Reiff e Raipp

on Wednesday, June 24, 2009 at 11:57:48
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nome: Alexandre Janini

cidade: São Carlos

estado: SP

observacoes: Olá, bom dia.

Sou descendente de Teófilo (Theophilo) Reiff e estou pesquisando minha ascendência na internet. Encontrei o seu site e vi em uma das páginas o que me parece ser uma grafia alternativa para o sobrenome, Raipp. Gostaria de confirmar se é isso mesmo.

Mais especificamente, estou procurando a ascendência a partir de Franz Anthon Reiff, n c.1809 na Suíça; f. 1873 em Laranjal, MG.

Agradeço qualquer informação.

Alexandre

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Os dois sobrenomes – Reiff e Raipp – aparecem nos Relatórios da Colônia Agrícola da Constança. O primeiro refere-se a Francisco Antonio Reiff Júnior, que tomou posse do lote número 17 no dia 15 de julho de 1910. Pelo que foi possível apurar, seria filho de Franz Anton Reiff e foi casado com Mariana Mendes do Vale. Entretanto, em 1890 há um Francisco Antonio Reiff no distrito de Santa Isabel, hoje Abaíba. Não sabemos se seriam apenas homônimos.

O outro sobrenome é de João Simão Raipp, morador do lote número 22 a partir de 20 de outubro de 1910. Era casado com Francisca Maria de Aguiar, com quem teve os filhos Maria da Luz (1911) e Tomé (1912).

Ambrosi

Luiziane escreveu:
[…] gostaria de saber onde nasceu Pietro Ambrosi e se é o mesmo Pietro Ambri.

Resposta:

Rosa, filha de Pietro Ambrosi e Angela Bonfante, declarou ter nascido em Angiari, Verona. Por falta de resposta à consulta que fizemos a Verona, levantamos a hipótese de tratar-se de Anghiari, Arezzo. Entretanto, nossa consulta também não foi respondida.

Quanto a Pietro Ambri, podemos apenas informar que encontramos referência ao nome como sendo marido de Isabel Marangoni com quem teve a filha Angela Valentina, nascida no povoado de São Lourenço, em Leopoldina, no ano de 1899.

Imigrante Português

Descendente de Custódio Ribeiro Carvalhaes, imigrante que passou ao Brasil antes de 1878, procura informações sobre a família. Se você puder ajudar, escreva-nos.

Pesquisa de Opinião

Um leitor de nossa coluna no jornal Leopoldinense enviou diversas sugestões. Comentando a coluna de 1 de junho, A Imigração Italiana Mudou o Mundo, diz o leitor:

“Concordo que os nossos antepassados foram de muita importância para a cidade e não podem ser lembrados só nas páginas do jornal. Mesmo quem não é descendente tem algum benefício por causa do trabalho dos imigrantes.” 

E o leitor pediu para fazermos uma pesquisa de opinião. Enviou diversas perguntas e resolvemos acatar a sugestão aqui pelo blog. Escolhemos uma delas para esta semana e aí está, no lado direito.

Leopoldinenses com origem na Calábria

Em diversas entrevistas com descendentes de imigrantes italianos, a Calábria foi mencionada como origem de seus antepassados. Na maioria dos casos não foi possível checar a informação por falta de documentos que baseassem buscas do nome exato do local de origem. Por outro lado, encontramos algumas citações a nomes de províncias calabresas a título de sobrenome.

Como exemplo citamos o casal Luigi Cosenza e Giuseppina Longo. Em 1942, ambos declararam residência na Colônia Agrícola da Constança e serem naturais da Calábria. No Brasil o pai de Luigi ficou registrado como Francesco Cosenza, embora o único documento italiano que dele obtivemos indicasse o sobrenome Bloise, procedente do comune de Saracena, na província de Cosenza, Calábria. Já a Giuseppina seria natural de Santa Caterina dello Iónio, em Catanzaro, também na Calábria.Situação semelhante foi observada em outros casos. Encontramos um Archangelo Cosenza cujo sobrenome parece ter sido Morelli, nascido em Malvito, Cosenza. E um Antonio Cosenza, que seria Antonio Carnevalli, procedente de San Francesco, Cosenza. Da mesma forma, suspeitamos que nem todos os imigrantes conhecidos como Zamboni eram de fato desta família. Pelo menos um dos casos se refere à família Rizzo, natural da estação de Zambrone, província Vibo Valentia.Conforme temos repetido, ainda são necessários muitos estudos para resgatar a memória de todos aqueles imigrantes que viveram em Leopoldina no final do século XIX e início dos novecentos. Esperamos que a comemoração do Centenário da Colônia Agrícola da Constança sirva de incentivo para que outras pessoas prossigam com a pesquisa.

