Paul Ricoeur e a narrativa histórica: limites no campo conceptual

Procurando artigos que tratassem de certos conceitos importantes para o fazer histórico, foi encontrado este artigo disponível aqui no endereço.

De Hélio Rebello Cardoso Júnior, foi publicado na Revista Semina, de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Estadual de Londrina.

Resumo

O tema da narrativa história tem recebido muita atenção ultimamente. Várias correntes teóricas contemporâneas se defrontam a fim de fornecer sua contribuição ao aprofundamento do tema. Aqui, procura-se apresentar o posicionamento de Paul Ricoeur, no debate da narrativa histórica, como herdeiro do pensamento fenomenológico, e, com isso, identificar as várias frentes teóricas nas quais concentram-se seus esforços.

Entre os aspectos destacados pelo autor está a distância que se observa entre o conhecimento histórico e a competência de se contar uma história que pode ocorrer em três níveis: dos procedimentos explicativos, do objeto e do tempo histórico. Cardoso Júnior comenta, então, que estes níveis de “ruptura tornam manifesta a necessidade de reatar conhecimento histórico e narrativa”.

Entendemos que isto é o que faziam, sem compromissos acadêmicos, os chamados historiadores diletantes do século XX. Através deles, muitos de nós aprendemos história regional numa época em que a escola só se ocupava da história dos grandes feitos e dos grandes heróis, mantendo-se distanciada da realidade circunvizinha.

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