km² conforme o site da Prefeitura Municipal.
Inúmeras foram as fazendas formadas no decorrer do século XIX. Muitas já não existem mais, quer por terem sido divididas em propriedades menores que por terem se tornado área urbana. Algumas delas foram analisadas e localizadas no texto “Antigas Cartas de Leopoldina” apresentado em Seminário realizado em 2004.




Sesmarias constituem um dos assuntos recorrentes entre pesquisadores dos primórdios das cidades. No caso de Leopoldina, como não poderia deixar de ser, foi necessário um longo trabalho de localização, transcrição e estudo de diversos documentos deste tipo. Em apenas duas cartas o Feijão Cru foi mencionado, apesar de muitas outras terem sido concedidas no território que mais tarde veio a constituir o município de Leopoldina.
Segundo o Decreto nº 2031 de 18 de novembro de 1857, o carcereiro de Leopoldina receberia sessenta mil réis anuais. Dentro da estrutura administrativa da época, o cargo tinha atrativos vinculados à remuneração. Até o momento não foi possível identificar quem foram os carcereiros daqueles tempos. As referências encontradas não mencionam os nomes dos ocupantes do cargo.