Pontes que duram uma vida

Muitas cidades do interior convivem com equipamentos que serviram a estradas de ferro sem se darem conta de seu valor como bem cultural. Escolho esta postagem de um dos grandes entusiastas da preservação da memória ferroviária como convite para que conheçam seu trabalho.

Curso Online – Escrevendo nossa História – Pré-cadastro

O curso Escrevendo nossa História, tem como objetivo promover o desenvolvimento de projetos didáticos com foco no estudo da história local.

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Otacilio Barbosa: centenário de nascimento

24 de fevereiro de 1911 – Nasce em Leopoldina, filho de Abilio José Barbosa e Maria Augusta de Matos.
Seu pai era natural de Piacatuba, onde nascera em 1874, filho de João Paulino Barbosa e Ana Joaquina de Jesus. João Paulino é nome de logradouro público de Leopoldina, no bairro São Cristóvão. Trata-se de família tracidional no município, especialmente no então distrito de Argirita, pelo qual João Paulino era eleitor em 1867. Em 1881, o avô paterno de Otacilio era proprietário de terras no distrito de Tebas.
A mãe de Otacilio também era de família pioneira no município, sendo filha de Simpliciano Garcia de Matos e Tereza Carolina de Almeida. Era neta materna de Joaquim Antonio de Almeida Ramos, um dos filhos do pioneiro Manoel Antonio de Almeida.
Otacilio foi casado com Gesuina de Jesus Oliveira mas não sabemos se deixou descendentes.
Otacilio Barbosa era irmão de Odilon Barbosa, tradicional comerciante da parte alta da rua Cotegipe, falecido em 1996.

Memórias Históricas sobre o Rio de Janeiro

Um trecho de Memórias Históricas sobre o Rio de Janeiro, do Padre Antonio Vieira, pode ser lido no volume 2, nr. 4, de 1813 de O Patriota, disponível no site da Brasiliana.


Música na produção de conhecimento

É sempre um prazer descobrir novos textos que sugerem alternativas para o ensino da história. Assim aconteceu com o artigo O uso das fontes históricas como ferramentas na produção de conhecimento histórico: a canção como mediador. Nele, Erica da Silva Xavier menciona a “possibilidade de se pensar a utilização da canção enquanto documento histórico durante as aulas, pois são produções culturais carregadas de significados, tanto de forma implícita, quanto explícita”.
E não só pensando na prática de sala de aula, mas também na maneira como cada um de nós atua em sociedade, já que somos, cada um a seu modo, ensinantes e aprendentes, convidamos para a leitura do texto completo neste endereço.

Brasileiros pré-históricos faziam obras de arte com mortos

“A região central de Minas é famosa por ter abrigado uma gente cujas feições lembravam os atuais africanos e aborígines da Austrália, bem diferente do tipo físico dos índios atuais. É lá que foi achada a célebre Luzia, mulher mais antiga do continente, com mais de 11 mil anos. “
Vejam notícia sobre o trabalho do arqueólogo André Strauss

Desafios da Educação: multidisciplinaridade entre Literatura e História

O artigo de Raquel Alvarenga Sena Venera, Jonas Felisberto e Cristina Rachadel, disponível neste endereço, sugere um caminho para pensar o ensino no mundo contemporâneo.

“Este artigo é uma reflexão acerca dos cruzamentos multidisciplinares entre a Literatura e o Ensino de História levando em consideração o contexto contemporâneo da Educação no Brasil. Um momento em que o consumo da mídia não pode ser desconsiderado, bem como as demandas de um tempo furtivo recortado de informações em redes globais. Esse contexto que exige da cultura escolar a subjetivação de cidadãos críticos, conscientes e participativos demarca um local de ambiguidades entre o imaginário de redenção pela Educação e os limites do Estado. O Ensino de História responde a essas demandas a partir da interpretação das diferentes linguagens em sala de aula. Entre elas, a Literatura é o exemplo recortado neste artigo. O diálogo entre as várias áreas do conhecimento marca este tempo contemporâneo e aponta uma flecha para um futuro que se pretende – cidadãos com pensamentos múltiplos, autônomos, capazes de interpretar contextos e situações diversas.”

Proteja seus documentos

No site do Arquivo Público do Estado de São Paulo podemos encontrar dicas preciosas para cuidarmos de nossos livros e documentos. 

Memória Histórica da Descoberta das Minas

Extrato de Manuscrito de Cláudio Manoel da Costa

Fontes Históricas

Muito interessante o Portal dia-a-dia da Educação do estado do Paraná. 
“As fontes escritas (cartas, discursos, leis, livros entre outros), foram, durante muitos séculos os únicos vestígios considerados legítimos para o historiador recuperar o passado. No entanto, desde os anos 1920, com a chamada “revolução documental” promovida pela Escola dos Annales, as fontes orais e iconográficas passaram a ter a mesma importância para a escrita da história.
Esta seção disponibiliza fontes históricas escritas reproduzidas em formato pdf. Essas informações podem ser utilizadas pelos professores como material de apoio em sala de aula.”