Luiza Fofano: centenário de nascimento

Nasceu em Leopoldina no dia 10 de novembro de 1911, filha dos italianos Paschoal Domenico Fofano e Oliva Meneghetti.
Seus pais, procedentes de MoglianoVeneto, passaram ao Brasil em 1889. Em 1910 Paschoal adquiriu o lote número 8 da Colônia Agrícola da Constança.

10 opiniões sobre “Luiza Fofano: centenário de nascimento”

  1. boa noite, Nilza tudo bem? Pesquisando cheguei aqui. Ao que parece luiza fofano, casada com luiz Gregório de Souza teve uma filha chamada Maria Aparecida de Souza, talvez ela possa ser a avó do meu marido, a família dele era de Leopoldina, vc poderia me ajudar a descobrir se a luiza da sua postagem é a luiza que procuro.

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  2. Olá, me chamo Luiza e sou de SP , estou a procura sobre a história da minha trisavó, do qual meu nome foi inspirado. Ela se chama Luiza Fofano (não sei essa é exatamente ela ) sei o nome de um dos filhos dela que era uma personalidade leopoldinense pelo oque me contaram, Sebastião o Tatão ,que deu origem à família Andrade (conhecidos como os batata).
    Gostaria de saber mais sobre ela ,me interesso muito por ela

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      1. Primeiramente muuuuito obrigado por ter me respondido!
        Investiguei um pouco mais, descobri que a Luiza na verdade é mãe da minha bisavó ,no caso seria uma filha.
        O nome da filha é
        Maria Carmo Souza de Andrade
        (Não se foi registrado nem a data de nascimento e nem de falescimento)
        A Maria foi casada com o meu bisavô, Sebastião Justino de Andrade (20/03/ ?? – 13/08/??).
        E a Luiza foi casada com Luiz Gregorio de Souza.

        Perdão pela confusão, espero que tenha dado para entender!
        Estou a busca de toda e qualquer informação a mais da Luiza.

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      2. Embora tenha ficado mais claro, Luiza, não tenho como ajudar. Já fui procurada por descendente de Luiz Gregorio de Souza e sugeri que buscasse a certidão de casamento para saber com qual das Luizas ele se casou. Há homônimas e o casamento teria ocorrido bem depois do fim do período que pesquisei. Além disso, consultei pessoas de Leopoldina que nunca ouviram falar na “personalidade” que você mencionou. Perguntei pelo apelido “batata” e uma das pessoas levantou a hipótese de ser codinome de bar ou mercearia em bairro da cidade. Tente informar-se com seus parentes sobre qual era a atividade exercida por Sebastião e a esposa e se sabem em qual bairro ou distrito eles moraram.

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      3. Ao que tudo indicava essa seria a Luiza por quem procuro ;a história bate, ela era descendente de imigrantes e teve um lote comprado em Leopoldina.Não tenho acesso a certidão de casamento, também não sei onde está.Oque eu tive acesso foi a um registro, de um tio (Fabio) , lá diz que Luiz e Luiza são avós maternos dele; mas lá está escrito “Luiza Foffano” porém é duvidoso ,pois este documento só foi feito anos mais tarde ,além de que meus bisavós eram analfabetos (ou não se sabia ou eram esquecidas informações importantes).

        Descobri também que um outro tio (Márcio) o mais velho dos filhos dos meus bisavós tem o sobrenome Foffano .Mas todos os meus tios e tias têm como avós maternos Luiz Gregorio de Souza e Luiza Foffano de Souza. Então acredito que sim ,eram casados!

        Sebastião trabalhava numa pedreira e sua esposa ,tem uma história de que ela colocava todos os seus filhos para descascar batatas, não sei se ela vendia ou era para uso próprio, mas o nome surgiu daí.

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      4. Oi, Luiza. É arriscada a sua afirmação porque havia homônimas e todas eram imigrantes, ou filhas de imigrantes, ou casadas com imigrantes. Nenhuma delas comprou lote na Colônia Agrícola da Constança. As que viveram na Colônia eram filhas, esposas ou noras de colonos. O sobrenome original era Fofano e o duplo F foi inventado aqui no Brasil. Há outras variações entre os descendentes do imigrante que se estabeleceu em Leopoldina.
        Os registros civis de eventos anteriores a 1931 não são muito confiáveis justamente porque costumavam ser feitos com atraso, resultando em datas e locais diferentes do real. Informações mais corretas você encontrará em assentos paroquiais.
        Seria interessante identificar o Sebastião, mas só a informação de que trabalhava numa pedreira não é suficiente para fazer a busca. A notícia mais recente que obtive a respeito do apelido Batata refere-se a um pequeno bar/botequim que existiu no bairro Fábrica, há mais de cinquenta anos. Não se sabe quem foi o proprietário.
        Aqui no site há mais de uma centena de textos sobre os imigrantes que viveram em Leopoldina. A leitura poderá ajudá-la a encontrar uma pista para pesquisar os seus.

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      5. Obrigada Nilza!
        Essa busca está quase impossível, estou por desistir .
        Tudo que eu descobri foi sozinha e a quem tenho contato e saberia me dizer, não se lembra de muitas coisas. Tudo oque eu disse realmente foi documentado e é verídico, pois é passado de geração como no caso das histórias sobre a minha origem. É um quebra-cabeça sem fim …. Seguirei sua indicação e procurarei mais !

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      6. Luiza: respondi diretamente para seu e-mail, mas parece que você não viu. Se você documentou as informações, por favor, passe as referências para que eu possa fazer nova busca. Se a sua Luiza comprou lote, não foi na Colônia Agrícola da Constança nem ela era proprietária no município de Leopoldina em 1924. Não tenho informação para datas posteriores.

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