Programação do 10º Seminário da Imigração Italiana em Minas Gerais

Cultura, Economia e Trajetórias Familiares

Mediação: Stanley Savoretti de Souza
• Descendentes de Italianos na Economia de Leopoldina. Nilza Cantoni
• Encontro com uma Itália sentimental: a origem italiana do escritor Fernando
Sabino. Cristina Souza.
• Imigração italiana em Leopoldina – MG e região: a Familia Naccari.
Beatriz Leandra Monerat Viana, Mariana Mendes de Souza, Nicole Karoline
Gomes Lozi.
• Fotografia e infância rural: a Colônia José Teodoro pela lente de João da Costa (São João del Rei, 1960-1970). Virginia Aparecida Ambrosio, Christianni Cardoso Morais.

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6 opiniões sobre “Programação do 10º Seminário da Imigração Italiana em Minas Gerais”

  1. Boa noite Nilza!

    Li seus artigos e como muitos percebi que seu acervo é bem vasto sobre os descendentes italianos. A família paterna do meu marido é de Leopoldina, o avô dele Haroldo Maranha (derivado de Maragna) era de Leopoldina também. Seu bisavô era italiano…
    Estamos olhando a árvore genealógica para entrar com o pedido de cidadania italiana, e pelo seu vasto acervo acredito que poderia nos auxiliar, por favor. Não sei onde procurar os registros dos bisavós e/ou trisavôs dele. Poderia me orientar por favor? Ou caso já os tenha, como consegui-los, qual cartório ou órgão solicitar?
    Desde já, muito obrigada pelo seu trabalho maravilhoso e por seu tempo.

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    1. Obrigada pelo apoio, Rayane. Seu marido é neto de Aroldo, nascido em 1925, certo?
      Para o período eu só fiz buscas em registros paroquiais e não localizei o casamento dos pais dele. Segundo fontes orais, eram colonos de fazenda no distrito de Providência. No entanto, encontrei apenas um compadrio da esposa de Arturo com família residente no distrito de Ribeiro Junqueira.
      Quanto à origem dos Maragna, vi referências aos três filhos mais velhos de Luigi em Isola della Scala, Verona. Consultei o Archivio di Stato de Verona e nada encontrei sobre os quatro últimos.
      Encontrei o sepultamento de Luigi e Arturo Maragna, bem como de Idalina Perillo, em livro do Cemitério Nossa Senhora do Carmo.

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  2. Boa tarde, Nilza!
    Faço parte do grupo de Genealogia do Norte Fluminense. Ao colocar uma indagação sobre meu trisavô italiano no grupo, me sugeriram seu nome como sendo uma pesquisadora “fera” no assunto.
    Sou trineto de Giovanni (João) Altieri/Palmieri/Palmier/Palmeira. Sim, teve todas essas variações no sobrenome desde o seu casamento aqui no Brasil e durante os registros dos filhos até sua morte. Muitos registros foram declaratórios e feitos por terceiros. Já consegui seu registro de casamento numa paróquia no interior de Campos/RJ, datado de 1880. Nesse registro consta que o João era italiano, 21 anos, da cidade de Paola e de pais incógnitos. Não consigo achar o registro de entrada dele no Brasil. Registros escassos nessa época. A dívida era se era filho de pais incógnitos ou falta de documentação mesmo. Poderia me esclarecer? Algum registro dessa imigração entre 1875-1880?

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  3. Boa Noite Nilza. Primeiramente, parabéns pelas pesquisas.
    Meu nome é Daniel Bertuqui Marzola e estou levantando as certidões para iniciar o processo de reconhecimento da cidadania italiana.
    Meu antenato é Rodolpho Marzolla (ou Marzolo em alguns documentos) e apenas a certidão de casamento dele com Santa Eleutério é que eu não consegui localizar.
    O site de buscas do Family Search indica que eles se casaram em 1913 no distrito de Conceição da Boa Vista, porém, o cartório de Recreio que me parece ser atualmente responsável pelo acervo do distrito não conseguiu localizar esta certidão.
    Pelo que consegui entender, meus antepassados não fixaram morada na região de Leopoldina, saindo mais ou menos na época do casamento para a região de Alfenas/Machado no sul de MG.
    Vi que você tem um vasto acervo e bem detalhado sobre a imigração italiana na região da Zona da Mata. Você teria alguma informação que possa me dar alguma pista se de fato este casamento ocorreu em alguma paróquia de Leopoldina ou da região?

    Desde já, muito obrigado.

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    1. Olá Daniel: obrigada pela gentileza de suas palavras.
      Por favor, considere uma situação muito comum entre os imigrantes que chegaram no final do século XIX na região que pesquiso: raros procuravam o registro civil. Geralmente se casavam na igreja e batizavam os filhos. Só mais tarde, quando precisavam, os filhos procuravam se registrar. Isto podia ser feito em qualquer lugar. Por isso há mts erros não só de locais como também de datas. Pode ser o caso do seu antepassado. Infelizmente não tenho o índice dos assentos paroquiais de Conceição da Boa Vista no século XX.
      De todo modo, considerando a proximidade dos distritos, sugiro fazer contato com Abaíba pois há mts registros de moradores de Conceição da Boa Vista no cartório de Abaíba.

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