Hino da Comenda Liberdade e Cidadania

CANÇÃO DO HERÓI
                                                               Letra: Marcus Viana
PELAS MONTANHAS DE MINAS
ENTRE ESSAS SERRAS GUARDADO
BRILHA O BERÇO DO HERÓI
NA FAZENDA DO POMBAL
SEUS 4 NOMES IMORTAIS
JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER
UM CORAÇÃO DE ALFERES
PELOS CAMINHOS DE MINAS
SEMEANDO O SONHO BOM
DE UM PAÍS QUE QUER NASCER
SEU NOME VAMOS CELEBRAR
JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER
O PREÇO DA LIBERDADE
FOI SUA VIDA TÃO JOVEM
TANTO EXÍLIO E MALDIÇÃO
A SUFOCAR UM IDEAL
UM HERÓI É FEITO DE HONRA
BRAVURA E GLÓRIA
E NÃO SE ACOVARDA JAMAIS
SEU CORPO FEITO EM PEDAÇOS
RELÍQUIAS JOGADAS PELAS ESTRADAS REAIS
SEMENTES SOLTAS NO VENTO
FECUNDARAM O SONHO DE UM NOVO BRASIL
MUITO ALÉM DESSAS MONTANHAS
BRILHA QUAL CHAMA SAGRADA
ILUMINANDO GERAÇÕES
QUE NUNCA MAIS VÃO SE PERDER
FILHOS DA CIDADANIA,VELA POR NÓS LIBERDADE
SE MIL VIDAS EU TIVESSE
ESSAS MIL VIDAS DARIA
LIBERTAS QUAE SERA TAMEN
LIBERDADE AINDA QUE TARDIA

Paixão por veículos antigos

O grupo Antigomobilistas de Leopoldina criou um blog para divulgar suas atividades. Já estão disponíveis as imagens do encontro realizado em outubro, em que as crianças foram homenageadas. O próximo acontecerá no dia 10 de novembro.

Educação e Desenvolvimento: Erradicação do Analfabetismo no Brasil.

Sinopse
A Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo do Ministério da Educação e Cultura. A precária condição do homem do campo que, sem os meios modernos de produção, é afastado do mercado de trabalho em razão da ausência de formação técnica. Dirigida pelo educador João Roberto Moreira, a Campanha é iniciada na cidade de Leopoldina (MG) com a formação de professores para a área rural e urbana, além da construção de 48 escolas modernas e funcionais, projetadas pelo arquiteto Luiz Moreira. Prontas as escolas, iniciam-se as aulas para centenas de crianças, adolescentes e adultos.

Digitalização: experiência da Cinemateca Brasileira

A Cinemateca Brasileira esteve presente no Seminário Nacional de Digitalização Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais, representada pelo Coordenador de Preservação Professor Millard Schisler, acompanhado de dois membros da equipe: Fernando Fortes e Karina Seino.
O professor Millar abordou 10 questões para refletir antes de iniciar um projeto de digitalização:
1 – Porque Digitalizar;
2 – Quando Digitalizar;
3 – Plano de Preservação Analógica;
4 – Plano de Preservação Digital;
5 – Especificações Técnicas;
6 – Sistemas Empregados;
7 – Educação, Marketink e Difusão;
8 – Catalogação;
9 – Escolhas;
10 – Gerenciamento de Bens Digitais.
Fernando Fortes e Karina Seino falaram de projetos de digitalização da Cinemateca Brasileira.
Deixaram-nos, ainda, a sugestão de baixar a edição brasileira de O Dilema Digital, disponível neste endereço.

Noite de Autógrafos: Contrastes e Segredos

 

Grupo Antique no III FESTCEM

O ANTIQUE apresenta-se no III FESTCEM.

