Expedicionários Leopoldinenses – De Felício a Geraldo Rodrigues

12 – FELÍCIO MENEGHITE. A certidão passada pela Secretaria Geral do Exército em 26.08.67 informa que este soldado foi incluído como voluntário em 01.03.42 e permaneceu no 12º Batalhão de Caçadores até 23.01.45.

Participou de comboio marítimo a bordo do navio Itapura entre os portos de Vitória (ES) e Caravelas (BA). Pela mesma certidão, de acordo com o aviso nº 972, de 16.11.43, esteve a serviço no Arquipélago de Fernando de Noronha. Informações verbais de familiares dão conta de que Felício esteve na Itália, no final da Guerra, embora não se tenha logrado êxito nas buscas de documentos que comprovassem essa viagem.

Registre-se que o sobrenome de Felício no Certificado de Reservista de 1ª categoria nº 173764, do Ministério da Guerra, 4ª Região Militar, 12º Batalhão de Caçadores, emitido em Vila Velha (ES) em 31 de janeiro de 1945 consta como sendo Meneguite.

Felício era um dos filhos do casal Ermenegildo Meneghetti, nascido em Campolongo Maggiore (Itália) em 28.07.1881 e Genoveffa Calzavara, filha de Giuseppe Calzavara e Ana Scantabulo. Por parte de pai era neto dos imigrantes italianos Sante Meneghetti e Regina Formenton, casal cujo filho mais velho, de nome Felice Augusto, foi proprietário do lote nº 09 da Colônia Agrícola da Constança.

13 – GERALDO GOMES DE ARAÚJO PORTO. O nome deste Expedicionário aparece no Diário de Notícias(1) com a informação de que foi soldado da 6ª Cia do 2º Batalhão do 11º Regimento de Infantaria e desembarcou no porto do Rio de Janeiro (RJ) no dia 17.09.45 do navio General Meigs. Ainda no mesmo jornal consta a informação de que nesta viagem, procedente de Francoline, na Itália, o navio trouxe 5.312 homens. Gentil Palhares também o relaciona dentre os soldados da 6ª Cia do 11º RI. E nos arquivos da ANVFEB, o soldado 1G 292.445 está entre os que embarcaram para a Itália com o 11º RI em 22.09.44. Infelizmente não foi possível coletar até agora outros dados pessoais, uma vez que não foram localizados os seus familiares.

14 – GERALDO RODRIGUES DE OLIVEIRA. Sabe-se por documentos do arquivo da família que Geraldo Rodrigues de Oliveira foi convocado para a Guerra em 09.04.43. No Exército chegou ao posto de 3º sargento e participou do grupo de Artilharia de Dorso que patrulhou a costa brasileira. A bordo do navio Itaquera partiu do Rio de Janeiro (RJ) para Caravelas (BA) onde permaneceu até 30.08.45, conforme certidão reg. nº 53739/99-DIP, do Ministério da Defesa – Exército Brasileiro, datada de 20.09.99.

Geraldo nasceu a 16.06.1921 no Sítio Puris, no Bairro da Onça, propriedade da família desde os tempos do seu avô. Foi contabilista, bancário, securitário, pecuarista e participou ativamente da vida social da cidade. Era casado com Dalva Rodrigues de Oliveira com quem teve os filhos: Elisabete, Roberto, Pedro Paulo, Maria Leonor, Fernando e Carlos. Faleceu em 15.06.1995, no Rio de Janeiro (RJ) e foi sepultado em Leopoldina.

Como curiosidade, vale registrar que os arquivos da ANVFEB registram a existência de um soldado, também de Minas Gerais, homônimo do sargento Geraldo Rodrigues de Oliveira, que participou da Segunda Guerra.

O Trem de História de hoje fica por aqui. No próximo vagão ele trará Itamar José, João Esteves e João Vassali. Até lá.

Itamar José Tavares, o penúltimo à direita, na última fila.

Notas:

(1) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 13 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07022.pdf&gt;.  Acesso em 08 jan 15.

(2) PALHARES, Gentil. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p.484.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de agosto de 2015

Hora de Poetar

No próximo dia 1 de agosto serão abertas as inscrições para o XXIV Concurso Nacional de Poesias Augusto dos Anjos. Veja o edital neste endereço.

Comarca de Leopoldina: novos informes

Conforme divulgamos em julho de 2013, a Comarca de Leopoldina foi criada em 15 de junho de 1872. Hoje acrescentaremos algumas informações sobre os primeiros juízes que atuaram em Leopoldina, incluindo o período anterior à criação da Comarca.

