Música na produção de conhecimento

É sempre um prazer descobrir novos textos que sugerem alternativas para o ensino da história. Assim aconteceu com o artigo O uso das fontes históricas como ferramentas na produção de conhecimento histórico: a canção como mediador. Nele, Erica da Silva Xavier menciona a “possibilidade de se pensar a utilização da canção enquanto documento histórico durante as aulas, pois são produções culturais carregadas de significados, tanto de forma implícita, quanto explícita”.
E não só pensando na prática de sala de aula, mas também na maneira como cada um de nós atua em sociedade, já que somos, cada um a seu modo, ensinantes e aprendentes, convidamos para a leitura do texto completo neste endereço.

Brasileiros pré-históricos faziam obras de arte com mortos

“A região central de Minas é famosa por ter abrigado uma gente cujas feições lembravam os atuais africanos e aborígines da Austrália, bem diferente do tipo físico dos índios atuais. É lá que foi achada a célebre Luzia, mulher mais antiga do continente, com mais de 11 mil anos. “
Vejam notícia sobre o trabalho do arqueólogo André Strauss

Desafios da Educação: multidisciplinaridade entre Literatura e História

O artigo de Raquel Alvarenga Sena Venera, Jonas Felisberto e Cristina Rachadel, disponível neste endereço, sugere um caminho para pensar o ensino no mundo contemporâneo.

“Este artigo é uma reflexão acerca dos cruzamentos multidisciplinares entre a Literatura e o Ensino de História levando em consideração o contexto contemporâneo da Educação no Brasil. Um momento em que o consumo da mídia não pode ser desconsiderado, bem como as demandas de um tempo furtivo recortado de informações em redes globais. Esse contexto que exige da cultura escolar a subjetivação de cidadãos críticos, conscientes e participativos demarca um local de ambiguidades entre o imaginário de redenção pela Educação e os limites do Estado. O Ensino de História responde a essas demandas a partir da interpretação das diferentes linguagens em sala de aula. Entre elas, a Literatura é o exemplo recortado neste artigo. O diálogo entre as várias áreas do conhecimento marca este tempo contemporâneo e aponta uma flecha para um futuro que se pretende – cidadãos com pensamentos múltiplos, autônomos, capazes de interpretar contextos e situações diversas.”

Proteja seus documentos

No site do Arquivo Público do Estado de São Paulo podemos encontrar dicas preciosas para cuidarmos de nossos livros e documentos. 

Memória Histórica da Descoberta das Minas

Extrato de Manuscrito de Cláudio Manoel da Costa

Fontes Históricas

Muito interessante o Portal dia-a-dia da Educação do estado do Paraná. 
“As fontes escritas (cartas, discursos, leis, livros entre outros), foram, durante muitos séculos os únicos vestígios considerados legítimos para o historiador recuperar o passado. No entanto, desde os anos 1920, com a chamada “revolução documental” promovida pela Escola dos Annales, as fontes orais e iconográficas passaram a ter a mesma importância para a escrita da história.
Esta seção disponibiliza fontes históricas escritas reproduzidas em formato pdf. Essas informações podem ser utilizadas pelos professores como material de apoio em sala de aula.”

Eleotério e Manoel: centenário de nascimento

No dia 20 de fevereiro de 1911 nasceram em Leopoldina:

Eleotério, filho de Antonio Ramos e Amalia Lorenzetto 



Manoel, filho de Antonio Lucas de Andrade e Cassiana Francisca de Lacerda
 

Pensar bem por intermédio da assimilação e contextualização de conceitos

Foi através de mensagens de nossos leitores que surgiu a ideia de indicar bibliografia. Inúmeras vezes recebemos, de estudantes e professores, um pedido que já se tornou clássico: “envie tudo sobre a história de Leopoldina”. Muitas vezes temos comentado: será que alguém imagina ser possível reunir toda a história em algumas folhas de papel ou num arquivo tão pequeno que possa ser enviado por e-mail? Outra: quem faz tal pedido tem intenção de conhecer o assunto ou apenas cumprir uma formalidade? Se é um professor ou professora quem faz o pedido, imagina-se que pretenda utilizar o material no preparo de suas aulas. Se é um aluno, o objetivo deve ser a leitura para subsidiar o texto que escreverá a pedido do professor.
Entretanto, muitas vezes temos tido oportunidade de observar que nossos correspondentes não conseguem interpretar os textos e optam por recortar e colar partes em seus trabalhos. Tal situação veio à mente ao final da leitura do artigo de André Wagner Rodrigues, disponível aqui. Com o subtítulo Considerações pertinentes para o ensino da História Atual, o autor declarou pretender trazer “para o debate acadêmico algumas preocupações e indagações de historiadores que percebem nos últimos tempos os efeitos negativos da influência dos meios-de-comunicação na formação das novas gerações”.
Embora logo de início expresse a preocupação com “os efeitos da acronia (ausência de referência temporal) e atopia (ausência de referência espacial) produzidos pelos meios de comunicação de massa”, no decorrer do texto o autor demonstra a preocupação com “a importância do ato de pensar bem”, o que vem de encontro com a nossa questão.

Otavio dos Santos Carraro: centenário de nascimento

19 de fevereiro de 1911 – Nasce em Leopoldina, filho do italiano Antonio Sante Carraro e Erondina Angelica da Conceição. Neto paterno de Angelo Carraro e Giovanna Cancelliero.
Angelo Carraro deixou a Italia no final do ano de 1895, tendo chegado a Leopoldina no dia 4 de janeiro de 1896. Veio acompanhado da esposa e 8 filhos. O mais velho, Emilio Carraro, imigrara anteriormente e estava trabalhando na Fazenda Paraiso, de onde emitira, em setembro de 1895, uma ordem de pagamento em favor de seu pai que então residia em Dolo, provincia de Padova, no Veneto. 
Angelo, Giovanna e os outros filhos também trabalharam na Fazenda Paraíso, sob contrato com o proprietário Barão do Bonfim. Em 1897, Angelo já constava na lista de pagamentos da fazenda, sendo  meeiro na produção de café.
Os pais de Otavio casaram-se em Leopoldina no dia 30 de maio de 1908. No ano seguinte, Antonio Sante Carraro trabalhava na fazenda de Joaquim Ezequiel de Almeida Gama, município de Cataguases. No final da década de 1920, Erondina, Antonio Carraro e filhos saíram da região. Ele faleceu em 1950 em Campo Grande, Rio de Janeiro. Não temos informações sobre Otavio que hoje estaria completando 100 anos de idade.

Leopoldina pelo olhar de visitantes

Em novembro de 2010 os fotógrafos Luciane & Alexandre, da Sociedade Petropolitana de Fotografia – SOPEF, visitaram diversas cidades da zona da mata mineira. De Leopoldina fizeram os registros abaixo.

Pórtico na entrada, vindo de Muriaé.
Matriz de Nossa Senhora do Rosário
Matriz do Rosário
Escola Estadual Botelho Reis, antigo Ginásio Leopoldinense
Prefeitura Municipal de Leopoldina
Catedral de São Sebastião
Catedral de São Sebastião
Praça Nossa Senhora da Paz, ao lado da Catedral
Catedral de São Sebastião vista da Praça Nossa Senhora da Paz
Catedral vista do Hotel Minas Tower
Igreja Matriz de São José
À direita, trecho do Ribeirão Feijão Cru, na Avenida Getúlio Vargas