Autor: Nilza Cantoni
Maria Oliveira Rocha: centenário de nascimento
Novo Caminho Novo
E por falar em Leitura…
“[…] uma terceira ambição para as bibliotecas do futuro poderia ser reconstituir ao redor do livro as sociabilidades que perdemos. A longa história da leitura ensina que ela se tornou, no decorrer dos séculos, uma prática silenciosa e solitária, destruindo cada vez mais as participações ao redor do escrito que cimentaram de modo permanente as existências familiares, as sociabilidades amigáveis, as assembléias eruditas ou os engajamentos militantes. Em um mundo em que a leitura se identificou com uma relação pessoal, íntima, privada com o livro, as bibliotecas […] devem multiplicar as ocasiões e as formas de tomar a palavra ao redor do patrimônio escrito e da criação intelectual e estética. Nesse ponto, elas podem contribuir para a construção de um espaço público extenso, na escala da humanidade.”
Maria Antonia Marinato: centenário de nascimento
Ler devia ser proibido?
Izar Lacerda e Manoel Antonio de Oliveira: centenário de nascimento
No dia 24 de janeiro de 1911, nasceram em Leopoldina:
- Izar, filha de Eduardo da Gama de Castro Lacerda e Aurelia Monteiro de Barros
- Manoel Antonio de Oliveira, filho de Antonio Manoel de Oliveira e Emilia Teodora de Lacerda
O primeiro Livro de Batismos de Leopoldina
Emilia Falcão: centenário de nascimento
Descaso com Material Arquivístico em Leopoldina
Analisando transcrições feitas no início do século XX, pelo então vigário Aristides de Araújo Porto, verificamos que os primeiros livros foram abertos no dia 21 de janeiro de 1855, justamente o primeiro dia útil de funcionamento da administração municipal. Um único original desta época foi encontrado: o livro de assentos matrimoniais de escravos. Ainda assim, embora em outras fontes seja possível verificar que vários escravos se casaram nos anos de 1855 e 1858, o primeiro assento ainda existente é o registrado na página 10 daquele livro, datado de 28 de agosto de 1861, relativo ao casamento dos escravos Agostinho e Tereza, pertencentes Vicente Ferreira Monteiro de Barros. Curiosamente o Termo de Abertura encontra-se no verso desta folha com a data 21 de janeiro de 1857.