Caetano Augusto da Gama Cerqueira foi o primeiro Juiz de Direito nomeado para Leopoldina. Segundo Mauro de Almeida Pereira, até então as audiências judiciais eram presididas pelo Juiz Municipal, cargo eletivo, geralmente exercido por leigos, conforme se verifica em suas assinaturas que estão sempre seguidas da qualidade “3º, 4º substituto”. Periodicamente, esclareceu o Mauro, era realizada a “correição” por um juiz de fora.

O primeiro Juiz Municipal de Leopoldina foi Joaquim Antônio de Almeida Gama, primo de Caetano Augusto da Gama Cerqueira. Joaquim era filho de Antônio Francisco de Almeida e Gama que era irmão de Cesário Augusto da Gama, pai de Caetano Augusto. Esclareça-se que Antônio Francisco era filho do primeiro casamento de Caetano José de Almeida Gama com Antônia Maria Custódia Dias e que Cesário Augusto era filho do segundo casamento do mesmo Caetano José com Ana Francisca da Silva Lima.

Segundo se depreende da leitura da obra de Barroso Júnior, Joaquim Antônio de Almeida Gama teria sido o primeiro historiador-memorialista de Leopoldina, sendo provavelmente o autor de uma história do município publicada no Almanaque de Leopoldina em 1886.

Em artigo publicado por Mauro de Almeida Pereira no jornal Ilustração, edição número 312 de 15 de outubro de 1961, consta a seguinte a lista de Juízes de Direito que até então haviam exercido o cargo na Comarca de Leopoldina.

  1.  Caetano Augusto Gama Cerqueira (1873)
  2.  Manoel Silva Mafra (1874)
  3.  Joaquim Canuto de Figueiredo (1877 a 1879)
  4.  Francisco Ferreira Dias Duarte (1888 a 1889)
  5.  Afonso Henrique Vieira de Resende (1890 a 1891)
  6.  Manoel Simões de Souza Pinto (1892 a 1895)
  7.  João Gonçalves Gomes de Souza (1895 a 1897)
  8.  Antonio Felemon Gonçalves Torres (24/04/1898 a 03/01/1901)
  9.  Tito Fulgêncio Alves Pereira (03/01/1901 a 03/07/1902)
  10.  Custódio de Almeida Lustosa (28/01/1904 a 1926)
  11.  Leão Vieira Starling (13/01/1927 a 10/01/1933)
  12.  Sebastião de Souza (24/01/1934 a 1943)
  13.  Francisco de Paula Rebello Horta (1944 a 1945)
  14.  Pedro Ernesto de Resende (1946 a 1948)
  15.  Ovídio César Nascentes Coelho (1949 a 1953)
  16.  José de Assis Santiago (11/05/1953 a 28/08/1955)
  17.  Régulo da Cunha Peixoto (27/08/1955 a 08/03/1959)
  18. Onofre Esteves Ottoni (31/07/59 a…)

 

Expedicionários Leopoldinenses – De Eloi a Expedito

O Trem de História de hoje trata dos três nomes de expedicionários leopoldinenses iniciados com a letra “E”. Vejamos.

09 – ELOI FERREIRA DA SILVA FILHO. O Diário de Notícias(1) informa que o soldado nº 1G 293822 da 8ª Cia do 3º Batalhão, do 11º Regimento de Infantaria participou da Guerra no período de 06.10.1944 a 04.09.1945. Retornou da Itália no navio General Meigs que atracou no porto do Rio de Janeiro, no dia 17.09.45. Documentos da família registram que em 15.08.46 ele recebeu Medalha e Diploma de Campanha como integrante da FEB. Recebeu, também, Diploma pela passagem do Equador durante a Segunda Guerra e Certificado de que serviu na Itália, expedido pelo Ministério da Guerra, datado de 30.09.45. Foi reformado como 2º Sargento.

Eloi era filho de Eloi Ferreira da Silva e de Idalina Antonia de Jesus. Nasceu 28.07.1918 em Santo Antonio do Aventureiro. Ainda garoto mudou-se para a Fazenda Santa Rita, em Leopoldina. Casou-se com Maria Abrão com quem teve os filhos José Eloi e Celso Luiz Abrão da Silva, que ainda hoje cuidam das terras que pertenceram ao avô, nas proximidades da Estação Ferroviária de Vista Alegre. Faleceu em 13.07.2003.

