Dilermando Cruz, inspetor escolar municipal
Centenário de Nascimento de leopoldinenses
Crianças nascidas em junho de 1913 em Leopoldina:
Dia 1
Carlos Antonelli filho de Sante Antonelli e de Maria Rosa Richardelli
Dia 2
Adauto Neto Figueira da Costa filho de Tobias Figueira da Costa e de Mariana Vargas Neto
Dia 6
Lauro Gonçalves Neto filho de João Ventura Gonçalves Neto e de Alcina Paula Moraes
Dia 13
Antonio Gigli filho de Celso Gigli e de Ida Fontanella
Dia 15
Amelia filha de Miguel Arcanjo Monteiro de Rezende e de Francisca de Rezende Lara
Dia 16
José Ferreira Garcia filho de Silvandino Funchal Garcia e de Esmenia Ferreira
Dia 27
Antonio Machado Matos filho de Pedro Machado Dias e de Maria Garcia de Matos
Prédio da Câmara Municipal de Leopoldina
Em maio de 1895 a Gazeta de Leopoldina publicou a Lei número 54, de 22 de fevereiro daquele ano, em que foi autorizada a compra de um prédio para a Câmara Municipal. A curiosidade desta notícia vem do fato de que Antônio José Alves Ramos, de cujos herdeiros seria comprado o prédio, fora farmacêutico e proprietário da Farmácia Central, estabelecida em um prédio que pertencera à Fazenda do Feijão Cru Pequeno. Este prédio seria, mais tarde, o Ginásio Leopoldinense.
Em jornal comemorativo dos 103 anos do Ginásio, publicado em junho de 2009, informa-se na página 2 que o imóvel fora comprado em 1902, pelo Dr. Ribeiro Junqueira. Esta informação é questionável por informar que o vendedor foi Antonio José Alves Ramos, falecido muito tempo antes. Na verdade deve ter escapado ao articulista que a venda foi realizada pelos herdeiros. Mas resta ainda uma dúvida, já que os descendentes contam que a viúva Amélia Carolina Pereira Pinto vendeu o prédio, por volta de 1904, mas não para a pessoa física acima mencionada e sim para a Câmara Municipal de Leopoldina. A notícia do jornal vem, de certa forma, confirmar esta informação oral.
Segundo publicou O Mediador, em novembro de 1896, a Farmácia Central continuava em funcionamento, tendo sido incluída no Lançamento de Contribuintes para o ano seguinte. Portanto, se a Lei de 1895 teve algum efeito, não foi imediato como parece indicar a sua publicação em maio do mesmo ano. Talvez tenha havido negociação que não chegou a termo imediatamente.
Há 148 anos nascia Lino Montes
No dia 20 de maio de 1865 nasceu em Leopoldina o filho de João Rodrigues de Rezende Montes e Deolinda Clara Valadão que se tornaria professor, pintor e retratista. Esclareça-se que retratista significava, no final do século XIX, a arte de desenhar e pintar imagens das pessoas.
Lino Montes era neto de Bernardo José Gonçalves Montes e Maria Antônia de Jesus, pioneiros moradores do então Feijão Cru. Nasceu provavelmente na Fazenda Sossego, de seu avô, o primeiro proprietário local a declarar produzir café.










