Grupo Antique no III FESTCEM

O ANTIQUE apresenta-se no III FESTCEM.

Dia: 03/11/2011

Hora: 09:00

Local: Salão Helenice da Cruz Machado Bella_ CEM “Lia Salgado”
Leopoldina, Minas Gerais

Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais

Terminou hoje o Seminário Nacional de Digitalização e Difusão de Acervos Patrimoniais, promovido pelo Museu Imperial. Brevemente as palestras estarão disponíveis no site, na seção dedicada ao Projeto DAMI –Digitalização do Acervo do Museu Imperial que pode ser conhecido neste endereço.
A penúltima palestra foi do Professor Doutor Pedro Puntoni, Diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Brasiliana USP. Discorreu sobre o processo de constituição desta biblioteca digital e ressaltou a necessidade de envolvimento da sociedade, lembrando que a digitalização “não sóevita o estresse causado pelo manuseio do original como permite a ampliação do acesso que vai garantir que o acervo seja preservado”. Isto porque, se a sociedade em geral não tem acesso, desconhece o acervo e não luta pela sua preservação. “Se eu guardar um tesouro e ninguém puder vê-lo, a próxima geração não saberá que ele existe”, disse Pedro Puntoni.
Precisamos refletir sobre a mudança de paradigma relativo à preservação dos acervos que estão sob a guarda dos nossos museus, arquivos e bibliotecas. Envolvendo a sociedade, os gestores serão chamados a responder aos seus anseios, no sentido de preservar estes bens culturais. Mas a sociedade só pode lutar por aquilo que conhece. A digitalização é a melhor maneira de ampliar o conhecimento geral sobre a memória cultural que se encontra sob aguarda das instituições encarregadas de sua preservação.

Digitalização: experiência da Cinemateca Brasileira

A Cinemateca Brasileira esteve presente no Seminário Nacional de Digitalização Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais, representada pelo Coordenador de Preservação Professor Millard Schisler, acompanhado de dois membros da equipe: Fernando Fortes e Karina Seino.
O professor Millar abordou 10 questões para refletir antes de iniciar um projeto de digitalização:
1 – Porque Digitalizar;
2 – Quando Digitalizar;
3 – Plano de Preservação Analógica;
4 – Plano de Preservação Digital;
5 – Especificações Técnicas;
6 – Sistemas Empregados;
7 – Educação, Marketink e Difusão;
8 – Catalogação;
9 – Escolhas;
10 – Gerenciamento de Bens Digitais.
Fernando Fortes e Karina Seino falaram de projetos de digitalização da Cinemateca Brasileira.
Deixaram-nos, ainda, a sugestão de baixar a edição brasileira de O Dilema Digital, disponível neste endereço.

Noite de Autógrafos: Contrastes e Segredos

Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais

Terminou hoje o Seminário Nacional de Digitalização e Difusão de Acervos Patrimoniais, promovido pelo Museu Imperial. Brevemente as palestras estarão disponíveis no site, na seção dedicada ao Projeto DAMI – Digitalização do Acervo do Museu Imperial.

A penúltima palestra foi do Professor Doutor Pedro Puntoni, Diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Brasiliana USP. Discorreu sobre o processo de constituição desta biblioteca digital e ressaltou a necessidade de envolvimento da sociedade, lembrando que a digitalização “não só evita o estresse causado pelo manuseio do original como permite a ampliação do acesso que vai garantir que o acervo seja preservado”. Isto porque, se a sociedade em geral não tem acesso, desconhece o acervo e não luta pela sua preservação. “Se eu guardar um tesouro e ninguém puder vê-lo, a próxima geração não saberá que ele existe”, disse Pedro Puntoni.

Precisamos refletir sobre a mudança de paradigma relativo à preservação dos acervos que estão sob a guarda dos nossos museus, arquivos e bibliotecas. Envolvendo a sociedade, os gestores serão chamados a responder aos seus anseios, no sentido de preservar estes bens culturais. Mas a sociedade só pode lutar por aquilo que conhece. A digitalização é a melhor maneira de ampliar o conhecimento geral sobre a memória cultural que se encontra sob a guarda das instituições encarregadas de sua preservação.

Maria Ceoldo e Elisa Cobucci: centenário de nascimento

19 de outubro de 1911 – Nascem em Leopoldina:
Maria Ceoldo, filha de Rodolfo Domenico Ceoldo e Tereza Righetto
e
Elisa Cobucci, filha de Gaspar Cobucci e Maria Tereza de São Martinho
A seguir, outra transcrição do mesmo batismo, com data diferente.

Conforme este segundo assento de batismo, o nascimento de Elisa teria sido no dia 20 de novembro de 1911. Entretanto, o registro de nascimento confirma a primeira data. Portanto, temos mais um exemplo dos inúmeros problemas causados pela transcrição realizada pelo Padre Aristides, na década de 1920.

Regina Meneghetti: centenário de nascimento

18 de outubro de 1911 – Nasce em Leopoldina, filha de Verginio Meneghetti e Tereza Ceoldo.

Leopoldina é elevada a Categoria de Cidade

O Município de Leopoldina, criado em 27 de abril de 1854, é elevado à categoria de cidade pela Lei Mineira número 1116 do dia 16 de outubro de 1861.

Maria Luiza Lisboa: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 15 de outubro de 1911, filha de Luiz do Amaral Lisboa e Maria da Conceição Garcia.
Seu pai era filho do açoriano Tomaz Pereira do Amaral Lisboa e de Albina de Souza Werneck. Sua mãe era descendente dos Garcia de Matos e dos Vargas Corrêa, antigos moradores do então Feijão Cru.

Celia Lima e João Locci: centenário de nascimento

No dia 14 de outubro de 1910, nasceram em Leopoldina:
Célia, filha de Custódio de Freitas Lima e Teresa Martins Vargas
João Locci, filho dos italianos Luigi Locci e Vicencia Deios
A identificação das duas crianças foi dificultada pela mesma causa comum a tantos outros casos: o livro original de batismos foi transcrito pelo Padre Aristides na década de 1920, sem que tenha sido realizada uma conferência. O original foi descartado.
No caso de Celia, a identificação foi um pouco mais fácil porque sua mãe descendia de vários povoadores e o trabalho de Mauro de Almeida Pereira ofereceu pistas que permitiram ampliar o conhecimento da família. Teresa Martins Vargas era bisneta de Antonio Rodrigues Gomes, Bento Rodrigues Gomes e Francisco de Vargas, sendo terceira neta, por parte de pai e mãe, de Manoel Antônio de Almeida.
Já a identificação de João Locci foi bem mais complicada, em virtude do sobrenome ter sofrido alterações e no município de Leopoldina terem vivido as famílias Sotti ou Zotti e Locci, cujos registros foram muitas vezes realizados com a mesma ortografia, levando-nos a acreditar que se tratava da mesma família. Entretanto, ao analisar a imigração da família Locci, procedente de San Vito, Cagliari, foi possível observar que não havia relação direta de parentesco com os Sotti. Todavia, é possível que em tempos remotos os Sotti e os Locci fizessem parte do mesmo tronco.