Considerações gerais acerca da ideia de Progresso

De Humberto José Bis

RESUMO: Concebida atualmente como um avanço contínuo da humanidade, seja em decorrência de suas virtudes morais e espirituais, ou mesmo se referindo às habilidades técnicas dos seres humanos de resolver os problemas materiais que são colocados pela natureza e pela própria vida em comunidade, a idéia de progresso penetrou no imaginário comum do mundo ocidental servindo de substrato teórico a outras idéias, como liberdade, justiça, igualdade e democracia. É precisamente a história desta idéia que pretendemos abordar, procurando responder as seguintes questões: O que é progresso? Onde e quando essa idéia surgiu? Terá ela o mesmo significado de quatro ou cinco séculos atrás? Será a idéia de progresso basicamente moral ou espiritual? Ou será a presença ou não de riqueza material um melhor indicador de progresso?






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Pesquisadores do Caminho Novo: contribuição da genealogia

Comunicação de Gustavo Almeida Magalhães de Lemos sobre metodologia de pesquisa em genealogia, durante o 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.

Uma teoria esdrúxula: as assinaturas do criador

Comunicação de Geraldo Barroso de Carvalho no 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, sobre a Teoria das Assinaturas e plantas que teriam valor curativo. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.

O significado do termo carijós em Minas Gerais

Apresentamos o relato da sexta comunicação do 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, realizado em Conselheiro Lafaiete nos dias 29 e 30 de junho de 2012. Mauricéia Maia abordou os indígenas classificados como carijós em Minas Gerais. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.

Teoria da História – Volume IV. Acordes Historiográficos

José d’Assunção Barros:

“A Crítica Documental foi uma conquista historiográfica cujas origens remetem ao trabalho de filólogos e teólogos do início do período moderno que começam a desenvolver uma criteriosa preocupação com a autenticidade e outros aspectos pertinentes aos diversos documentos que dizem respeito às suas instituições.”

Teoria da História – Volume IV. “Acordes Historiográficos” – Rede Histórica

A arte da santeria no 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo

Hoje apresentamos mais um relato de comunicação apresentada em Conselheiro Lafaiete, no dia 29 de junho de 2012, durante o 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo. Luciomar de Jesus falou sobre a arte escultórica do santeiro. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.

Entre a cruz e a espada: religião, política e controle social nas Minas do Ouro (1693-1745)

Renato da Silva Dias

RESUMO

O objetivo central deste artigo é tratar das implicações políticas concernentes à implantação do catolicismo no hinterland mineiro, em sua fase de organização (1693-1745), assinalando as principais dificuldades encontradas pela coroa para estabelecer a vida religiosa nesse território. Percebe-se que o político não pode ser esquadrinhado somente em seu registro mais aparente, uma vez que ele também jaz em causas mais profundas que se radicam no imaginário religioso. Destarte, diante da complexidade do “real”, torna-se necessário verificar as suas mediações, seus limites e o coeficiente de dependência/independência entre essa instância e o religioso. A análise do político via “questão religiosa” demanda reflexão e esforço maiores para se entender os homens em seu próprio tempo, como agentes sociais ativos, embora muitas vezes atuando sob circunstâncias extremamente adversas. Para tal, este estudo se realizou à luz da documentação coeva, notadamente aquela produzida pela Secretaria do Governo.

Palavras-chave religião, política, resistência, Minas Gerais.

Varia Historia – Entre a cruz e a espada: religião, política e controle social nas Minas do Ouro (1693-1745)

Leopoldinenses nascidos em agosto de 1912

NASCIMENTO
PAI
MÃE
Orlando Levasseur Sabino
1 Agosto
João Baptista Sabino
Maria das Dores Levasseur
Amélia Bedin
2 Agosto
Gioacchino Bedin
Angelina Sardi
Rosa
5 Agosto
Giuseppe Pittano
Antonia Bergamasso
Maria
6 Agosto
Antonio Rodrigues Machado
Esmeraldina Ignacia de Moraes
Osvaldo José
9 Agosto
Everaldo de Bastos Freire
Sofia Gama de Castro Lacerda
Sebastião Rodrigues Barbosa
11 Agosto
Feliciano José Barbosa
Nelsina Augusto Rodrigues
Enedina
15 Agosto
Sebastião Lopes da Rocha
Maria Luiza de Oliveira
Maria da Conceição
24 Agosto
Joaquim Gama de Castro Lacerda
Maria da Conceição Monteiro de Barros
Filomena Lammoglia
29 Agosto
Antonio Lammoglia
Margaretha Lorenzetto

A tarefa acadêmica de criar e perpetuar vultos literários

A presença dos ausentes, de Alessandra El Far, foi publicado na Revista de Estudos Históricos da Fundação Getúlio Vargas em 2000

Resumo

Este artigo focaliza a Academia Brasileira de Letras como produtora de heróis nacionais. Desde a sua fundação, em 1897, até meados da década de 1920, a instituição procurou oferecer aos seus integrantes, através dos diversos eventos, uma maior visibilidade social no interior da elite carioca e nacional. Assim como as personalidades políticas, os acadêmicos queriam ver seus nomes e suas obras glorificados pela nação.

Texto completo disponível aqui: Far

Um mitógrafo no Império : a construção dos mitos da história nacionalista do século XIX

Artigo de Maria Helena P. T. Machado publicado na Revista de Estudos Históricos da Fundação Getúlio Vargas em 2000

Resumo

Este artigo examina o desenvolvimento de uma história nacionalista no Brasil na segunda metade do século XIX, mostrando como ele esteve ligado às questões políticas, intelectuais e outras, derivadas da experiência subjetiva da elite brasileira no período. Concentrando sua atenção na vida e obra do General Couto de Magalhães (1837-1898), o texto recupera as origens das correntes nacionalista e chauvinista do pensamento histórico brasileiro, entendidas aqui como mitografias. Desenvolvidas nos estilos nativista e regionalista, essas duas formas de história, que iriam desempenhar importante papel na elaboração de uma tradição historiográfica nacional, são vistas em sua relação com a experiência subjetiva da realidade brasileira no período em que viveu Couto de Magalhães.

Texto completo: Machado