Com os comentários de especialistas no assunto, este vídeo da série Histórias do Brasil, transmitida pela TV Brasil, aborda o ciclo do ouro em Minas Gerais.
Autor: Nilza Cantoni
Colonização
Neste vídeo, da série Histórias do Brasil divulgada pela TV Brasil, fala-se da introdução do escravo negro nos engenhos de açúcar.
O Sangrador e o Doutor, Rio de Janeiro, 1820
Vídeo da série Histórias do Brasil, da TV Brasil, abordando um dos aspectos que envolviam a vida dos forros no Brasil Colônia.
Antes do Brasil, Cabo Frio, 1530
Episódio da série Histórias do Brasil, da TV Brasil.
Leituras Perigosas: Rio de Janeiro, em 1794
Mais um episódio da série Histórias do Brasil, exibida pela TV Brasil.
Dicas para conservar seus livros
- Grandes quantidades de livros são pesadas. Dê atenção a espessura das prateleiras.
- O livro deve ser constantemente manuseado. O virar das páginas oxigena o material, impede a acumulação de microrganismos que atacam o papel e colabora para que as folhas não fiquem ressecadas e quebradiças.
- Folheie rapidamente, mas cuidadosamente, o livro sempre que for colocá-lo de volta na prateleira. Isso vai arejá-lo.
- Não guarde os livros acondicionados em sacos plásticos, pois isto impede a respiração adequada do papel.
- Evite encapar os livros com papel pardo ou similar. Essa aparente proteção contra a poeira causa, na realidade, mais dano do que benefício ao volume em médio e curto prazo. O papel tipo pardo, de natureza ácida, transmite seu teor ácido para os materiais que estiver envolvendo (migração ácida).
- Faça uma vistoria anual. Retire todos os livros, limpe-os com um pano seco. Limpe a estante com um pano úmido. Evite passar produtos fortes do tipo lustra-móveis, já que seus resíduos podem infiltrar no papel.
- Deixe sempre um espaço entre estantes e parede. A parede pode transmitir umidade aos livros. E, com a umidade, surgem os fungos.
- Armários e estantes devem ser arejados. Estantes fechadas devem ser periodicamente abertas.
- Estantes de metal são preferíveis do ponto de vista da conservação dos livros.
- Não use clipes como marcadores de páginas. O processo de oxidação do metal mancha e estraga o papel.
- Em estantes de madeira, pense em revestir as prateleiras com vidro. Não use tintas a base de óleo.
- Bibliotecas devem ser freqüentadas. Nem pense em porões. Baixa freqüência de pessoas aumenta a insidência de insetos. Considere um tratamento anual contra traças.
- Não guarde livros inclinados. Aparadores podem mantê-los retos.
- Encadernações de papel e tecido não devem ser guardadas em contato direto com as de couro.
- Na prateleira, os livros devem ficar folgados. Sendo fáceis de serem retirados, duram mais. Comprimidos nas prateleiras, induzem a sua retirada de maneira incorreta, o que danifica as lombadas e fatalmente leva ao dano da encadernação. Livros apertados também favorecem o aparecimento de cupins.
- Quando tirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, pois isso danifica a encadernação. O certo é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada.
- A melhor posição para um livro é vertical. Livros maiores devem ter prateleiras que permitam isso. Em último caso deixe-os horizontalmente, tomando-se o cuidado de não sobrepor mais de 3 volumes.
- Luz do sol direta nem pensar. O sol desbota e entorta as capas.
- Se for um livro antigo ou de algum outro valor ou de maior sensibilidade, lave as mãos antes de folheá-lo, já que mãos engorduradas contribuem para a aceleração da decomposição do papel. Evite umedecer as pontas dos dedos com saliva para virar as páginas do livro.
- Ao ler um livro, evite abri-lo totalmente, como por exemplo, em cima de uma mesa. Isto pode comprometer a estrutura de sua encardenação.
- Não utilizar fitas adesivas tipo durex e fitas crepes, cola branca (PVA) para evitar a perda de um fragmento de um volume em degradação. Esses materiais possuem alta acidez, provocam manchas irreversíveis onde aplicado.
Entradas e Bandeiras
“O mameluco Jerônimo domina os segredos da mata. Como guia de uma expedição bandeirante, é ele quem aponta o caminho, decifra os rastros dos animais, encontra comida e água.”
Veja o vídeo da série Histórias do Brasil, transmitida pela TV Brasil:
Conversa de Botequim
Vida e morte no Paraguai, Tuiuti, 1866
Vídeo da série Histórias do Brasil, transmitido pela Tv Brasil
“No acampamento do Exército Aliado, três amigos se divertem conversando sobre Alfredo, colega deles que se feriu levemente em circunstâncias misteriosas. Cada amigo tem uma versão para o ferimento.”
Antonio Rafael: centenário de nascimento
Nasceu em Leopoldina no dia 14 de setembro de 1911, filho dos italianos Raul Lucas Rafael e Chiana Fanni.
Seus pais se casaram em Leopoldina em 1908. Sua mãe nasceu em San Vito, Cagliari, Sardegna, tendo passado ao Brasil com os pais e irmãos em 1897. As família residiu inicialmente em Santa Izabel, distrito que atualmente tem o nome de Abaíba. Mais tarde uma parte da família Fanni migrou para o município de Palma.


