O poder da escrita

Alberto Manguel, escritor, tradutor e ensaísta argentino, reflete sobre o grande poder da escrita, a capacidade de ultrapassar aqueles que considera as duas maiores fronteiras da humanidade: o tempo e o espaço. Conferencista do Fronteiras do Pensamento 2014.

“Através da literatura, através da escrita, o tempo não era um obstaculo, nem o espaço era um obstáculo.”

O ofício do historiador

“A jornalista Mônica Teixeira ouve a historiadora Maria Helena Capetalo sobre a profissão de historiador. Professora Titular do Departamento de História da FFLCH / USP, Capelato aborda, entre outros temas, o papel do historiador como investigador e a ampliação do mercado de trabalho para além da docência.”

 Divulgado pela Univesptv

Apogeu, crise e fim da colonização portuguesa na América

Este é o subtítulo da primeira aula do Curso de História do Brasil Colonial, da USP, em que são abordadas

as relações internacionais no final do século 17 e começo do 18, quando teve início a extração sistemática de ouro nas colônias portuguesas da América. Nessa época, o ouro passou a ser uma espécie de padrão regulador da economia e da riqueza mundial, influenciando fortemente a competição entre os países da Europa, que se expandia para outras partes do mundo.

 

História do Brasil Colonial: Economia e sociedade do açúcar

A ementa informa que nesta segunda parte da aula, “o professor João Paulo Garrido Pimenta fala sobre a economia do açúcar no Recôncavo baiano. Destaque para o impacto da mineração na tendência de aumento do preço do açúcar branco nos engenhos da Bahia, responsável também pela diminuição nos intervalos entre as altas e baixas no valor de mercado do produto”.
Texto indicado:
SCHWARTZ, Stuart. Capítulo I: A grande lavoura açucareira: do Velho ao Novo Mundo. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

Na primeira parte desta aula o professor dissera:

“A concepção cíclica da economia colonial enseja uma concepção equivocada de sucessão de gêneros coloniais, como se a ascensão de um correspondesse ao declínio de outro. […] A ideia de sucessão de ciclos não faz sentido. É uma simplificação excessiva da realidade”

Agora, declarou:

“Não há economia agroexportadora sem uma economia de abastecimento. Uma simplificação excessiva de alguns modelos historiográficos […] uma leitura excessivamente esquemática de obras [clássicas da economia colonial] nos leva à errônea conclusão de que a colônia vendia tudo o que produzia e comprava tudo o que ela precisava”.

Os holandeses na América e a competição mundial do século XVII

Segunda parte de aula de História do Brasil Colonial do professor João Paulo Garrido Pimenta, da USP, na qual são projetadas “imagens das obras de pintores holandeses do século XVII como Rembrandt, Vermeer, Albert Eckhout, Frans Post” que ensejam análise das “paisagens e a representação pictórica de personagens, nativos e europeus, durante o período marcado pela presença dos colonizadores holandeses no Brasil, tais como eram imaginados”.

Texto básico para esta aula, conforme indicado na ementa do vídeo:

MELLO, Evaldo Cabral de. Capítulo I: A empresa da terra e a vitória do mar; Capítulo II: Produção, comércio e navegação (1630-1636). Olinda Restaurada. Guerra e Açúcar no Nordeste, 1630-1654. Rio de Janeiro. Forense Universitária/Edusp, 1975.

Richard Graham: a eleição como um drama

Esta semana estou revendo uma série de vídeos do seminário Atualidade de Sérgio Buarque de Holanda, realizado em 2011. Estão disponíveis na internet há pouco mais de dois anos mas foram vistos relativamente poucas vezes. Por isto agora, ao revê-los, resolvi postar aqui um dos mais interessantes da série. Trata-se de palestra do historiador Richard Graham, professor emérito da Universidade do Texas em Austin, EUA, a respeito das eleições no tempo do Império como foram descritas por Sérgio Buarque de Holanda em do Império à República, da coleção História Geral da Civilização Brasileira. Um drama com plateia, figurino, atores e tudo o que é necessário a um evento teatral.

Brasil no olhar dos viajantes – Episódio 03 Século XIX

Documentário da TV Senado, retoma a questão da identidade nacional a partir de relatos feitos por estrangeiros do descobrimento até as grandes expedições científicas do século XIX. Mostra a influência que esses relatos tiveram na construção da imagem do País perante o mundo e entre os próprios brasileiros. (2014. Dir.: João Carlos Fontoura).