10 – EUBER GERALDO DE QUEIROZ tem seu nome grafado como EULER, na relação do livro de Kléber Pinto de Almeida.Nos arquivos da ANVFEB consta que o sargento Euber, 4G 70.922, embarcou para a Itália com o Centro de Recompletamento do Pessoal em 08.02.45. Paula Pinto(2) o relaciona como natural de Minas Gerais, falecido em combate no dia 14.04.45, em Montese, Itália. Mascarenhas de Moraes (3) o menciona entre os sargentos do 6º Regimento de Infantaria mortos em combate

Para Aluízio de Barros (4), o 3º sargento era filho de Galdino Pedro de Queiroz e de Judite Teixeira de Queiroz. Foi agraciado com as Medalhas de Campanha, Sangue do Brasil e Cruz de Combate 1ª Classe. E no decreto que lhe concedeu a última condecoração, lê-se que agiu com bravura na ocupação da elevação II de Serrete, no dia 14.04.45, quando seu pelotão teve que atravessar a zona batida violentamente pelo inimigo por fogo de artilharia. Após ter indicado o procedimento necessário a cada subordinado, lançou-se resolutamente à frente do seu grupo, na direção do objetivo, tendo os seus homens atingido a linha fixada. Entretanto foi atingido mortalmente por uma granada inimiga, tombando heroicamente e dando aos seus homens um magnífico exemplo de bravura e desprendimento. Seu nome ficará sempre ligado à ocupação de II Serrete e estará sempre entre os bravos que lutaram pela liberdade e por um mundo melhor.

11 – EXPEDITO FERRAZ, segundo registra o Diário de Notícias(5), pertenceu à 3ª Cia do 1º Batalhão do Depósito do Pessoal do 11º Regimento de Infantaria e desembarcou do navio General Meigs, no porto do Rio de Janeiro (RJ), no dia 17.09.45. Nos arquivos da ANVFEB, em Juiz de Fora (MG), consta que o cabo 4G 107.596 embarcou para a Itália com o Centro de Recompletamento do Pessoal em 08.02.45. Ainda na mesma Associação colheu-se a informação de que ele nasceu em Piacatuba, em 12.09.1921 e faleceu em 02.01.2000, sem deixar descendente declarado. Era filho Basílio Ferraz e Clarice Barbosa.

General Meighs, navio que transportou tropas brasileiras na Segunda Guerra Mundial

No próximo número embarcarão para esta viagem os Expedicionários Leopoldinenses a partir da letra “F”. Aguardem. Ainda faltam muitos. Nem chegamos à metade da relação.

Notas:

(1) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Diário de Notícias, Rio de Janeiro, primeira seção, p. 6, 14 set. 1945. Disponível em <http://memoria.bn.br/pdf2/093718/per093718_1945_07023.pdf&gt;. Acesso em 12 jan. 15.

(2) PINTO, Henrique de Moura Paula. Lista detalhada dos Mortos da F.E.B na Campanha da Itália. Publicado em 15 jul. 2012. Disponível em <http://henriquemppfeb.blogspot.com.br/2012/07/lista-detalhada-dos-mortos-da-feb-na.html&gt;. Acesso em 22 jul. 12.

(3) MORAES, J. B. Mascarenhas de. A FEB pelo seu Comandante. 2.ed. Rio de Janeiro: Bibliex, 1960. p. 334.

(4) BARROS, Aluízio de.  Expedicionários Sacrificados na Campanha da Itália. Rio de Janeiro: Bruno Buccini, 1955. p.78.

(5) Expedicionários que viajam no “General Meigs”. Matéria citada.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 16 de julho de 2015

Há 100 anos em Leopoldina

Nascimentos no mês de julho

4 jul 1915

Augusta filha de João de Melo Gouvêa e de Emilia Teixeira de Melo

11 jul 1915

José filho de José Ignacio de Souza e de Pasqualina Meccariello

13 jul 1915

Gilda Lorenzetto filha de Ulisses Lorenzetto e de Olinda Leite Ferreira Santos

16 jul 1915

Antonio filho de Domingos Ferreira Neto e de Querina Ignacia de Jesus

17 jul 1915

Joaquim filho de Artur Teixeira de Mendonça e de Ana de Araújo Porto

18 jul 1915

Maria Bolzoni filha de Pietro Bolzoni e de Tereza Stefani

26 jul 1915

José Luiz Anzolin filho de Basilio Anzolin e de Antonia Ramanzi

27 jul 1915

Floripes Fanni filha de Giuseppino Fanni e de Maria Antonia de Jesus

Nascidos em julho de 1855

Há 160 anos nasceram em Leopoldina

Dia 1º

  • Antônio, filho de José Antônio de Moraes e Sebastiana Apolinária do Nascimento;
  • João, filho de Domingos José Rodrigues Carneiro e Ana Lourença de Souza.

