Histórias Vivas na Festa do Imigrante Italiano 2026

Atenção, famílias de Leopoldina!

Estamos em busca de histórias vivas! Para a 7ª Festa do Imigrante Italiano, queremos encontrar e homenagear aqueles que guardam a memória de nossos antepassados.

Sua família possui algum descendente de italianos vivo, com mais de 70 anos, que resida ou tenha raízes em Leopoldina/MG? Queremos que essas trajetórias façam parte da nossa celebração de 14 a 17 de maio.

📞 Entre em contato conosco: (32) 3441-2896.

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17 opiniões sobre “Histórias Vivas na Festa do Imigrante Italiano 2026”

  1. Meu nome é Leandro de Freitas Lima. Moro atualmente no rio de janeiro. Gostaria de obter informações históricas sobre Leopoldina. Sou descendente de Francisco José de Freitas Lima e José de Freitas Lima que eram de Leopoldina no século XIX. Minha família está a gerações com o mesmo sobrenome. Além disso, Minha bisavó era italiana, sobrenome Sabino e tmb era da região. Gostaria de entrar em contato com a pesquisadora Nilza. Meu email é profgeofreitas@gmail.com

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    1. Olá Leandro.
      Na minha página, que você visitou, há material sobre os Freitas Lima. Nem sempre com o sobrenome composto porque não foi sempre usado pelos descendentes do português Francisco José de Freitas Lima, cuja mais antiga referência no Feijão Cru é de 1843. Como há muitos homônimos entre os descendentes, preciso saber como é a sua ligação com o genearca, vale dizer, nomes, datas e locais onde viveram os seus antepassados que o ligam a ele.
      Sobre a sua bisavó, não localizei entre os Savino alguém casado com descendentes do Francisco acima citado. Na minha página tem um estudo sobre eles, fruto de uma palestra que proferi no IHGMG. Pode ser que ela tenha utilizado a forma aportuguesada e, portanto, preciso dos mesmos dados para tentar localizá-la no banco de dados.
      Att,
      Nilza

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  2. Boa tarde

    Não é a primeira vez que vejo sobre festa imigrante Italiano…estive em Leopoldina há mais 50 anos e sei que família do meu pai é originária da cidade… eram imigrantes espanhois

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      1. Vi uma vez sobre Leda de Leopoldina, ela era minha prima o pai dela era irmão do meu pai…e na descrição da família faltavam alguns tios que conheci não sei bem a ordem dos irmãos, mas tinha um com nome do meu avo Carnindo, o pai da Leda não lembro o nome , tinha mais tios que não constavam na história, como Tio João, tio Nestorio, meu pai Geraldo e me parece que tiveram uma irmã que morreu bem nova com algum problema de pulmao

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      2. Sim, eu tenho uma Leda filha de Antônia Honória de Vargas e Euclides, sendo ele nascido em 1896, filho de Carmindo Juvenal e Etelvina. O Carmindo filho nasceu em 1894 e o João nasceu em 1902. Os três foram batizados em Piacatuba. Os outros filhos podem ter nascido depois de 1905 e o batismo estaria no livro 2 que não consultei.

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      3. Isso mesmo a Leda era filha da tia Antônia…conheci como tia Tônica, a Leda tinha uma filha Daniela que se não me era quase Bebê quando fui lá…eu devia ter uns 10 anos, meu pai era de 1910

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      4. Meu pai Geraldo Fajardo de Campos Nasceu em Piacatuba 17/02/1910 Faleceu em São Paulo 24/03/1982 . Minha mãe não sei dizer ao certo, nasceu em Sergipe e foi levada provavelmente para Leopoldina para ser criada por uma família de lá e pelo que contava era a verdadeira gata borralheira, uma empregada da família desde 10 anos..Balbina Corrêa de Jesus Campos…02/04/1921…faleceu em Franca interior de SP com 101 anos em 22/09/2022 Não sei dizer a época que casaram, mas acredito que tenha sido em Leopoldina, minha mãe com 25 anos e meu pai 32

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      5. Leda: a diferença de idade no casamento é incompatível com os anos em que nasceram. Além disso, não tenho acesso a casamentos posteriores a 1941 e por isso não posso checar. O batismo de Geraldo não informa a data de nascimento. Foram padrinhos o primo dele Fidelcino Fajardo de Paiva Campos com a esposa Ana Barbosa de Miranda. Você sabe os nomes dos pais e irmãos de Balbina?

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      6. Infelizmente não tivemos acesso aos dados da família da minha mae…ela foi levada pra ser criada e como era muito pequena ela não lembrava…um detalhe muito importante é que ela foi registrada quando casou, não sei se ela tinha algum registro em Sergipe e aí deram uma idade que acharam que ela tinha, então a data de 02/04/1921 e uma data inventada

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      7. Acho os documentos antigos muito confusos, cada um tem nome …sei que já li que minha avó paterna era Fajardo, mas em outros consta como Mello, então não sabemos direito

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      8. A esposa de Carmindo Juvenal de Paiva Campos seria Etelvina Augusta de Melo, nascida em Piacatuba, filha de Antonio Fajardo de Melo e Maria Severina. Na época em que ela viveu, as mulheres nem sempre usavam sobrenome de família. Maria Severina seria natural de Prados, segundo o registro de óbito. Nada sei sobre a origem do marido dela.

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