Autor: Nilza Cantoni
Pesquisadores do Caminho Novo: contribuição da genealogia
Comunicação de Gustavo Almeida Magalhães de Lemos sobre metodologia de pesquisa em genealogia, durante o 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.
Uma teoria esdrúxula: as assinaturas do criador
Comunicação de Geraldo Barroso de Carvalho no 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, sobre a Teoria das Assinaturas e plantas que teriam valor curativo. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.
O significado do termo carijós em Minas Gerais
Apresentamos o relato da sexta comunicação do 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, realizado em Conselheiro Lafaiete nos dias 29 e 30 de junho de 2012. Mauricéia Maia abordou os indígenas classificados como carijós em Minas Gerais. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.
Teoria da História – Volume IV. Acordes Historiográficos
José d’Assunção Barros:
“A Crítica Documental foi uma conquista historiográfica cujas origens remetem ao trabalho de filólogos e teólogos do início do período moderno que começam a desenvolver uma criteriosa preocupação com a autenticidade e outros aspectos pertinentes aos diversos documentos que dizem respeito às suas instituições.”
Teoria da História – Volume IV. “Acordes Historiográficos” – Rede Histórica
A arte da santeria no 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo
Hoje apresentamos mais um relato de comunicação apresentada em Conselheiro Lafaiete, no dia 29 de junho de 2012, durante o 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo. Luciomar de Jesus falou sobre a arte escultórica do santeiro. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.
Entre a cruz e a espada: religião, política e controle social nas Minas do Ouro (1693-1745)
RESUMO
O objetivo central deste artigo é tratar das implicações políticas concernentes à implantação do catolicismo no hinterland mineiro, em sua fase de organização (1693-1745), assinalando as principais dificuldades encontradas pela coroa para estabelecer a vida religiosa nesse território. Percebe-se que o político não pode ser esquadrinhado somente em seu registro mais aparente, uma vez que ele também jaz em causas mais profundas que se radicam no imaginário religioso. Destarte, diante da complexidade do “real”, torna-se necessário verificar as suas mediações, seus limites e o coeficiente de dependência/independência entre essa instância e o religioso. A análise do político via “questão religiosa” demanda reflexão e esforço maiores para se entender os homens em seu próprio tempo, como agentes sociais ativos, embora muitas vezes atuando sob circunstâncias extremamente adversas. Para tal, este estudo se realizou à luz da documentação coeva, notadamente aquela produzida pela Secretaria do Governo.
Palavras-chave religião, política, resistência, Minas Gerais.
Varia Historia – Entre a cruz e a espada: religião, política e controle social nas Minas do Ouro (1693-1745)
Leopoldinenses nascidos em agosto de 1912
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NASCIMENTO
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PAI
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MÃE
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Orlando Levasseur Sabino
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1 Agosto
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João Baptista Sabino
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Maria das Dores Levasseur
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Amélia Bedin
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2 Agosto
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Gioacchino Bedin
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Angelina Sardi
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Rosa
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5 Agosto
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Giuseppe Pittano
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Antonia Bergamasso
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Maria
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6 Agosto
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Antonio Rodrigues Machado
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Esmeraldina Ignacia de Moraes
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Osvaldo José
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9 Agosto
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Everaldo de Bastos Freire
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Sofia Gama de Castro Lacerda
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Sebastião Rodrigues Barbosa
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11 Agosto
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Feliciano José Barbosa
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Nelsina Augusto Rodrigues
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Enedina
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15 Agosto
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Sebastião Lopes da Rocha
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Maria Luiza de Oliveira
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Maria da Conceição
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24 Agosto
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Joaquim Gama de Castro Lacerda
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Maria da Conceição Monteiro de Barros
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Filomena Lammoglia
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29 Agosto
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Antonio Lammoglia
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Margaretha Lorenzetto
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A tarefa acadêmica de criar e perpetuar vultos literários
Resumo
Este artigo focaliza a Academia Brasileira de Letras como produtora de heróis nacionais. Desde a sua fundação, em 1897, até meados da década de 1920, a instituição procurou oferecer aos seus integrantes, através dos diversos eventos, uma maior visibilidade social no interior da elite carioca e nacional. Assim como as personalidades políticas, os acadêmicos queriam ver seus nomes e suas obras glorificados pela nação.
Texto completo disponível aqui: Far
Um mitógrafo no Império : a construção dos mitos da história nacionalista do século XIX
Artigo de Maria Helena P. T. Machado publicado na Revista de Estudos Históricos da Fundação Getúlio Vargas em 2000
Este artigo examina o desenvolvimento de uma história nacionalista no Brasil na segunda metade do século XIX, mostrando como ele esteve ligado às questões políticas, intelectuais e outras, derivadas da experiência subjetiva da elite brasileira no período. Concentrando sua atenção na vida e obra do General Couto de Magalhães (1837-1898), o texto recupera as origens das correntes nacionalista e chauvinista do pensamento histórico brasileiro, entendidas aqui como mitografias. Desenvolvidas nos estilos nativista e regionalista, essas duas formas de história, que iriam desempenhar importante papel na elaboração de uma tradição historiográfica nacional, são vistas em sua relação com a experiência subjetiva da realidade brasileira no período em que viveu Couto de Magalhães.
Texto completo: Machado