Dia: 03/11/2011

Hora: 09:00

Local: Salão Helenice da Cruz Machado Bella_ CEM “Lia Salgado”
Leopoldina, Minas Gerais

Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais

Terminou hoje o Seminário Nacional de Digitalização e Difusão de Acervos Patrimoniais, promovido pelo Museu Imperial. Brevemente as palestras estarão disponíveis no site, na seção dedicada ao Projeto DAMI –Digitalização do Acervo do Museu Imperial que pode ser conhecido neste endereço.
A penúltima palestra foi do Professor Doutor Pedro Puntoni, Diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Brasiliana USP. Discorreu sobre o processo de constituição desta biblioteca digital e ressaltou a necessidade de envolvimento da sociedade, lembrando que a digitalização “não sóevita o estresse causado pelo manuseio do original como permite a ampliação do acesso que vai garantir que o acervo seja preservado”. Isto porque, se a sociedade em geral não tem acesso, desconhece o acervo e não luta pela sua preservação. “Se eu guardar um tesouro e ninguém puder vê-lo, a próxima geração não saberá que ele existe”, disse Pedro Puntoni.
Precisamos refletir sobre a mudança de paradigma relativo à preservação dos acervos que estão sob a guarda dos nossos museus, arquivos e bibliotecas. Envolvendo a sociedade, os gestores serão chamados a responder aos seus anseios, no sentido de preservar estes bens culturais. Mas a sociedade só pode lutar por aquilo que conhece. A digitalização é a melhor maneira de ampliar o conhecimento geral sobre a memória cultural que se encontra sob aguarda das instituições encarregadas de sua preservação.

Digitalização: experiência da Cinemateca Brasileira

A Cinemateca Brasileira esteve presente no Seminário Nacional de Digitalização Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais, representada pelo Coordenador de Preservação Professor Millard Schisler, acompanhado de dois membros da equipe: Fernando Fortes e Karina Seino.
O professor Millar abordou 10 questões para refletir antes de iniciar um projeto de digitalização:
1 – Porque Digitalizar;
2 – Quando Digitalizar;
3 – Plano de Preservação Analógica;
4 – Plano de Preservação Digital;
5 – Especificações Técnicas;
6 – Sistemas Empregados;
7 – Educação, Marketink e Difusão;
8 – Catalogação;
9 – Escolhas;
10 – Gerenciamento de Bens Digitais.
Fernando Fortes e Karina Seino falaram de projetos de digitalização da Cinemateca Brasileira.
Deixaram-nos, ainda, a sugestão de baixar a edição brasileira de O Dilema Digital, disponível neste endereço.

Noite de Autógrafos: Contrastes e Segredos

Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais

Terminou hoje o Seminário Nacional de Digitalização e Difusão de Acervos Patrimoniais, promovido pelo Museu Imperial. Brevemente as palestras estarão disponíveis no site, na seção dedicada ao Projeto DAMI – Digitalização do Acervo do Museu Imperial.

A penúltima palestra foi do Professor Doutor Pedro Puntoni, Diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Brasiliana USP. Discorreu sobre o processo de constituição desta biblioteca digital e ressaltou a necessidade de envolvimento da sociedade, lembrando que a digitalização “não só evita o estresse causado pelo manuseio do original como permite a ampliação do acesso que vai garantir que o acervo seja preservado”. Isto porque, se a sociedade em geral não tem acesso, desconhece o acervo e não luta pela sua preservação. “Se eu guardar um tesouro e ninguém puder vê-lo, a próxima geração não saberá que ele existe”, disse Pedro Puntoni.

Precisamos refletir sobre a mudança de paradigma relativo à preservação dos acervos que estão sob a guarda dos nossos museus, arquivos e bibliotecas. Envolvendo a sociedade, os gestores serão chamados a responder aos seus anseios, no sentido de preservar estes bens culturais. Mas a sociedade só pode lutar por aquilo que conhece. A digitalização é a melhor maneira de ampliar o conhecimento geral sobre a memória cultural que se encontra sob a guarda das instituições encarregadas de sua preservação.