1883: óbito de Maria do Carmo Monteiro de Barros

Segundo o Livro de Sepultamentos do Cemitério Público de Leopoldina relativo ao período  1880-1887, folhas 11, foi enterrada na sepultura 322, tendo falecido no dia 5 de janeiro de 1883, a senhora Maria do Carmo Monteiro de Barros.

Com seu marido João Ferreira da Silva, formou a Fazenda Desengano em terras que fizeram parte de sesmaria doada aos irmãos Fernando Afonso e Jerônimo Pinheiro Corrêa de Lacerda.

No jornal O Leopoldinense de 21 de janeiro de 1883 encontramos o obituário da Maria do Carmo filha ilegitima de Manoel José Monteiro de Barros (filho), como se vê na imagem abaixo.

Os exames cadavéricos do Livro para óbitos na cadeia de Mariana

Artigo de Wellington Júnio Guimarães da Costa, Pedro Eduardo Andrade de Carvalho e Gilson César Xavier Moutinho publicado na Revista Eletrônica Cadernos de História, vol. VI, ano 3, n.º 2, dezembro de 2008.

Com o subtítulo Algumas Possibilidades de Pesquisa os autores discorrem sobre a “prática comum nas Minas Gerais nos períodos colonial e imperial que tinha como objetivo avaliar em que estado se encontrava o cadáver do defunto, assim como as possíveis causas da morte. Havia a preocupação em certificar se a morte foi provocada por fatores naturais ou
artificiais.”

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