Dia 5

  • João Carlos de Almeida, filho de Joaquim Antônio de Almeida Ramos e Maria Tereza de Jesus.

Dia 13

  • Maria Carolina Almeida, filha de Antônio Romualdo de Oliveira e Francisca Carolina.

Cecília Januária de Alcântana

Há 100 anos, no dia 30 de junho de 1915, morreu Cecília Januária no distrito de Ribeiro Junqueira. Nascida em Leopoldina no primeiro dia de agosto de 1884, era filha de Domingos Inocêncio Alcântara e de Maria Balbina de Jesus.

Casou-se no dia 30 de maio de 1911, em Ribeiro Junqueira, com José Manoel de Souza, filho de Manoel José de Souza e de Ana Maria de Jesus. O casal foi pai de Maria (1912) e de Sebastiana (1914).

Expedicionários Leopoldinenses: de Aristides a Derneval

A viagem continua e o Trem recolhe a história de mais três Expedicionários Leopoldinenses: Aristides, Celso e Derneval.

06 – ARISTIDES JOSÉ DA SILVA, segundo Henrique Pinto(1) foi o soldado 1G 271.466, do 1º RI, era natural de Leopoldina e faleceu aos 29.11.45, em Bombiana, Itália. Pelos arquivos da ANVFEB, Aristides, embarcou para a Itália em 22.09.44 com o 1º RI e ficou fora de combate a partir de 24.01.45. O pesquisador Aluízio de Barros(2) registra que Aristides era filho de Antonio José e Inês Francisca e que foi agraciado com as Medalhas de Campanha, Sangue do Brasil e Cruz de Combate de 2ª Classe. Mascarenhas de Moraes(3) o relaciona como um dos 457 mortos e extraviados na campanha da Itália.

Cemitério da FEB na Italia

07 – CELSO BOTELHO CAPDEVILLE, Segundo a ANVFEB, o soldado 1G 295.026 embarcou para a Itália com o 11º RI em 22.09.44 e retornou com o mesmo Regimento em 22.08.45. Gentil Palhares(4) o relaciona como soldado da Cia de Serviços do 11º RI.

Sobre sua vida fora do quartel apurou-se que em 1967 era gerente de agência da Caixa Econômica Federal na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Pela Portaria(5) do Ministério da Fazenda, nº 663, de 13.10.67 foi transferido para agência Visconde de Itaboraí, no centro da cidade, no mesmo cargo.

Apurou-se que(6) nasceu(8) no dia 25 de abril de 1921, filho de Nestor Capdeville e Luisa Hermínia Botelho. Neto paterno do francês Batista Capdeville e de Maria Albuquerque, sendo esta filha de José Antonio Albuquerque e Patrocínia Maria Conceição, Celso era neto materno de Luiz Botelho Falcão e de Emilia Antunes.

Celso casou-se com Elza Guimarães Antunes(8) no dia 14 de novembro de 1941,no Rio de Janeiro e com ela teve duas filhas: Luísa Hermínia e Ângela. Elza era filha de Antonio Bento Antunes e Djanira Reiff Guimarães, nascida em Recreio no dia 1 de agosto de 1901.

08 – DERNEVAL VARGAS Aparece em todas as relações de expedicionários leopoldinenses, talvez por ter sido um dos que mais lutaram, na cidade, pelos interesses dos colegas de farda. Inclusive, segundo o Sr. Pedro Medeiros, foi um dos que lutaram por dar nome à Avenida dos Expedicionários por ter sido ali o caminho, pelo Trem da Leopoldina, por onde os Expedicionários partiram e retornaram para Leopoldina.

Segundo os arquivos da ANVFEB, o cabo 1G 262.664 embarcou para a Itália com o 1º RI em 22.09.44 e retornou com o mesmo Regimento em 22.08.45.

