Salerno, província das mais citadas.


Entre as províncias da Campania, Salerno é a de maior incidência em Leopoldina.

Até aqui pudemos confirmar a origem na Campania das famílias

Andrea, Apprata, Brando, Caiafa, Cobucci, Eboli, Fermadi, Finamori, Gripp, Manza, Mauro, Mazzei, Pagano, Prete, Russo, Scaramucci e Sparanno.

Entre elas encontram-se os imigrantes com registro mais remoto na cidade, sendo citados já no ano de 1880.

Festa junina

Neste sábado, 27.06.2009, haverá festa junina na praça em Piacatuba, a partir das 18:00 horas, com forró, evento organizado pela Escola Dr. Pompílio Guimarães.
Não percam! 

Apoio
Restaurante Bom Gosto
Praça Santa Cruz, 55
Piacatuba
Leopoldina (MG)
tel: (32) 3447-2277

Zampieri, Sampieri

Elisa Zampieri, de Portugal, pede-nos informação sobre a família Zampieri ou Sampieri. Sugerimos a leitura de nossas colunas publicadas em 01.05.2008, 15.11.2008, 15.04.2009 e 01.05.2009.

Tambasco

on Wednesday, June 24, 2009 at 3:54:41 pm
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nome: Emilia Macedo

cidade: São Paulo

estado: SP

observacoes: quem foi o primeiro italiano que chegou na cidade? Estou procurando Antonio Tamboschi, um italiano que morou em Minas. Uma filha dele nasceu em Leopoldina em 1871. quero saber onde ele nasceu.

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Não temos o sobrenome de seu interesse. Entretanto, sabemos que Antonio Tambasco e seu irmão Giovanni já estavam em Leopoldina no ano de 1879.

Os mais antigos registros encontrados em Leopoldina, citando origem na Itália, são posteriores à data que você indica. Não podemos, ainda, informar qual foi o primeiro imigrante italiano a chegar na cidade. Por enquanto sabemos que Giovanni Tambasco casou-se no dia 10 de maio de 1879 e Nicola Pagano casou-se em novembro do ano seguinte.

Reiff e Raipp

on Wednesday, June 24, 2009 at 11:57:48
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nome: Alexandre Janini

cidade: São Carlos

estado: SP

observacoes: Olá, bom dia.

Sou descendente de Teófilo (Theophilo) Reiff e estou pesquisando minha ascendência na internet. Encontrei o seu site e vi em uma das páginas o que me parece ser uma grafia alternativa para o sobrenome, Raipp. Gostaria de confirmar se é isso mesmo.

Mais especificamente, estou procurando a ascendência a partir de Franz Anthon Reiff, n c.1809 na Suíça; f. 1873 em Laranjal, MG.

Agradeço qualquer informação.

Alexandre

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Os dois sobrenomes – Reiff e Raipp – aparecem nos Relatórios da Colônia Agrícola da Constança. O primeiro refere-se a Francisco Antonio Reiff Júnior, que tomou posse do lote número 17 no dia 15 de julho de 1910. Pelo que foi possível apurar, seria filho de Franz Anton Reiff e foi casado com Mariana Mendes do Vale. Entretanto, em 1890 há um Francisco Antonio Reiff no distrito de Santa Isabel, hoje Abaíba. Não sabemos se seriam apenas homônimos.

O outro sobrenome é de João Simão Raipp, morador do lote número 22 a partir de 20 de outubro de 1910. Era casado com Francisca Maria de Aguiar, com quem teve os filhos Maria da Luz (1911) e Tomé (1912).

Ambrosi

Luiziane escreveu:
[…] gostaria de saber onde nasceu Pietro Ambrosi e se é o mesmo Pietro Ambri.

Resposta:

Rosa, filha de Pietro Ambrosi e Angela Bonfante, declarou ter nascido em Angiari, Verona. Por falta de resposta à consulta que fizemos a Verona, levantamos a hipótese de tratar-se de Anghiari, Arezzo. Entretanto, nossa consulta também não foi respondida.

Quanto a Pietro Ambri, podemos apenas informar que encontramos referência ao nome como sendo marido de Isabel Marangoni com quem teve a filha Angela Valentina, nascida no povoado de São Lourenço, em Leopoldina, no ano de 1899.

Imigrante Português

Descendente de Custódio Ribeiro Carvalhaes, imigrante que passou ao Brasil antes de 1878, procura informações sobre a família. Se você puder ajudar, escreva-nos.

Pesquisa de Opinião

Um leitor de nossa coluna no jornal Leopoldinense enviou diversas sugestões. Comentando a coluna de 1 de junho, A Imigração Italiana Mudou o Mundo, diz o leitor:

“Concordo que os nossos antepassados foram de muita importância para a cidade e não podem ser lembrados só nas páginas do jornal. Mesmo quem não é descendente tem algum benefício por causa do trabalho dos imigrantes.” 

E o leitor pediu para fazermos uma pesquisa de opinião. Enviou diversas perguntas e resolvemos acatar a sugestão aqui pelo blog. Escolhemos uma delas para esta semana e aí está, no lado direito.

Leopoldinenses com origem na Calábria

Em diversas entrevistas com descendentes de imigrantes italianos, a Calábria foi mencionada como origem de seus antepassados. Na maioria dos casos não foi possível checar a informação por falta de documentos que baseassem buscas do nome exato do local de origem. Por outro lado, encontramos algumas citações a nomes de províncias calabresas a título de sobrenome.

Como exemplo citamos o casal Luigi Cosenza e Giuseppina Longo. Em 1942, ambos declararam residência na Colônia Agrícola da Constança e serem naturais da Calábria. No Brasil o pai de Luigi ficou registrado como Francesco Cosenza, embora o único documento italiano que dele obtivemos indicasse o sobrenome Bloise, procedente do comune de Saracena, na província de Cosenza, Calábria. Já a Giuseppina seria natural de Santa Caterina dello Iónio, em Catanzaro, também na Calábria.Situação semelhante foi observada em outros casos. Encontramos um Archangelo Cosenza cujo sobrenome parece ter sido Morelli, nascido em Malvito, Cosenza. E um Antonio Cosenza, que seria Antonio Carnevalli, procedente de San Francesco, Cosenza. Da mesma forma, suspeitamos que nem todos os imigrantes conhecidos como Zamboni eram de fato desta família. Pelo menos um dos casos se refere à família Rizzo, natural da estação de Zambrone, província Vibo Valentia.Conforme temos repetido, ainda são necessários muitos estudos para resgatar a memória de todos aqueles imigrantes que viveram em Leopoldina no final do século XIX e início dos novecentos. Esperamos que a comemoração do Centenário da Colônia Agrícola da Constança sirva de incentivo para que outras pessoas prossigam com a pesquisa.

Da Toscana e da Sardegna

Os sobrenomes Barbaglio, Minicucci, Pierotti, Prosperi e Vitoi são de imigrantes procedentes da Toscana que viveram no município de Leopoldina.

Da Sardegna temos Agus, Cadeddu, Cappai, Cucco, Duana, Fanni, Fois, Gessa, Lai, Mona, Picci, Porcu, Locci, Vargiolo e Zotti que foram encontrados em várias partes do território de Leopoldina.

Dois aspectos nos levam a reunir estas famílias. O primeiro é que parte delas se radicou no território de um distrito que hoje é o município de Argirita. O outro motivo é que os casamentos entre descendentes nos apontaram pelo menos um caso de vínculo nascido ainda na Italia, quando migrantes sardos se instalaram na Toscana e só mais tarde passaram ao Brasil.