Da Toscana e da Sardegna

Os sobrenomes Barbaglio, Minicucci, Pierotti, Prosperi e Vitoi são de imigrantes procedentes da Toscana que viveram no município de Leopoldina.

Da Sardegna temos Agus, Cadeddu, Cappai, Cucco, Duana, Fanni, Fois, Gessa, Lai, Mona, Picci, Porcu, Locci, Vargiolo e Zotti que foram encontrados em várias partes do território de Leopoldina.

Dois aspectos nos levam a reunir estas famílias. O primeiro é que parte delas se radicou no território de um distrito que hoje é o município de Argirita. O outro motivo é que os casamentos entre descendentes nos apontaram pelo menos um caso de vínculo nascido ainda na Italia, quando migrantes sardos se instalaram na Toscana e só mais tarde passaram ao Brasil.

 

Imigrantes que vieram da Lombardia para Leopoldina

Leopoldina recebeu imigrantes procedentes de várias províncias da Lombardia. Entre eles podemos citar os sobrenomes:

Bernardi
Bolzoni
Campana
Carminatti
Cosini
Filipoli
Gobbi
Lupatini
Macchina
Mancastropa
Moroni
Sangalli
Sardi
Zanetti

Friuli-Venezia Giulia

Após informamos os sobrenomes encontrados em Leopoldina, relativos a imigrantes procedentes do Piemonte, recebemos algumas consultas sobre outras regiões da Itália. Hoje respondemos sobre Friuli-Venezia Giulia. Mas queremos deixar claro que não temos, ainda, o local de nascimento de todos os italianos que passaram pela cidade. Pelo que nos foi dado apurar até o momento, nasceram nesta região os seguintes:Augusto Miani

Pierina Galasso

Rosa Pasianot

 

Italianos procedentes do Piemonte

Recebemos consulta de um pesquisador italiano que procura descendentes de famílias que saíram da região do Piemonte para a América do Sul, especialmente para o Brasil. Informamos os sobrenomes abaixo, encontrados na documentação que pesquisamos sobre a Imigração Italiana em Leopoldina. Entretanto, não temos e-mail de atuais descendentes. Sendo assim, pedimos a colaboração dos leitores deste blog que possam fornecer contatos de pessoas de Leopoldina relacionadas a tais famílias.

Filoti
Fontanella
Geraldi
Gronda
Lazzaroni
Misalulli
Vaula

Quais as terras que fizeram parte da Colônia?

Aos leitores que pediram mais esclarecimentos sobre o território da Colônia Agrícola da Constança, informamos que abrangia as terras que contornam, por todos os lados, o chamado “trevo de Juiz de Fora”. A partir do entroncamento da BR 116 (rodovia Rio – Bahia) com a BR 267 (estrada Leopoldina – Juiz de Fora), pelas duas margens desta última e até as proximidades do distrito de Tebas, praticamente tudo fez parte da Colônia. Os lotes da margem esquerda da BR 267 teriam seus fundos ou divisas no alto da serra da Vileta. Pela margem direita, no sentido Leopoldina – Juiz de Fora, o loteamento se aprofundava até próximo das propriedades denominadas Bonfim e Taquaril, perto do que se conhece hoje como Samambaia. Desde ponto, e numa linha mais ou menos paralela à BR 267, seguindo até encontrar novamente a BR 116 nas proximidades da Igreja de Santo Antonio, no bairro da Onça, os dois lados pertenciam à Colônia.

 

Da Igreja até o trevo de Juiz de Fora, o lado direito da Rio Bahia fazia parte da Colônia. No sentido inverso, ou seja, da Igreja para o centro da cidade, até o Posto da Polícia Rodoviária o lado esquerdo continha lotes da Constança.

Hoje a área da Colônia é geralmente conhecida como os bairros rurais da Onça – na parte mais próxima à sede municipal, Boa Sorte e Constança – no trecho que vai do trevo de Juiz de Fora até as proximidades do distrito de Tebas.

A parte que hoje é conhecida como Boa Sorte é cortada por estrada municipal de boa conservação, com linha regular de ônibus municipal e oferece um belo trajeto para um passeio de bicicleta ou uma cavalgada.

Veja, ainda, o post “Localização da Colônia”, que traz um mapa do local.