“O Prefeito será de livre nomeação do Governador do Estado”.
Autor: Nilza Cantoni
Francisco Silva: centenário de nascimento
“De vm ce amigo, servo, venerador…”: comentários sobre o sujeito histórico e a escrita epistolar nas Minas setecentistas
RESUMO
O presente texto visa contextualizar as discussões relativas à ação do sujeito histórico e as dinâmicas frente aos sistemas normativos na construção da escrita da História. Para isso, iremos analisar o papel do sujeito como autor e a relação com o produto de seu trabalho. A título de estudo de caso, buscaremos dissecar a correspondência do colono mineiro Paulo Pereira de Souza, comerciante de secos e molhados que atuou na capitania de Minas Gerais nas décadas de 1750 e 1760. É, pois, a partir de Paulo Pereira que procuraremos identificar as variadas formas de narrativa e expressão, que naturalmente geram diferentes percepções do historiador.
Palavras-chave: epistolografia, Minas Gerais, Brasil, Paulo Pereira de Souza.
Site da Revista Acervo
Agora poderemos ler esta ótima publicação semestral do Arquivo Nacional pela internet. Neste endereço já estão disponíveis os volumes 23, nr 2; 23, nr 1 e 22, nr 2.
Destaco, em especial, o número 2 do volume 23, que aborda a Preservação de Acervos Documentais. Todos os artigos são ótimos. O primeiro é de Adriana Cox Hollós abordando os fundamentos da preservação documental no Brasil. Uma boa introdução para quem tem pouco conhecimento na área.
História ou romance? A renovação da biografia nas décadas de 1920 a 1940
Artigo de Márcia de Almeida Gonçalves publicado na Revista ArtCultura, Uberlândia, v. 13, n. 22, p. 119-135, jan.-jun. 2011
Resumo
No alvorecer do século XX, o debate sobre biografias ocupou autores e intelectuais europeus interessados em reconsiderar os diversos campos da produção letrada. Objetivamos nesse artigo situar esse debate entre autores ingleses, por meio da apresentação de algumas de suas indagações sobre a dimensão artística, na sua proximidade com a forma do romance, de biografias qualificadas como modernas. Se Lytton Strachey e sua “Rainha Vitória” (1921) vieram a se tornar referências, isso assim ocorreu no contexto de questionamentos realizados por Harold Nicolson e por Virgínia Woolf, nas décadas de 1920 e 1930. Ao caracterizarmos as indagações de Nicolson e Woolf, pretendemos analisar o valor seminal das mesmas em apropriações que afetaram autores franceses – destaque para Andre Maurois e seu Aspectos da biografia (1928) – e também letrados e críticos brasileiros – como Edgard Cavalheiro e seu texto Biografias e biógrafos (1943).
Contagem Populacional de 1843
Derrama, boatos e historiografia
Revista de Teoria da História
A Operação Genealógica
“O que é uma Genealogia? Como pode o historiador utilizar-se de genealogias como fontes históricas, e, em contrapartida, quais as possibilidades de tomar a própria genealogia para o objeto historiográfico em si mesmo? Como os indivíduos, famílias e grupos sociais constróem as sua genealogias – selecionando alguns antepassados e descartando outros – de modo a edificar a sua própria identidade? Como as genealogias funcionaram nos diversos períodos históricos?”
De José d’Assunção Barros, o artigo foi publicado na Mouseion, v. 1, nr. 2, julho-dezembro de 2007.
Vejam o texto completo:
operacao_genealogica.pdf (objeto application/pdf)




