O passado como negócio

Com o subtítulo O Tempo Revolucionário (1930), este artigo de Noé Freire Sandes foi publicado na Revista de Estudos Históricos da Fundação Getúlio Vargas, em 2009, volume 22.

Resumo

A memória histórica é o resultado de uma lenta negociação em que as disputas políticas se apresentam como parte do processo de ordenação do passado. A memória e a história – em perspectivas diversas – elaboram narrativas capazes de conferir sentido às mudanças operadas no mundo social. O presente trabalho avalia as interpretações sobre o processo revolucionário ocorrido em outubro de 1930, enfatizando as distinções reveladoras do tempo e do lugar dos intérpretes em seu compromisso de explicar o passado.
Texto completo disponível aqui: Sandes

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