Vila Leopoldina é elevada a Cidade

Há 151 anos a Vila Leopoldina era elevada à categoria de Cidade.

Vila Leopoldina é elevada à categoria de cidade.

Ensaio sobre o termo “vulgarização científica” no Brasil do século XIX

MOEMA DE REZENDE VERGARA
RESUMO O presente artigo pretende analisar a história do termo “vulgarização científica”. Ao fazer uma reflexão sobre o conceito, também estamos analisando sua prática e quais os processos sociais que o construíram, notadamente a institucionalização da ciência, especificamente no século XIX no Brasil.

Inquisição e sociedade: a formação da rede de familiares do Santo Ofício em Minas Gerais colonial (1711-1808)

Aldair Carlos Rodrigues

RESUMO

Este trabalho investiga o processo de formação da rede de familiares do Santo da capitania de Minas Gerais durante o século XVIII. A análise, com enfoque no aspecto social da familiatura, leva em conta, por um lado, o contexto externo, ou seja, a expedição de cartas de familiares para Minas em comparação com outras áreas sob jurisdição da Inquisição portuguesa; e, por outro, explica o fenômeno a partir do contexto interno. Aqui, buscamos compreender a formação da rede em sua relação com o processo de formação social e econômica da Capitania, destacando a distribuição das familiaturas por comarcas e períodos.


Varia Historia – Inquisição e sociedade: a formação da rede de familiares do Santo Ofício em Minas Gerais colonial (1711-1808)

Distritos de Paz: Piacatuba e Conceição da Boa Vista

Há 161 anos os Curatos da Piedade e de Conceição da Boa Vista eram elevados a Distrito de Paz, no dia 10 de outubro. Na época, ambos foram anexados ao território de Mar de Espanha mas em 1854 foram transferidos para Leopoldina. O primeiro permanece como distrito, atualmente com o nome de Piacatuba. Já Conceição da Boa Vista ficou subordinado a Leopoldina até 1938, quando passou a compor o território do município de Recreio, na época emancipado de Leopoldina.

Elevação dos Curatos da Piedade e de Conceição da Boa Vista

 

Liberdade Teórica

Entraves à criação teórica: da sacralização à demonização de autores
Por José d´Assunção Barros
“Construir a “teoria” apropriada para uma pesquisa ou reflexão sobre determinado objeto de estudos é uma tarefa que nos põe diante de incontornáveis dilemas, angustiantes escolhas, de dúvidas que nos paralizam e de certezas que julgamos ter. Que autores escolher, por exemplo, para dialogar teoricamente? Vamos explorar este tema a partir de algumas perguntas. Existem autores incompatíveis uns com os outros? Existem autores sagrados? Existem autores malditos? Existem conceitos acima da crítica, ou conceitos abaixo da crítica? Como agir quando uma teoria flexível se converte em engessada doutrina?”

Revista Agrícola

Revista Agrícola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura
Pesquisa realizada por Bruno Capilé

Encontro Mensal dos Antigomobilistas de Leopoldina

5 de outubro de 1903

Morre em Recreio, Ignacio Ferreira Brito.

Filho de Manoel Ferreira Brito e Maria Josefa da Silva, com seu irmão Francisco Ferreira Neto foi fundador do distrito de Recreio.

Foi proprietário da Fazenda do Recreio, contígua à Fazenda das Laranjeiras, da qual foram desmembrados também os terrenos cedidos à Estrada de Ferro Leopoldina para passagem dos trilhos e construção da Estação.

Em janeiro de 1864 tomou posse como Juiz de Paz de Conceição da Boa Vista. Em abril de 1869, comprou uma casa de morada no largo da Matriz daquele distrito. Nesta casa foram realizados atos eleitorais na década de 1880.

Em 1870 foi qualificado como cidadão elegível do Colégio Eleitoral de Leopoldina. Quatro anos depois foi nomeado Subdelegado em Conceição da Boa Vista.

Em 1885 promoveu o aforamento das terras que foram ocupadas pelos primeiros moradores do então Arraial Novo, mais tarde o distrito de Recreio.

Casou-se com Mariana Ozória de Almeida, filha de Joaquim Cezário de Almeida e Luciana Esméria de Almeida. Foram seus filhos Altiva, Ana, Honória, José Augusto, Marcos, Maria Venância, Tereza Flauzina, Constança Egídia e Querino Ferreira Brito.

O ofício de historiador: entre a ‘ciência histórica’ e a ‘arte narrativa’ | Roiz | História da Historiografia

Diogo da Silva Roiz

Resumo

O que muitos historiadores franceses e ingleses definiram como a passagem da história-narrativa para a história-problema, nas primeiras décadas do século XX, e da história-problema para uma volta à (uma ‘nova’) história-narrativa, entre as décadas de 1960 e 1970, constituiria uma mudança profunda no conhecimento histórico, e que se desdobraria também pelas Ciências Humanas e Sociais, configurando novas investigações, problemas e interpretações, mesmo que de forma peculiar. Nesse sentido, o principal objetivo deste texto será inquirir parte desses debates, e os contornos que tiveram entre a História e a Teoria Literária, ao procurar demonstrar como esses questionamentos, de os estudos históricos estarem entre a ‘ciência’ e a ‘arte’, contribuíram diretamente para que fossem repensadas as ‘teorias’ na pesquisa histórica, a partir da década de 1970.

 

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Leopoldinenses nascidos em outubro de 1912

NASCIMENTO
PAI
MÃE
Florentino
1 Outubro
Teodorico Joaquim Barbosa
Maria da Conceição
Domingos Schettini
6 Outubro
Biaggio Schettini
Maria Rosa Lammoglia
Sebastião
6 Outubro
Francisco Vargas Corrêa Filho
Geralcina de Vargas Neto
Marcos
7 Outubro
Braz Bispo Batista
Rosa Pedroni
Maria Gottardo
8 Outubro
Domenico Giuseppe Gottardo
Avelina Carolina de Jesus
Guilhermina
18 Outubro
Afonso José Nogueira
Adelaide Tavares de Lacerda
Maria de Lourdes
19 Outubro
Antonio José Ferreira
Maria Madalena Noronha
Andrelino
20 Outubro
Satyro José de Moraes
Maria Luiza das Dores
Heraldo
21 Outubro
João dos Reis Coutinho
Amelia de Oliveira Martins
Nadir Gonçalves Neto
22 Outubro
Etelvino Gonçalves Neto
Rita Esméria de Vargas
Altina
25 Outubro
Virgilio de Souza Nogueira
Suzana Narcisa de Jesus
Aurelia
25 Outubro
Adolfo de Freitas
Rosa Gonçalves
José Bastos de Faria Freire
26 Outubro
Durval de Bastos Freire
Antonieta de Faria e Melo
Rafael Meneghetti
28 Outubro
Felice Augusto Meneghetti
Ida de Angelis