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NASCIMENTO
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PAI
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MÃE
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Florentino
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1 Outubro
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Teodorico Joaquim Barbosa
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Maria da Conceição
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Domingos Schettini
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6 Outubro
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Biaggio Schettini
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Maria Rosa Lammoglia
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Sebastião
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6 Outubro
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Francisco Vargas Corrêa Filho
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Geralcina de Vargas Neto
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Marcos
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7 Outubro
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Braz Bispo Batista
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Rosa Pedroni
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Maria Gottardo
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8 Outubro
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Domenico Giuseppe Gottardo
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Avelina Carolina de Jesus
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Guilhermina
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18 Outubro
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Afonso José Nogueira
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Adelaide Tavares de Lacerda
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Maria de Lourdes
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19 Outubro
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Antonio José Ferreira
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Maria Madalena Noronha
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Andrelino
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20 Outubro
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Satyro José de Moraes
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Maria Luiza das Dores
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Heraldo
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21 Outubro
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João dos Reis Coutinho
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Amelia de Oliveira Martins
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Nadir Gonçalves Neto
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22 Outubro
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Etelvino Gonçalves Neto
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Rita Esméria de Vargas
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Altina
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25 Outubro
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Virgilio de Souza Nogueira
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Suzana Narcisa de Jesus
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Aurelia
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25 Outubro
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Adolfo de Freitas
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Rosa Gonçalves
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José Bastos de Faria Freire
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26 Outubro
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Durval de Bastos Freire
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Antonieta de Faria e Melo
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Rafael Meneghetti
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28 Outubro
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Felice Augusto Meneghetti
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Ida de Angelis
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A anotação e a escrita: sobre a história em capítulos de João Capistrano de Abreu
Resumo
Tecer redes, proteger relações
Resumo
Este artigo analisa as relações de compadrio tecidas em importante núcleo minerador no âmbito da América Portuguesa e levanta novas questões sobre o tema. Através da história de livres, escravos e forros procura-se entender como a sociedade colonial institucionalizou práticas ao transgredir a norma eclesiástica que proibia a participação de pais como padrinhos dos próprios filhos. Além disso, a análise aponta como os vínculos entre compadres, padrinhos e afilhados produziram várias reciprocidades e como o apadrinhamento também se refletia em legados e bens deixados por aqueles que fizeram do compadrio prática de eleição de uma povoação em processo de formação.
Palavras-chave:
Ser historiador hoje
Amoedação e oferta monetária em Minas Gerais: as Casas de Fundição e Moeda de Vila Rica
Angelo Alves Carrara
RESUMO As Casas de Fundição e Moeda de Vila Rica, que funcionaram entre 1724 e 1735, cunharam mais moeda do que as Casas da Moeda de Lisboa e do Rio de Janeiro juntas. Por si só, estes dados permitem levantar questões sobre a oferta monetária de um lado e outro do Atlântico. Neste artigo, de um lado, são apresentadas a contabilidade e as rotinas de amoedação das Casas de Vila Rica e, de outro, é analisado o volume de remessas líquidas feitas pelas Casas da Moeda e Fundição de Vila Rica, Rio de Janeiro e Bahia para a metrópole na primeira metade do século XVIII. Por fim, discute a monetização da economia brasileira no período e sinaliza para a necessidade de uma revisão urgente da perspectiva adotada largamente no que respeita à circulação monetária na colônia.
Lei e ordem nas Minas Gerais: formas de adaptação e de transgressão na esfera fiscal, 1700-1733
RESUMO
O ensaio focaliza dois tipos de estratégia utilizados pelos habitantes da Capitania de Minas Gerais para lidar com a política fiscal do governo português, a saber, a adaptação, que se efetivava por meio de negociações com as autoridades coloniais, e a transgressão, que assumiu a forma da sublevação ou forma ilegal de sonegação do imposto do ouro. O período histórico coberto vai de 1700 a 1733.
Varia Historia – Lei e ordem nas Minas Gerais: formas de adaptação e de transgressão na esfera fiscal, 1700-1733
Mapeamento Interativo da Estrada Real
Comunicação de Altino Barbosa Caldeira no 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo abordando o trabalho que vem sendo desenvolvido para divulgar um grande conjunto de informações sobre os municípios mineiros. Transcrição: Nilza Cantoni Revisão: Joana Capella
O Caminho Novo em 3D
Comunicação de Ângelo Alves Carrara no 3º Encontro de Pesquisadores do Caminho Novo, sobre um projeto que vem sendo desenvolvido e que objetiva popularizar a ciência. Transcrição: Nilza Cantoni. Revisão: Joana Capella.
Espaço, paisagem e população: dinâmicas espaciais e movimentos da população na leitura das vilas do ouro em Minas Gerais ao começo do século XIX
RESUMO
O objetivo principal deste artigo é interpretar as transformações no espaço urbano das vilas do ouro mineiras na passagem do século XVIII para o XIX, pensando particularmente as transformações na paisagem e na demografia, de forma articulada à dinâmica econômica da capitania. Destacam-se dois núcleos — Vila Rica (Ouro Preto) e São João del Rey —, mas transcendendo a análise para o conjuntos dos câmbios entre o urbano e o rural em Minas Gerais no período. Três são os principais grupos de fontes utilizados: relatos de viajantes, iconografia, e listagens ou mapas populacionais.
Retrodição (1). Um pequeno vício do fazer historiográfico
“O que é Retrodição? Saiba mais sobre este aspecto da elaboração historiográfica que, por vezes praticado inconscientemente por historiadores, tem merecido críticas relevantes de historiadores e filósofos do período contemporâneo.”
