Virgilio: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 5 de março de 1911, filho de Emilio Carlos de Oliveira e Querina Matilde de Oliveira Montes. Seu pai era neto materno dos povoadores Bernardo José Gonçalves Montes e Maria Antonia de Jesus.

Os Historiadores e a Declaração Universal dos Direitos Humanos

Um artigo de Antoon de Baets, publicado na revista História da Historiografia nr. 5, setembro de 2010,  sob o título O impacto da Declaração Universal dos Direitos Humanos no estudo da História, suscita boas reflexões sobre o papel de quem escreve e/ou ensina História.
Abordando diretamente os artigos da Declaração ou combinando-os, o autor procura demonstrar que ali está uma fonte de “cinco importantes direitos para os historiadores: o direito à livre expressão e informação, o de se reunir e fundar associações, à propriedade intelectual, à liberdade acadêmica e ao silêncio” e de “três deveres dos historiadores: o dever de produzir conhecimento especializado sobre o passado, o de disseminá-lo e o de ensiná-lo”.
Para leitura na íntegra, acessem este endereço.

Amélia Vargas: centenário de nascimento

4 de março de 1911 – Nasce em Leopoldina, filha de Josué de Vargas Filho e Felicíssima Rodrigues de Carvalho.

Encarte do Professor – Revista de História da Biblioteca Nacional

Os encartes elaborados “com o objetivo de oferecer sugestões de trabalhos na sala de aula, com propostas de atividades que buscam despertar a curiosidade dos alunos não só pela História do nosso país, como também pela leitura de um modo geral” podem ser acessados neste endereço.

Voluntariado como alternativa

Recente notícia da Agência Ecclesia de Portugal, sobre a atuação de voluntários, poderia ser seguida por tantas instituições brasileiras que alegam falta de pessoal para colocar acervos à disposição do público.
“O arquivo histórico e documental do Patriarcado de Lisboa está a ganhar vida nova, graças a uma vaga de voluntariado cultural que reúne recursos humanos das mais diversas áreas de actuação.”
Vejam matéria completa:

Fonte Histórica

Continuando com as indicações de leitura, voltamos a José D’Assunção Barros. Hoje com um extrato de seu livro O Campo da História, cuja 8a. edição saiu recentemente pela Editora Vozes.
“A fonte histórica, já o dissemos, é aquilo que coloca o historiador diretamente em contato com o seu problema. Ela é precisamente o material através do qual o historiador examina ou analisa uma sociedade humana no tempo, ou um processo histórico na dinâmica do seu devir. Uma fonte pode preencher uma das duas funções acima explicitadas: ou ela é o meio de acesso àqueles fatos históricos que o historiador deverá reconstruir e interpretar (fonte histórica = fonte de informações sobre o passado), ou ela mesma … é o próprio fato histórico. Vale dizer, neste último caso considera-se que o texto que se está tomando naquele momento como fonte é já aquilo que deve ser analisado, enquanto discurso de época a ser decifrado, a ser compreendido, a ser questionado. É neste sentido que diremos que a fonte pode ser vista como ‘testemunho’ de uma época e como ‘discurso’ produzido em uma época.”
Para o texto completo, visitem este endereço.

O surgimento das cidades brasileiras

Talvez este seja um tema que interesse a todos que estudam a história do lugar onde nasceram. Em algum momento da pesquisa, ocorre de nos perguntarmos os motivos que levaram um grupo de pessoas para determinado lugar, surgindo ali um arraial mais tarde transformado numa cidade. A bibliografia é vasta, permitindo formar um panorama bastante amplo pela leitura dos inúmeros autores que trataram do assunto. Mas nem sempre o acesso a publicações acadêmicas é fácil. Por esta razão, hoje destaco uma leitura interessante sobre
“a constituição das cidades nos sertões do Brasil a partir de repertórios de ação associados ao rancho, ao pouso/pousada e às tropas que, nos percursos longínquos da história brasileira, alicerçam a constituição das cidades no vasto território desse Estado-Nação”.
Com o título Percepções do Espaço-Tempo Brasileiro: O Rancho em um Lugar, o artigo de Margarida do Amaral Silva foi publicado na Revista de História Comparada do Programa de Pós Graduação da UFRJ volume 3, número 1, que pode ser lido neste endereço.

Escrever História

“O historiador, como o escritor de uma maneira mais geral, dificilmente pode prescindir de projetar uma forma antes de partir para a elaboração do seu texto, mesmo que esta forma mostre-se apenas provisória, pronta a ser retificada à medida que se escreve, ou mesmo substituída por outra que posteriormente se revele mais adequada. Dito de outra maneira, o escritor do texto historiográfico precisa visualizar previamente a estrutura através da qual ele organizará os seus materiais, as suas análises, as partes narrativas e descritivas de sua reflexão. Como expor tudo isto ao leitor, torná-los claros e atrativos para ele, e, na verdade, para si mesmo? Ademais, se preciso falar de um determinado número de coisas em meu texto historiográfico, se preciso apresentar um certo conjunto de resultados, como decidir sobre o que falar em primeiro lugar? Como criar um sistema de encadeamentos, inclusive hierarquizando no tempo da minha própria narrativa alguns eventos que são simultâneos, e não sucessivos? Como enfrentar os dilemas oriundos das escolhas narrativas diante de uma prática textual de escrita e leitura que é linear?”
José D’Assunção Barros
História, narrativa, imagens. Desafios contemporâneos do discurso historiográfico
Continuando nossas sugestões de leitura, convidamos para uma reflexão sobre a forma como o discurso historiográfico se apresenta através da leitura do texto completo.

Preservação de Bens Culturais

Até quando vamos continuar assistindo a destruição dos bens culturais?

Em Divino, MG, é a destruição do piso da igreja, como pode ser visto nesta matéria

Portal Caparaó

Em Cabo Frio é a diocese mandando derrubar, num fim de semana, uma construção protegida por leis municipais.

E assim sucessivamente, vamos tomando conhecimento do desprezo que algumas pessoas devotam ao nosso patrimônio.

Como está a educação patrimonial nas escolas de Ensino Fundamental?

Preservação de Bens Culturais

A organização não governamental Escudo Azul chegou a Minas Gerais. Vejam entrevista com Bethania Reis Veloso sobre a organização que tem por objetivo a proteção e preservação das coleções e bens culturais.