Tradições cartográficas e fixação de fronteiras na independência brasileira

Artigo de Enali De Biaggi publicado na revista Terra Brasilis (Nova Série), 4, 2015

Resumo:

“No momento da independência, os documentos cartográficos reunidos no Brasil são mobilizados para reforçar o argumento tradicional “uti possedetis” de posse, para lidar com os vários litígios de fronteiras típicos das novas nações sul americanas. A indefinição de limites do país permanece ao longo de todo o século XIX, mas a diplomacia brasileira consegue progressivamente justificar a ocupação real das terras, fazendo um uso hábil dos mapas disponíveis. Os mapas do Império buscam dar uma imagem positiva do país, mostrando o caráter “civilizado” da nova nação. Realizados por civis e militares formados nas novas escolas brasileiras, estrangeiros e brasileiros se sucedem nas novas instituições responsáveis pela cartografia nacional. Sem meios de realizar um levantamento sistemático total do país, os novos mapas são frutos de extensas compilações e não fornecem detalhes sobre a distribuição e a gestão interna do imenso território brasileiro.”

Leia a íntegra:

Tradições cartográficas e fixação de fronteiras na independência brasileira.

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