Derneval nasceu a 13.02.1921. Era filho de João Vargas Corrêa Filho (Janjão) e Ilarina Machado Gouvêa. Neto paterno de João de Vargas Corrêa e Altina Maria Vargas. Por esta linha descendia de um dos casais pioneiros de Leopoldina: Francisco de Vargas Corrêa e Venância Esméria de Jesus. Seu bisavô paterno era filho de Francisco de Vargas e de Teresa Maria de Jesus. Sua avó era filha de outro pioneiro, Antônio Rodrigues Gomes Filho e Rita Esméria de Jesus, ele, filho de Antônio Rodrigues Gomes e Jacinta Rosa de Jesus e ela filha do “comendador” Manoel Antônio de Almeida e Rita Esméria de Jesus. Neto materno de José Vital de Oliveira e Mariana Custódia de Moraes, ele filho de Luiz José Gonzaga de Gouvêa e Maria Carolina de Moraes e Mariana filha de João José Machado e Ana Venância da Silva. Casou-se com Maria Auxiliadora Machado Vargas, nascida em 04.09.26 e falecida em 26.01.91, com quem teve sete filhos. Derneval faleceu em 15.02.1985. Foi Avaliador Judicial, comerciante, delegado de polícia e participou da vida social de Leopoldina.

Hoje Derneval empresta seu nome ao logradouro que fica no entroncamento das ruas Nilo Colona dos Santos, Dário Lopes Faria e Clóvis Salgado Gama, no bairro São Cristóvão.

Por hoje o Trem de História fica por aqui. Mas no próximo número tem mais. Até lá.

Notas

(1) PINTO, Henrique de Moura Paula. Lista detalhada dos Mortos da F.E.B na Campanha da Itália. Publicado em 15 jul. 2012. Disponível em <http://henriquemppfeb.blogspot.com.br/2012/07/lista-detalhada-dos-mortos-da-feb-na.html&gt;. Acesso em 22 jul. 12.

(2) BARROS, Aluízio de.  Expedicionários Sacrificados na Campanha da Itália. Rio de Janeiro: Bruno Buccini,  1955. p.89.

(3) MORAES, J. B. Mascarenhas de. A FEB pelo seu Comandante. 2.ed. Rio de Janeiro: Bibliex, 1960. p. 333.

(4) PALHARES, Gentil Palhares. De São João Del Rei ao Vale do Pó. Rio de Janeiro: Bibliex, 1957. p.464.

(5) MINISTÉRIO da Fazenda. Portaria nr 663 de 13 out 1967. Diário Oficial, seção I, parte II, ano X, nr. 8, 18 jun 1959, p. 49. Disponível em <http://www.jusbrasil.com.br/diarios/2794353/pg-49-secao-1-diario-oficial-da-uniao-dou-de-11-01-1968&gt;. Acesso em 01 jan. 15.

(6) ALBUQUERQUE, Pedro Wilson Carrano. Os Albuquerques de Angustura. Publicado em 02 julho 2000. Disponível em <www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=232&cat=Ensaios>. Acesso em 29 jan. 15.

(7) RODRIGUES, José Luiz Machado e CANTONI, Nilza. Nossas Ruas, Nossa Gente. Rio de Janeiro: particular, 2004. p.63.

(8) Após a publicação desta coluna, recebemos informações complementares de Pedro Wilson Carrano Albuquerque que foram acrescidas nesta edição virtual.

Luja Machado e Nilza Cantoni – Membros da ALLA
Publicado no jornal Leopoldinense de 1 de julho de 2015

Maria Messias de Almeida

Há 100 anos, no dia 24 de junho de 1915, faleceu em Leopoldina mais uma das pioneiras do Feijão Cru: Maria Messias, também conhecida como Maria Moraes de Almeida.

Era filha de João Rodrigues Ferreira Brito e de Messias Esméria de Almeida, sendo neta paterna de Bento Rodrigues Gomes e Ângela Joaquina de Jesus e neta materna de Manoel Antônio de Almeida e Rita Esméria de Jesus. Casou-se com José Inácio de Oliveira, também conhecido por José Inácio de Moraes, filho de João Inácio de Moraes e Anastácia Felisbina de Jesus.

Maria Messias e José Inácio tiveram, pelo menos, os seguintes filhos:

  •  João Amâncio de Oliveira;
  •  Josefina Vindilina do Amor Divino;
  •  Virginia de Oliveira;
  •  Ubaldina de Oliveira;
  •  Geraldino Inácio de Oliveira;
  •  Lindolfo Inácio de Oliveira;
  •  Joaquim Inácio de Oliveira;
  •  Georgina de Oliveira;
  •  Altiva de Oliveira;
  •  Honorina de Oliveira; e,
  •  Martiniano Inácio de Oliveira.

Assentos Paroquiais de Matrimônio em Leopoldina

Republicamos postagem de 2009, com o índice entregue à Secretaria Paroquial da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário em Leopoldina.